Contos Eróticos

Homem que ama outro

Eu não aceitava a possibilidade de dois homens se gostarem a ponto de terem um relacionamento sexual, mas tinha curiosidade no assunto. Entrava no bate-papo uol e via pessoas com nicks bem apelativos. Troquei mensagens com alguns caras, mas os diálogos eram sempre os mesmos e levavam para a mesma direção: sexo sem fronteiras. Irritava-me às vezes pela banalização do assunto ali tratado, mas fui acostumando e aguçando a curiosidade enquanto o tempo passava.

Certo dia eu estava sozinho em casa muito para baixo e resolvir ir ao bate-papo, mesmo desiludido com as conversas de lá. Demorou pouco e comecei tc com um rapaz(M), cuja fala era bem interessante: direta e clara, porém, sem ser vulgar. Na verdade tinha um diálogo muito sincero, tipo rapaz do interior, digamos assim. Como a conversa foi tão boa e eu já estava seguro em relação a ele, resolvir recebê-lo em minha casa, apesar de ser um procedimento errado.

Eu que já tinha em mente, um perfil de homem que gostaria de ter para mim, decepcionei-me quando o vi entrar aquele porte de homem: estatura mediana, forte e com cara amarrada. Totalmente diferente do padrão de homem que eu criara em minha cabeça. No meu quarto, sentamos em frente ao computador e falamos de coisas banais enquanto o gelo ia se quebrando.
Acariciei as coxas dele, que são fortes e com pelos bem suaves, fui apalpando por sobre o short o pau dele até descobri que tinha um volume grande e macio. Fiquei admirado e prossegui com minha busca. Tirei a roupa do (M), deixando-o totalmente pelado, ali na minha frente: um pau super desenhado de 19cm, grosso, ligeiramente encurvado, saco grande e bem macio. Tudo isso para mim? Pensei.

Coloquei-o no sofá com todo aquele material à minha disposição. Fui acariciando e mamando cuidadosamente. Esfolei a cabeça do pau com muito carinho, passei a lingua por toda a extensão ainda meio bambo, enquanto aquele caralho ia inchando como massa de padeiro. Em instantes aquilo tornou uma tora duríssima como aço.  Sobre o kct do (M) tem uma veia grossa saliente que de tanto eu mamar, ela pulsava dentro da minha boca. Ele gemia baixinho jogadão no sofá.
Enquanto ia mordiscando cada pentelho dele, ia sentindo o odor super agradável do saco do (M). É impressionante como cheira bem, parece que vive o tempo todo banhado. Dei um trato legal chupando o pau, saco e cheirando as virilhas, ao passo que ele se contorcia de tesão.

Joguei-me sobre seu corpo macio, tocamos nossos paus, nos esfregamos e punhetei ele bastante. Coloquei camisinha no pau dele e deixei que ele mi penetrasse. Foi uma dor sem igual, merejou água dos olhos, mesmo assim não reclamei pra não fazer feio. Homemm que é homem aguenta sem fazer escândalos. O cara bombou, bombou e nada de gozar. Parece-me que ele não gozou, mas disfarçou que sim. Fiquei triste! Queria que ele tivesse gozado rios de porra. Acho que não foi bom para nenhum de nós, porém, fiquei com boa impressão dele.

Feito isso ele foi embora e sumiu do mapa. Eu pensava nele sempre e desejava vê-lo para termos outra oportunidade e fazermos sexo de boa qualidade. Após três anos eu o encontrei na sala de bate-papo de novo. Meu coração disparou e alegrei-me por demais. Outra vez ele veio em casa. Estava diferente, mais encorpado e com uns lábios lindos, destacado mais ainda pela barba por fazer. Disse que esteve morando durante este tempo na cidade dos pais dele. Nossa, foi tão bom aquele reencontro, tudo diferente, fodemos sem pressa e com maturidade.

Dai para frente passamos a fazer sexo uma vez por semana e da melhor qualidade possível. Eu sempre como passivo. Meu sonho era sentir meu pau entrar no cuzinho dele. Eu tentava colocar pelo menos o dedo, mas ele educadamente não aceitava. Um dia com muita insistência pus creme no meu dedo e coloquei no reguinho dele. Sempre mais eu investia nas dedadas e ele passou a  suspirar de tesão. Como era apertado, fiquei maluco e desejava muito aquele cu.

Eu implorava pra penetrar ele, e numa destas sacanagens ele pediu pra gozar na minha cara e claro eu deixei, foi sentando na minha barriga, se punhetando e se contorcendo, até que sentou no meu pau. Colocamos creme e fomos atolando. Putz, foi delicioso, era muito apertado e quando se punhetava mais arrochado ficava o cuzinho dele. Que sensação maravilhosa, foi a melhor da minha vida.

O (M) é um cara fechado, poucas palavras e quando diz algo, tá dito e pronto. Já penetrei ele algumas vezes e em várias posições nem que seja por pouco tempo. Gozei uma única vez no cu dele. O cara é fraco pra dar o reguinho, reclama da dor e é cheio de manha. Mesmo assim eu me realizado com ele. Nunca deixa a gente na mão, tá sempre presente e faz sexo como ninguém.

Eu sou bem mais velho que ele, por isso eu tento compreender os gostos dele e deixar que ele faça algumas escolhas sem pressioná-lo. Até porque ele é do tipo sincero,  honesto e não vive reclando o tempo todo. Eu gosto deste tipo de atitude.
A um ano atrás fui trabalhar noutra cidade, a 400km, da cidade em que ele estuda enfermagem. Vou encontrá-lo uma vez por mês e cada dia descubro que o sexo com ele fica melhor: pegação, oral e penetração. Ele goza e depois faz eu gozar. Nossa, como ele chupa bem, bate uma punheta federal na gente, sem contar nas artimanhas que tem para penetrar a bunda da gente. To feliz, com esses 5 anos de relacionamento.

Quem diria! Eu que não via possibilidades entre dois homens se relacionarem, tenho vontade de dizer pra o (M) que o amo muito. Acho chato esse tipo de conversa com outro cara e principalmente em se tratando dele, tão contido. Deixarei que minhas ações falem e ele sinta este sentimento. Não sei o que ele pensa sobre isso e nem vou procurar saber. Mas são muitas interrogações que fica na mente de um cara que gosta de outro. É muito complicado … acho! Essa é uma homenagem, a ele que certamente não lerá este conto, mas se duas pessoas lerem pelo menos, saberá que há no mundo um homem que amo outro de verdade… e já está de bom tamanho.

Vai continuar ao meu lado... [Parte I]

Bom pessoal... Dando continuidade a minha historia, (Contos: Sempre esteve ao meu lado... e Continua ao meu lado...) vou contar pra vocês como minha historia de amor, acaba...

Depois de o Guilherme e eu termos reatado o nosso relacionamento, com um dos melhores sexos da minha vida, ate aquela data. Começamos a finalmente nos entender, estava tudo indo às mil maravilhas, quando eu já estava entrando para o terceiro ano da faculdade e o Guilherme trabalhava com o pai dele, fui surpreendido mais uma vez por ele com suas crises existenciais. Há ele também havia entrado para faculdade, estava cursando Agronomia. Ele chegou até minha casa, me dizendo que não queria mais namorar comigo, que o pai dele estava desconfiando, e que ele nem sabia ao certo se era isso que queria pra vida dele.


Dessa vez, não descabelei, não me exaltei, apenas falei, você tem certeza que quer isso? Ele me respondeu que sim, então disse – Que seja feita a vossa vontade, então continuamos amigos? ele se mostrou surpreso com minha reação dizendo, é só isso que você vai falar, nós vamos terminar assim? Mal esperei ele concluir e disse – Guilherme, nesse jogo sempre foi você quem ditou as regras, e pelas suas regras nosso relacionamento acabou então só me resta aceitar.


Na verdade eu estava destruído por dentro, queria morrer, não deixei transparecer, pois como minha turma iria viajar pela universidade, pensei ser a hora perfeita pra esquecer ele, pois pra ele eu sempre estaria a sua disposição, e precisava mostrar que não era bem assim. As semanas iam se passando, ele ia pra minha casa, jogávamos vídeo-game caminhávamos juntos, íamos para baladas (hetero) enfim voltamos a ser amigos, mais ele sempre me passava a mão ou fazia menção de me beijar, ora eu empurava ele, ora eu brigava, quando finalmente chegou a viagem não acreditei, como eu fazia faculdade de relações internacionais, uma multinacional selecionou dez alunos que dominavam melhor o inglês, para estagiar na matriz da empresa, eram três semanas, o ruim, é que alem do estagio não ser remunerado não havia possibilidade de contratação ( mais para o futuro talvez) fui... o Guilherme me levou ao aeroporto, mais como não queria ficar sozinho com ele, o obriguei a levar alguns amigos também, pois assim restringiríamos o assunto. Deixou-nos no aeroporto, e foi embora, fiquei essas três semanas sem sequer lembrar dele, tiramos muitas fotos, conheci muita gente, eu não sabia o quão incrível era trabalhar na área comercial de uma empresa grande, conheci um rapaz americano, nós nos beijamos e foi só. Trocamos e-mails, enfim... foi uma experiência única.


Quando retornei, o Guilherme me buscou no aeroporto, fui contar pra ele que tinha sido incrível, mostrando fotos enquanto ele dirigia, contei da experiência, meus olhos brilhavam enquanto eu falava, mostrei fotos do carinha americano pra ele, que se mostrou puto de raiva, me chamando de puta, que mal terminamos e eu já estava arrastando aza pra machos, interrompi e falei – Espera ai... Terminamos tem mais de um mês, queria que eu ficasse sozinho?! Eu só beijei um cara, e você me contou que “traçou” um monte de garotas, e ele me dizia que era diferente, mais uma vez interrompi dizendo para pararmos de discutir, pois isso não nos levaria a lugar algum... Quando chegamos ate minha casa, estava uma bagunça tremenda minha mãe estava reformando a cozinha, acho que pela décima vez, entramos tomei banho, coloquei uma sunga e ia para piscina, quando fui tomar água, o rapaz que auxiliava o pedreiro quando me viu ficou me secando, tentando disfarçar, mais eu percebi, passei por ele e aproveitei que ele estava próximo a geladeira e me abaixei pra pegar iogurte, o deixando admirar minha bunda, nessa altura o Guilherme já havia sacado a situação e veio me puxando, para o cara não ficar me olhando e foi dizendo – O que você esta fazendo? O cara tava te engolindo com os olhos. Dei uma risada entreguei o iogurte pra ele e cai na piscina, fiquei lá um bom tempo, com o Guilherme sentado a borda, ora me olhando, ora observando pra ver se o rapaz me olhava. Eu estava adorando aquele jogo.


