Contos Eróticos

Dicas de como cuidar de seu homem

Desde os 19 aninhos já era uma bichinha perfeita, sempre feminina, viadinha, mas sempre amando a minha condição. Nunca quis ser mulher, e sabia desde o início que minha função era dar prazer aos homens. Ufa! Acho que foi a coisa mais difícil que tive que me confrontar. Claro que me apaixonei, tive alguns homens e boas estórias para contar. Comecei com uma brincadeira, virei amante, e hoje sou praticamente esposa de Guto, o ainda marido de uma cliente minha no salão.

Para vocês, bichinhas, que estão em busca de algo sério, primeiro de tudo, coloquem-se em sua posição. Somos o objeto deles, seus brinquedinhos. Nascemos para satisfazer e obedecer nossos homens, e nossa condição é a de bichinhas submissas. Somos nós quem queremos, desejamos, amamos aquele cheiro de homem, aquelas coxas grossas, aquele pau duro e gostoso que entra e fode nossa boca e nosso cuzinho. E sabe por que? Por que nos sentimos bem assim, nós queremos isso, e desejamos ser vice-esposas de nossos homens e em troca receber tudo o que as titulares não recebem. Somos bem e muito bem comidas, chupamos e damos a bunda muito melhor do que elas, e ainda, quando eles querem, ainda podem usar nosso brinquedinho, que está sempre a disposição.

Amigas, uma das premissas iniciais é que a produção para nossos homens deve estar sempre impecável. Para quem é super patricinha como eu, o rosa e as rendinhas não podem faltar. Vestidinhos curtos rodados, rosa pink, calcinhas rosa (sugiro as da Victorias’s Secret), longuetes, são essenciais. Sugiro abusar das rendinhas e adereços. A calcinha eu gosto de fio dental, claro. Amo ligas e camisolinhas estilo baby doll, preferencialmente as transparentes. Cintos, cetim, pregas, e bordadinhos também fazem parte do visual. Para arrasar num traje de noite, um vestido longo, meio ombro, decote médio, justésimo. Para o usual do dia a dia, uma mini saia, shortinho jeans, e um top são minhas sugestões. O salto alto agulha é básico, eu prefiro sandálias, douradas, rosa ou prateadas, as presas no tornozelo são muito sensuais. Para o inverno, as botas de cano longo. Um dia meu gato me fodeu em pé por trás, enquanto eu fazia o almoço, e o que facilitou a vida dele, foi o salto 15. Eu amo vestidinhos rosa pink curtinhos e rodados, colados ao corpo. Meio ombro, tomara que caia (para as que tem seios). Mas cuidado, amigas!! Para as que tem pau grande, os vestidos colados podem virar uma surpresa. Quando ficamos excitadas, pode marcar o vestido.

Uma boa paty não pode ficar sem vários adereços. Brincos de argola, tiara na cabeça estilo princesinha, uma gargantilha podem ser ótimos adereços. Eu amo pulseiras. A bolsa, claro, essa não pode faltar. Para mim, quanto mais paty, melhor. Uma coisa que eu amo, é ser fodida de quatro, e escutar o barulho das pulseiras balançando, sentir os brincos balançando, uiiiii, divino. Da mesma forma é delicioso ser comida de roupinha, dá uma sensação de que o gato vai te devorar.

O make, amiga, esse você tem que caprichar. Rimel, sombra, delineador, e claro, o batom, ou gloss, essencial para a bicha. Eu amo rosa, e uso muito batom dessa cor. Prefiro os que são um pouco mais cremosos, sabem por que? Claro, para chupar o pau, que deixa tudo mais macio e desliza muito melhor. E de mais a mais, imaginem como fica o seu macho vendo uma boquinha bem pintada subindo e descendo no pau dele. Ou então, você ali paradinha e ele fodendo sua boca. Simplesmente divino né? Vou dar uma dica, se você é uma viadinha, seja por completa. Sempre de batom e salto, sempre! Não esqueça das unhas, bichinha tem que estar sempre com a unha feita, e combinando. Já imaginou você segurando o pau do seu homem com aquela mão masculina? Uiiiii, nem de longe, tem que estar pintadinha, combinando com o batom.

Como uma viadinha deve se comportar? Claro, sempre delicada e feminina, abusando dos trejeitos. Todos sabem que você não é mulher, mas você deve se esforçar. Eu, por exemplo, ando sempre no salto, bundinha empinada para trás, e rebolando. Gestos delicados, cruzada de pernas, e sempre obediente a meu macho. Um dia eu estava na casa de meu gato, e ele me mandou fazer um boquete. Delicadamente me ajoelhei, tirei o cabelo da testa, e com carinho coloquei a boca e comecei uma mamadinha, com amor. Ser safadinha, amigas, não quer dizer ser rampeira, uiii!! Você pode dar para o seu macho, bem safada, bem viadinha, mas com amor, o importante é que você se coloque na condição de bichinha, mas pode beijar na boca, fazer carinho, toda dengosinha, fazer amorzinho. De vez em quando é bom que ele seja mais forte para mostrar quem manda. Um dia eu estava dando de quatro para o meu macho, ele me segurou pelo cabelo, mandou eu inclinar a cabeça para trás e colocar a língua para fora. O safadão cuspiu dentro da minha boca, para dizer que eu era sua propriedade. Foi exatamente como me senti, como objeto dele. O importante é seguir as ordens, amigas. Meu maridão ama que eu desfile para ele de lingerie e salto, e eu amo colocar uma calcinha transparente, porque sei que ele adora ver o meu pau duro.

Como tratar uma vara, amigas? Isso é muito importante. Tem que ser com delicadeza, carinho, é nosso instrumento de prazer, de desejo, de obsessão. Para chupar gostoso e dar muito prazer ao seu homem, o batom é muito importante. Prefiro os de cores fortes e macios, que fazem com que a boca deslize na vara. Chupe com carinho, com amor, seja devagar ou rápido. Eu particularmente gosto de chupar ou lento, ou em velocidade moderada, porque sinto o pau latejando dentro da boca, aprecio cada centímetro, e faço uma pressão leve, para aumentar o prazer do meu gato. Passar a língua na cabeça e no buraquinho é essencial. Também é bom fazer carinho no saco com o pau na boca, normalmente os homens vão a loucura. Alguns gostam que enfiem o dedinho dentro do cuzinho durante o boquete. Minha técnica preferida é chupar em velocidade moderada, sem colocar as mãos. Seja de joelhos, com o gato em pé, ou deitado. Ele vai a loucura. Gosto que goze na minha boca e na cara, e quando sinto que ele vai gozar, aumento um pouco o ritmo, aliso o saco, e sem tirar a boca, tomo tudinho, ou coloco a língua pra fora para levar um banho de porra. Aiiii, delícia. O importante é dar prazer ao homem, e ele sentir que está te dominando. Chupar é um ato de submissão total! A bicha por excelência!! É ótimo também quando ele simplesmente quer foder sua boca, e gozar lá dentro. Mas aí a escolha é dele, affff!

Amiga, nosso buraquinho sempre tem que estar à disposição. Somos objeto de prazer dos homens, e quando eles simplesmente querem nos foder, temos que dar né? Tem vezes que meu gato vem aqui em casa, eu abro a porta, levo um tapa na cara, ele me encosta na mesa, levanta meu vestido, mete, fode, goza e vai embora sem dizer uma palavra. Nem chupar ele deixa. Mas enfim, é isso mesmo. Eu adoro ser comida de quatro. A posição da bicha submissa. Amo quando ele me segura pela cintura e mete forte, me xingando. Amo sentar no pau dele também, e levantar as pernas para entrar tudinho. Importante, eu gosto, pode ser que vocês gostem, enquanto sou comida, meu gato me masturba, segura forte meu pau. Eu amo gozar na mão dele. Outra delícia que eu recomendo, é quando estou dando a bunda de 4, meu gato fica parado, com o pau duro, e eu mexo a bundinha para frente e para trás. Tem um segredinho, amigas, inclinem-se para baixo, empinem a bunda, que a cabeça do nosso pau vai roçar na cama nos dando muito prazer, enquanto você faz o movimento, e vocês dois gozarão juntos. O máximo!!!

Por fim, seja sempre delicada, meiga e safadinha. Deixe seu gato lhe usar, humilhar, isso é bom paras nós. Meu macho ama me dar banhos de mijo. Eu fico ajoelhada na frente dele, depois de chupar, claro, e ele me mija todinha. Também adora bater com pau na minha cara, e ai de mim se as tarefas domésticas não estiverem prontas, e ai de mim se eu estiver sem salto, calcinha ou batom. É, dá trabalho, mas compensa. Depois você cai de boca ou se agarra naquela vara e não quer mais soltar né? Sempre assim...

 

Minha Aluna Tarada - Um fim de semana delicioso parte II

Continuação do conto Minha Aluna Tarada – Um fim de semana Delicioso parte I
Bom aqui vamos para parte II ...
Espero que gostem...
Ao sair do quarto me deparei com a uma professora me chamando, queria fazer uma reunião para traçarmos um plano para mantermos o controle sobre os alunos...
Pra falar a verdade eu achei essa idéia de excursão péssima, uma coisa é você controlar os alunos dentro de sala de aula (o que já não é fácil), imagine em um local onde á imagináveis formas de se divertir... Vim pelo motivo mais obvio do mundo, ficar perto da Amanda, se outra turma tivesse ganhado a excursão, provavelmente eu não teria aceitado a missão de ser babá de aluno...
Bom voltando ao que interessa, após detalhes resolvidos, fui para o quarto, percebi que havia deixado minha chave na porta quando saí, fui direto para piscina procurar as meninas. Logo de cara vi Amanda deitada em uma espreguiçadeira com um biquíni que não tapava quase nada, ao invés de ir direto nela, passei pelas meninas e pergunte se elas estariam com a minha chave, dissera que Amanda estava com as duas chaves...
Fui de encontro a Amanda, e estendi a mão pedindo a chave. Com um sorriso perguntou:
- Deseja só a chave mesmo...
Respondi:
- No momento só posso ter a chave...
- Uma pena, pois estou louquinha pra te dar outra coisa... Disse Amanda com aquele sorriso cínico que deixa minhas pernas bambas...
Olhei para os lados com receio de alguém ter escutado, não falei nada, apenas estendi a mão, peguei a chave, me virei e fui para o quarto... Precisava de um banho frio, e era isso que ia fazer... Entrei no quarto, tranquei a porta e peguei minha toalha e o celular, adoro tomar banho escutando música, aumentei o som e fui pro meu banho tenta abaixar meu fogo...
O banho estava indo muito bem e como estava com a música alta não escutei a Amanda entrando no quarto, só dei fé de sua presença quando ela apareceu no banheiro perguntando se podia participar também, levei um baita susto que dei um pulo...
Sorrindo, abri os braços pra ela, que veio toda manhosa ao meu encontro. Agarrei-a pelo pescoço e lasquei um beijo, devorador, aquele beijo que chega machucar de tanta vontade estávamos famintas uma pela outra...
Ainda nos beijando, Amanda desceu sua mão e começou a tocar - me, acariciar minha buceta, tocando em meu clitóris do jeito que ela só sabe fazer, arrancando gemidos e suspiros, fazendo um esforço tremendo tiro sua mão, e digo:
- To errado...
Com uma cara assustada pergunta:
– O que foi que eu fiz de errado te machuquei?
Rindo da cara dela, digo:
- Não meu amor, não fez nada de errado, é isso que esta errado. Aponto para “roupa’ que esta usando...
Ela faz uma cara de inocente e começa a tirar a parte de cima do biquíni revelando seus pequenos e lindos seios, começa imitar um strip-tease tirando o short e parte de baixo do biquíni mostrando uma bucetinha depiladinha com o famoso bigodinho de Hitler. Chamei-a de volta ao meu encontro, e ali que foi minha ruína, não pensava mais em nada, em apenas minha Amanda, e ter seu corpo, em beijá-la em amá-la...
Enquanto a beijava apertava seus seios, com força, e a cada aperto com mais força ela gemia, fui descendo por seu pescoço ao chegar aos seus seios com minha boca, comecei a mamar naqueles pequenos seios, parecia uma criança com fome, e Amanda estava adorando, pois empurrava minha cabeça de encontro cada vez mais aos seus seios...
Voltei para sua boca e me acabei novamente num beijo devastador, sussurrei em seu ouvido que ela ia pagar por ter me provocando, desci, lambendo seu pescoço, seus seios, barriga até que cheguei ao vulcão de Amanda, cheirei aquela buceta toda meladinha, passei minha língua por toda extensão tanto externa e internamente. Lambia seus pequenos lábios, chupei seu clitóris, enquanto crava as unhas em meu ombro, Comecei a penetrá-la com meu dedo, enquanto chupava seu grelinho, a cada estocada do dedo e chupada gemia cada vez mais alto, penetrei com 2 dedos, enfiava com mais força e ritmo, Amanda pedia para meter mais...
Passei a enfiar 3 dedos, e o ritmo das estocadas e gemidos aumentava cada vez mais passei a lamber e a beijar sua vulva enquanto a penetrava, quando percebi que seu corpo estava me dando sinal de que estava quase gozando ritmei mais forte e não demorou pra Amanda gozar, tirei meu dedo e passei a língua nele. Dizendo que era uma delicia o sabor dela, comecei a lambê-la, limpando todo seu gozo com a boca e língua, me puxando pelos cabelos Amanda me fez levantar, me beijou e disse:
- Nossa, acabou comigo!
- Você não viu nada minha linda. – Respondi....
Terminamos o banho e disse que era melhor sairmos, pois alguém ia desconfiar... Amanda foi pro quarto na frente enquanto e a segui, quando vejo Amanda deita na cama de casal do quarto dizendo que está exausta precisa descansar.
Ficou pedindo pra deitar também, respondo que é, melhor não, pois já demoramos demais, mais de tanto insistir. Resolvi deitar.
Mas confesso que minha intenção era provocá-la, tiro minha toalha e vou nua pra cama, me deito por cima e sussurrando em seu ouvido, digo quanto a desejo, que queria chupá-la novamente, senti-la gozá-la ao meu toque. Consigo tirar a sua toalha e começo a me esfregar, roçar em sua coxa, me ajeito e começo a roçar minha xana na sua, começamos a nos esfregar fazendo um movimento de vai e vem gostoso.
Percebo que Amanda está se empolgando, paro a brincadeira e me levanto.
Olhando-me com uma cara de raiva ela pergunta:
- Que sacanagem é essa?
Respondo dizendo:
- Sacanagem nenhuma, agora é minha vez de te torturar amor... Falei rindo...
Sem achar a menor graça Amanda joga travesseiro em minha direção, e vai ao banheiro, demora uns instantes e volta vestida com aquele minúsculo biquíni...
Olho e digo: - Que biquíni grande esse o seu hein?!
Dando de ombros ela pega a chave, pego a minha também, me aproximo dela, e digo no seu ouvido:
- Amor relaxa juro que te recompensarei pela brincadeira que fiz...
Dou-lhe um beijo e saímos...

