Punheta na cona melada de minha irmã

Minha irmã mais nova Sara entrou a correr esbaforida no Café, naquela tarde de domingo, procurou-me com os olhos e chamando-me de lado para os meus amigos não ouvirem a conversa contou-me que nosso pai, pouco momentos antes, chegara a casa e não conseguira entrar pois que ela a fechara por dentro com a chave na fechadura precisamente para prevenir tal eventualidade. Pedia-me que inventasse ter sido eu quem o fizera por lapso e que mais tarde, entrando em casa pela janela do sotão resolvera o problema. Eu já imaginava qual a razão porque ela se fechara em casa e porque não abrira a porta ao papá mas quis ouvi-lo da boca dela.
- Porque te fechaste em casa com a chave na fechadura, maninha?
Sara corando lá me confessou que o tinha feito porque se encontrava com o namorado Carlos e nosso pai não ia querer muito de o saber.
- Não foi bem por isso – observei-lhe eu – Tu fechaste a porta à chave, minha vadia, porque levaste o Carlos lá para casa para te enroscares com ele, não foi? Não tens vergonha?
- Que é que tu a ver com isso? – respondeu-me ela furiosa – Pensas que toda a gente é como tu que se consola só com tocar punhetas? Vais desculpar-me perante o papá ou não?
Minha irmã sabia bem que eu ainda hoje adoro tocar pívias e ela própria com a sua boca, as suas mãos e as suas maminhas tenrinhas me ajudou a tocar muitas, pois por eu saber que ela abria as pernas ao namorado muito a chantageei para a obrigar a participar no meu desporto sexual preferido. Por isso respondi-lhe que lá procuraria convencer o papá que a história da chave não fora causada por ela com o fito de encobrir os seus pecados íntimos como meu pai devia estar desconfiando, desde que ela continuasse colaborando comigo. Porque embora goste muito de tocar punheta prefiro fazê-lo com uma mulher ao meu lado ou no corpo dela. E então o corpinho adolescente de minha maninha entesava-me de tal maneira que só pelo facto de ela me ter confessado ter acabado de transar com o namorado eu ficara de pau feito.
- Tarado – insultou-me ela – tu é que devias ter vergonha de andares a tocar punhetas perante a tua irmã que tem namorado em vez de arranjares uma garota que tas toque. Que é que tu vais querer mais que te faça se até a esporra que vertes nas tuas punhetas já me fizeste engolir?
- Ora –respondi-lhe gozando o tesão de a humilhar e de a forçar perante mim – tu és uma putinha bem bonita e eu um punheteiro como dizes. Nada mais normal que cobre de ti o resultado da tua putice com o Carlos, não te parece?. E contigo arranjo sempre uma maneira de tocar punheta como nunca toquei antes, assim como aposto que tu e o Carlos arranjam sempre umas novas posições para foder.
Minha mana lá acabou por concordar como sempre em submeter-se às minhas exigências e eu depois de nos lavabos do Café me ter masturbado imaginando estar a ver minha irmã apanhando do namorado no quarto lá contei ao nosso pai a história que minha irmã me preparara. Não me parece que ele tenha ficado muito convencido mas Sara livrou-se de apanhar uma tareia como tanto receara.
Uns dias mais tarde cheguei a casa vindo das aulas e reparei que a puta se encontrava mais uma vez fechada no quarto, gemendo muito pois Carlos era um indivíduo dotado de um caralho bem enorme que segundo Sara dizia gostava de lho meter bem até ao fundo. Muito fodiam eles. Era só os nossos pais não estarem em casa e a desalmada corria a levá-lo para pôr-se debaixo dele. Caminhei até à porta do quarto pé ante pé, tentei espreitar pelo buraco da fechadura mas não consegui ver nada mas consegui ouvir a fogosa da minha jovem maninha pedir-lhe entre dois gemidos de prazer:
- Vem-te Carlos por favor que eu estou-me quase a vir também.
Eles já deviam estar ali fodendo há algum tempo para a vaquinha pedir aquilo pois embora não tivesse nenhum experiencia de penetrar uma mulher sempre ouvira dizer que elas demoravam mais tempo do que nós a alcançarem o gozo. Carlos deve ter-lhe feito a vontade pois passado pouco tempo ouvi-a exclamar.
- Ahh, que boa esporradela a tua. Oh que bom, estou-me a vir toda.
Meu caralho estava todo levantado e eu que me ocorrera uma ideia tirei-o de fora e manuseei-o com uma das mãos enquanto batia à porta do quarto com a outra.
- Maninha – disse-lhe eu – não quero ser desmancha- prazeres mas encontrei o papá ali na rua, e ele disse-me que ia só passar na oficina antes de vir para casa.