Sai da piscina, me banhei na ducha me sequei e entrei em casa, com o Guilherme a minhas costas, como se fosse um segurança, ele já olhava com cara feia pro rapaz, o cara percebendo o que ocorria começou a implicar com o Guilherme, eles haviam assentado o porcelanato e deveriam esperar cerca de 4 horas para passar o rejunte, então o pedreiro saiu pra comprar o rejunte, deixando o rapaz lá, estávamos jogando vídeo-game eu mais que depressa desci e fui chamar o rapaz pra ficar com a gente, quando cheguei ainda só de cueca, ele tomava água e quase que se engasga, o cumprimentei com um Oi, e perguntei seu nome, ele me disse que era Jorge, e perguntou se podia ficar ali na copa, ou se eu queria que ele espera-se La fora, o interrompi dizendo que queria que ele ficasse no meu quarto, antes que ele disse-se qualquer coisa, completei – É que estamos jogando X-box e tem como jogar com três pessoas, você quer ir? Ele então falou – Mais e seu namorado? Ele não gostou muito de mim, se eu for lá acho que ele não vai gostar,e minha camiseta também esta suja, falei pra ele que o Guilherme não era meu namorado só amigo, e o mandei tirar a camiseta, assim estaria tudo bem, ele resistiu um pouco, mais ao ver minha cara de por favor , ele topou.


O Jorge era um cara moreno, claro, tipo queimado de sol, com a pele do peito um pouco mais clara que a do rosto e dos braços, cara com porte, tipo parrudão, só que sem ser peludo 26 anos de idade, olhar de criança, resumindo lindo! Chegamos ao quarto o Guilherme perguntou por que da minha demora, e quando olhou pra trás viu o cara sem camisa, ficou muito nervoso, eu sempre sabia quando estava nervoso, ele forçava a mordida quando ficava bravo, ao ver aquilo me deu vontade de rir, apesar de ter corpão o Guilherme parecia raquítico perto do cara. Começamos a jogar, o jogo era Ghost Recon, é muito bom, e violento jogamos muito estava divertido, ate o Guilherme estava se divertindo, ficamos umas duas horas jogando até que me cansei, e fui rebentar pipoca, deixando os dois, quando retornei um silencio pairava no ar, servi refrigerantes arrumei as pipocas e fomos assistir filme, assistimos ao filme eu deitado com a cabeça próxima a ele, e o Guilherme deitado de valete comigo, com as pernas encolhidas, a certa altura do filme sinto as mãos do Jorge, afagar meus cabelos, quase derreti, quando o filme acabou o Jorge saiu, foi trabalhar, apesar do pedreiro ainda não ter chegado ficando apenas o Guilherme e eu no quarto mais uma vez ele com ciúmes, ficou La brigando, eu ouvia comia pipoca, e relevava, ficou nisso quase meia hora, depois ele veio me deu um beijão me dizendo que era meu macho, meu beijei, e depois quando terminamos disse pra ele – Perai mais você não voltou a ser hetero? Porque ta me beijando? Fiquei provocando ele mexendo em seu cabelo, e mordendo a boca dele, ele já estava se entregando a mim denovo, mais tivemos que interromper pois o portão da garagem estava sendo aberto e ficamos assim de pau duro e correndo tentando disfarçar e arrumar o quarto antes de alguém chegar, isso foi no sábado, hoje to me perguntando, será que o Guilherme quer voltar comigo? Será que o Jorge quer ficar comigo?
Enquanto as respostas não vêm fico aqui esperando esse dia de domingo passar, mais as horas insistem em não passar. Depois conto o resto da historia...

jsfj1990@hotmail.com

Cosmo o cara casado

Era apenas mais um maçante dia de trabalho, eu trabalhava nessa época como analista de frota de uma multinacional do setor sucroalcooleiro, e apesar de não ter um cargo de encarregado ou de líder, eu era bem respeitado por todos. Pois no meu setor era apenas eu,e por sinal eu estava indo muito bem profissionalmente, conseguia manter toda a frota em ordem, quase que anulando os custos com manutenção corretiva, o que era visto com bons olhos pelos diretores da empresa. Na época eu tinha 21 anos de idade, 1,84 alt, pesava 80 kilos, moreno, cabelos negros curtos, olhos castanhos, nariz fino (meio empinado) sempre fui um homem com cara fechada, até pra manter minha aparência hetero fudedor que eu tinha...

Enfim... O que eu quero contar aconteceu justamente no dia em que havia decidido chutar o balde, apesar de ir bem era muita pressão em cima de mim, às vezes me sentia sufocado, já iria para dois anos de trabalho ainda sem tirar férias, pois bem, me levantei as 5:00 da manhã, tomei banho, café, e deixei um recado para a minha ajudante do lar dizendo que o pessoal da concessionária viria buscar meu carro para revisão, e fui para o ponto pegar o ônibus ( pois a usina ficava na zona rural, e a empresa disponibilizava transporte) cheguei a usina, adiantei meu trabalho fui no financeiro pegar dinheiro, pois teria que vir a cidade pagar IPVA, de parte da frota, então agendei um carro para após o almoço, na hora marcada fui buscar o carro. A recepcionista me disse que um funcionário me acompanharia, pois como a importância que eu estava levando era considerável eu deveria levar um “segurança” disse que Ok. Quando olho para trás o cara que iria comigo, quase desmaiei... Era um homem loiro de 38 anos de idade, mais ou menos 1,95 alt e uns 100 kilos de pura excitação.

Cumprimentamos-nos, me apresentei dizendo meu nome Frederico, mais conhecido como “Fred” ou “Fredelicia” ele me disse seu nome que era José Cosmo, mais me pediu para chamá-lo apenas de Cosmo. Ele não sabia quem eu era mais eu o conhecia, sempre o via no refeitório da indústria, lindo e loiro, conversando e comendo, ficava admirando ele, mais discretamente, fomos para o carro, pedi para que ele dirigi-se, pois eu estava cansado, seria 1h e meia de viagem, então ficamos conversando pelo trajeto ele me disse que era casado tinha 2 filhos com idade inferior a 10 anos, e que era Eletricista predial. E que sua mulher estava grávida do terceiro e estava com 8 meses e que sexo nada, já havia 2 meses, mais me falou isso rindo, entrei no clima da brincadeira. Já próximo a cidade paramos em uma barreira policial acho que por ser próximo a um feriado deveria ser alguma operação daquelas pra evitar acidentes, ficamos um tempinho na fila o que eu achei ótimo,quando olhei próximo vi um senhor vendendo saco de laranja, desci do carro e comprei um pra gente, entrei no carro, e comecei descascar a laranja usando um estilete. Acho que chupei umas 5 laranjas, até que o cosmo disse – nossa você gosta mesmo de laranja né. Na hora respondi – Se eu pudesse chuparia o dia inteiro, adoro ficar de boca cheia ( falei já com sentido sexual mesmo, queria que o negocio rendesse ) percebi que ele ficou sem graça e resolvi mudar de assunto,falamos de futebol, carros, filmes de ação e mulheres, quando finalmente entramos no assunto sexo. Falamos sobre tudo (Com mulheres) quando ele percebeu que eu entendia do assunto ele solto, - Cara Pensei que você fosse bicha. Mais tu entende mesmo sobre dar prazer a uma mulher.

Daí não agüentei, e tive que falar – Cosmo e se eu te falasse que sou bissexual, gosto de transar com mulher e com homem ?! Ele meio confuso com o que eu disse retrucou – Ou isso não existe ou o cara é macho ou não é. Disse para ele que não discutiria aquilo e passamos peo posto policial, chegamos ao órgão responsável, fiz os procedimentos, fui a pé ao banco que era próximo (tudo no centro da cidade) e ele no carro me aguardando. Quando retornei já com os documentos em mãos ele parecia serio, e com um ar de duvida, perguntei se tinha acontecido algo, ele só fez sinal de negativo com a cabeça. Então começamos o trajeto de volta em silencio, quando ele me diz – Não acredito que você fode com homens, nossa cara você parece tão macho, ninguém nem desconfia de você. O interrompi dizendo – E espero que não seja você quem vai contar isso pra alguém, ele me disse pra confiar nele, e começou uma sessão interrogatório – Como é, Você Chupa, Já deu a Bundinha ? eu respondia tudo com a maior tranqüilidade. Ele continuou – Nossa você deve dar muito esse cuzinho, porque sem viadagem você é um cara boa pinta, deve ta chovendo macho na sua horta.

Dei uma risada e falei que nada, só fiquei com dois caras até hoje, e só dei para um deles, quando falei isso o cara ficou descontrolado, perguntei o que estava havendo, então me surpreendi com a resposta – Nossa to sem fuder a dois meses,e você me diz que curti uma putaria, e que só deu uma vez, nossa sempre quis comer um cú mais as mulheres, nunca querem dar, e você um cara discretão pra caramba, to pensando seriamente em te fuder. Perguntei pra ele se era serio, ele me disse que sim, mais que não ia me beijar nem me chupar, que só queria fuder minha bunda. Retruquei dizendo – Não disse que vamos transar outra coisa se você só quer comer um cú, você pode pagar alguém, eles não beijam na boca, eu particularmente não consigo fazer sexo sem ao menos beijar a pessoa, antes que ele respondesse pedi para que fosse a minha casa ou me ligasse quando quizesse conversar sobre a possibilidade de transarmos. Voltamos para indústria, à semana terminou e nada dele falar comigo. Domingo estava em casa lavando o carro, quando olho pro portão quem esta parado me observando, O Cosmo, dei um sorriso bem aberto, que foi imediatamente retribuído, abri o portão ele entrou, já era quase hora do almoço ele veio falando –Ta aqui sozinho, quase que me encoxando disse que sim, que morava sozinho, entramos pela sala, ele me empurrou contra a parede e me deu um beijo de macho forte, com gostinho de bala de menta, e prensou o seu corpo contra o meu, senti se pau se apertando contra meu abdômen fiquei louco comecei a abrir sua calça na hora seu pau saltou pra fora esquentando minha barriga, ele já veio sem cueca, enquanto eu admirava aquela rola, ele terminava de se despir e me pediu – Fred por favor me chupa, obedeci na hora, cai de boca naquela rola, era grande e grossa. Tinha 18x6 cm e cheirava a macho, chupei com vontade, estava decidido a ser o melhor boquete da vida dele, ele soltava uns gemidinhos abafados, como se estivesse envergonhado.