Espero que gostem dessa parte do conto...
Aceito todas as críticas e sugestões...
E obrigados a todos os comentários postados...

Sarah Pezzine

sarahpezzine@hotmail.com

Final de ano

Final de ano, festas, família reunida, muita comida, bebida à vontade, gente bêbada exaltada, enfim, o contexto ideal pra a luxúria e o sexo desenfreado.
Todos os anos, minha família que é grande se reúne para comemorarmos o Natal e Ano Novo. Ficam em casa cerca de 60 pessoas, moro em uma casa grande e espaçosa, onde todos ficam bem acomodados.
Moro em São José do Rio Preto e como a cidade é muito quente, a maioria dos parentes já não agüentavam mais, tamanho calor. Decidimos então, irmos para um thermas, numa cidade vizinha.
Era uma quinta-feira, fomos em 5 carros, nem todos foram conosco. Entretanto, pai, mãe, irmãos, primos, tios e tias, todos contentes com a expectativa de um dia refrescante.
O dia transcorreu numa tranqüilidade absoluta e claro, a maioria encheu a cara, ficaram trebados de cair no chão e alguns parentes, cansados, decidiram ir embora. Ficaram além de meu pai, minha tia, tio, e três primos. Sim, todos eles na caminhonete do meu pai.
Como meu pai estava caindo de bêbado, meu tio foi dirigindo e sua esposa ao lado, e todos atrás. Eu acabei sentando no colo do meu pai, que estava de sunga e camiseta. Não falei de meu pai nem de mim. Ele é um sujeito normal, nada de barriga sarada, muito pelo contrário, possui uma barriga de chopp, altura mediana, nada demais, somente seu jeito hétero, viril, mandão e às vezes grosseiro.
Eu tenho, 1,70m, discreto, 75kg, fujo do esteriótipo gay, homem mesmo normal, mas que curte um outro cara do mesmo perfil que o meu.
Mas voltando, com todo o aperto e já cansados, meu pai e primos dormiram. Com o saculejo do carro, comecei a sentir que algo crescia na sunga do meu pai e espetava minha bunda. Tentei sair daquela situação, pois não poderia imaginar acontecendo nada com o meu pai. A distância entre o thermas e a nossa chácara era muito longa e eu ia escorregando pelas pernas dele e acabava sentado em cima de sua rola, que já se tornava um volume que não dava pra esconder e eu constrangido, com toda aquela situação, comecei a ficar nervoso.
Em nenhum momento da viagem, meu pai acordou ou esboçou algum movimento em que eu achasse que ele estivesse disfarçando, acordado, alimentando aquela situação.
Pelo contrário, meu pai sempre foi muito correto, severo, tinha um sono super pesado, além do acúmulo exagerado de bebida, que agravava sua situação.
Eu realmente não queria que aquilo tivesse acontecendo, ainda mais ali, com toda aquela gente do meu lado, a caminhonete estava lotada, não tinha muito o que fazer, estávamos em 5 atrás, então, vocês imaginam.
Até pelo próprio sacolejo do carro, aperto a situação se agravava e meu pai nada de acordar, para pelo menos perceber o que acontecia e perceber que eu estava atento ao que acontecia e tentava fugir.
Mas em vão, me peguei de pau duro também, pela primeira vez, sentindo tesão por aquela situação, errada claro e inusitada.
Nunca poderia pensar que ficaria de pau duro com uma situação como essa e ainda penso se foi de tesão pelo meu pai ou pela situação em si. Sinceramente não sei, muita confusão na minha cabeça e evito pensar
Só sei que naquela esfregação, meu pau durasso e eu tremia, me soltei. Me soltei e descansei no colo do meu pai. Escrevo isso agora, com um aperto no peito só de lembrar, como uma sensação de pecado ou coisa assim.
Mas me soltei, relaxei e minha bunda se encaixou perfeitamente no colo do meu pai. Eu sentia nitidamente o pau dele, que deveria estar pra baixo, apertando minha bunda. Naquele momento, o medo se instalou sobre mim, de de repente meu pai acordar, sentindo sua rola doendo por meu peso todo em cima dele, não tive dúvida, coloquei minhas mãos pra trás, levantei um pouco a sunga e num movimento rápido, puxei seu pau e o coloquei de lado, soltando a sunga. A sensação de pegar no pau do meu pai, foi indescritível, o pau que me fez há 28 anos atrás. Saber que foi dali que eu saí, mas enfim.
Nada, ninguém percebeu, nem meu pai demonstrou que tivera acordado. Voltei a relaxar novamente e senti sua rola agora pressionando a aba esquerda da minha bunda.
Eu não tentei mais nada. Por medo, pela sensação de pecado, de coisa errada. A única coisa que fiz foi chegar em casa e bater uma punheta, mas depois logo veio o arrependimento.
Chegando na chácara, meu pai estava muito mal, bêbado mesmo, já foi pro banheiro vomitar, dormindo o resto da tarde toda. Por isso, tenho a certeza dele não ter percebido nada.
Mas ao mesmo tempo fica uma dúvida. Será? Será mesmo que meu pai não percebeu nada? Eu já bolinei outros caras enquanto eles dormiam em casa e nunca ninguém percebeu.
Eu preciso não só achar, mas ter a certeza que não era a intenção dele, que foi algo instintivo.
Se eu gostei? Sinto um misto de arrependimento e sensação gostosa. Queria que isso se repetisse, mas não teria coragem de avançar mais do que isso. Pelo menos não por mim, talvez se ele quisesse, eu também ia querer, mas acho impossível.
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração!

sexosalivento@yahoo.com.br

 

Mendigo pauzudo

É meu primeiro conto aqui, então vou me apresentar.
Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Sou passivo e gosto de tipos convictos, daqueles ativos que não curtem pegar no pau do outro e que não ligam se o parceiro vai gozar ou não. Eu me entrego pra satisfazer o cara. Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, estivadores, chapas, esses tipos.
Entretanto, sou passivo, mas só para os caras de pau pequeno. Sim, não curto nada, um cara com rola grande, aliás, rolona só é bom pra chupar. No meu cu não tem vez. O cara pode insistir, dizer que põe só a cabecinha, que faz direitinho ou coisa do tipo que não cola. Não nasci ontem.  Sou fã de caras ativos, que possuem no meio das pernas, uma rolinha bem pequena. Fico malucão. Dou gostoso pro cara.
O que vou contar aqui é sobre minha primeira vez com um mendigo, morador de rua, destes que se encontram embaixo de marquises, enrolados em seus cobertores sujos.
Estava num local de pegação aqui da minha cidade, quando passei por ele. Ele me chamou, pediu uma ajuda, eu disse que não tinha nada naquele momento e dali engatamos num papo que terminou em casa, prometendo uma janta, banho, roupas e uma noite de descanso uma cama confortável e lençóis limpos.
Neste momento, não tinha falado nada pro cara que rolaria algo e nem ele desconfiou de nada, queria mesmo era comer algo, pois estava com muita fome.
Chegamos em casa, ele tomou um banho, dei uma camiseta e uma cueca bem larga e velha, que ficou quase caindo.
Dei a janta, ele repetiu, assistiu um pouco de TV e eu disse que ele poderia ficar a vontade, que eu iria dormir.
Fui pro quarto, ele disse que também iria. No começo dormi, mas logo acordei. Vi aquele negro, enorme, corpo forte, sarado, liso ali no colchão ao lado da minha cama. Ele estava num sono profundo, comecei a passar a mão pelo seu pau por cima da cueca larga, logo puxei um pouco e sua rola cheirando a sabonete surgiu.
Como era grande , comecei a punhetá-lo de leve, a cobra começou a dar sinal de vida, o mendigo acordou, pos a mão, impedindo que eu continuasse, ae eu disse pra ele deixar, que era coisa rápida, só o tempo de eu bater uma e gozar. Ele deixou, continuei com a punheta, fui abaixando e coloquei a boca, ele deu uma tremida, comecei passando a língua, o cara foi relaxando e ficando cada vez mais excitado.
Chupei muito o cara até onde conseguia, já que a coisa era muito grande e grossa, descomunal mesmo, chegando a engasgar várias vezes.
O mendigo gemia baixinho, não queria demonstrar que tava gostando. Isso me deixava louco, pois demonstrava que era macho mesmo e que só estava aceitando aquilo em agradecimento pela hospedagem.
Senti o corpo dele estremecer e percebia que o gozo tava chegando, intensifique a gulosa e o cara explodiu num rio de porra filho da puta. Pela experiência, não deixei escapar nada, o cara gozou fundo e o pau não descia. Chupei muito até amolecer totalmente, isso é algo que eu curto muito fazer após o cara gozar. Continuar chupando, mesmo mole, massageando com a língua, o cara tem que agüentar, aliás, tenho tesão por pau mole também, vai entender rs...
Fui ao banheiro cuspir todo aquele suco, peguei uma toalha e entreguei pro mendigo ainda deitado, todo desfalecido. Ele não disse uma só palavra, nem eu e também nem precisava.
Ele dormiu, eu ainda continuei olhando pra ele por um tempo, pois o cara era gostoso demais, puta que o pariu.
No dia seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido, ainda dei uma belo café da manhã e me despedi daquele mendigo.
Ainda o encontrei uma vez na rua, ele me chamou, mas fiz que não o conheci. Será que ele estava com saudades do conforto ou da chupada? Isso nunca vou saber rs...
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo, pai, cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração!
sexosalivento@yahoo.com.br

 