Desmancha- prazeres seria sim se tivesse dito aquilo antes dele se ter desaleitado na cona da minha irmã. Mesmo assim enquanto metia a pila para dentro das calças ouvi-os dar um pulo na cama e percebi que ambos se vestiam à pressa, muito admirados com o meu aviso já que nem se tinham apercebido da minha chegada. Carlos sabia que o papá era algo violento e não queria por nada que ele o apanhasse no quarto com a minha irmã. Tratou assim de se escapulir pela porta dos fundos depois de ter beijado a Sara na boca e de me te agradecido. Minha irmã deu um arranjo na cama para não se perceber que houvera nela enroscanço e tal como eu queria nem se lavou esperando a chegada de nosso pai. Óptimo pensei, a putéfila devia ter a rata bem melada com o leitinho do Carlos e a mim apetecia-me mesmo gozar uma punheta com ela assim bem meladinha.
- Maninha vadia – disse-lhe pois gostava sempre de lhe dizer o que ia fazer e as posições que queria que ela se pusesse antes de esgadanhar a minha punheta – é agora que me vais pagar o favor que te fiz contando ao papá aquela peta da história da chave. Vais-me deixar encostar a piça entre a tua calcinha e a tua coninha assim bem esporrada como imagino deve estar, enquanto me punheteio.
- Taradão, que nem a irmã respeitam as tuas taras. Então não te atrapalha a chegada do papá ou vais-te punhetear assim tão depressa?
- Cala-te puta que cheiras a piça que tresandas – retorqui-lhe – sabes bem que nunca toco uma punheta apressadamente pois é uma coisa que gosto de fazer bem lentamente, para a saborear como deve ser. A chegada do papá foi um pretexto para fazer o Carlos ir-se embora mais depressa uma vez que já tinha esvaziado os tomates e me deixar a mim esvaziá-los agora da forma que eu aprecio.
Minha irmã insultou-me do piorio como sempre e os seus insultos só me faziam ficar com mais tesão. Ela sabia-o e eu não ignorava que gostava tanto como eu de sentir-se coagida às minhas fantasias.
- Vais ser um punheteiro toda a vida – e é verdade. – Se tivesses uma pila do tamanho da do Carlos não passarias a vida a tocar à punheta no quarto.
- E depois? Cada um fode como gosta – respondi-lhe – De costas puta, que a minha piça pode ser pequenina mas vai-se consolar tanto como a do Carlos quando estiver sendo punheteada mesmo na entrada da tua cona esburacada.
Minha irmã vestia como quase sempre na Primavera e no Verão uma mini-saia muito curta que apenas lhe tapava a calcinha. Que tesão ela não provocava em todos os rapazes do Liceu, e eu não era excepção, posso até confessar que minha irmã foi a moça que mais tesão e à conta de quem mais punhetas toquei na adolescência. Sara sempre chamando-me de nomes menosprezadores da minha masculinidade voltou-se de costas com o tronco ligeiramente apoiado na mesa da sala, pois tudo isto se passou na sala.
- As mamas de fora, maninha, que gosto bastante de te ver as maminhas e aposto que as mãos do Carlos fartaram-se de te dar uns valentes amassos nelas.
Sara despiu a blusa e o sutiã e eu aproveitei para lhe apalpar e apertar os bicos das mamas como tanto apreciava fazer sendo punheteado por suas mãos delicadas.
- Levanta a saia para cima, puta – e como ela me retorquisse não ser nenhuma puta e que às putas devia eu ir já que não arranjava graciosamente outra moça que não ela para me fazer desaleitar os colhões, respondi-lhe – Só uma puta com a cona muito quente é que não tinha vergonha de aparecer na rua com este pedaço de pano que te serve de saia e é ainda mais curta do que o meu caralho.
Sara levantou a saia para cima e eu admirei-lhe as coxas branquinhas e sedosas e a calcinha branca, muito justa realçando-lhe a formas das nádegas. Com a mini -saia como as que ela usava já todos os rapazes do Liceu lhe tinham vestido a calcinha muitas vezes e eu achincalhei-a o mais que pude lembrando-a disso para a convencer que ela não passava de uma reles vagabunda que tal como fazia comigo gostava de inspirar as punhetas de todos os rapazes da escola.
- Dás a cona apenas ao Carlos mas gostas de nos ver correr para a casa de banho quando exibes as tuas calcinhas a todos no recreio do Liceu, não gostas vaquinha? Pois então vais sentir agora a força da minha punheta na tua cona. Vamos, enfia-me a piça por entre a tua calcinha.