Nossa chupei um bom tempo, e ele nem fazia menção de gozar, parei de chupar e me despi, e então o segurei pela rola e fomos caminhando para o meu quarto, chegamos ao quarto ele começou a me dizer putarias tipo – seu puto, você não sai da minha cabeça, to me masturbando pensando em você todos os dias, agora vou matar minha vontade desse cu, olhei com uma cara bem safada pra ele e disse – to morrendo de vontade de ver o que você é capaz de fazer bonitão, ele me jogou de costas na cama, e enfiou a língua no cu meio que me abraçando por trás, estava muito gostoso meu pau estava mega duro, ele lambia, chupava e mordia minha bunda, lambuzando ela toda de saliva, até que me disse – quero te fuder agora, falei pra ele por a camisinha e fazer o que quizer que eu seria dele sempre que ele quizesse, isso o deixou mais fissurado ainda.

Ele veio pra cima de mim, e so com o lubrificante do preservativo e sua saliva foi forçando a entrada, doía demais o ar ate me faltava, eu queria gritar, mais abafava apenas rangendo os dentes, quando olhei para trás com os olhos cheios de lagrimas, isso pareceu um troféu para ele que em um urro, enfiou a cabeça e o resto do pau escorregou para dentro,e ele nem me deu espaço para respirar e começou a bombar, a dor não parava, mais vinha um sensação prazerosa junto a dor, que a amenizava, quando ele me segurou pelo quadriu e subiu nas minhas costas, sentiu uma pontada no rabo, ele então começou a morder minha orelha, arranhar minhas costas, me abraçou por trás e começou um movimento ritimado, porem rápido e forte, e ele não perdia o pique, seu corpo batia contra o meu, aquilo era muito gostoso, comecei a apertar sua rola dentro do meu cu, e gozei, mais gozei muito, meus joelhos ficaram até bambos, e ele La fudendo, ate que acelerou muito as bombadas, quando eu ia gritar ele tirou a rola de uma única vez arrancou o preservativo, me puxou pelo cabelo, e banhou meu rosto com sua porra, grossa e quente, foram quatro jatos fortes de porra, seguidos por alguns mais fracos, caímos muidos na cama lado a lado, ate que ele tomou a iniciativa e me deu um beijo amoroso e demorado, levantamos e fomos para o banheiro, debaixo do chuveiro ele segurou meu rosto e ficou me olhando fixamente nos olhos, quando perguntei o que era ele me disse – Eu não quero esquecer de nenhum detalhe do seu rosto quero sempre me lembrar do que vivi hoje.

Então falei pra ele que não seria necessário se esforçar pra eternizar esse momento, pois se ele quizesse poderíamos fazer isso sempre que ele precisasse. Ele me sorriu e sem dizer nada me abraçou, e assim começou minha historia com ele, a única coisa que me deixa triste as vezes, é que ele é casado mais isso a gente supera.
Isso era apenas um conto, ou seja, ficção... mais quem gostou me add para trocarmos uma idéia.

jsfj1990@hotmail.com

Novidades no Amazonas

Vou me apresentar como Osvaldo, sou divorciado tenho 38 anos de idade, 1,90 Alt. 85 Kilos, meu corpo é bem desenhado devido ao trabalho com o campo desde muito novo, morava em Goiás, mais como me divorciei e nada mais me prendia aquela cidade, e não tenho filhos, decidi recomeçar. Então me mudei para Novo Airão- AM, comprei um pedaço de terra por aqui, e comecei uma lavoura de milho, o tempo foi passando, contratei mão de obra, e sempre que possível ia a cidade, curtir a vida noturna, e descarregar as minhas energias, pois como estava solteiro, não tinha mais uma mulher a minha disposição pra saciar meu tesão sempre que eu precisa-se... Então sempre ia em uma “casa da luz vermelha” pois bem, isso nem vem ao caso, o que eu quero mesmo contar, é como minha vida deu um guinada.

Numa terça-Feira pela manhã, me levantei, tomei banho, bati aquela bronha, depois café e trampo... lá pelas 10:00 da manhã surge um pessoal na cede da fazenda, voltei para recepcioná-los avisado pelo caseiro, pensei que fosse aquele pessoal do senso do IBGE, voltei os cumprimentei, então naquele grupo de pessoas me surge um rapaz, um tanto quanto diferente dos demais que ate então eu havia visto, era um rapaz, moreno tipo chocolate, olhos castanhos não muito escuros, rosto com traços finos, mais não deixava de ser másculo, deveria ter em torno de 1,76 alt e pesar uns 75 kilos, nos cumprimentamos, e me explicaram que estavam fazendo pesquisa de campo com pessoas de baixa renda, que foram pouco alfabetizadas ou que não foram alfabetizadas, na minha fazenda moravam algumas famílias então os indiquei o caminho e os deixei trabalhar.

Fui à cozinha pedir a minha ajudante que fizesse bastante comida, pois sabia que aquele pessoal não concluiria a tempo de ir embora almoçar, voltei para armazém de secagem de milho e acabei me entretendo com o trabalho quando próximo a uma hora da tarde, o filho do Jeremias o caseiro veio me dizer que o pessoal me aguardava. Por sorte não havia me sujado nem transpirado, ainda estava cheirosinho voltei, os convidei para almoçar, e notei que o rapaz me olhava vez ou outra, mais sempre que olhava pra ele, o mesmo desviava o olhar, fomos almoçar, estávamos em oito pessoas, os quatro que vieram, fazer o estudo de campo eu, minha ajudante que sempre almoça comigo o Jeremias e o menino dele, por conhecidencia fiquei sentado de frente ao rapaz, durante o almoço sentia que seus pés por algumas vezes esbarravam com os meus, e por determinados momentos tinha a impressão que ele roçava as minhas pernas, ele estava de bermuda, e eu de calça Brin, fiquei um pouco desconfortável no começo, mais ele me deu um sorrisinho de canto de boca, nossa na hora eu fiquei aceso nem ligava que era homem, eu gosto muito é de safadeza.

Enquanto comia o cara tirou o tênis e agora passava os pés na minha perna, certo momento fiz um gesto negativo com a cabeça como que espantando uma mosca, mais para ele parar, e assim ele fez, terminamos de comer, tomamos um belo café conversamos e nos dispidimos, quando eles iam embora o rapaz que aqui vou chamar de Lucio, me disse que tinha uma bela fazenda, e que deveria ser ótimo morar naquele recanto então respondi –Sim é muito bom morar aqui, apesar de solteiro, tem sempre o pessoal por aqui nem tenho tempo para solidão, falei isso dando risada,e perguntei por educação que se eles quizessem poderiam vir ao final de semana para irmos a cachoeira que era na minha propriedade, Ok a semana transcorreu de forma tranqüila, quando sábado de manhã quem me surpreende no barracão o Lucio, chegou me cumprimentando, e perguntando se o convite ainda estava de pé – Disse que sim, que poderia ficar, e perguntei onde estavam as meninas que vieram com ele anteriormente, então ele me disse que veio sozinho, pois queria passar um final de semana de homens, fingindo que não entendi começamos a conversar. Ele me disse que tinha 27 anos de idade, que sua profissão era dialectólogo,e que estava fazendo sua tese de mestrado e que parte dela era a pesquisa de campo, que ele fez na minha propriedade.

Perguntou-me se eu era formado, disse que sim, que era economista por profissão, ele então riu e perguntei o que era ele então me disse que só poderia ser carma, pois a ultima pessoa que namorou também era economista, na hora perguntei – pretende namorar comigo?! Ele não se fez de rogado e disse que sim, que não via problemas nisso, acho que na hora fiquei de todas as cores que existem de tanta vergonha que fiquei, e disse pra ele não em levar a mal, mais que meu negocio era mulher, ele me disse – Vai me dizer que quando era jovem você nunca teve um amigo, que as vezes tocavam uma juntos ? Brincavam em córregos, riacho de forma mais ousada, disse que sim, mais que isso não era ser gay, e que tinha até um nome, era só uma questão de curiosidade que todo jovem, ou melhor, a maioria dos jovens passava por aquela situação, ele retrucou me dizendo – Façamos de conta então que isso é uma brincadeira de amigos, e que ninguém precisa saber, nossa a ousadia dele estava me deixando irritado e excitado, disse pra ele que sempre quis fuder uma bunda, mais que não iria rolar, pois naquele momento meu objetivo era outro.

Ficamos horas conversando, ate que terminei meu trabalho e o convidei para irmos ate a minha casa, entramos na casa fui para o meu quarto, tirei a roupa e fui para o chuveiro fechei os olhos para enchaguar o cabelo, e quando abro os olhos o cara esta na minha frente pelado e pau duro, aquele cara, estava me deixando doido, já passou a mão na minha ferramenta me olhando com uma cara safada e dizendo – Ta afim de brincar ?! Nossa nunca vi meu pau ficar duro tão rápido, é incrível como nessas horas perdemos os nossos pudores, e vão-se embora os conceitos e pré-conceito que temos, senti que seu rosto se aproximava do meu, me senti como no meu primeiro beijo, meu coração disparou me deu aquele friozinho na barriga, meu pau latejava de tão duro que às vezes até doía ele me envolveu em um beijo quente e úmido na medida certa, meu corpo arrepiava a cada toque daquele homem, seu corpo menor que o meu, me envolvia, ele controlava a situação sua mão escorreu pelo corpo, descendo até meu pau e foi abaixando, eu estava ansioso pelo toque de seus lábios no meu membro rijo, quando finalmente ocorreu, quase explodi em um gozo, mais me controlei queria prolongar aquele momento, ele chupava muito bem, comecei a gemer, ele me olhava e perguntava se estava gostoso, eu respondia que sim que não queria que ele parasse. Ele chupava ate que não agüentei mais e gozei. E como gozei, nos ombros dele, peito, mal terminei de gozar, meu cacete ainda estava sensível e ele voltou a me chupar, meu pau foi ficando durão denovo, ele mamava igual a um bezerro.