Castigo e recompensa do meu dono e senhor

Há cinco anos atrás tive durante muito tempo um caso extra-conjugal com um individuo de nome Carlos, que combinava muitas das taras do meu actual amante Renato, e do corno de meu marido, Rui. Tal como o primeiro dos dois era muito dominador, como aliás sempre foram todos os meus namorados e amantes, pois talvez por ter casado com um submisso sou mais atraída por homens dominadores, muito mais dominador até do que ele pois além de me estar constantemente lembrando que eu não passava da sua puta pessoal, não perdia ocasião de me castigar fisicamente, violência que cavalheirescamente Renato apenas exerce no corpo de meu conjugue já que não gosta de praticar sevicias em fêmeas. E embora muito mais avantajado de pau e colhões do que Rui, tal como este não era nada exclusivista no que ao uso íntimo de meu corpo dizia respeito, já que igualmente voyeurista como ele tinha grande prazer vendo-me fodendo com outros. Dir-se-ia até que uma das minhas funções como sua puta pessoal era precisamente o de ser igualmente a puta de todos os homens que ele me indicasse, ainda que não gostasse de me saber traindo-o por minha iniciativa, algo que enquanto andei com ele nunca fiz, e que é das coisas que mais entesa meu marido.
Por várias vezes provara minha total submissão a meu amante, a quem nos momentos íntimos apenas podia tratar por Meu Dono ou Meu Senhor, tal como passear nua nas ruas enquanto ele me seguia de carro, muita vezes masturbando-se com minhas exibições, embora tomando sempre as devidas precauções para não ser reconhecida e muito menos agarrada. Nessa tarde estava no escritório com um casal que me viera consultar por causa de um processo de herança quando a secretária me comunicou pelo intercomunicador que Meu Dono estava em linha e me queria falar. Marília, assim se chamava a miúda, tinha ordens expressas de me passar o telefone sempre que ele ligasse não porque eu o desejasse mas porque Carlos assim o impusera. Por isso pedi desculpa, peguei na extensão e depois de nos cumprimentarmos, eu um pouco recatadamente uma vez que estava perante clientes e não me interessava que se apercebessem de minha condição de adúltera, ele efusivamente dizendo que me amava, até me perguntar se eu continuava disposta a provar-lhe minha total submissão aos seus desejos.
- O facto de te atender o telefone mesmo nestas alturas em que estou ocupada, não é só por si uma boa resposta à tua pergunta? – retorqui-lhe. Carlos mandou-me então ir ter com ele imediatamente a uma determinada morada nos arredores de Guimarães, explicando-me como lá iria ter uma vez que a não conhecia. Mandou-me ainda passar por casa, tomar um banho, vestir uma calcinha preta fio dental, umas meias escuras de ligueiros transparentes cobrindo-me as pernas, botas pretas de cano alto, e que não levasse sutiã, peça que de facto nem sempre uso pois tenho as mamas ainda bem empinadas. E me despachasse. Procurei fazer o que me mandava mas não podia mandar os clientes embora, e como o assunto fosse algo complicado, ainda me demorei mais de meia hora com eles. Quando saí, corri a casa, tomei um duche, produzi-me de acordo com suas instruções, deixei um recado a meu corninho e filhos dizendo-lhes não saber a que horas voltaria, e carreguei no acelerador pois até Guimarães distavam mais de 50 kms. Aproximava-se o final da tarde, o movimento começava a ficar intenso e demorei-me mais do que supunha. Quando finalmente lobriguei a morada e toquei à campainha quase hora e meia depois de ele me ter ligado, fui recebida por um amante muito furioso. Uma bofetada sonora, dada com toda a vontade, de palma completamente aberta, foi a primeira coisa que recebi em vez de um beijo como esperava. Com a força cambaleei e tive de me segurar no batente para não cair pela pequena escadaria que conduzia à porta da entrada, acabada de subir. Como sempre, Meu Senhor nem se preocupou que sua bofetada fosse testemunhada por quem passava. Puxando-me por um braço fez-me entrar e já dentro do corredor enquanto fechava a porta desferiu-me outra bofetada na face que ainda não lhe sentira o peso dos dedos.
- Minha grande puta! Estou há mais de uma hora esperando por ti. Onde andaste para demorares tanto? Não me digas que encontraste o cornudo de teu marido e tiveste de lhe abrir as pernas para ele te deixar vir.
Sabia que não seria poupada por lhe fornecer uma desculpa plausível, mas sabia igualmente que ele a queria ouvir. Estou convencida que mesmo que tivesse chegado três quartos de hora mais cedo, Carlos diria que me demorara só para me castigar com mais rigor. Aliás quando me pregara as bofetadas seu caralho por baixo das calças insuflara porque esses eram os seus preliminares para o amor. Mesmo assim procurei fazer-lhe compreender a dificuldade que tivera em despachar os clientes e dar com o local, mas ele mandou-me calar. Com um gesto brusco tirou-me o casaco de couro que atirou para o chão, rasgou-me a blusa – tantas blusas e calcinhas me rasgou – deixando-me com os marmelos à solta, puxou meus braços para trás das costas e com as tiras rasgadas de pano atou-me fortemente os pulsos, sempre chamando-me puta e cadela. Arrancou-me então a saia pelas pernas, sem me descalçar as botas e pareceu ficar satisfeito com minhas calcinhas e meias.
- És mesmo uma puta Sandra! – comentou – Não tens vergonha? Uma mulher casada como tu e usar lingerie de puta! É o que és, não é mesmo?
Sabia bem o que meu amante queria ouvir, e como de facto gosto de me imaginar uma puta quando estou fodendo, acho mesmo que é para me sentir mais puta que adoro meter os galhos na cabeça de Rui, disse-lhe que sim, que era a sua puta e o quereria ser sempre para o poder satisfazer da forma que ele muito bem entendesse.
- E como puta que és paraste no caminho a dar o pito a alguém? – voltou ele a perguntar. Assegurei-lhe que não, que só dava o pito a quem Meu Dono e Senhor mandava, e ele retorquindo-me que logo veríamos isso colocou-me uma coleira de couro com espetos metálicos, em tudo idêntica às coleiras com que os pastores envolvem o pescoço dos seus cães para os protegerem das mordeduras dos lobos, mandando-me pôr de joelhos. Esticou-me a extremidade da coleira prendendo-a nos meus pulsos manietados, de maneira que ao conduzir-me eu era obrigada a manter os braços completamente levantados, e de seguida com uma corda de nylon atou meus tornozelos por cima das botas.
- Vamos cadela – disse então ele agarrando –me pela coleira – vamos lá para baixo na posição que as cadelas devem andar.
De pernas amarradas não era fácil caminhar nem descer as escadas que levavam à cave para onde estava sendo dirigida, senão esfregando meus joelhos no chão que ficaram bastante esfolados. Ao menos as cadelas apoiam as patas da frente no chão o que lhe sempre facilita muito a deslocação, mas eu tive de andar de quatro apenas com duas pernas. Como me deslocava muito lentamente Carlos cobrindo-me insistentemente com os impropérios mais vis, ia-me desferindo com seus sapatos de biqueira quadrangular pontapés no cu que quase me fizeram tombar pela escadaria abaixo, ou então chibatava-me as costas nuas com a guia do chicote.
- Anda mais depressa puta, que quanto mais demorares a chegar maior será teu castigo – dizia-me – Vou-te ensinar a fazeres esperar o Teu Senhor.
É evidente que seus pontapés e correadas me magoavam bastante. Mas é igualmente verdade que devido sobretudo a eles o suminho que começara a escorrer da minha parreca era já visível na calcinha. Quando finalmente chegamos à enorme cave apenas um foco de luz vermelha incidia sobre uma enorme cruz de madeira em forma de X com uma mesa ao lado em cima da qual lobriguei um chicote às tiras, deixando tudo o resto na escuridão. Vendo o látego e imaginando não tardar muito a senti-lo mordendo-me na carne estremeci de medo mas também de tesão pois desde que dormia com Meu Dono ele ensinara-me a apreciar o efeito de um chicote antes do acto sexual. Mantendo-me amarrada e de joelhos, Carlos mandou-me fazer-lhe uma mamada. Pensei que ele tirasse a piça fora mas Meu Dono ordenou-me que fosse eu a fazê-lo com os dentes. Não foi fácil conseguir-lhe abrir o fecho, enfiar minha boca pela abertura da calças, afastar-lhe as cuecas e abocanhar-lhe o cacete inchadíssimo.
- Não te esqueças de me chupar os tomates – exigiu-me ele quando já lhe sacara a pila. Com a pixota roçando-me os lábios e o nariz e besuntando-os com a esporra que lhe melava a ponta circuncidada, lá voltei a enfiar a boca no fecho aberto repetindo o mesmo procedimento, até lhe tragar as bolas que devido às suas dimensões me enchiam a dita por inteiro. Todos os meus amantes foram sempre bem abonados de pendentes pois o único pila pequena com quem fodi foi o cornudo com quem casei e acho que o facto de ele ser tão escasso de dotes é uma das razões que me faz desejar tanto encorná-lo. Felizmente que Carlos tinha os instrumentais bem lavados e eu estava gostando muito de estar mamando no seu pau e bolas. Mas Meu Dono não apreciava um broche convencional. Não tardou que me estivesse agarrando pelos cabelos, obrigando-me a permanecer com meu nariz espalmado contra sua barriga, quase me impedindo de respirar, enquanto com a corrente da coleira me continuava fustigando algo severamente nas costas, deixando-as cobertas de dolorosos filamentos vermelhos. Mas era uma dor deliciosa que me fazia endurecer os mamilos, me excitava sobremaneira e me levava a desejar que ele metesse seu caralho em mim, algo que o sacana não parecia ter pressa em fazer. Quando começou a sentir estar depositando mais esporra na minha língua, puxou-me um pouco a cabeça para trás começando a foder-me a boca, chegando a meter nela simultaneamente o cacete e os colhões bem fundo. Nessa altura já me largara os cabelos. Com uma mão apertava-me agora as mamas, e torcia-me os mamilos embora me proibindo de soltar um gemido que fosse, dizendo que me cortaria a pele com o chicote se me ouvisse proferir um ai, e com a outra apertava-me o nariz mais uma vez me tentando asfixiar. Quando se sentiu esporrar não o fez sem primeiro ter libertado uma mijadela na minha língua coisa que gostava muito de me fazer quando lhe fazia uma mamada. Só então deixou vazar seu leitinho quente e salgado.
- Engole o mijo, puta, que é o que as boas cadelas como tu apreciam!- mandou-me – Mas a minha esporra não. Vais conservá-la na boca por mais algum tempo sem a engolires.
Filho da puta! Carlos sabia bem que não me importava nada de lhe beber a esporra mas nunca apreciei comer merda ou beber mijo. Mas como uma boa escrava sexual que sempre gostei de ser para ele, e para todos os amantes que tive incluindo o actual, obedeci-lhe sem ripostar. Também como o poderia fazer com a boca cheia das suas excreções? Verdade que com o mijo, mais quente, salgado e ácido do que a esporra e que me soube bastante mal, tive de engolir também alguma desta mas não a suficiente para me tirar o gosto horrível da urina. Carlos mandando-me abrir a boca certificou-se que ainda tinha muito do seu líquido branco e começou a desamarrar-me finamente. Que alívio! Meus pulsos estavam devidamente marcados com os nós que fizera, por ser mulher Carlos não era mais meigo a amarrar-me. Desamarrada finalmente, Meu Dono agora de cacete murcho, mandou-me tirar a calcinha e deitar-me no chão de madeira na posição de frango assado. Pensei que me fosse comer naquela posição, e por mim só esperava que ele tivesse tesão para me penetrar após a brochada que lhe fizera, mas a sua ideia era outra.
- Agora minha cadelinha puta, vais verter a minha esporra na tua própria cona e cu como se estivesses a fazer um minete a ti própria.
Sou gordinha mas flexível pois nunca gostei de descurar minha condição física. No entanto duvidava conseguir lamber minha própria pássara como ele pretendia. E não consegui apesar da ajuda de Meu Dono procurando fazer-me vergar toda sobre mim própria. Por mais que me procurasse esticar nunca consegui tocar com minha língua na minha greta, embora andasse lá perto, e ainda menos no meu cu, apesar das suas palavras ameaçando-me de um castigo extra devido à minha incapacidade. No entanto apesar de não lhe conseguir tocar podia verter na pássara a esporra que se me atulhava na boca e foi o que fiz. Como se estivesse cuspindo procurei fazer pontaria para a racha de minha coninha e fui deixando cair lentamente sobre ela em grossos fios a esporra guardada na boca, que com minhas mãos Carlos me mandou espalhar não só naquele buraco mas igualmente no do cu, empurrando-a para dentro com os dedos o que me deu a oportunidade para masturbar um pouco aqueles dois canais. Meu Senhor, cujo cacete começava ficando de novo em pé, depois de me mandar que com minhas mãos meladas antes de as lamber o punheteasse um pouco, ordenou que me levantasse e amarrou-me de pés e mãos na cruz, mas de cabeça para baixo dizendo que era para não pingar a esporra no chão. Mais uma vez me amarrou fortemente de modo a não me conseguir mexer, e satisfeito com o resultado começou a prender-me molas da roupa nos seios e nos lábios vaginais. De cada vez que gemia ele dava-me outra bofetada e apertava a mola com mais força, só parando quando eu cessava de gemer. Quando me prendeu uma dúzia ou mais de molas no meu corpo, agarrou em minha calcinha do chão, limpou-lhe seu caralho e servindo-se dela como mordaça atou-me a boca por baixo dos maxilares. Compreendi porque me amordaçara daquela forma: assim poderia ouvir meus queixumes de dor e castigar-me mais severamente por isso como parecia estar disposto a proceder naquele final de tarde, coisa que uma mordaça que me mantivesse a boca cerrada não permitiria. Só quando me deixou bem imobilizada é que o vi empunhar então o chicote pela primeira vez, começando a percorrer-me o corpo com ele. E como só sentindo-o aflorar-me na pele nua com suas tiras de couro, apesar do medo que me causava, me fazia desejar sentir-lhe a força tanto como desejo o peso de um caralho quando me apetece foder.
- Desobedeceste hoje duas vezes, cachorra – acusou Meu Senhor – Não viestes logo que te chamei, nem conseguiste lamber a cona e o cu como te mandei. Sabes bem que não posso tolerar tal comportamento a uma puta minha. Vou-te ensinar a nunca mais o repetires.
Como só sua mão direita segurava o chicote, Carlos ia dando uso à esquerda, tão depressa me afagando o clítoris e as nádegas com ela, como me penetrando com os dedos todos juntos os dois buracos, o que deixava ainda mais louca de tesão, roçando-neles o seu caralho meladíssimo que eu ia sentindo ficar outra vez duro e em pé. Suas mãos pousando o chicote abriram-me o olho do cu para trás, Meu Dono cuspiu nele dizendo que nessa noite aquele seria meu lubrificante anal, e quase sem avisar meteu seu pauzão enorme todo dentro dele, apertando seu corpo contra mim como se me quisesse comprimir na cruz onde me amarrara. Seus colhões pareciam colados no meu cu. Meu Mestre puxou-me os cabelos obrigando meu pescoço a dobrar-se para trás e apertando-me o nariz com uma das mãos livres, impedindo-me de respirar começou a insultar-me enquanto me socava:
- Cadela gosta mesmo é de apanhar no cu, não é mesmo? Pois então apanha no cu como tanto gostas, minha puta de cu largo. Apanha que ainda me vais voltar a lamber a piça hoje.
Quando libertou a pressão dos dedos sobre meu nariz permitindo-me respirar nem assim me deixou mais aliviada pois que logo eles se encarregaram de começar a torcer-me as molas obrigando-me a deixar escapar uivos de dor, perfeitamente audíveis sobre a mordaça improvisada. Carlos continuando a enrabar-me bem me avisava que lhe estava de novo desobedecendo pois ele não queria ouvir gemidos e por isso receberia castigo mais severo, mas era impossível conter-me. Quando tirou o cacete de meu cu sem se ter vindo postou-se na minha frente e exibiu-mo. Antes de me tirar a calcinha da boca e me obrigar a dizer que aquela era a melhor piça que já provara na vida apesar de ser uma puta que já provara piça de muito homem, e o voltar a chupar, esfregou-o longamente nas minhas mamas.
- Até agora – voltou ele a falar – o Teu Senhor apenas ainda te obrigou a fazer coisas que ele espera que uma puta lhe faça, e que tu como uma que és estás habituada a fazer. Mas agora vai deixar de te tratar como uma puta vulgar, e tratar-te como escrava desobediente que és. E agora podes gritar à vontade que eu quero ouvir-te gritar.
As tiras do látego voltavam a passear-se por minhas costas, eu não esperava outra coisa que não fosse sentir começando sua dança para que satisfeito com minha total submissão meu doce Senhor, no final, me recompensasse como sempre servindo-se de minha racha do meio das pernas, e levando-me ao orgasmo que há tanto tempo vinha retendo. Mas Carlos não se apressou e é isso que eu mais aprecio num homem: a calma e a suavidade fazendo render cada momento de erotismo como se o tempo estivesse parando nele. Cada chicotada era desferida quando eu menos esperava embora não me poupasse nenhuma parte do corpo, seguida de longos minutos em que o chicote ficava só me acariciando ou em que as mãos de meu amante sádico apertando de novo as molas prendendo-me as mamas e os lábios vaginais obrigavam-me a gemer com mais intensidade, enquanto seu cacete me voltava a preencher o olho do cu. Apesar da autorização que me dera procurei segurar meus gritos pois sabia bem que nestas alturas quanto mais gritasse mais ele me chicotearia. Quis gozar mas Carlos percebendo-o proibiu-mo e eu voltei a conter-me. Quando parou de me chicotear tinha minhas costas, rabo e pernas totalmente a arder e adivinhava-as completamente vermelhas, nem sentar direito iria conseguir nos próximos dias. Quando meu corninho marido me visse naquele estado iria ficar de pau feito e eu no mínimo teria de lhe tocar uma punheta para o sossegar. Mas que orgulhosa estava por meu amante me ter feito suportar um castigo mais rigoroso que todos os outros porque já me fizera passar. Carlos apalpou-me o entre-pernas. Suas mãos ficaram húmidas.
- És mesmo uma puta – comentou deliciado – Mesmo depois de teres sido enrabada e espancada tua cona não perde o tesão. Tem-la tão húmida que aguentavas com meia dúzia de caralhos dentro dela. Estás com sorte, cadela. Não posso ver uma cona húmida que não se me ponha o caralho em pé. E tendo uma puta como tu à disposição seria uma parvoíce não o satisfazer, não achas?
Achava sim, só tinha pena de ter as mãos amarradas e não lhe poder conduzir a pila para dentro de minha greta como tanto gostava de fazer. Com uma perna de cada lado da intercessão dos dois braços do X da cruz para aceder mais facilmente à minha pássara, penetrou-me com a mesma raiva com que me fora ao cu, e como aprecio um homem dominador deve comer uma mulher, palmatoando-me o rabo com as mãos. Gozamos intensamente ao fim de pouco tempo. Sentia o sangue todo na cabeça e só queria que me libertasse. Mas Carlos não manifestou vontade em aceder meu pedido.
- Diz-me uma coisa, cadela: gostas mais de ser tratada como uma escrava desobediente ou como uma puta cumpridora?
Sendo para o satisfazer de facto não me importava nada de ser tratada de uma forma ou de outra, mas respondi-lhe:
- De ser tratada como uma puta cumpridora, Meu Senhor, muito embora aceite todos os castigos que me queira dar.
- Óptimo! – respondeu-me então satisfeito – Pois como me satisfizeste tão bem consinto que te continues a divertir como puta por mais algum tempo.
Uma luz acendeu-se então enchendo toda a cave de luminosidade e encandeando-me por momentos. Quando consegui lobrigar melhor na claridade vi que num canto da parede, até então cobertos pelo negrume do espaço três indivíduos enormes e bem entroncados, com um gorro negro de carrasco cobrindo-lhes o rosto, e uma comprida capa da mesma cor envolvendo-lhes o corpo tinham assistido a tudo, silenciosos como ratos. E no fundo dos seus ventres, ainda que coberto pela capa, a protuberância em riste do molde dos seus caralhos erectos, tão encorpados como o de Carlos.
- Meus amigos – dizia Meu Dono voltado para eles – ouviram as palavras da cadela. Já viram do que ela é capaz. Aproveitem. Comam-lhe a cona, o cu as mamas ou a boca, não importa. Mas tratem-na como uma puta que é!
Todos eles usaram preservativos e embora se tivessem servido de mim amarrada na cruz, tiveram o bom senso de me virar de cabeça para cima, pois que senão estou certa que acabaria por desmaiar. Despindo as capas e revelando-se nus por baixo delas, mas conservando seus gorros de algozes, desataram-me os tornozelos e dois deles penetraram-me simultaneamente pelo cu e pelo pito, enquanto eu mamava no pau do terceiro. Quando os dois se esporraram, o terceiro tomou o lugar do buraco da frente dando-me nele a última foda da noite. Vim-me mais uma vez. Valia a pena ser a escrava de Meu Dono e Senhor Carlos, como ele me dizia constantemente. Por mais cruéis que fossem suas punições os prazeres com que me compensava por elas superavam-nas largamente.