Nessa altura eu já baixara as calças e os shorts e minha irmã esticando os braços para trás agarrou-me na bilharda e escarnecendo dela ao dizer que poucos minutos atrás tinha estado com uma bem maior e mais grossa do que aquela introduziu-a por dentro da parte da calcinha que lhe tapava a rata. E que melada e húmida ela estava com o gozo do namorado!
- Pelos vistos o Carlos deu-te uma valente esporradela, não foi ó cona quente? – observei-lhe.
- Claro – foi a sua resposta – o Carlos é um macho de verdade com tomates de homem. Não os tem como os teus que pouco sumo produzem.
Era delicioso ouvi-la dizer aquilo, chamar-lhe puta e sentir o resto da esporra espessa do Carlos pingando-lhe da cona e lambuzando-me o caralho já bem mais grosso e insuflado do que habitualmente, muito apertadinho entre aquela e a calcinha.
- Fecha bem as pernas, mana – exigi-lhe – Quero sentir a piça bem apertadinha entre a tua cona, as tuas coxas e a tua calcinha, senão conto ao papá o que andas a fazer cá em casa com o Carlos.
Sara sabia bem como eu gostava daquilo tipo de punhetas que tocava com ela. Tratou de juntar as suas coxinhas entalando-me o caralho no meio delas e eu sempre apertando-lhe as mamas mandei que ela com as mãos junto aos meus colhões me envolvesse a piça na calcinha e me começasse a punhetear.
- Mas nada de o fazeres com pressas que quando estás a foder com o Carlos não o procuras despachar, vadia.
- Vais-me sujar a calcinha com a tua imunda esporra – comentou ela.
- Minha puta – retorqui-lhe – com a esporra do Carlos que vertes pela cona já suja há muito tens a calcinha.
- Taradão! Ainda fico grávida por conta das tuas punhetas e sem proveito nenhum.
- Minha puta! Estás preocupada em engravidares? Pois não devias. Com a esporradela que o Carlos te depositou hoje nos ovários não deve ser a minha esporrinha quem te vá assegurar descendência. E com um namorado tão bem provido de leite nos colhões mesmo que te engravidasse eu bem lhe podias sem favor atribuir a paternidade que ele nem iria desconfiar que o filho não era dele.
E nestes diálogos que me deixavam cheio de tesão as mãos de minha irmã por cima da tira de pano da calcinha iam-me tocando uma punheta memorável. Ela também estava húmida embora se fosse queixando que eu nunca mais me vinha e eu adivinhava que a sua humidade não era já só agora da esporra do Carlos, mas causada pela minha pilinha pequenina mas bem grossinha e cheia naquele momento roçando-lhe a entrada da greta, beijando-lhe os lábios vaginais com a minha cabeça bem melada, e com os amassos das minhas mãos no seu peito.
- Isso geme, puta, geme – dizia-lhe quando lhe torcia os biquinhos das mamas – que há pouco também gemias bem com o Carlos por cima de ti. Geme e diz-me como é sentires a minha piça lambendo-te a cona enquanto me tocas à punheta.
Minha irmã escarnecia de mim:
- Fininha e pequenina como tens a pila eu nem a sinto esfregando-me na rata – e as suas mãos cada vez com mais força puxavam-me a pila para trás e para a frente tocando-me uma punheta como só a Sara me sabia tocar. Meus quadris também não estavam parados já que com o movimento delas eu procurava imitar o movimento de uma foda a sério tal como via os actores fazerem nos filmes porno. E apesar das palavras de desprezo que a putazinha minha irmã ia proferindo e da foda que acabara de levar do namorado minha pila encostada na sua gretazinha devia estar-lhe dando muito prazer pois que apertava bem as coxas para não a deixar fugir.
- Ah porco que te estás a desaleitar todo na minha calcinha – gritou ela quando eu me comecei a vir.
- E não é só na calcinha, vabagunda – fiz-lhe ver – Hoje tal como o Carlos te faz vou-te molhar igualmente essa coninha de puta com a minha esporrinha. – e que jacto me saiu do cacete molhando-lhe a entrada da rata e ensopando-lhe a calcinha.
- De cada vez eu tiver de mentir ao papá para encobrir os teus pecados íntimos, é esta a receita que vou dar à tua cona – ameacei-a. Mas o brilho nos olhos de Sara dizia-me bem não recear muito a consumação da minha ameaça. Quem achou estranho foi a minha mãe. Com a calcinha toda esporrada Sara não a ia pôr no roupeiro da roupa suja e assim teve de a lavar à mão e a mamã quando chegou a casa viu-a a secar. Quis saber o motivo. À falta de melhor desculpa Sara inventou uma diarreia súbita que nem tempo lhe deu para chegar à sanita. Se minha mãe soubesse que tipo de descarga sujara a calcinha de minha irmã teria tido uma síncope.

 

RIBEIRO

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