Até que finalmente o segurei pelos cabelos e disse que apartir daquele momento eu controlaria a situação que ele seria meu capacho, o levei para o quarto, ainda molhados deitamos, o virei de costas e finalmente lamberia um cu, coisa que sempre quis fazer, quando via aquele cu, nossa que delicia era limpinho, meti a língua sem vergonha alguma, lambia, chupava mordia, e ele suspirava e rebolava na minha cara, comecei a morder suas costas enquanto enfiava o dedo naquela bundinha, coloquei dois dedos, ele se comportava como uma puta seu olhar, me desafiava, peguei uma camisinha no meu criado mudo, e falei para ele – Firma que eu vou bombar. Ele ficou de quatro e subi nas costas dele, firmei melei o pau com KY, e fui colocando, a cabeça pressionava aquele buraquinho, ate doía, quando finalmente entrei eu tinha feito tanta força que o pau deslizou até a metade , ele soltou um grito abafado e me senti motivado, e enfiei tudo, comecei a bombar sem dar espaço para ele se acostumar com meu membro em suas carnes, eu estava finalmente comendo um cu, e como era gostoso, eu o segurei pelo pescoço e cabelos, e fudi, literalmente fudi, bombava em ritmo frenético nenhuma mulher me deixava fuder assim, afinal meu pau, não é tão fácil de agüentar tem 19 x 6,5 cm, modéstia a Parte eu tenho um cacetão, pedi pra ele sentar na minha rola, ele obedeceu de pronto, me deitei e la vem ele me engolindo com aquele cuzão gostoso.

O cara rebolava no meu pau fazia movimento circulares, nossa eu estava delirando quando ia gemer ele me beijava, sufocando minha voz, com seus beijos o que me deixava ainda mais exitado, em certo momento, ele começou um movimento ritmado e falei cara eu vou gozar o cara então acelerou e diz goza então, seu puto. Foi o tempo de ele fechar a boca e explodi em mais um gozo farto e excitante, pensei que ate tinha estourado o preservativo, mais não foi só minha excitação que me fez pensar isso. Ele ainda ficou com minha rola dentro do cu, não demorou muito enquanto ele se masturbava e me beijava senti meu pau sendo esmagado pela sua bunda, e minha barriga ser lavada por sua gala, ele gozava e gemia, quando terminou caiu por cima de mim, e ficamos abraçados por alguns minutos embreagados por aquele cheiro de sexo, levantamos tomamos um mega banho, e descemos para Cachoeira, enquanto nadávamos e nos conhecíamos melhor, a cada palavra do Lucio meu corpo reagia com tesão, sempre que estou perto dele fico de pau duro, é quase impossível de controlar.
Isto é apenas ficção ( é apenas baseado em fatos reais).

jsfj1990@hotmail.com

Aconteceu numa sexta-feira

Sou casado, tenho 42 anos, e até ha cerca de dois anos não tinha tido experiência de sexo com outro homem, com exceção de uma vez com um travesti muito bonito (seios grandes, provavelmente siliconados, bunda linda, etc, o único senão era a voz, inconfundivelmente masculina, sendo forçada a parecer feminina, o que é facilmente notado). Mas um cara com aparência de hétero era novidade, até porque nunca tinha tido qualquer interesse nesse tipo. Contudo, em salas de bate-papo eles são facilmente encontrados, e passei a sentir curiosidade em saber como seria uma foda com outro macho, que nao tivesse aparência feminina.

Minha primeira vez aconteceu em maio de 2009. Desde então, comi algumas bundas masculina, sendo que a maioria classifico como péssimas experiências. No entanto, houve exceções, e a que aconteceu no dia 08 de abril de 2011 - anteontem - vai ficar marcado como umas das melhores experiências com novinhos que já tive.

Depois da primeira vez, passei a sentir tesão por um tipo de garoto específico: aquele moreno, um pouco abaixo da minha altura, de 1,75m de altura, submisso e safado. Conversei com muitos, comi outros tantos, mas nunca tinha sentido um tesão incontrolável por um moleque desses, até a ultima sexta-feira, quando conheci no bate-papo um cara de 19 anos que tinha como nick "garotopassivo".
Estava no trabalho e, de quando em vez, acesso a sala de bate-papo do UOL e, numa dessas ocasiões, falei rapidamente com o guri, que me pareceu centrado, e não afeminado, que não curto.

Peguei o seu telefone e disse que poderia me encontrar com ele no horário de almoço. Corri para pegar meus filhos na escola e leva-los em casa. Dei uma desculpa para não almoçar em casa. Assim que saí de casa liguei para o número que tinha sido informado pelo tal garoto. Liguei, e ele pediu 30 minutos para tomar banho e se vestir. Fui para o local indicado, quase na saída da cidade e confortavelmente próximo a alguns motéis. Quarenta minutos e algumas ligações depois, entra no carro o garoto de cerca de 1,68m de altura e 60 quilos. Com aspecto de ter idade a menos do que informou no BP; perguntei novamente a idade dele, e ele respondeu "19 anos", e ofereceu a identidade. Recusei, mas, novamente ao chegar ao motel, entrando no quarto, perguntei pela ultima vez a sua idade. Ele riu da minha preocupação e disse pra ficar tranquilo.

O garoto era atirado, e me agarrou assim que passamos pela porta do quarto. Afastei-o e disse que precisaria de um banho. Ele ficou deitado na cama, vestido. Terminei o banho e, enrolado na toalha, fui para a cama. Já deitado, o garoto novamente se atirou sobre mim, tentando me beijar, coisa da qual, se possível, procuro evitar. De repente, ele puxa a minha toalha e encarando a minha pica de 18cm, grossa, começou a chupá-la. Percebi a sua inexperiência nesse aspecto, arranhando os dentes na cabeça do meu pau. Tentou enfiar com cuidado mais fundo na garganta, mas não conseguiu. E eu na altura, com o pau doendo de tão rijo - e já estava assim há algum tempo.
Mudei de posição, e me finquei no meio das suas pernas, já forçando a entrada de seu cuzinho. Notei uma espécie de óleo na sua bunda, e ele me disse que era hidratante. Brincando de novo na sua portinha, ele pediu que eu colocasse a camisinha. Fiz isso rapidamente, me posicionado entre suas pernas, enquanto ele passava saliva no cu. Comecei a penetrá-lo, e ele fazendo expressão de dor, me freava, segurando o meu peito, enquanto afastava seu quadril, retardando a penetração. Fui devagar e entrei por completo, ao mesmo tempo em que ele começava a rebolar debaixo de mim.

Invertemos a posição, e ele ficou em cima e sentou no meu pau, recomeçando o rebolado gostoso. Fodi-o com vontade, às vezes pegando no seu pau fino. Como estava bastante excitado, pedi pra ele ficar de quatro e enterrei com vontade. Percebi que iria gozar retirei o pau do seu rabinho já arregaçado e jorrei esperma. Foi quando tive uma surpresa: o safado caiu de boca no meu pau e chupou com vontade. Toda a minha porra foi parar na sua boca, enquanto eu delirava. Foi uma agradável surpresa. Não sei se ele engoliu ou cuspiu, simplesmente estava arfando, procurando fôlego depois daquela gozada abundante. Ficamos na cama, e ele deitou no meu braço, e começamos a bater papo. Não demorou muito e ele, falando sacanagens, me deixou um ponto de bala novamente.

Abracei-o por trás, deitados de lado, e comecei a pressionar meu pau na entrada de seu reguinho, com ele procurando impedir minha penetração. Para dissuadi-lo, comecei a beijar seu pescoço e morder sua orelha. Não demorou, e percebi que ele tava completamente entregue e submisso. Apesar disso, exigiu camisinha, mas agora eu queria jogar minha porra no cuzinho dele. Pressionei e entrei, entre os gemidos dele. Logo, ele estava fazendo movimentos enérgicos subindo e descendo seus quadris em cima do meu cacete. Uma loucura. Comecei a bater uma punheta nele. Fodemos como loucos, e acabei sem fôlego. Ele, determinado a me fazer gozar de novo, se encaixou em mim, e fazia movimentos amplos, fazendo meu pau quase escapar de seu cu, e enterrando minha pica até bem fundo nele, a ponto de eu sentir alguma coisa dura em contato com a cabeça do meu pênis, todo enfiado naquele garoto incrível. Tudo só sensações, sem palavras, com respiração ofegante e sentidos o mais prazerosos já experimentados por mim. Percebi que iria gozar de novo, e me posicionei em cima dele que, com as pernas abertas, pronto pra me receber dentro dele de novo. Mas não aguentei, e gozei em cima de pau ainda totalmente rígido dele.

Achei que iria ter folga, mas o menino estava com bastante vontade, e agarrou minha pica já dando sinais de que iria amolecer, e puxou para a entrada de seu arregaçado cuzinho. Foi aí que dei um basta. Ate poderia comê-lo mais uma vez, mas precisaria de um tempo maior para me recuperar, e o horário do meu almoçou tinha acabado. Tomamos banho, pedi a conta e saímos. Fui levá-lo em casa; nos despedimos e voltei ao trabalho, exausto mas aliviado. Extenuantemente aliviado.
Depois descobri uma incrível coincidência relacionado a ele. Voltamos a conversar naquele dia, e disse que já estava pronto para a terceira foda do dia, mas que nao ocorreu, pois desabou um temporal na cidade e fico complicado. A experiência com o garoto tarado foi tão excitante para mim, que ainda bati uma gostosa punheta quando cheguei em casa, à noite, pensando naquele guri gostoso.

 

A Minha Longa Iniciação - Parte 1

Essa é parte da minha história verdadeira, donde relato todas as minhas experiências vividas entre quatro paredes.Também é o primeiro capítulo do meu livro, de um total de doze. Desde já, aviso que, talvez por retratar acontecimentos estranhos e reais da minha preadolescência, ela é longa, por não ser um simples conto, mas o capítulo inicial de um livro. Se possível (e se conseguirem), deve ser lida aos poucos, até por que, estará sempre por aqui, disponível para a leitura, em qualquer horário. Não há pressa. Os detalhes são mantidos tais quais na obra original, haja vista que, sem eles, seria mais uma história banal.

 

Conforme irão perceber, procuro narrar, no formato original, os fatos mais marcantes da minha vida, e o faço não só do modo que realmente aconteceram, mas com o porquê deles acontecerem. Caso apreciem essa primeira parte, os dois capítulos seguintes estarão nesse mesmo site, se assim sua proprietária o permitir, claro.