Beijos para todos. Poderão visitar-me igualmente em www.contosintimosdesandra.blogspot.com
SANDRA

O Gostoso da Rola Pequena

Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, ambulantes, feirantes e proletários.
Como costumo dizer em meus contos, gosto dos caras convictos, daqueles ativos que gostam de comer, que não curtem pegar no pau do outro e nem se preocupam com a satisfação do parceiro.

Tenho tantas histórias pra contar, tudo absolutamente verídico. Com os mais de 500 caras que já sai. Sim, mas de 500 caras. Há três anos, depois dos 500 eu parei de contar, nem sei pra quantos já estou agora.
Mas enfim, destes 500, eu só dei pra uns 20, pois é incrível como dizem que o normal do brasileiro é 15 cm de rola. Aliás, se alguém tiver de 15 cm pra menos, por favor, eu dou casa, comida e roupa lavada e vivo uma vida de casamento e fidelidade, pois a maioria tem rola grande e eu fujo como o diabo foge da cruz rs...
Sou muito apertado, dói pra caralho e qualquer desculpa do tipo: ponho só a cabecinha, vou devagarzinho, com calma, ou é que vc não encontrou quem faça bem feito e etc. não cola. Isso é conversa pra boi dormir.

Estava num local de pegação aqui da minha cidade, do qual vou com uma certa freqüência e lá encontrei um carinha que me deixou apaixonado.
Não costuma acontecer de me ligar a um cara, mas ele tinha uma característica que depois fiquei sabendo, que me cativa; rola pequena.
Ele chegou com um grupo de amigos, eu estava sentado num banco, olhando a paisagem. Um dos seus amigos, chegou em mim, puxou papo, eu, como não gostei, fui seco mas o cara insistia e eu continuava monossilábico, até o momento em que ele perguntou se rolava e eu fui enfático, disse que não e eles foram embora.
Passadas umas 3 semanas, estava lá neste paraíso do sexo, quando veio até mim um dos carinhas daquele grupo de amigos, um que eu nem prestei atenção, pois o amigo chato que chegou em mim, não me deixou prestar atenção em mais nada, devido a sua amolação em querer algo comigo.
Esse carinha chegou dizendo que enfim, tinha me achado, depois de inúmeras buscas por mim naquele local, nos dias anteriores, tentou pegar um contato meu, com gente que me conhecia e talz. Eu fiquei surpreso, prq né, logo ali, chega um cara com este discurso.

Mas blz, fui dando corda, conversamos bastante amenidades, ele foi chegando próximo de mim, pegou minha mão e me deu um beijo filhodaputa de bom. Eu gosto assim, do tipo que chega chegando e não pergunta se pode ou não entende.
Ele foi super educado, mas ao mesmo tempo ousado. Ficamos ali nos curtindo, foi diferente. Ele levou minha mão pro seu pau, por cima da calça jeans.
Começei a apalpar, ele logo abriu o zíper e eu vi a coisa mais linda do mundo, durinha, sem pelo algum, pequenininha, branca, com a cabeça vermelha.
Fiquei louco, foi paixão a primeira vista. Chupei de verdade, fundo, roçava o nariz na barriga dele, ele ficava louco, me puxava pra cima e me beijava, sentindo o gosto da rola dele na minha boca, se misturando com nossas salivas.
E abaixava minha cabeça pra voltar a chupar seu pau. Dei um tratamento intenso no cara, ele queria me comer, começou a enfiar um dedo no meu cu enquanto o chupava. Até que ele se virou e meteu a cara na minha bunda. Me chupava muito, enfiava a cara toda, do tipo que é afixionado por bunda. Ae ele me virava pra me beijar e ae era eu que sentia o gosto e o cheiro do meu cu. Bixo, tem cheiro melhor do que esse?
Eu estava fora de mim, o cara começou a se esfregar em mim, mas eu não podia dar ali, naquele local, pra um cara desconhecido, por mais que eu estivesse com tesão.

Fui me controlando, disse pra ele que não rolaria ali, pois alguém poderia nos ver, além dele não ter camisinha. Ufa, ele entendeu e isso deu a chance de marcarmos de nos ver outro dia.
Mas eu não podia ir embora, sem terminar o serviço que começara, voltei a chupar sua rolinha, apertava de leve suas bolas, lhe causando uma dorzinha gostosa, ele gemia de prazer, até que o que eu mais esperava veio e eu não tive dúvidas, foi direto pra minha boca.
Continuei chupando, o cara ficou mole, tentava tirar minha cabeça, dizendo que estava sensível, mas eu não parava. Eu gosto da sensação da rola mole na minha boca. Aliás, se duvidar, fico horas chupando uma rola. Boto um DVD de filme pro cara assistir, enquanto eu chupo sua rola, não preciso da sua participação, isso é o de menos rs...

Após o gozo, conversamos mais um pouco, eu realmente tinha gostado muito do cara, pelo seu modo safado de fazer sexo e claro, pela ferramenta em extinção que ele tinha no meio das pernas. Eu fiquei deveras apaixonado, mas não deixei transparecer, fiz até cu doce, mas na medida certa, pra ele não desistir de mim.
Depois, num próximo relato, eu conto pra vcs, como foi uma das minhas melhores trepadas com esse carinha, pois acabamos ficando juntos por um tempo. Rolou até um exame anti HIV de ambos, pois a gente queria coisa séria, então, tínhamos que tomar todas as atitudes necessárias. Ambos estávamos limpos. Não que transaríamos sem camisinha, mais pela segurança em si. Entretanto, durou pouco tempo, o suficiente pra ser inesquecível.
Saudades dele chafurdando aquela cara na minha bunda, mordendo minhas pregas, querendo colocar a cara toda dentro do meu cu. Nada desses carinhas que dizem gostar de chupar um cu mais ficam com aquela linguinha pra fora, uma frescura, que não causa tesão nenhum.

Ele metia a cara mesmo. E quando me comia, de frango assado, enfiava uns dois dedos na minha garganta, no fundo, me fazendo engasgar. Mas depois da transa era super carinhoso, me pedindo desculpas, se tivesse me machucado.

Meu, não é pra casar um cara assim. Mas é isso, numa outra oportunidade eu conto mais.
Abração!
sexosalivento@yahoo.com.br

Mijei no Carinha

Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.

Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, ambulantes, feirantes e proletários.
Como costumo dizer em meus contos, gosto dos caras convictos, daqueles ativos que gostam de comer, que não curtem pegar no pau do outro e nem se preocupam com a satisfação do parceiro.

Eu sou passivo, mas claro, meu pau fica duro sim e adoro me punhetar enquanto me comem. Mas não curto que me chupem.
Neste dia foi diferente. Fui num local de pegação daqui da minha cidade, um local super movimentado por gente interessada estritamente em sexo fácil, rápido e descomplicado. Entretanto, neste dia, não havia quase ninguém, o que eu prefiro, pois posso me soltar mais, ficar mais a vontade.
Chegou um cara perto de mim, novo, magro, de bermudão, camiseta e boné, super machinho.
Batemos um papo, coisa difícil de acontecer, mas valeu a pena, pois nesta conversa ele me contou que curtia umas humilhações, que mijassem nele, cuspir e talz.
Aquilo foi me dando um puta de um tesão, pois eu Tb curto muito isso, mas sem a humilhação. Como sou passivo, não tinha imaginado provocar isso em alguém, mas aquele cara começou a me deixar maluco. E o cara ficou vidrado em mim. Faço o tipo popular, comunzão, fora de forma mesmo, rola pequena, entre 14 e 15 cm.
Mas aquele cara foi me deixando maluco, falando muita sacanagem e besteira pra mim, eu fui dando corda pra ele, comecei a massagear meu pau, tirei pra fora ele pediu pra chupar, deixei.

O cara chupava com gosto mesmo, babava muito e olhava pra mim como se esperasse algo mais. Não tive dúvida, mandei uma cusparada bem no meio da cara dele e fui espalhando pela sua boca e pela minha rola, se misturando com a saliva dele.
Eu massageava com o pé a rola dura dele e com o tempo com ele ali me chupando, foi me dando uma vontade grande de urinar. Falei pra ele, ele parou por um momento, com um pouco de dificuldade comecei a mijar naquele boyzinho, na sua cara, no seu corpo, sua camisa começou a ficar enxarcada, ele voltou a chupar novamente e eu mijando na boca dele, enquanto ia tomando meu mijo.
Bixo, eu fiquei maluco, puta que pariu, eu, um passivo do caralho, invertendo pela primeira vez os papéis, justamente com aquele espécime que eu não deixaria passar numa outra situação.

Logo gozei, o cara bebeu e engoliu tudo, absolutamente tudo. O cara ficou tão a fim que combinou comigo de no outro dia, eu bebesse muita cerveja e fosse pra lá, pois ele queria se alimentar com o meu mijo.
Não fui claro, sou passivo meu, aquilo foi só um lapso rs...
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar outras histórias que acontecerão no decorrer da vida.
Abração!
sexosalivento@yahoo.com.br

O tempo mais quente de nossas vidas

Bom, vou contar uma peguena historia sobre minha ex namorada e eu, nós namoramos 1 ano e 2 meses e esse tempo foi o tempo foi o mais quente de nossas vidas, todas as vezes que se cruzamos nós trocavamos carinho quentes e beijos intenços !

Uma certa vez, nós estamos converçando por sms e começamos a falar sobre nossas transas, e decidimos "sair da rotina", decidimos mudar de posição, eu quiz a 69 e ela concordou ! Nunca tinhamos experimentado uma coisa tão "radical", então conbinei de atarde eu ir para casa dela, foi entao que tudo começou a acontecer. Ela com todo seu carinho, veio me beijando, dezendo que me amava é que estava loca pra ficar sozinha cmg, repitia varias vezes que me quiria. Fomos para o quarto, nós deitamos na cama, nós estamos se beijando inteçamente nossos corpos estao quente pedindo uma pela outra ! Ela tirou minha blusa, e com seu pircing na lingua começou a chupar meus seios, me deixando loca, foi descendo pela minha barriga me dexando mais escitada, beijando minha coxa me olhou e disse: - nossa meu bebê toda molhadinha! E deu uma risada de canto de boca!

Com sua lingua deliciosa me chupava, satisfazendo minha vontade!

Logo após eu virei o jogo, subiu por cima de seu corpo moreno, lindo, com seu seios fartos, tirei a sua blusa e comecei a acariciar seu seios fazendo-a gemer mais intensamente, tirei seu short e entao ela gemeu pedindo para que eu a chupase-a, fiz o que ela me clamava, chupei-a ate que seu corpo começou a tremer-se, sua voz que quase ja não tinha pediu-me que parase, ela me puxou para perto de seus labios e disse: - quero você de 69 !

Eu com um olhar de desejo disse que sim, nos posicionamos e tudo começou a ficar mais intereçante, ela gemia, é eu gritava por : mas, quero mais ! Então nós começamos a tremer, gemer, quando gozamos, juntas, perdemos as forças, detamos uma lado a outra e nos acariciamos com bastante tesão, famos par o banheiro tomar banho, nosso "fogo' ainda nao apagará, começamos a nos beijar e o nosso fogo so aumentou ainda mais, eu me ajuelhei perante á ela, e comecei a chupa-lá, seu gemido intenço me provocava ainda mais, me mando mais vontade de continuar, ela apoiou sua perna no meu ombro e dexou que minha lingua á tocase, seu gemido profundo me avisou que ela iria gozar, em emediato senti o seu liguido em minha boka me fazendo gozar tbem! Tomamos banho, nós secamos, e detamos lado a lado, para descançar de pois de uma grande onda de prazer !

Iasmin Oliveira e Maite Silva

No cinema

Adoro minha namorada,e adoro mais ainda ter momentos únicos de prazer a dois.

Marcamos um cineminha,vamos nos curtir um pouquinho, os abraçarmos e ver um filme legal. Balas,chocolates, coca-cola, beijos e brincadeiras. Peço a ela um pedaço de chocolate, mas quero da boca dela, logo tasco um beijo gostoso em sua boca, tomando cuidado de deitar uma bala cair 'acidentalmente' entre seus seios para calmamente retira-la de um modo ousado e gostoso.

Coloco minha boca entre seus seios e tateio com as mãos como se estivesse procurando a tal bala perdida. Mordo o bico do seu seio esquerdo,acaricio o direito,e a outra mão já escorrega pra dentre tuas pernas,e com um gemido gostoso se abre para mim, sim mais uma vez vamos nos arriscar em nome do prazer. Ela como sempre usa roupas que de certo modo ajuda a acaricia-la com mais facilidade. Aperto seus seios,dizendo em seu ouvido o quanto adoro atenta-la em lugares proibidos, beija-la de forma que as pessoas saibam que eu to louca para devora-la. Um casal vê nossos amassos,olho para eles,atiço ela e a carrego para o banheiro, apenas para conversar melhor.

Ela sabe que vou fude-la, anda toda se remexendo em minha frente e o casal percebo uma certa inveja,pois sabem que o fato de serem duas mulheres é bem mais fácil de dar um jeitinho .... Abro uma cabine,mando ela entrar, ela que mesmo com tesão tenta fugir,não ligo, a empurro para dentro e começo a beija-la com ardor.Beijo já procurando afastar sua calcinha,sei que a qualquer instante alguém pode entrar, e claro que antes que isso aconteça já estou com meus dedos em sua bucetinha,lambendo seus seios, socando com intenso prazer. Minha putinha tá adorando,e empurra minha cabeça até sua bucetinha gostosa, e sinto seu gosto delicioso em minha boca, começo a penetre-la com mais vontade,mas sei que para ela só será completamente saciada se eu fuder seu cuzinho com meus dedos, eu que nem gosto meto sem cerimônia,gosto de fazer com rapidez,e pouco cuidado,gosto de deixa-la ardidinha para mim. Fodo seu cuzinho chamando ela de minha putinha,meto em sua bucetinha mandando ela gozar na minha boca,pois quero beija-la com o gosto do seu mel,quero que ela chupe meus dedos com vontade, me fazendo sentir meu gozo.