 

 A continuação de toda a minha história, até o Capítulo 12, os leitores poderão apreciá-la adquirindo o meu livro a ser brevemente publicado. Para tanto, basta  simples mensagem e/ou contato  no e.mail  ou MSN    silvinhaalm@hotmail.com  

 

Pois bem, explicado isso, vamos a  PARTE I  :

 

 

 

Sou natural de Santa Catarina, descendente de imigrantes portugueses e alemães e a primeira de cinco filhos, sendo três meninas e dois meninos. Sempre fui reservada, muito na minha. Desde pequena, preferia ficar sempre nas internas, pois achava que ninguém iria gostar de mim. Eu era gordinha e considerava-me feia por isso. Quando entrei para a escola me lembro bem: Fiquei no cantinho da sala, bem quietinha, só observando...assustada. Desde cedo achava que tinha que ser diferente para me destacar no grupo, e que se eu fosse somente ficar esperando por algo,  nunca iria conseguir nada. Daí passei a  dedicar-me mais aos estudos, e vi que tinha uma certa aptidão. Descobri que era inteligente, e comecei a usar isso para conquistar os colegas na sala.

 

Na sexta série escolar  nos mudamos para Balneário Camboriu, bem no meio do ano. Isso para quem está na escola é um saco! Passei quatro  anos nesta cidade. Lá fiz mais amigos e comecei a me soltar um pouco. Só um pouquinho! Brincava muito na rua com os meninos e as meninas que moravam perto. Minha mãe ficava louca da vida comigo. Falava-me  que eu não deveria brincar tal qual um menino. Neste período emagreci bastante, de tanto correr pelas ruas de Balneário.

 

Aos quinze anos tornei-me uma adolescente interessante, como diziam as pessoas, pois me tornara uma loira esbelta, com cinturinha definida, coxas roliças, seios salientes, com mamilos rosadinhos, olhos verdes e muitas sardas no nariz. Tive meu primeiro namoradinho. Era um menino que estudava comigo. Uma gracinha. Loiro também, olhos escuros, ligeiramente magro e bem alto para a sua idade. Namorico de criança. Foi o primeiro que beijei. Saía da aula e logo depois do almoço já ia até a casa dele, estudar e namorar. Chamava-se Paulo e era somente um ano mais velho do que eu, embora já aparentasse ser um jovem de dezoito anos.

 

Certo dia  estávamos estudando na casa dele e acabamos ficando a sós, porque sua mãe teve que sair para fazer umas compras. Estávamos os dois sentados numa mesa da copa, próximos à cozinha. Era verão e eu ainda trajava o uniforme da escola, porque fui direto do colégio para a casa dele. Ele, porém, havia trocado de roupa e usava um calção tipo “surfista”, chinelos e uma camiseta branca. Eu me concentrava nas questões escolares, mas, num certo momento percebi que ele me olhava de maneira estranha, parecendo meio inquieto. Foi quando que, por uma distração, deixei minha caneta cair no chão, sob a mesa, e abaixei-me para apanhá-la. Assim que me abaixei, levei um susto, porque pude perceber que Paulo estava com o pênis ereto, dentro daquele calção, que mais parecia uma barraca armada. Confesso que aquela situação de início me chocou, mas aquilo me deixou muito curiosa também.

 

Tentei continuar escrevendo, mas não conseguia mais me concentrar nos cadernos e Paulo, que se sentara à minha frente, mudou-se de posição, vindo a sentar-se ao meu lado, na mesa. Já ao meu lado, em dado momento, colocou sua mão esquerda sobre a minha mão direita. Aquele ato seu deixou-me super apreensiva, o que não era para ser, até porque já havíamos nos beijado antes. Ali, naquele momento, ele acariciou minha mão e a pegou, levando-a para baixo da mesa, fazendo-me tocar suas pernas. Depois ele a colocou sobre seu calção, até que pude senti-la encostando-se no seu membro, que permanecia ereto lá dentro. Quis removê-la, mas ele não deixou e aos poucos fui cedendo e acabei apalpando-o por sobre o tecido mesmo, sentindo-o pulsar lá dentro. Aquilo acabou mexendo comigo e logo minha mão já estava dentro daquele short. Pude sentir o pênis dele rígido e quente nela. Era o meu primeiro contato com o mundo externo carnal. Ele ficou inquieto quando passei a segurá-lo firme com a mão. Não tive coragem de abaixar-me sob a mesa e olhar aquilo. Mas estava gostando de pega-lo e ele se contorcia cada vez mais com o meu toque. Logo, comecei a puxá-lo para cima e para baixo e daí a pouco senti um liquido quente e pegajoso escorrer-me na mão. Era escasso e branco, e também quentinho. Depois disso, vi que ele se sossegou e até tirou a minha mão de lá.

 

Após, guardou o pênis e foi em direção ao banheiro, e eu limpei a mão num pano que se encontrava sobre a pia da cozinha. Ele ainda estava no banheiro, quando ouvi um barulho na porta da rua, que fica no início da escada de acesso ao apartamento e, logo em seguida, ouvi alguém batendo na porta da cozinha. Era sua mãe que retornava da rua. Aproveitei a chegada dela, recolhi meu material escolar e fui embora sem sequer me despedir dele.

 

Em casa ninguém sabia de nada. Cada vez que chegava, era uma bronca que levava. Quando meu pai chegava na sexta-feira (ele viajava muito), minha mãe fazia o relatório completo. Foram as únicas vezes que meu pai me bateu. Naquele dia fiquei muito pensativa no meu quarto, pois não conseguia tirar da cabeça o fato acontecido na casa do Paulinho. Se alguém soubesse disso, principalmente os meus pais, acho que morreria.

 

No dia seguinte, sequer tive coragem de ir à escola, com medo de encontrá-lo. Mas como já era sexta-feira, simulei estar doente e fiquei em casa. Minha mãe ficou apreensiva com essa minha doença súbita e uma amiga dela chegou a dizer que eu estaria com início de desidratação, recomendando que eu tomasse bastante líquido. Como não apresentava febre, passei o final de semana tomando muitos sorvetes, especialmente liberados para mim...rs

 

Difícil mesmo foi enfrentar a segunda-feira na escola e ter que encará-lo, depois daquilo. Passei todo o final de semana só pensando nessa hora terrível, mas fui. Ou melhor, tive que ir. Criei coragem, vesti minha roupa de colegial e novamente partia para vida de sempre, apesar desse percalço que tive.

 

Embora estudássemos na mesma sala,  não tive coragem de falar com ele, que logo percebeu isso. Tentou se aproximar de mim o tempo todo, mas, naquele dia não nos falamos. Raquel, uma amiga nossa que às vezes também freqüentava a casa do Paulinho chegou a me perguntar se tínhamos brigado e eu lhe respondi que não. Apenas falei que minha mãe não estava gostando dessa minha amizade com ele, porque já estava parecendo namoro e eu não tinha idade para isso. Por medo dela falar alguma coisa para o meu pai, estava evitando conversar com ele, Paulinho. Só isso. Naquele momento, ela pareceu ter me entendido, mas logo voltou a me procurar trazendo recado dele, que a todo custo queria falar comigo. Ele chegou a me procurar em casa, mas eu, arredia, o evitei.

 

E assim passei toda aquela semana, só falando o estritamente necessário com ele. Nem acreditei quando finalmente chegou a sexta-feira e poderia ficar livre da escola todo o final de semana. Infelizmente, fiquei livre da escola, mas não dele. Ele tornou a ir em minha casa para falar comigo, e daí cheguei a  pedir  à minha irmã do meio para dizer-lhe que eu não estava, que tinha saído para a rua, que talvez estivesse na casa da Raquel. Os assédios dele em se aproximar de mim, já não eram tão insistentes muito embora continuassem seus recadinhos, transmitidos pelos nossos colegas. Quando eu ficava sozinha, evitava ter a lembrança daquela coisa horrível que eu tinha feito. Jurei a mim mesma nunca mais entrar naquele apartamento.

 

Mais outra semana se passou tranquila para mim. Estava feliz, e até passei a freqüentar mais a casa de outros amigos e amigas.

 

Na escola, num certo dia, a professora de Português marcou trabalho em equipe e, como era costume da minha turminha, esses trabalhos eram feitos na casa do Paulinho, porque lá era um local mais tranquilo, sem gente por perto. Ele só tinha uma irmã mais velha, mas durante a semana morava em Florianópolis, com os avós paternos. E também não eram todos os finais de semana que ela retornava para  casa. Seu pai era dono de uma imobiliária, lá mesmo em Balneário Camboriu e a mãe dele o ajudava no negócio, ficando pouco tempo em casa. Raquel, aquela amiga que falei, não sei se pela intenção de me socorrer, retrucou meus outros amigos quando eles falaram em fazer o trabalho escolar na casa do Paulinho, dizendo que seria melhor fazermos em outro local, porque, toda vez, só o fazíamos na casa dele.

 

Porém, fora em vão a sua tentativa de me “ajudar”. Ninguém concordou em mudar de local. Teria que ser lá mesmo, como sempre o  fizéramos. Eu fiquei calada. Não dei minha opinião, nem contrária, nem favorável.

 

Depois da aula fui direto para casa e no caminho encontrei-me com dona Selma, a mãe de Paulinho, que veio me cumprimentar alegremente dizendo:

 

—Tânia, que saudade!   Há quanto tempo que não a vejo menina!  Você sumiu lá de casa. Eu lhe respondi:

 

— Pois é Dona Selma, não tenho saído muito de casa, porque tenho que ajudar minha mãe, e também o meu pai quer que eu estude mais, porque minhas notas pioraram. Mas amanhã iremos à sua casa, com nossa turma, fazer mais um trabalho escolar, junto com o Paulinho.

 

  —Nossa que ótimo você voltar lá!  Vou até preparar um bolo bem gostoso para vocês.  Você é como uma filha pra mim, sabia? Sinto tanta saudade da Lenice, que agora vive em Floripa e você parece que veio para ficar no lugar dela. Disse-me aquela senhora sorridente. Despedimo-nos, e ela se foi.

 

 À noite no meu quarto, não teve jeito. Voltou à mente o acontecimento daquele dia,  com ele lá no apartamento. Até parecia sentir novamente seu membro duro entre os dedos da minha mão. Acabei acariciando meu sexo e senti minha vulva um pouco inchada, parecendo que queria se entreabrir sozinha. Passei a acariciá-la e aos toques dos meus dedos, contorcia-me todinha na cama. Um líquido meio pegajoso deu de sair na portinha dela, inclusive chegando a molhar meus tenros pelos pubianos.