Ela goza na minha boca,mais logo abre minha calça,arreia e me chupa até gozar, coisa que não demoro muito a fazer nessa minha bokinha gostosa. Ela me beija com meu gosto que agora já se misturou com o dela. e o Filme? Bem outro dia quem sabe voltaremos para ve-lo ...

  Anônimo

Pracinha depois da escola

Quem nunca sentiu vontade de transar na escola? Eu adoro a sensação do perigo, adoro uns amassos no paredão em frente, e to nem ai de bjar minha namorada em publico, olha quem quer.
Ela me atenta sentando no meio das minhas pernas, esbarrando por 'acaso' no meu sexo, esfregando seu bumbum em mim. Não, não dá, preciso come-la, beija-la todinha, chupar sua bucetinha gostosa.

Conheço uma pracinha bem tranquila, só aparece por lá, quem ta afim de 'dar uns lances', uns amassos mais quentes. Eu mando ela sentar na mesinha, e fico entre tuas pernas a principio beijando e passando minhas mãos em seus seios, apertando, pressionando meu corpo contra o dela, que começa a me apertar por dentro da blusa, geme baixo e suspira gostoso em meu ouvido.

Tem um casal também namorando um pouco distante, ela fica excitada e timida, digo para não ligar as intenções deles são tão boas, quanto as minhas. Ela sorrir e me beija, e eu começo mordiscar seu pescoço, lamber sua língua, apertar seus seios por dentro da blusa. Cada vez que eu aperto ela geme, como sei que o lugar não é pra brincar, abro suas pernas, (adoro saias, pois ajudam muito nessas horas) ela esta com a calcinha encharcada, digo e vou da uma 'secadinha com minha lingua', ela acha loucura mais digo que sei o que estou fazendo. Me sento em sua frente, fingo estar com minha cabeça apenas deitada em seu colo, e assim começo a chupa-la de um jeitinho delicioso enquanto ela me mela os labios. Aos poucos enfio meus dedos em sua bucetinha, e quando á olho vejo q esta gostando, e soco com vontade, ja indo beija-la na boca com gostinho da sua bucetinha. Meto com vontade ela me morde, geme, se contorce, rebola, e eu sempre querendo mais. Soco, fodo,meto, mando ela gozar, gozar em meus dedos e também na minha boca a essa altura to nem ai pra quem chegar, quero minha gostosa satisfeita, gozada, melada, toda só pra mim. Minha, só minha, assim vou gozando com ela e mais uma vez, tendo uma fantasia realizada!

Anônimo

Xandão, um carioca fudedor (Traçando 2 no motel)

O banheirão da estação estava movimentado, nosso amigo fudedor cumpria o ritual de se posicionar frente ao mictorio e urinar fartamente, chacoalhar o material e deixar escorrer as últimas gotas enquanto percebe os caras ao lado se esgueirando, tensos, curiosos, atentos, lutando p ser notados. Era sempre assim, mas nosso amigo escolhia a dedo com quem ele ia ficar, afinal, ele tinha poder p isso e exercia. Um cara tentou tocar seu mastro, mas ele se esgueirou, estava interessado num outro negro alto e magro q estava mais no canto e fez sinal p que ele se aproximasse. O cara mamava Xandão ali mesmo, junto ao mictório com cerca de 8 ou 10 pessoas apreciando e babando de tesao e mais uns 2 caras adiante se mamando tbem, alheios ao movimento. Alguns se masturbavam, mordiam os lábios, e outros vigiavam a porta de entrada,mas sem querer perder um só segundo das cenas. Agora, mais um estava ajoelhado mamando Xandão junto com o primeiro, lado a lado eles dividiam aquele cacete majestoso, um lambia os bagos, outro a cabeçona da pica, seus lábios se encontravam as vezes. Nesse momento xandão já tinha 4 pendurados nele, dois no pau e um em cada mamilo, mamando-os, bem como ele gosta e bem como um macho como ele merece. Nesses locais, tem que se ficar atento ao movimento e, quando surge alguém,a té q se prove que a pessoa curte, é prudente disfarçar ou até mesmo se esconder nas cabines do vaso sanitário. Como quase sempre acontecia, Xandão era convidado p ir a moteis ali da redondeza e nesse dia ele levou o negro magrelo e mais o outro que mamava o seu pau para terminar a brincadeira de forma mais confortável. Sob o olhar de lamentação de todos do local,os 3 partiram e em menos de 10 minutos, xandão já se encontrava sentadão numa poltrona e os dois caras aos seus pés, beijando, lambendo, acariciando e chupando seu saco, coxa e cacetão, como se fosse um saboroso sorvete de chocolate num dia de verão intenso.

Xandão tinha 27 anos e bastante experiencia em sexo,não tinha tipo predileto, bastava a pessoa despertar seu tesão, além de Michel, o negro de 28 anos, ele tinha Jonathan, esse era branco e disse ter 34 e era um desses tipos q a gente chama de urso, peludo e parrudo. Xandão dava ordens para q cada um lambesse tbem seus pés e panturrilha, era delicioso p ele ver dois machos ali subjulgados rendendo aquela homenagem a ele. Ele gostava tbem q babassem bem o pau dele na hora de mamar e os dois faziam isso com mestria. Para animar a festa, posicionou os dois lado a lado de 4 na cama e linguava suas bundas, ora uma ora outra enquanto eles se beijavam e gemiam gostando do tratamento, dava tbem uns tapas bem dados e estalados nos dois, que retribuíam com gemidos “Ui, au, au, ai, hum, hum, ui”. Ele adorava essas reações e adorava tbem saber q havia duas bundas submissas p saborear . E saboreou. O primeiro a levar ferro foi Jonathan,não havia como lubrificar então usaram saliva mesmo, xandão empurrou sua pica pra dentro daquele buraco ornado com pelos sem dó nem piedade e começou a comer com força enquanto michel auxiliava abrindo a bunda do parceiro p pica entrar com mais facilidade. O cara era sacudido violentamente com as estocadas de xandão e acabou dobrando o joelho e deitando de bruços, onde nosso amigo foi por cima e carcou ainda com mais volúpia e os gemidos ecoavam pelo quarto. Xandão botou jonatham de 4 novamente e ordenou q ele mamasse michel, a cena era linda, o passivo sentia seu cu quase se dilacerando, afinal, tinha dentro dele 22 cm de carne possante latejando e em sua boca mais 17 cm que ele tantava se concentrar p abocanhar. Xandão anunciou ser a vez de michel levar, mas esse afirmou q não sabia se iria aguentar, mas xandão resolveu logo a questão com apenas uma frase: “ se veio aqui tem q aguentar, parceiro, fica de franguinho assado aí e sem dar um pio!!” michel lançou um olhar amedrontado e obedeceu.

Logo a pica de xandão, envolvida pela camisinha, já escorregava p dentro do mulek, q mordia os lábios e apertava o lençol velho da cama. Ele entrou fundo em michel, mandando ver com metidas cada vez mais vorazes, suas bolas batiam sem sua bunda e jonathan olhava meio assustado, xandão tirava o pau e metia novamente em seguida: “ Puta q pariu” gritava o passivo, provocando risos nos dois, xandão não perdoava e bombava, bombava, bombava com furôr, gostava de ber o cara se contorcendo e tentando escapar das pirocadas, sem sucesso. “ argh, unfh, ai, ai cara, ai irmão, uau, ai” mas o “irmão” não era qualquer um, era xandão e ele tava como sempre, com muita, muita fome de cu. Com um só gesto, virou michel e o pôs de 4 pra levar mais pica e ainda mandou o cara mamar jonatham, a pica de jonatham era minúscula e feia e michel pensou em não mamar, mas ficou com medo e cedeu. Eis que em menos de 3 minutos de mamada, jhonatan começou a gemer e só foi o tempo de michel tirar o pau da boca e o cara gozou. Xandão ficou puto, tirou a pica de michel, botou jhonatam apoiado na parede e meteu a vara nele, aplicando-lhe vigorosas pirocadas e tbem tapas em sua bunda q ia ficando vermelha, enquanto michel parava ao lado e olhava com um leve ar de riso, como se tivesse dizendo : bem feito mané! Xandão comeu jhonatan até a hora q muito bem quis e na hora de gozar, os dois tiveram q ajoelhar em sua frente p ter a cara premiada com leite daquele macho moreno e insaciável. Já passava das 20h qdo nosso guerreiro finalmente embarcou no trem para casa, mas não embarcou em qualquer vagão, e sim naquele onde ele sabia q alguem poderia ir patolando seu cacete no meio do aperto do vagão lotado.

 

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Mais perguntas quentinhas respondidas pela Boneca Drikka

Quero falar sobre alguns e-mail que tenho recebido com clientes que me pedem algumas dicas, ou até minha opinião sobre algumas fantasias que os mesmos tem.

- Um homem x escreveu que tem um tesão louco pela sua cunhada, diz que ela é uma gordinha sexy e, que pelo jeito dá mole pra ele. Ele transa com sua esposa, irmã dela com mais tesão, utilizando aí a fantasia em que está comendo a cunhada. Claro, que ele meio relutante está em dúvida se cede à fantasia ou não! Pediu minha opinião.

Minha Resposta:
 Na minha opinião, fantasias meio malucas, todos temos, eu por exemplo, tenho algumas que sei nunca irei realizá-las, mas por um certo lado, isso até é bom, pois algumas coisas impossíveis nos servem de estímulo e, até de inspiração para nossas vidas de repente, não caírem na mesmice ou ficarem monótonas pela rotina. Mas, sempre deixo claro, que antes de qualquer coisa, é necessário pensar mais com a cabeça de cima, do que com a debaixo para evitar futuras complicações. Afinal uma transa para realizar uma fantasia pode ter lá suas consequências não muito agradáveis, não é mesmo? Por isso, meu caro leitor. Você sabe ou, acho que sabe onde está pisando. Pense bem, antes de qualquer coisa. E, não esqueça, de repente a fantasia pode ser melhor do que a realidade. Beijos...

- Outro homem de um estado aqui do Sul, me escreveu que tem comprado saltos, lingeries e tem se montado de vez em quando. Mas o que era no começo uma brincadeira, está tomando proporções que ele tem medo de perder o controle. O mesmo é casado e tem algumas brincadeiras com sua esposa. Tem uma vida familiar ótima e dois filhos... E segundo ele, ela, a esposa,  acredita que é apenas uma fantasia do momento. Só que ele tem esses acessórios femininos, saltos e mais apetrechos em determinado local, onde já não está mais sendo fácil escondê-los. A sua dúvia é se divide com a esposa a fantasia,  para com tudo ou assume esse seu lado CD...

Minha Resposta:
Caro leitor, você tem fantasias de CD e está Sissy normal. Mas, o mundo que você vive não permite essa dualidade por muito tempo, pois pelo que você escreveu, você está por um triz para contar tudo. Como no caso acima, digo que cada um deve conhecer o terreno que está pisando. Você precisa medir as consequências da mesma forma. Será que sua mulher vai concordar contigo e de repente até usar algumas das suas peças íntimas, ou vai ficar de cara e armar um barraco? Eu não sei, não a conheço, você sim sabe. Além de que, tem seus filhos de quem você gosta e da relação total com sua esposa. Pense, repense e veja se vale a pena. O seu mundo você conhece e gosta, mas a fantasia te tenta. E, depois vivendo essa fantasia será que você será feliz? E, se bater o arrependimento e a volta seja impossível? Meça, por favor. Alguns momentos são bons, mas passageiros. Uma vida feita há dois e que não está tão difícil, não pode ser ignorada tão facilmente.

Outro fã do site, esse bem safadinho me escreveu que foi convidado para uma festa de casamento. Nela todos os homens estavam bem alinhados, terno, gravatas e essas coisas... Ele também, alinhou-se como todos os outros. Mas por baixo da vestimenta especial exigida para a ocasião, ele sentia-se diferente dos demais, pois por baixo de sua roupa, ele estava usando meia 7/8, uma calcinha minúscula enfiada no cu, que toda hora fazia ele lembrar que a estava usando. Pediu o que eu achei daquela sua loucura!

Minha Resposta: O que eu posso dizer? Você é bem maluquinho. Não sei se sua mulher sabe, mas acho que não. Fico na dúvida se você usou como forma de protesto ou, se realmente gosta de usar uma calcinha. Eu conheço alguns homens que gostam de usar calcinhas e, na cama se comportam como homens. Mas digamos que você foi muito original. Deve ser meio sarrista. Se não for, aproveite e do seu jeito, sem lhe causar maiores problemas, curta e goze!

DRIKKA, EU SOU OBRIGADO A FAZER A TAL DA "CHUCA" SE QUISER FAZER SEXO ANAL SENDO PASSIVO? EXISTE ALGUMA MANEIRA MAIS SIMPLES?