 

Lembrava da minha mão tímida segurando aquele membro quente dentro do calção e me excitava mais ainda. Nessa hora fiquei pensando arrependida por não ter tido coragem de ter espiado como ele seria. Pelo tato pareceu-me grosso e comprido. Parecia até mesmo maior do que o palmo da minha mão aberta. Infelizmente a surpresa e o medo fizeram com que eu não o olhasse. Que só o sentisse em minha mão.

 

Pensando naquilo, minha vulva aos poucos foi ficando toda úmida e eu já me contorcia na cama, experimentando um prazer diferente, proporcionado pela carícia dos meus dedos em meu sexo virgem. Nesse dia tive meu primeiro orgasmo e pensei que já era uma mulher adulta,  e que deixara de ser criança. Não imaginava que minha vulva pudesse se molhar tanto assim, a ponto de me fazer ir ao banheiro me secar e trocar de calcinha.

 

No dia seguinte, acordei mais cedo do que de costume,  e pela primeira vez, desde aquela marcante data, fui à escola toda feliz, lembrando da gostosa descoberta que fizera, na noite anterior. Estava mais solta e mais alegre, sentindo novamente o prazer de ir ao colégio, bater papo, reencontrar os amigos, e também doida para poder ficar sozinha de novo, na minha cama, no meu quarto.

 

Terminada a aula fomos todos da nossa turminha para a casa da dona Selma, fazermos o trabalho da escola já programado. Ela nos recebeu com muita simpatia e havia preparado uma mesa farta para todos nós. Parecia festa de aniversário. Adorei uma torta de morango que ela fez. Disse-nos que os morangos vieram da fazenda dos pais dela, de Blumenau. Também nos disse que em qualquer oportunidade poderíamos passar um final de semana lá, com Paulinho e toda a turma do colégio. Adoramos a idéia, mas não saberia dizer se meus pais deixar-me-iam ir sozinha, com eles. Após nos deliciarmos daquelas iguarias, começamos, enfim, o nosso trabalho escolar. Dentro de duas horas mais ou menos, conseguimos terminá-lo.

 

Dona Selma já havia nos deixado porque seu esposo a chamara na imobiliária, por telefone. Ao todo éramos cinco pessoas, mais o Paulinho. Um a um eles foram  nos deixando, até que ficamos somente eu, Raquel e Paulinho. Raquel me convidou para irmos embora, mas Paulinho  disse-me para ficar porque a mãe dele, Dona Selma, estava voltando e queria me dar uns doces que sobrara, para eu os levar para mamãe, lá em casa.

 

O apartamento que eles moravam ficava em cima de uma loja e o acesso até ele se fazia por uma escada grande, de degraus largos. Lá embaixo, havia uma porta que dava para calçada da rua e, na parte de cima, no fim da escada, existiam duas portas; a da cozinha e a da sala. Por precaução decidi sair junto com a Raquel, e quando estávamos descendo a escadaria, disse a ela que iria esperar por Dona Selma, sentada ali no degrau,  já do lado de fora do apartamento. Raquel me disse:

 

— Tudo bem, você pode ficar, mas eu tenho que ir embora porque já é tarde para mim.  Avisei em casa que não iria demorar muito. Tchau, beijos amiga.

 

Despedi-me dela e fiquei sentadinha no degrau esperando por dona Selma. Passados uns minutos, Paulinho surgiu lá em cima, no topo da escada e me chamou:

 

— Vem pra cá sua boba. Vamos esperar mamãe aqui dentro.

 

Eu lhe disse:

 

— Melhor não.  Aqui está bom pra mim. Se você quiser sair pra rua, pode ir, que eu espero sua mãe aqui.

 

Ele retrucou:

 

— Eu não iria fazer algo assim com você né? Deixá-la aí sentada, sozinha, na escada, a esperar. Posso ficar aí junto com você? — ele me perguntou.

 

 — Sim pode. respondi-lhe.

 

E daí sentou-se ao meu lado, no degrau. Logo veio me dizendo:

 

 — Nossa você sumiu daqui hein. Senti tanto sua falta. O que aconteceu com você?

 

Eu lhe dei aquela mesma resposta de sempre, que estava estudando, ajudando minha mãe em casa, etc.

 

 Notei que ele usava quase a mesma roupa daquele histórico dia, qual seja, bermuda de surfista, chinelos e camiseta. Em cidades praianas, no verão, as roupas usuais dos rapazes são praticamente sempre essas. Logo ele disse no meu ouvido:

 

— Sabia que te amo muito? Acho você um doce!

 

Deu-me um beijo no rosto e fiquei corada, com vergonha mesmo. Também estava preocupada, porque a mãe dele estava vindo da imobiliária para casa. Depois daquele beijo na minha face, ele deu-me outro, em meu queixo e logo nossas bocas se encontraram, como às vezes fazíamos algum tempo atrás, ali mesmo na escada. Eu lhe disse:

 

— Melhor pararmos Paulinho. Sua mãe irá chegar! Ele me respondeu:

 

 — Que nada, ela avisou que só voltaria mais tarde e que era pra eu arrumar os doces numa cesta pra você levá-los pra sua casa depois. Eu lhe disse:

 

— Não acredito!  Seu mentiroso. E ele:

 

— Calma amorzinho!  Não tem nada demais ficarmos conversando aqui né.

 

Acabei concordando, mas só que pedi pra ele trancar a porta lá de baixo direito, porque  Raquel havia deixado-a entreaberta. Bastava bater o fecho que depois ela só abriria com o trinco, pelo lado de dentro, ou com chave, pelo lado de fora. Ele desceu, fechou a porta e sentou-se ao meu lado de novo.

 

Eu estava com aquele mesmo uniforme de sempre, blusa branca, saia azul de pregas e calcinha de algodão branca, toda rodeada por rendinhas. Aliás, eu tinha um monte dessas calcinhas...rs

 

Logo retornamos aonde tínhamos parado, ou seja, beijo na boca. Ele me beijava não só a boca, mas meu rosto todinho. Olhos, pontinha do nariz, queixo, tudo. Senti uma sensação estranha quando, beijando meu ouvido, ele colocou sua língua molhada lá dentro. Logo ele começou a acariciar minhas pernas. Achei gostoso sentir sua mão passando por minhas coxas. Depois ele subiu minha saia e quando quis tocar na minha calcinha, tirei a mão dele. Fiquei um pouco com vergonha quando ele viu minha calcinha. Acho que a rendinha dela o excitou mais ainda.

 

Nisso, ele jogou seus chinelos pela escada abaixo e também se livrou daquela bermuda, ficando somente de cueca e camiseta. Facilmente percebi, de novo, seu membro rígido lá dentro.

 

Agora ficou mais saliente, porque, ao invés de uma bermuda grande e larga, se aconchegava numa minúscula cuequinha de lycra, que se esticava toda para fora, com o aparato que tinha lá dentro.  Daí  chegou mais perto de mim, e naquele largo degrau da escada,  recomeçamos nossos beijos.

 

Ele voltou a passar a mão nas minhas coxas, e quando o senti  tocando o elástico da minha calcinha, novamente peguei-lhe na mão  para tirá-la de lá. Só que ele segurou  a minha mão e a levou direto para dentro da  cueca. Estremeci quando senti novamente o contato com aquele membro teso. Não resisti e apertei-o bastante. Foi quando ele num rápido lance, abaixou sua cueca até a altura dos joelhos e finalmente pude vê-lo, ali bem de pertinho. Daí, agora de pau duro, voltou a  sentar-se no degrau. Achei-o imenso naquele momento, pois a única comparação que poderia fazer era com meus dedos. Compará-lo com aqueles que eu já vira em alguns livros e revistinhas eróticas era muito difícil, porquanto uma coisa é vislumbrar fotos  frias e sem vida, outra é vê-lo pulsando, ao vivo, e em três dimensões.  

 

Tinha algumas veias salientes pelo seu corpo e uma cabeça larga, inchada e toda úmida. O furinho central era ligado a uma capinha de pele que, quando eu a puxava, fazia a cabeça vermelha sair por inteiro. Passei a mão bem gostoso naquele monumento, agora sem tanto medo assim, e desci a mão até a sua bolsa, que tinha uma pele rugosa,  passando a acariciar suas bolinhas, que mais tarde eu soube  chamarem-se testículos.

 

Ele ficou olhando para mim, enquanto admirava aquilo, mas, quando o percebi olhando nos meus olhos, fiquei com vergonha e tirei a mão do seu falo.  Nessa hora ele me beijou novamente e eu, parecendo apaixonada, correspondi-me feito uma doida, querendo devorar sua boca. Logo, senti novamente sua mão tocando o elástico da minha calcinha.  Dessa vez não tentei tirá-la de lá. Ele queria puxá-la para baixo, mas não conseguia, porque eu estava sentada no degrau.

 

Nisso, tive um arrepio: Ele enfiara a mão lá dentro e pude senti-lo tocando meus pelinhos vaginais. Estremeci de prazer e voltei a segurar-lhe o membro, enquanto ele, com os seus dedos, acariciava minha vulva. Levei um susto e tive dor quando seu dedo tocou meu hímen. Ele percebeu que não gostei e não repetiu o ato. Ficou com sua mão gostosa acariciando minha vulva,  tentando esticar  seus  finos pelos dentre os dedos, como se estes fossem um pente.

 

Quando ele tentou de novo puxar minha calcinha, colaborei e levantei meu bumbum do degrau da escada. Daí ele a puxou entre minhas pernas,  tirando-a finalmente. Foi quando também se livrou daquela cueca, ficando somente de camiseta. Comecei a masturbá-lo com prazer  e durante todo tempo ele tentava se abaixar para poder colocar os olhos embaixo e ver o meu sexo, mas eu não deixei. Mesmo nessa hora, morria de vergonha de ter minha intimidade toda exposta daquela maneira. Minha vagina ficou super molhada, sendo que ele inclusive enxugava a mão e os dedos que a tocavam, em minha coxa. Logo ele começou a gemer e novamente minha mão fora inundada pelo seu esperma quente. Eu também tive um gozo intenso com a mão dele lá, um prazer igual ao acontecido no meu quarto, na noite anterior. Não resisti e passei seu esperma nas minhas coxas, lambuzando-as.

 

Depois  entramos no apartamento para nos secarmos e tivemos que ir meio rápido porque o telefone já estava tocando. Era sua mãe pedindo-lhe para tirar algo congelado do freezer, porque ela logo viria para casa.

 

Pedi minha calcinha de volta e ele não quis devolvê-la. Fiquei apavorada, só de pensar em ter que ir para casa de sainha curta e sem calcinha.  Daí ele foi ao quarto da sua mãe e  trouxe-me uma calcinha  da Lenice, sua irmã.  Aquela era meio grande para o meu físico e pedi-lhe que trocasse por uma menor. Logo ele retornou trazendo-me outra. Essa era  minúscula, um fio dental.  Embrulhamos os doces que sobraram, e rapidamente, fui-me embora para  casa.

 

Quase sempre, quando eu estava sozinha no meu quarto, lembrava-me do ocorrido e tal lembrança sempre resultava no gostoso gozo de uma siririca. Ao contrário do acontecido naquele meu primeiro encontro, em que parecia ter ficado com medo de tudo e de todos, agora eu já me sentia mais tranquila, a ponto dos meus colegas já acharem que eu e Paulinho estivéssemos mesmo namorando. Realmente, ficávamos sempre juntos no colégio, trocando beijinhos e dando alguns amassos. Ele sempre me convidava para irmos novamente ao apartamento dele, mas eu evitava isso, porque temia algum possível flagrante da sua mãe, em nossa intimidade.

 

Certo dia, logo cedo no colégio, ele veio ao meu encontro, todo feliz, e disse-me que seus pais teriam ido de manhã para Florianópolis e retornariam somente pela noitinha. Eu até fiquei com certa pena dele, preocupada se ele iria ou não almoçar, após a aula. Eu não teria a coragem de convidá-lo para o almoço lá em casa, porque já sabia que minha mãe iria me fazer mil perguntas. Falei com ele sobre isso, mas ele falou para eu não me preocupar, porque sua mãe deixaria a comida pronta na geladeira, bastando que ele a esquentasse em banhomaria (naquele tempo ainda não existia o prático forno de micro-ondas). Sendo assim, fiquei mais tranqüila, sabendo que ele ficaria bem. Entretanto, ele me convidou a ir para casa junto com ele, logo após a aula, e daí eu poderia ajudá-lo a preparar sua refeição. Lógico que eu recusei porque não avisara a ninguém lá de casa sobre isso e seria evidente que mamãe sairia à minha procura pela cidade toda. Disse isso a ele, que compreendeu e até acabou me convencendo a ir lá depois do almoço.

 

Fui para minha casa tranquila, almocei com minha família, como sempre o fazíamos. Troquei meu uniforme de colegial por um shortinho jeans e uma camisetinha estampada e, quando me vi sozinha, logo dei um jeito e saí apressada, com destino à casa do Paulinho. Lá chegando, toquei a campainha, esperei um pouco e ninguém atendeu. Insisti novamente e nada. Daí fui perguntar na loja, que fica embaixo do apartamento deles e me disseram que ele, Paulinho, teria ido para Florianópolis, ao encontro dos seus pais, porque a sua avó paterna, estava muito doente. Eles o viram saindo de carro, com um funcionário da imobiliária do pai.

 

Só sei que nessa história, quem ficou super mal fui eu. Só me recordo que era mês de outubro e na próxima sexta-feira iria ter festa e baile, da semana dos professores. Eu estava ansiosa esperando esse baile há um tempão. Como já era esperado, devido à doença da avó, Paulinho nem sequer tocou no assunto. Logo na quinta-feira, após a aula já voltaria para Floripa novamente. Na sexta, não teríamos aula, por ser o dia dos Professores. Como não éramos namorados, fui sozinha ao baile.

 

Lá chegando, achei minha turma e a minha amiga Raquel me apresentou um primo dela, de Mato Grosso do Sul, que iria prestar concurso público, em Joinvile, mas que ficaria na casa dos pais dela, até o sábado, véspera do exame. Ele era um rapaz alto, moreno, magro, de uns 24 ou 25 anos. Prestaria concurso para delegado de polícia. Chama-se Ângelo e segundo soube, era noivo na sua cidade natal e esperava apenas arranjar alguma colocação para se casar.

 

Desde o inicio notei que ele era muito educado e gentil com todos. Em resumo, era uma pessoa agradável. O papo com o grupo estava até legal, ele contando sobre as coisas do seu Estado, pantanal, pescarias, etc.

 

Entretanto, aos poucos as pessoas do grupo iam nos deixando, a medida que chegavam os seus namorados. Ficamos somente eu e Raquel conversando com ele e daí ela disse que nos deixaria a sós, porque não gostaria de ficar segurando vela para nós dois.

 

Fiquei super ruborizada, até porque mal nos conhecíamos e, lógico, sequer namorávamos. Isso sem contar que eu tinha 16 anos e ele era bem mais velho. Mas a verdade é que acabei me simpatizando com ele. Ficamos batendo papo e quando a orquestra tocou uma música lenta, ele me tirou para dançar. Mas eu recusei, dizendo que nunca tinha dançado. Mas ele disse:

 

— Posso te ensinar, se você quiser. E fomos.

 

Quando ele me abraçou, senti um arrepio, iguais àqueles que tivera antes com o Paulinho. Mas sei lá. Notei que ele me transmitia  mais segurança, além de me abraçar bem mais gostoso. Só sei que logo estávamos agarradinhos, ali naquele salão meio escurinho, com muitas luzes coloridas. Parecia  até que o fino vestido  que eu usava fora feito de propósito, para  me ajudar a senti-lo melhor, me tocando muito. Dançar mesmo, nada. só mexíamos os nossos pés. Logo senti o volume do seu membro grosso roçar por entre nossas roupas. Aquilo não poderia estar acontecendo.

 

Enfim, nossos rostos se colaram, e ele beijou-me a face, parte do meu pescoço, fui ficando mole e nossas bocas viraram uma só. Ficamos um tempão assim, ele roçando o membro duro nas minhas coxas, enquanto dançávamos abraçadinhos. Depois parou a musica. Daí um tempo a orquestra voltou a tocar, mas uma musica quente, agitada. Não deu para dançarmos juntinhos mais. E naquele burburinho de gente, como não dançávamos mais, ele me convidou para sairmos dali um pouco. Lá fora ele me convidou para darmos um passeio de carro, mas eu estranhei e perguntei:

 

— Mas como, se você não tem carro?

 

 Daí ele respondeu que o seu tio, pai da Raquel lhe emprestara o dele, para que levasse  Raquel e colegas ao baile.

 

Saímos de carro. Demos umas voltas na orla e paramos numa pracinha escura, embaixo de umas árvores. Mal paramos e ele já veio me beijar. Não era como o Paulinho, que precisa de um monte de brincadeirinhas antes, até me pegar. Logo após alguns beijos, a mão dele já roçava minhas pernas, sob meu vestido. Eu tentava tirá-la, mas em vão. Tentei afastá-lo, mas não resisti muito.

 

Acabei me virando de frente para ele e nos beijamos gostoso. Quando desgrudamos nossos lábios, para descansar daquele beijo, senti a mão dele nas minhas costas, soltando o fecho do meu soutien. Senti também sua boca quente beijando meu pescoço e, em seguida, aqueles lábios tocando o biquinho do meu seio, que ficou duro de tanto tesão.

 

Ele passou a beijar-me intensamente nos seios, ora um, ora outro. Depois  abriu sua camisa social,  mas sem tirá-la. Então pude sentir o gostoso o abraço do seu tórax nu, ao encontro das minhas tetas.

 

Daí ele me falou que ali onde estávamos poderia ser perigoso, porque toda cidade já tem assalto, etc,  e que ele conhecia um motel ali perto. Eu desconversei, fiz que não entendi e continuamos com nossos beijos. Ele me beijando muito os seios também. Até que daí a pouco  tirou o pênis para fora da calça e me fez pegar nele.

 

Daí abri o jogo para ele, disse que era virgem e não pretendia deixar de sê-la. Ainda mais em algo tão passageiro assim. Ele me perguntou se eu já estive num motel antes, e eu falei que claro que não né. E repeti que era virgem. Mas ele falou que isso não era problema, que não tem nada a ver ir em motel, com perder a virgindade; que muitas garotas também fazem assim; e que isso é normal rolar.

 

Nisso notei que passou bem devagar, uma viatura da polícia perto de nós e achei melhor sairmos dali mesmo. Daí não teve jeito. Vesti novamente meu soutien, mas com o tesão e a curiosidade que eu estava deixei-o me levar para onde ele quisesse. E fomos.

 

Nossa! Nunca tinha visto um local como aquele. Paredes vermelhas, e espelhos para todos os lados. Fiquei até com vergonha na hora. De repente, ainda de pé o senti  abraçando-me por trás,  esfregando-se na minha bunda. Eu lhe pedi que parasse com aquilo, pois estava me incomodando. Ele não me obedeceu e me apertou mais ainda,  vindo por detrás, mordiscando-me  a nuca, e o pescoço. Logo a mão dele já estava tocando-me num seio, por cima do vestido.

 

Ficamos ali,  de pé  e na entrada do quarto, aos beijos intensos, quando ele  puxou-me pela mão até uma cama, enorme, por sinal, e redonda. Então ele  pegou-me no colo, deixando-me sobre aquele colchão macio. Deitamo-nos um ao lado do outro e retornamos aos  beijos.

 

Em seguida, recebi novas caricias nos seios, agora com as mãos, que foram descendo até o meu umbigo, fazendo-me carinho nele. Não passou muito e ele já estava desabotoando o meu vestido, pelas costas.  Foi colocando sua mão ali dentro. Arrepiei-me quando senti aquela mão acariciando o meu sexo. Contorcia-me toda, de tanto desejo. Ele percebendo isso, tirou sua calça, e no início ficou só de camisa e cueca. Porém, logo já estava totalmente nu, na minha frente. Ele pegou-me a mão e a colocou sobre o seu membro duro. Não me contive e o apertei cuidadosamente. Nisso, ele terminou de tirar meu vestido e eu fiquei somente de calcinha, já com ele ao meu lado,  totalmente nu, naquela imensa e macia cama. Notei que ele foi ficando cada vez mais excitado diante da situação. Logo, tocou sua mão em  minha calcinha  e foi abaixando-a, lentamente. Quando me dei conta de que eu estava ali naquela cama, peladinha ao seu lado, segurando aquele  gostoso cacete com a mão, minha bucetinha ficou toda molhada

 

Nisso, ele subiu em cima de mim e beijou minha boca freneticamente. Lá embaixo eu sentia aquele membro duro se esfregando, ora nas minhas coxas, ora na porta da minha bucetinha virgem. Daí ele falou no meu ouvido:

 

— Abra as pernas amorzinho, deixa-me colocar meu pau na porta da sua bucetinha.