Resposta:
Meu caro leitor... Eu já escrevi que se você fizer essa pergunta a um médico, ele dirá que uma lavagem intestinal é prejudicial. Existem fleet enemas que você adquire em farmácias que fazem uma varredura instestinal, mas única e exclusivamente para testes solicitados por médicos para exames detalhados do intestino... O ânus não foi feito pra ser penetrado, mas como eu digo, o ''capeta'' achou um jeito de burlar as leias naturais. E, como sexo anal virou moda, assim como você vê nos filmes, mas saiba que aquilo tudo é feito depois de chucas muito bem feitas. Num texto abaixo exclusivo sobre a CHUCA,  dou algumas dicas de como fazer a chuca usando a mangueirinha do chuveiro. Existem também pequenos recepientes com o formato de um pênis nas extremidades, que você compra em lojas com produtos hospitalares e pode usar sem agredir tanto a mucosa anal.
Mas, você não é obrigado a fazer uma chuca destas descritas para ter sexo anal. Mas, você precisa ir ao banheiro de preferência uma ou duas horas antes do encontro e tentar fazer cocô. Depois no chuveiro com sabonete bactericida você pode limpar o ânus e colocar um ou dois dedos dentro do canal do reto e fazer uma higienização. Isto não evitará que de repente fiquem pedacinhos de fezes na camisinha, mas provavelmente não deixará o cheirão de uma situação em que você não tenha feito tal procedimento. Não esqueça de fazer tudo isso que citei agora há pouco em sua casa. Não deixe para fazer na casa do seu companheiro ou companheira ou da acompanhante que fará o papel de ativa. Será bem desagradável você chegar e pedir pra usar o banheiro pois precisa fazer um cocozinho. Realmente se você for o passivo, seu companheiro ou companheira, terá que sentir muito tesão por você, para ignorar a situação desagradável que isso acarreta como o cheiro e depois quem sabe uma limpeza não muito bem feita. Evite isso ao máximo! Conselho da Drikka. Também quanto à alimentação, já comentei abaixo no texto específico da CHUCA, que é muito importante. Evite comer muita coisa, principalmente alimentos que soltem o intestino, dia antes, ou no começo do dia em que você vai praticar o sexo anal sendo passivo. Você não precisa ficar sem se alimentar, mas faça lanches lights e depois da transa, aí sim, tire o atraso, rs...
Esse lance de sexo anal realmente rende muitas linhas quando a gente precisa dar dicas. E, por mais que se escreva, nunca conseguimos passar exatamente o que queremos, pois cada organismo responde à sua maneira, tem o seu relógio biológico e cada pessoa sabe exatamente até onde ir com os prazeres do sexo anal. Mas, não pensem que sem fazer isso você já pode ir baixando a cueca ou a calcinha em qualquer lugar e dar o rabinho. Isso só em contos eróticos mesmo. Na prática, no dia a dia, sabemos que rola lambuzeira e, a não ser que você seja adepto de algo tipo coprofilia,  não se importará com o lance todo, incluindo sujeira, bactérias e cheiro desagradável, mesmo que tenha apenas um leve aroma de mamão, rs...
Se você prestou bem atenção, viu que não difícil, tem apenas um cerimonial, mas que no fim lhe proporcionará só prazer.

- DRIKKA, EU POSSO TRANSAR SEM PRESERVATIVOS COM MEU NAMORADO?

Um fã do site me escreveu e pediu um conselho. Sua dúvida era se ele podia transar sem preservativos com seu namorado. Eles se conhecem há um bom tempo e ambos são casados. Esse 'ambos são casados' é o que a princípio lhe dá a falsa sensação de que não existe perigo. Eu, Boneca Drikka transo com todo mundo com camisinha e sinceramente acho ótimo, não tenho vontade de correr riscos. Mas, sou acompanhante e jamais poderia me dar ao luxo de transar sem. Aliás, toda a que se preze deveria fazer o mesmo! Ainda assim de que vez em quando, algum cliente vem com aquela história de só 'sentir o calorzinho'. Aí eu converso e no fim de tudo, digo que se eu abrisse mão e o deixasse apenas sentir o calorzinho eu não seria digna de confiança. É preciso vencer as tentações a todo o custo. Agora, quando você tem um parceiro fixo, vocês até podem. Primeiramente poderiam fazer todos os exames que se referem às doenças venéreas como HIV, Hepatites, Sífilis, HPV e se realmente os dois não apresentarem nenhuma doença destas, e ainda se, nenhum dos dois tiver relacionamento com outra pessoa, tudo bem. Quando eu digo outra pessoa seja quem for, não dá pra saber se a mesma tem cuidados, não é mesmo? Aí eu me refiro por exemplo à história deste leitor que aparentemente juntamente com seu namorado, acreditam que suas esposas sejam fiéis. Se eles não o são, de repente elas também podem não ser. Por isso meu caro leitor, deixe a transa sem camisinha na sua fantasia e na realidade use sempre. Por que não vale a pena sofrer com doenças sexualmente transmissíveis. Quando você quer um conselho é porque no fundo, você tem medo. Então, deixe seu 6º sentido sempre prevalecer e previna-se sempre! E, não se iluda como algumas pessoas que acham que a única doença venérea perigosa é a Aids e, se por acaso contraí-la, existem remédios. Os remédios dão uma sobrevida. Mas para alguns soropositivos, os efeitos dos remédios são terríveis. Por isso o melhor mesmo é não ter. E, pra não ter, precisamos sempre nos cuidar. E, para previnir só mesmo com preservativos...  SEXO SEGURO SEMPRE! SAFE SEX ALWAYS!

ANILINGUS OU BEIJO GREGO?

Você já ouviu falar, mas de repente nem se tocou do que se trata e, adoraria que fizessem isso em você ou quem sabe você já faz isso há tempos na sua companheira ou companheiro. Beijo grego - o beijo no cuzinho que vem dos tempos da Grécia Antiga. Também conhecido como ANILINGUS. Se você procurar por esta última palavra no dicionário vai saber que se trata  do intercurso da língua de alguém com o ânus de outra pessoa. Também tem muita gente que diz simplesmente: cunete... Você pode dar o nome que quiser, mas vamos a definição curta e grossa: é o ato de enfiar a língua no cu, lambê-lo ou chupá-lo... Beijo grego é uma prática comum entre pessoas que se envolvem numa transa mais caliente e liberal. Eu adoro uma língua no meu rabo e não poucas vezes estou com a minha em algumas rodinhas safadinhas. Afinal, tenho vários clientes que são bem ativos, mas não dispensam uma lambidinha lá. 
Mas, o ânus precisa estar perfeitamente limpo para evitar contato da língua com bactérias. Já escrevi vários artigos nesta página sobre cuidados com o ânus, para o mesmo estar sempre limpinho e cheiroso, independente do mesmo ser acarinhado ou não com um beijo... Por isso, aparar os pelos, depilar o cuzinho, fazer chuca, usar sabonetes bactericidas são importantes para um ânus perfeito para ser degustado, se for o caso... E, mesmo assim, o ideal é você ainda colocar uma camisinha na língua na hora de penetrá-la mais a fundo. É isso que faço com os clientes que gostam de um beijinho grego. Primeiramente dou o banho do meu jeito, com o meu sabonete e ainda depois uso a camisinha. Sei de gente que usa apenas uma toalhinha molhada para fazer a assepsia e depois já cai de boca. Depois ainda o cliente beija a boca da figura. Porcaria total. Ou uma transa perfeita para quem gosta de trocar cloriformes fecais por todos os buracos. Aí não é um beijo grego e sim um beijo sujo, rs... Um beijo grego é gostoso, só precisa ser feito com todos os cuidados possíveis. Afinal, quando você usa o banheiro, logo depois não lava as mãos? Por que será? Ah, a camisinha no começo pode ficar estranha, mas nada que um pouco de treino não ajude. Uma camisinha feminina que é maior também é uma boa idéia.

Aproveito para falar que CUNILINGUS que a princípio parece querer dizer língua no cu, não é isso e sim, é o ato de passar a língua na vagina da mulher. Ou então, é o sexo oral na mulher. Já quando a mulher chupa o pênis do homem, dá-se o nome de Felação. Mas, nada melhor do que dizer: boquete, gulosa, não é?


O MELHOR LUGAR PARA O LEITINHO

O leitinho que sai do pênis é o sêmen. Líquido que carrega os espermatozóides. É um líquido espesso, grudento que segundos depois de ejaculado começa a se liquifazer. Geralmente é de cor branca, quando está amarelado pode caracterizar períodos de abstinência sexual. A quantidade que o homem ejacula está em entre 3 e 5 ml. É composto de aminoácidos, citrato, enzimas, frutose, proteínas e vitamina C. Tem um cheiro forte, que até lembra água sanitária. Existem pessoas que adoram beber tudinho ou sentí-lo latejando dentro de si num bareback... Mas, esse líquido que alguns mais devotos dizem ser o néctar dos deuses, pode também carregar inúmeras doenças venéreas perigosas, inclusive Aids. Por isso o bom mesmo numa transa profunda é deixá-lo dentro da camisinha. Se for uma ejaculação fora, que seja em cima da barriga ou dois seios, desde que não haja ferimentos na pele. No rosto não é aconselhável pois pode entrar nos olhos. Além de entrar na corrente sanguínea, irrita sensivelmente a área atingida, deixando-a vermelha  e com ardência... E, na boca, nem que digam que clareia os dentes, evite... Se você não tem um parceiro fixo, o bom mesmo é transar sempre com camisinhas e deixar esse leitinho dentro dela.

 

 Boneca Drikka

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Eu e meus ursinhos

Seus olhos negros tão lindinhos, sua boca vermelha e macia, com aquela carinha de menino safadinho e tímido, é o mais puro tesão! Me arrepia, me fascina, me desmancha, e eu faço tudinho por ele. Essa foi a segunda vez que saímos e de cara ele já perguntou: - Cadê o nosso relato? Justifiquei muitos afazeres e pura falta de tempo...Forte, grandão e peludo, mas tão doce como um menininho acanhado e delicado.

Esse gato, ou melhor urso, Sabe me fazer feliz e eu como ninguém já sei como instigá-lo e deixar caídinho de prazer...Seu ponto fraco é uma lingerie sexy, cinta-liga e o sapato de salto alto preto. Adora me ver assim... Eu toda dengosa, desfilo pra ele, me agarro em seu pescoço e beijo muito sua boca deliciosa. Ele adora me ver fêmea e muito puta... Puta com cara de
safada e gulosa...Adora me ver olhando e babando em seu pau... Fica louquinho com muitas lambidas e cuspidas no seu pau... Adora também uns tapinhas no seu rosto. Gosta de ser xingado de safadinho, taradinho e outras coisinhas mais...Enquanto eu chupo sua pica, agarro-a com força, dou uma chupadinha e olho para a carinha do meu ursão. Hummmm, aquela carinha mostra todo o seu prazer, toda a vontade de lavar minha cara de porra...Todo liberal, tentou passivo, mas não gostou... Assim minha bundona agradeceu o tempo a mais que ela rebolou em seu cacete...

Ele adora comer meu rabo com calcinha de ladinho mas com as cintas segurando a meia-calça. Ele geme, delira, vendo meu cuzinho todo enfeitado engolindo seu cacete... Mas, também gosta de experimentar uma meia-calça... Suas coxas grossas quase nem cabem na meia, mas ele adora exibi-las, dessa vez até usou uma sandalinha... Deitado na cama,
com carinha de dengoso, bochechas vermelhas e seu pau bem duro me chamando para sentar em cima... Lá fui eu e sentei naquela pica de um tamanho perfeito para meu rabo. Sentei e comecei a rebolar bem doidinha em cima. Ele me olha e diz para continuar rebolando e gemendo com uma putinha bem bagaceira faz... Então, isso é comigo mesmo!!! Mas, toda aquela reboladeira, o sobe e desce me deixaram tão excitada que acabei gozando em cima do seu peito peludo, respingando até na sua cara... Mas, isso é também umas das coisas que ele mais gosta. Ele sabe que estou sentindo prazer fazendo aquilo e goza também enquanto eu continuo lá tentando sair de cima... Calma, ele pede! Mexa mais um pouquinho que eu vou gozar bem gostoso dentro do seu rabinho até a última gota ( claro que com camisinha, tá?) Na outra vez ele tentou gozar na minha cara, mas eu realmente não curti e deixei a porra banhar meus peitos! Acabada nossa sessão eu dou um beijo gostoso na sua boca bem vermelha, um tapinha de carinho no seu rostinho pidão e nos despedimos contra a vontade...! Que delícia esse meu urso, que carinhosamente chamo de URSÃO 2.

Ah, mas tem o urso nº 1. Não por afinidade, pois gosto dos dois da mesma forma, mas o primeiro, faz tempo que sai comigo, o conheci bem antes do ursão 2. Eu o chamo de Ivanzinho. Um homem com mais de 30 anos, mas com todo o jeitão de garotão. Ele é lindo, fofo, carinhoso, mas muito safadinho. Já fiz até um relato erótico pra ele, mas que acabou se perdendo. Quem é fã dos meus relatos há de lembrar de um que escrevi sobre uma transa num domingo à tarde, quando caía sobre Curitiba uma tempestade imensa. ''Nesse momento eu estava com o meu ursinho bem agarradinho a mim, não sei se era tesão ou medo da tempestade''... Quando o conheci, ele morava aqui bem pertinho de mim, mas depois mudou-se pra outra cidade. Só que quando vem à Curitiba, ele já me liga avisando. Pede pra que eu o espere com uma roupinha bem sexy e guarde todo o meu tesão pra ele. Fazemos um 69 delicioso. Depois eu o como em todas as posições. E, por fim ele me come. Ele me come do jeito que eu mais gosto. Sentar em cima de frente pra ele, enquanto isso sou massageada nos mamilos na intensidade que me dá mais prazer. Assim não tem como não gozar em cima dele. Depois que eu gozo, ele faz como contei com o ursão 2. Ele continua bombando até gozar comigo sentadinha em cima dele, subindo e descendo. Saio de cima e tiro a camisinha com muita porra. Deitamos lado a lado e ficamos descansando e nos acariciando. Depois meu ursinho se vai, mas o bom é que ele sempre volta, pode até demorar, mas ele volta.

O meu terceiro ursinho dessas histórias de ursos, mora em Floripa. Ele me esteve comigo em Curitiba em 2006 e falou que quando eu fosse pra Floripa era pra ligar pra ele, que ele gostaria de me comer de novo, rs...

Eu passei o carnaval de 2007 em Floripa. Tinha alguns clientes de lá que gostariam de me ver, inclusive o meu ursinho de lá, mas eu queria me divertir, aproveitar o sol da galheta e os peguetes perdidos que sobem e descem aqueles morros e, achei que não daria certo. No domingo de carnaval eu já estava de malas prontas para ir até Balneário, quando meu ursinho de Floripa ligou. Já havíamos conversado sobre o encontro, mas como eu disse, achei que não daria certo. Mas, era pra dar, então como eu sempre digo: '' quando é pra dar, dá''... E eu dei, rs... Peguei meu carro e dirigi até o local dele... Sim, fui à toca do meu ursinho. Na tarde quente, seu quarto refrigerado fez eu me aninhar em seus braços peludos. No calor do seu corpo, eu fui me soltando e deixei a Drikka safadinha tomar conta. Beijei seu corpo todo e coloquei minha língua no seu cuzinho. Ele adorou isso tudo, aliás, como ele já me conhecia, quis repetir a experiência. Sua bunda peluda é uma delícia, adoro passar a mão, a língua, brincar com o dedinho e mais nada... Ele não gosta de ser passivo. Curte um bom 69, mas na hora da penetração, eu só levo... E levei gostoso novamente. Primeiramente sentei em cima dele, de frente pro espelho, um espelho enorme que tinha na parede do seu quarto... Ele me abraçava por trás, bolinava meus mamilos, pegava no meu pau, e eu só subia e descia. Depois fiquei de quatro e ele veio por cima, eu só olhava pelo espelho, seu corpão em cima do meu. Seu pau delicioso entrando e saindo do meu cuzinho safadinho e guloso. Que delícia aquele bundão peludo socando em mim. Era um ursão me comendo... Foi bom demais tanto que ele não se conteve e acabou gozando rapidinho... Eu não gozei. De repente ele poderia querer mais... Percebendo que ele estava feliz e satisfeito, eu peguei o carro e fui em direção à Balneário Camboriú onde encontraria minhas amigas e iríamos ferver à noite no carnaval de Itajaí. Não vi mais meu urso lindo e peludo de Floripa, mas não esqueço dos nossos quentes encontros.

Claro que muitos outros ursos saíram e ainda saem comigo. Mas foram estes os primeiros contemplados com relatos eróticos e resolvi uní-los num só para deleite dos meus leitores.

 

 Boneca Drikka

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Gato sem dona

Que tarde quente, tarde que parecia de verão mesmo! Tocou o telefone e eu atendi alguém que disse que queria me comer vestidinha de empregada... Aliás, eu atendi a ligação no siga-me em pleno supermercado... Já em casa,  vestidinha de doméstica, bem atenciosa, abri a porta para receber o homem que queria me comer, ou melhor, me conhecer, rs... Todo suado, cabelo arrepiado, camiseta branca de algodão, calça jeans e louquinho por uns carinhos. Que gatão, uau! Lindo, meio selvagem, arisco feito gato de rua...

Mas, bastou dar-lhe trela, que ele já veio me beijando, me melando toda, mas levei-o para o chuveiro para refrescar-se para então vir aninhar-se nos meus braços. Todo fresquinho, agora todinho meu, ficou arrepiado com minha línguinha lambendo seus pelos ( modo de dizer, ele era quase pelado, rs...). Que delícia de gatinho que também queria me arranhar e me lamber todinha, eu a sua doce empregadinha...Coladinhos, beijinhos carinhosos mas também aqueles bem molhados ...

Não demorou e ele já queria me comer. Fiquei na minha posição preferida e comi sua pica com tesão! Depois ele me comeu de quatro e já estava derretendo de calor quando não conseguiu segurar e gozou ronronando! Outra ducha e já estava de volta à cama onde continuou a me alisar, lamber e comer. Que impetuoso, guloso e furioso! Para apimentar ainda
mais fomos para a frente do computador para ver o meu blog restrito...

Imagine ele de cócoras com seu pau bem duro e as montanhas bem afastadas! Ele rolava a tela e gemia porque eu abocanhava sua pica e passava bem de leve dois dedinhos naquele vale pouco explorado... Depois me ajeitei de quatro em sua frente, encaixei seu pau em mim e
mantivemos o rítmo frenético da transa dos gatos. Minutinhos depois eu fiquei em pé e ele continuou a meter forte. Ai, ai, ai, eu já estava com o rabinho ardendo... E ainda fiquei de joelhos no cantinho da cama, com o rabo bem empinado para seu delírio... Pelo espelho na frente ele via minha carinha de putinha pedindo mais. Pelo espelho atrás eu via a sua bunda linda fazendo movimentos de vai-e-vem enquanto me comia sem piedade. Mas, enfim foi ele quem cansou e atirou-se na na cama exaurido. Aí montei novamente nele, pois seus
pau estava duro, tomei como um convite e voltei a cavalgar. Ele gemia e dizia que isso tudo era bom demais!!! Quando minhas pernas já estavam doendo ( vocês sabem a posição que eu fico), saí de cima e fui malvada com ele.

Tirei a camisinha e coloquei lubrificante no seu pau e fiz uma massagem do meu jeito com as duas mãos enquanto colocava a pontinha da minha linguinha na entrada do seu cuzinho. Ele gemeu, ronronou e gozou alucinadamente... Outra ducha e voltou dizendo que não queria ir
embora, pois ele era um gatinho sem dona e queria ficar mais comigo. Ai que lindinho!! Abracei e beijei-o mas disse não podia ficar, eu já tinha um compromisso agendado que já me esperava ansiosamente há uma hora! Melhor assim, se o gatinho realmente gostou, ele vai saber o caminho para encontrar sua gata de novo! Delícia de gatinho, com quase 40 anos,
mas acho que se tivesse 20 não estaria tão no ponto, rs... Outra vez ele me ligou e eu estava longe de Curitiba. Um tempo depois ligou de novo e eu não pude atendê-lo. Acho que esse gato arrumou outra dona, ou está perdido pelo mundo, feito um gato vadio de rua.

 

 Boneca Drikka

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Um tarado por rabo

Simplesmente, quando encontro pela frente um cliente taradinho como o que veio aqui hoje à tarde, eu fico com o rabo esfolado. Ou será que eu digo: quando encontro por trás? De qualquer forma, de frente ou de costas, eu adoro meu meninão. Ele já tem 30 e poucos anos, mas tem uma carinha de bebezinho, modo de falar é claro, rs... Não vou citar o nome dele, nem dar apelido, só vou dizer que ele mora no interior do Paraná. Quando ele me liga, eu já sei quem é. Eu já o conheço há tempos.

Ele veio aqui depois de uns 6 meses que não nos víamos, isso há uma semana e hoje esteve aqui novamente... Ai, ai, ai, como ele adora me comer. Primeiramente fazemos um 69... Enquanto nos chupamos, ele já fica com o dedinho no meu rabinho. Ele chupa meu pau  e diz que estava com saudade do meu rabo... Não demora nada pra ele já querer botar pra dentro. Pra dentro de mim, rs... Eu chego a ficar sem ar com a voracidade com que ele me pega e me devora... Mete, mete sem parar e a primeira gozada vem rapidinho. Ele descansa uns 5 minutinhos e já começa tudo de novo! Por sorte, eu evito gozar, nas duas primeiras gozadas dele, porque senão o meu rabo não vai aguentar. Seu pau é do tamanho ideal para meu rabo.

Mas a sua pegada é sem igual. Eu nunca vi alguém tão tarado por rabo como ele. Ele fica simplesmente louco, louco de tesão! Eu sento em cima e quero aproveitar cada segundo. Mas, ele não deixa. Já quer que eu fique de quatro. Ele gosta mesmo é de socar! Depois da primeira gozada e alguns minutos de descanso ele vem mais feroz ainda. Eu fico de quatro na beiradinha da cama e ele começa a bombar. Eu até tento escapar, mas ele vem por cima, me derruba na cama, me deixa de ladinho e continua a bombar. Eu gemo, ele geme ainda mais... Ele me masturba, me aperta, me beija, faz tudinho enquanto continua a bombar... Demora um pouco mais que a primeira, mas logo depois ele grita de tesão e goza de novo!

Aí o descanso é um pouco maior. Geralmente viemos para a frente do computador ver as fotos do meu blog restrito. Ele adora ver principalmente aquelas fotos que estou levando picas no rabo... Ele já fica excitado e diz que quer exatamente naquela posição. Como são muitas, imagine só a que ginástica sou submetida... Metida, sim bem metida, do verbo meter, huuuummm.... Na semana passada, a terceira penetração veio depois de uns quinze minutos, enquanto víamos as fotos... Só que hoje, não teve a terceira. Apenas ficamos deitadinhos conversando e namorando um pouquinho...

Ele estava atrasado para um compromisso e teve que ir... Eu até disse que não iria ficar incomodada, afinal meu rabinho estava esfolado. Hoje, ele esteve além do normal com todo o tesão que demonstrou durante cada estocada no meu rabinho...

 

 Boneca Drikka

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O mergulhador

Ele apareceu como muitos que ficaram encantados depois de terem visto meu site. Enviou um  e-mail simplesmente como 'mergulhador'... Ele era de Florianópolis. Sei lá se ele mergulhava no litoral catarinense,  mas confesso que em mim, ele mergulhou fundo. No nosso primeiro encontro o esperei com uma calcinha minúscula, sandália branca, maquiada como uma putinha. Ele chegou, beijou-me e já foi tirando a roupa. Ele estava com uma sunga branca deliciosamente estufada com sua pica grande e grossa. Um homem gostoso, lindo, cheiroso, bem do tipo que deixa qualquer mulher, travesti ou gay quase sem fôlego.

Sem perder tempo, já tirei tudo e comecei a chupar com vontade, como se não visse um pau há uma semana. Enquanto ele permanecia em pé em frente a minha estante tomando uma dose de vodka, eu estava agachada por trás enfiando minha língua em sua bunda peluda, cheirosa e perfeita. Ele trouxe uma garrafinha com vodka. Acho que fazia parte do seu fetiche. Primeiramente ficamos nos esfregando, enquanto ele tomou uns dois ou três goles da bebida. Então viemos para a cama e já ficamos numa posição de 69, sua língua no meu rabo e a minha no dele. Que língua feroz, voraz e incansável. Melhor que ela somente seu caralhão que no momento estava preso em minha garganta. Não demorou muito pra meu cuzinho já agasalhar aquele pedaço de carne.  Dentro do cuzinho aquele caralhão piscou, piscou, piscou muito.  Em cada piscada eu o devorava com muito apetite, apertando-o com o cuzinho extremamente guloso.Que pau! Que homem! Sentei em cima, cavalguei olhando para seu rosto lindo, perfeito de macho... Depois fiquei de quatro e vi pelo espelho na parede, ele de costas fazendos movimentos de entra e sai. Numa transa agitada, alternamos posições.

Foi de quatro, cavalgando até que fiquei de franguinha assada e novamente via sua performance pelo espelho. Ah, eu adoro me sentir uma atriz de filme pornô. E o galã pefeito estava com sua pica bem dura dentro de mim... Foi assim bem franguinha, bem putinha que gozei deliciosamente sobre minha barriga enquanto ele dizia pra eu gozar muito, todo eufórico... Depois ele passou sua mão sobre meu gozo e espalhou-o todo sobre minha barriga, meu peito como um creme... Ele se divertiu muito e, eu agora estava diluída mas com seu pau bem dentro, atolado em mim...

Levantei-me enquanto ele deitou de barriga pra cima. Arranquei a camisinha do seu pau, coloquei uma na minha língua e o masturbei firme e forte. Ah, minha linguinha estava comendo seu cuzinho. Depois com uma mão continuei masturbando sua pica e com a outra fiz massagens no seu rabo, deixando um dedinho bem de leve adentrar um pouquinho. Com toda a massagem da língua, dos dedos e um leve fio terra, ele gozou muito sobre sua barriga e aí foi a minha vez de pegar todo aquele leite branquinho, quente, viscoso e esparramar sobre ele... Deitamos lado a lado e ficamos namorando um pouquinho. Ele levantou-se, tomou um banho e se foi. Deixou comigo o frasco com a vodka para um próximo encontro. Este encontro que narrei foi em abril de 2003. Mas, o mergulhador voltou inúmeras vezes, inclusive algumas vezes com a sua câmera digital e sempre usando uma sunguinha, ou um tapa sexo que geralmente eu escolhia por fotos que ele enviava. Como uma sunga, ou simplesmente uma cueca box branca, ficavam perfeitas naquele corpão... E enquanto ele me fotografava, sua cueca sempre ía se avolumando. Uau! Tesão demais!!!. Foi ele quem tirou muitas das fotos sacanas que coloquei na internet. Fiz inúmeros ensaios com ele, inclusive festinhas a três...

Quem acompanhou meu blog da Ig desde 2003 e, depois o blogspot desde 2006 sabe que o mergulhador foi uma figura constante nos meus posts, pois as nossas fotos em ação fizeram muita gente se excitar. Ele faz parte dos clientes mais deliciosos e safadinhos que conheço... Agora ele tem o seu relato também no meu site, pois até agora ele estava apenas em algumas fotos na 'página privada'.

 

 Boneca Drikka

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Drikka e Kikka

Um belo paulista, com uns 40 anos, alto, peludo, bonito, com um pau imenso e, um t-lover assumido. O conheci em maio de 2003. Como eu estava iniciando o blog, ele sugeriu que tirássemos algumas fotos mais ousadas para dar uma apimentada. Na época eu ainda não tinha câmera digital, mas ele já trazia  a sua para qualquer emergência... Era um de seus hobbiestirar fotos... Tiramos inúmeras, claro, principalmente de mim, em cada pose, que eu não postaria no site. Ele levou as fotos pra ele editar e depois as enviou para que eu publicasse. Acho que de 50, publiquei umas 10. Por sinal, nem tenho as tenho mais, pois eu não tinha prática em guardar as fotos em arquivos especiais.

Com essa pouca prática, acabei perdendo inúmeras... Kikka, era um ótimo fotógrafo, rs... Por falar em fotos que não tenho mais, tenho alguns fãs que colecionam minhas fotos, qualquer hora eles poderiam me enviar essas preciosidades que escaparam do meu controle, ou da minha organização desorganizada... Mas vamos voltar à Kikka. Ah, esse paulista gostoso, safadão, veio me conhecer e, além das fotos, tivemos muitos momentos bem quentes naquela tarde fria de maio... Sobre o nome ou o apelido Kikka,  quando nos conhecemos ele disse que eu poderia chamá-lo simplesmente assim. Era uma homenagem a mim, naturalmente e, também à sua putinha interna. Vamos então a nossa primeira sessão de sexo.

Primeiramente deitamos numa posição de 69, enquanto ele engolia todo o meu pau, eu tentava com o dele, mas era impossível, chegava nos 20 e não desciam mais os 3 centímetros restantes, rs... Ele dizia pra que eu engolisse, como ele estava fazendo com o meu. Oh, que safado, acho que ele com aquele bocão guloso, engoliria fácil um pau do tamanho do dele, mas eu não. Além de comprido era grosso. Assim nos divertíamos num 69 bem safado, que consistia em lamber o pau, as bolas e os arredores, ou seja o cuzinho também. Meu doce e adorável Kikka, tinha nome de putinha, mas dar o cuzinho nem pensar. Era um ativo liberal, apesar do apelido. Que delícia de homem extremamente safado e bom de cama. Quando digo bom de cama, imagine o que ele fez com aquele pauzão dentro do apertadinho cuzinho da Drikka, rs... Primeiramente eu sentei em cima bem devagarinho pra degustar cm por cm, desculpa que colava, pois o que eu queria mesmo era me acostumar com o tamanho da tora. Uma vez lá dentro, lá vinha ele para o upa, upa cavalinho. Então ele me devorava com jeitinho e muito vai e vem. Quando sentia que iria gozar, parava. Inclusive eu. Tínhamos que fazer tudo com prazer, aproveitando ao máximo uma gozada única, que precisava ser perfeita. Eu fiquei de quatro várias vezes pra ele botar aquela tora dentro de mim. Deitei na cama de bundinha empinada e senti aquele imenso homenzarrão deitado sobre mim e com um plugão enterradinho bem no meus fundinhos. Abraçado e plugado, ele virava meu rosto e lambia minha língua, sem deixar de dizer coisas gostosas com aquela voz forte que ele tinha bem no meu ouvidinho. Eu ficava por um triz do gozo. Então parava e mudava de posição. Quando eu percebi que não aguentaria mais, sentei de frente pra ele. Ele carinhosamente estendeu seus longos braços e com as mãos pegou de leve nos meus mamilos. Eu presa naquele pauzão, subi e desci o que pude. O tesão veio com tudo em forma de jatos potentes da minha porra sobre sua barriga. Ele adorou a minha gozada. Até passou o dedinho no gozo e levou-o na sua língua para sentir o sabor. Eca, eu odeio porra. Mas, ele quis, fazer o quê? Fazia parte do seu show.

Depois da minha gozada, além de estar esfolada, desmilinguida, eu não podia deixar de fazê-lo gozar também. Me debrucei sobre ele, masturbei seu pau até que os jatos vieram parar no meu rosto. Não tomei a porra, mas fiquei com a cara lambuzada e com porra escorrendo.

Uau, ele vibrou e isto rendeu algumas fotos para o seu delírio. Não publiquei nenhuma destas fotos, até por deixar sempre bem claro no blog que era adepta de sexo sempre com camisinhas. Um pequeno deslize que cometi nessa época, foi sucificiente para ter inúmeros comentários disso e daquilo. Depois do banho, ficamos namorando um pouco na cama e falando sobre diversos assuntos. Kikka, foi uma companhia deliciosa sempre. Outras vezes nos vimos e em todas tiramos várias fotos. Tenho na página privada, uma foto em que estou sentada no pau desse paulista safadão e pauzudo chamado de Kikka. É um dos meus deliciosos clientes que até hoje quando lembro, sinto tesão.

A última vez que saímos foi em 2007. Deste último ensaio tenho todas as fotos. De lá pra cá, mantivemos contato algumas vezes, mas por diversos motivos, ele não pode vir pra Curitiba para nos encontrarmos de novo, mas acho que da mesma forma, também fiquei num cantinho das suas bonecas preferidas, pois eu sabia que não era a única.

 

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Eu sei do que você gosta

Este gatinho do relato chegou cansado depois de uma viagem cansativa que fez sob o sol quente e tempo seco que fez hoje vindo de Londrina... Me ligou e disse que gostaria que eu fizesse uma massagem do meu jeitinho para que ele relaxasse bem gostoso. Levei-o para baixo do chuveiro antes de trazê-lo para minha cama. Enquanto a água caía
sobre seu corpo, minha mão deslizou nas suas costas, entre seus morros, seu buraquinho, suas bolas e seu pau, que cresceu rapidamente durante a sessão banho.

Mas, isso foi só o começo, pois bom mesmo ficou na cama. Frente a frente nos tocamos com carinho, parecíamos dois namorados nos acariciando e embalados por uma música romântica. Música suave tudo bem, mas transa de namorados não!!! Já o coloquei de quatro na cama e
enfiei minha língua no seu rabinho. Ele gemeu e seu buraquinho se contraíu com o tesão que aquele beijo grego lhe proporcionou. Virou seu rosto pra mim e todo dengoso disse que eu estava a fim de torturá-lo fazendo aquilo com o meu jeitinho especial. Alguns dizem que depois do meu beijinho, eles ficaram viciados nessa forma de prazer. Falei que se ele achava aquilo uma tortura, que esperasse por muito mais... Começamos um 69, mas não demorou muito, seu
tesão era demais e ele quase gozou. Paramos, respiramos e recomeçamos. Agora, ele queria lamber meu rabo. Tive então uma idéia deliciosa! Fiquei em pé na cama, afastei as pernas, coloquei as mãos na parede e disse que agora ele era um policial e deveria fazer uma revista, mas apenas usando a língua...

Ele chegou, cheirou e divirtiu-se à beça na brincadeira. Depois ele deitou-se na cama de barriga pra cima e pediu pra que eu sentasse no seu pau que estava duríssimo. Sentei, rebolei e ele pediu pra eu gozar pra ele. Calma, pedi ao meu gatinho que carinhosamente chamo de
Andrezinho II... Eu queria é me divirtir muito mais.

Fiquei mais um pouco naquele e sobe e desce. Pouco depois realizei seu desejo, gozei em cima dele pra ele me lambuzar com a minha porra. Levantei e fiquei de quatro na cama, empinei bem o rabo e ele veio me judiar. Ele me alisou, elogiou minhas curvas e fez um entra e sai daqueles que a gente não goza só se não quer. Comeu muito. Foi muito  pau no meu rabinho que já estava começando a arder. Paramos mais um pouquinho...Ele não curte ser passivo, mas eu sei do que ele gosta. Ele adora um fio-terra. E, disse que o meu perfeito.
Então, ele gostaria de gozar me comendo, mas queria sentir uma massagem com meu dedinho no seu cuzinho ao mesmo tempo. Só há um jeito.

Ele deitou de barriga pra cima, eu sentei em cima do seu pau de costas pra ele e entrelacei minha pernas nas dele, mas com as minhas por baixo. Você caro leitor conseguiu visualizar a posição? Se ficou com vontade de experimentar e não entendeu, vem aqui em casa que te explico pessoalmente, rs... Enfim, ele metia em mim e eu com muito lubrificante no dedinho, lambuzei seu rabinho e adjacências pra seu delírio. Com jeitinho e apenas colocando só a pontinha do dedinho na portinha do seu buraquinho... Foi um tesão só! Ele não aguentou e gozou se contorcendo e gemendo muito! Olhei pra ele e sorri, ele disse que eu
o destruira... Hummm, pouco exagerado, rs!!! Mas, intenso foi... E, ele sabe que essa massagem safadinha é uma das minhas especialidades. Mas, o melhor foi que eu descobri do que realmente ele gosta quando está comigo!

 

 Boneca Drikka

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Meu adorável safadinho Super Pe

Já faz muito tempo que ele apareceu por aqui, pela primeira vez... Depois que viu o mergulhador e a Kikka tirarem fotos minhas, também ele veio com a sua câmera digital. Mas, antes disso ele já colecionava minhas fotos. Ele sem dúvidas é o meu fã nº 1, pois tem o maior acervo de fotos minhas. Inclusive com algumas, que nem eu mesma tenho mais. Em relação aos outros, que gostavam de tirar fotos minhas e outras em que estivéssemos fazendo sexo, o Super Pe se diferenciou, pois sempre tirou fotos só minhas...  Em todas as que tiramos nos nossos inúmeros encontros se apareceu alguma parte do seu corpo, como sua pica em minha boca, deve ter sido em uma ou outra somente.

Seu intuito sempre foi de valorizar o meu bumbum, mas não podia ter ensaio em que não aparecesse meu pau também. Outra coisa que ele adora são sapatos, de preferência scarpins. Uma foto sensual em que aparece o sapato já é motivo para ele me homenagear muito, quando não está comigo. Ele é uma delícia, não vou descrevê-lo porque sei que ele é muito discreto, mas eu sinto uma atração sexual incrível por esse homem gostoso, sexy, fogoso e safado... Enquanto tiramos fotos, pois nossas transas sem fotos, não existem, eu também aproveito da situação para me excitar e aproveitar do seu corpitcho... Ele chega, nem tira a roupa e já começa a me fotografar. Claro que já estou devidamente com modelitos e de sapatos a sua espera. Conforme clica minhas poses, caras, bocas e sapatos, ele começa a suar. Se estiver com algum casaco, é a primeira coisa que tira. Geralmente aí eu começo a ficar mais safadinha e digo que preciso de um incentivo para me excitar enquanto ele bate fotos. Ele então baixa a calça pela metade das pernas e fica só de camisa ou camiseta, cueca e ainda com suas botas. Pode até parecer hilário, mas ele se movimenta aqui dentro assim. Sabe muito bem tirar fotos... Mas eu quero mais, peço então para ele baixar a cueca também. Seu pau já está super duro, claro que já fica assim, desde que ela entra e me vê... Então, eu coloco uma camisinha e dou umas lambidas. Ele continua pedindo pra eu fazer poses e então começa a se masturbar. Eu fico só olhando seus movimentos pelos meus espelhos na parede... Adoro vê-lo de camiseta e, com cueca sobre as calças pela metade das pernas. Adoro ver seu rabo lindo enquanto ele se masturba e me devora com o olhar... A essas alturas já tiramos muitas fotos e eu já estou cheia de tesão. Coloco uma camisinha no meu pau também, fico sentada na cama e ele se ajoelha no chão pra me chupar. Enquanto ele se ajoelha, eu fico apenas vendo tudo pelo espelho.

Aquele tesão de homem com as calças arriadas, vai se abaixando, mostrando sua linda bunda enquanto se ajoelha pra me chupar. Eu fico gemendo, massageando meus mamilos, com o pau bem duro na sua boca. Eu também me masturbo pedindo pra ele fazer algumas poses, mas são apenas para meu prazer. Adoro quando ele se encosta na parede e se agacha de leve mostrando seu lindo rabo. Vendo-me super excitada, ele volta a fotografar. Em seguida, eu peço pra ele tirar toda a roupa. Ele fica apenas com a camiseta, geralmente branca. Que delícia vê-lo só de camiseta branca, pelado de pau duro a desfilar aqui dentro.

Eu mudo algumas vezes de modelito, mas tenho que estar sempre de sapatos, seu maior fetiche. Inclusive já ganhei vários pares de presentinho... Daí a pouco, ele deixa a câmera sobre a cama e então começamos a nos agarrar. Fazemos um 69 delicioso, ora eu por cima, ora eu por baixo e vice-versa. Depois fazemos troca-troca, primeiro ele me come e depois eu o como. Quando estou comendo geralmente eu o faço gozar, com meu pau em seu rabinho. Mas, claro que já gozei com ele me comendo e ele, também já gozou num dos sapatinhos. Sua imaginação é extremamente fértil, as vezes não consigo acompanhar, rs... Nossas transas são sempre ótimas, quentes e bem registradas por ele. Quando menos espero, ele me liga e diz que é ele. Rapidamente tenho que preparar-me para o show. Um show de muito prazer com esse delicioso Super Pe, meu adorável safadinho...

Como ele esteve aqui em dezembro, por esses dias, ele já deve estar pintando, para me pintar, ou melhor, me fotografar.

 

 Boneca Drikka

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Na medida exata do seu prazer

Com certeza por causa do site e principalmente dos relatos eróticos, tenho muitos fãs espalhados por aí. Muitos me escrevem, me parabenizam pelo site e pelo conteúdo do mesmo. Dizem que gostariam muito de sair comigo, mas também se contentam em apenas ler e ver minhas fotos comportadas ou também aquelas em que estou em ação. Falo isso principalmente para os que estão distantes. Claro, que muitos desses leitores, quando estão em Curitiba, me ligam. Nem todos eu consigo atender por um motivo ou outro, mas quando dá certo, fico feliz, como estou hoje depois da visita de um fã, leitor assíduo dos meus escritos e agora acho que, mais um cliente, diz ele, de carteirinha... Mais um gostoso homem de São Paulo. Já havíamos nos correspondido por e-mail e ele escreveu que estando aqui me ligaria. E, hoje ele estava em Curitiba.

Logo no começo da tarde ele me ligou, estava num Shopping aqui perto e, por sorte me pegou bem sozinha. Que bom,  logo ele chegou para me conhecer na real. Foi uma grata surpresa, pois senti uma atração imediata por ele e vice-versa. Se bem, que ele já me conhecia, pelo site. Quando me viu, disse que eu era melhor pessoalmente... Não sei se foi pra agradar, mas se foi, ele disfarçou muito bem no tempo todo em que estivemos juntos.

Ele tomou uma duchinha, mas eu não dei aquele banho que sempre conto. Ele disse que não precisava... Mas, realmente não foi preciso, pois ele estava limpinho, cheiroso e perfumado, eu conferi e cheirei, rs... Pra que melhor né? Um super paizão, muito bem articulado, sexy e muito safadinho. Logo nos agarramos na cama e, ele durante a transa toda foi somente elogios. Então, cada coisa que eu fazia, ele ficava admirado e não me poupava de ouvir frases deliciosas... Eu fui mandona o tempo todo, mas no meu jeito prático de conduzir uma transa. Ele adorou. E foi extremamente obediente, atencioso sem deixar de ser excitante... Pra começar nada melhor que o bom e velho 69, que quando é bem feito e com uma pessoa como ele, é sempre muito, muito bom.

Logo mais, pedi pra ele deitasse meio de ladinho e deixasse eu observar sua bunda. Ele deitou-se como pedi e, ficou fazendo movimentos de sobe e desce, apenas para meu prazer. Sim, eu fiquei com meu pau muito duro vendo aquilo tudo e com permissão pra aproveitar. Minha língua logo lambeu seu buraquinho, que ele aprovou dando bons e altos gemidos. Uau. Com jeitinho, lubrifiquei seu cuzinho e aos poucos deitei-me sobre ele e fiquei esfregando meu corpão no seu. Ele gemeu muito mais e mais ainda, quando o penetrei. Uau, Drikka, como você realmente sabe fazer! Não me enganei em te procurar... Eu continuei bombando. Tirava, dava uns tapinhas na sua bundinha, deixava meu pau mais duro e enfiava novamente. Ele apenas gemendo, tive que aumentar o volume do som... Ahhh, uhhhh.... Fiz ele mudar de posição, deixando-o agora em pé na cama. Ele logo sentaria no meu colinho. Já que ele estava em minha frente e em pé, chupei mais um pouco seu pau, que delícia!!! Então ele sentou no meu colinho e disse que eu tinha o pau na medida exata do seu cuzinho. Subiu e desceu várias vezes e quase gozou de tanto tesão. Mudamos novamente de posição, agora ele ficou de franguinho assado. Aí eu me diverti e ele também. Inclusive pediu pra que eu pegasse um espelho pra ele verificar detalhes. Adorou se ver. Adorou ver o cuzinho, depois que eu tirei meu pau de lá, pois ficou aquele buraquinho gostoso, de cuzinhos bem apertadinhos. A transa continuou deliciosa e, ele com vontade de gozar. Aí pediu se poderia comer meu cuzinho... Claro, é pra já! Sentei em seu colinho. Assim, fiquei um tempo subindo descendo, olhando para seu rosto sexy e ouvindo seus elogios sempre carinhosos. Saí de cima do seu pau. Ergui suas pernas e o comi de novo. Ele arrancou a camisinha do seu pau e disse para eu bombar que ele iria gozar. Bombei e ele gozou muito, se lambuzou todo, além de gritar um pouco. Abafei seu berro debruçando-me sobre ele e dando-lhe aquele beijão!

Depois de refeito, pediu a senha do site, inclusive lhe mostrei um pouco. Ele reiterou sua alegria em me conhecer.  Disse ele: - foi bom ter vindo te conhecer e saiba que agora tenho um motivo prazeirozo pra voltar pra cá!!!... Espero que sim. Não lhe dei um apelido, mas o título desse relato foi combinado. Assim vou saber quem é, basta ele ligar e comentar a respeito.

 

 Boneca Drikka

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