 

 Aí eu disse:

 

— Não querido, isso eu não quero fazer!  Não podemos, você sabe:  Sou virgem!

 

Ele insistia:

 

— É só na portinha amor... Eu não coloco dentro não.... Deixa, vai...

 

Daí ele voltou a beijar minha boca, depois meu queixo, foi descendo, lambendo todo o meu corpo, até que eu o sentisse em meu ventre..Fui ficando toda molhada, perdi a vergonha e abri totalmente minhas pernas, deixando minha vulva completamente exposta para ele. Logo senti sua língua lambendo minhas coxas, em volta dela, e estremeci quando senti seu toque nos meus lábios vaginais e seu beijo no meu clitóris.

 

Ele passou a me lamber intensamente, eu fui me retorcendo, sentindo algo quente preso em minhas entranhas, tentava a todo custo rebolar bastante naquela boca gostosa, mas a minha posição deitada atrapalhava um pouquinho. Aí eu o segurei pelos cabelos, e com muito custo conseguir tirar o seu rosto da minha bucetinha.

 

Muito experiente, ele entendeu que a minha posição não estava muito legal. Mandou-me mudá-la  que ele queria fazer mais gostoso. Pediu-me que ficasse de quatro na cama, que ele iria me chupar mais gostoso ainda. Eu fiquei e ele pareceu ter gostado daquela nova posição, deixando a cama e  ajoelhando-se no chão.

 

Eu entendi o que ele queria e fiquei de quatro virada para ele, igual uma cachorrinha, na beiradinha da cama.  Ele, no chão,  de joelhos, veio lamber minhas coxas por trás e logo sua língua estava novamente em minha buceta quente e úmida. Agora, a posição era super confortável. Eu rebolava intensamente na sua boca.  De vez em quando, a ponta do seu nariz tocava-me o ânus, o que me dava mais tesão ainda, até porque eu nunca experimentara nenhum toque naquele local.

 

De repente, senti uma sensação super agradável, que fez meu corpo tremer por inteiro. Ele havia tocado a pontinha da sua língua no meu ânus. Foi uma sensação deliciosa. Agora ele já me chupava alternando a língua entre a bucetinha e meu cuzinho....aiiiii, que delicia que era... Às vezes, me dizia:

 

— Rebola mais amorzinho...hummm...  Como é lindo seu cuzinho...

 

A mim parecia que a minha bunda toda estava pegando fogo. Como era deliciosa aquela situação. Quando ele tentava colocar a pontinha da língua no meu cuzinho, eu ficava maluca; rebolava como louca na boca dele, doida para língua entrar lá...

 

Ele percebendo todo aquele meu tesão, ficou de pé e encostou a cabecinha do seu pênis, na porta do meu cuzinho. Eu me arrepiei toda..fiquei tensa...Só notei que ele tentava empurrar aquela cabeça para dentro do meu buraquinho...Eu sentia que ele forçava, me comprimindo mas, daí um pouquinho, ela escapava...Daí ele me disse:

 

 — Aí Tânia....quero seu cuzinho....Deixa eu só colocar a cabecinha nele.... Deixa....

 

Daí eu disse:

 

— Não Ângelo.....  Aí não é lugar.  Isso dói.... ele retrucou:

 

— Deixa benzinho..... Se doer, você fala, eu tiro...

 

Antes de eu dizer qualquer coisa, ele falou novamente:

 

— Espere aí que vou pegar algo pra gente usar...

 

Deixou-me de quatro na cama e saiu, logo retornando com um pequeno sabonete, trazido do banheiro. Eu me arrepiei de tesão só de imaginar o que poderia acontecer..

 

Nisso, ele se posicionou novamente atrás de mim, pegou um pedaço do sabonete, misturou com saliva e com os dedos e passou ao redor do meu ânus, inclusive na portinha dele. Em seguida untou seu pau com o produto e mais saliva e veio por trás de mim. Pedi-lhe que parasse mas ele não me obedeceu. Ele me disse que só iria encostar-se em mim. Que se eu não gostasse, parávamos na hora. Daí deixei um pouquinho só.

 

Logo senti no meu cu aquela cabeça rígida querendo adentrá-lo, sem sucesso. Bastava que ele forçasse um pouquinho a entrada, que a cabeça do seu membro escorregava e saía para o lado.

 

Ele foi ficando todo suado, com a respiração ofegante, e eu, já meio frustrada com aquela situação. Ele falou que era para eu forçar o ânus para fora, que ajudaria. Aí, num ímpeto de coragem e ardor, resolvi colaborar com ele. Curvei mais meu corpo para a frente, para o colchão e forcei meu ânus para fora, como se fosse fazer cocô. Ele percebendo minha ajuda, voltou a encostar a cabecinha na minha entrada virgem e quando percebeu que eu forçava o cuzinho para fora de novo, deu uma estocada firme e a cabeça do seu pau me invadiu, pela primeira vez.

 

Gritei de dor, pois ardeu à beça e disse:

 

 — Para, para, para....tá doendo....tira....

 

Ele me falou:

 

— Calma amorzinho, sossega...  Não vou colocar mais não....

 

Nossa!! Que dor horrível eu senti naquela hora...Quanto arrependimento de ter feito aquilo! Ele não enfiou mais, mas também não tirou a cabecinha de dentro de mim. Ficamos ali parados, os dois, sem mexermos um músculo sequer.

 

Aos poucos a dor foi passando, e logo me acostumei com a situação. Comecei a sentir um calor intenso por dentro. Parecia que estava com água quente no interior do meu corpo... Aí ele me perguntou:

 

 — Ainda está doendo querida?

 

— Não está não... Mas não coloque mais não tá?  Disse a ele.

 

— Quer que eu tire então?

 

— Não... Deixe assim. Respondi-lhe

 

— Então está bom? Perguntou-me

 

— Sim, está.

 

Nós dois permanecíamos ali parados, feito estátuas. Acho que já tinham se passado uns cinco  ou dez minutos, ou talvez até mais. Suas mãos ainda me seguravam pela cintura, eu quietinha, de quatro, na beira da cama, com a cabecinha do pau dele, dentro do meu cuzinho...

 

 De repente, sinto uma das suas mãos acariciando minha bucetinha. Achei aquilo gostoso, contorci um pouco o meu corpo, até então inerte e por incrível que pareça, a dor que eu senti, quando fiz esse movimento, foi bem pequena, quase imperceptível.

 

Ele permanecia imóvel. Somente acariciava-me o sexo. Dei mais uma reboladinha e senti algo gostoso...ele tirou a mão da minha bucetinha e a colocou no meu seio. Apertou-lhe suavemente o biquinho. Rebolei de novo naquele pau gostoso. Ele percebeu meu rebolado e, com medo do pau acabar saindo do meu cuzinho, deu outra estocada em mim....

 

Doeu de novo, mas menos do que da primeira vez, quando tive a sensação de que ele estava me abrindo toda. Daí, mesmo assim, o repreendi e disse:

 

— Ai amor...  Tá doendo, por que você fez isso? Fica parado por favor!

 

— Calma amorzinho...já foi quase a metade...acho que agora não tem mais perigo de sair....

 

— Mas fica parado por favor...  Não enfia mais. Disse a ele.

 

Assim permanecemos mais um tempinho naquela posição. Logo veio a mão dele na minha bucetinha, de novo....Era inevitável: Voltei a rebolar, por causa disso....Por sua vez, ele também passou a rebolar, junto comigo, seguindo o mesmo ritmo que eu. Meu rebolado foi se tornando mais intenso e o dele me acompanhando. Sua mão na minha buceta, quando encostava no meu clitóris, fazia com que eu empurrasse meu corpo para trás e num desses empurrões, ele fez força contrária, dando-me uma última e forte estocada!

 

 Nossa, dessa vez a dor for demais. A pior delas.....nem tive forças pra gritar... Ele pareceu ter entendido meu transtorno e ficou parado, todo engatado em mim,  e sem se mexer. Apenas soltou devagar seu tórax sobre minhas costas e me abraçou suavemente. Fez-me algum carinho, dando-me beijinhos na nuca. Eu só lhe pedi:

 

 — Não mexa por favor, porque senão acho que não aguento a dor.

 

 — Mas está doendo mesmo sem eu me mexer? Perguntou-me.

 

— Sem você se mexer não dói muito. Eu disse.  

 

Assim ficamos. Ambos parados e o pau dele inteiramente dentro do meu cu. Até sentia até suas bolas tocando-me as nádegas. Nós dois continuávamos quietos, até que ele me falou:

 

 — Que delicia é o seu cuzinho Tânia, tão apertadinho...

 

Daí retruquei :  

 

— Agora seu pau também está gostoso amor....

 

— Ainda está doendo? Perguntou-me

 

— Agora dói pouco. Tá  melhor. Respondi-lhe  

 

Aí ele me disse:

 

— Diga pra mim amorzinho....que o seu cuzinho é só meu, diga....

 

Daí eu me lembrei dos diálogos que ouvira em filmes pornôs que assistira algumas vezes escondida e passei a aproveitar aquele momento:

 

— Ai Ângelo, seu safado, ele é seu sim..Respondi-lhe com tesão.

 

Cada minuto que se passava, com ele dentro de mim, fazia a sensação de calor aumentar mais ainda..Atrevi-me a fazer um pequeno movimento de quadril. A dor havia se atenuado e a situação já não era tão desconfortável. Em resposta à minha mexida do quadril, ele aliviou um pouco a pressão do seu pau em mim, tirando uma parte dele. Minha resposta foi mais um reboladinho. E ele enfiou tudo de novo. Continuei a rebolar, estava ficando muito bom. Até que não resisti e disse:

 

— Aí.....Faz gostoso querido, faz....

 

— Isso meu amorzinho, rebola gostoso vai.... _hummmm. Respondeu ele.

 

Liberei-me totalmente, como se fora uma mulher  vadia e experiente, dizendo-lhe :

 

— Vai seu sacana..enfia........ Come gostoso.....Come....

 

Ai ele começou um pequeno movimento de vai e vem....Estava ficando super bom...

 

— Tá gostando de dar o cuzinho pra mim Tânia, está?

 

—  Humm como vc é sacana heim.....

 

Ângelo passou a me dar estocadas firmes, o movimento de vai e vem foi ficando cada vez mais intenso....Sentia que meu cu agora estava todo aberto e o pau dele entrando e saindo cada vez mais rapidamente...

 

— Come meu cuzinho gostoso .... Come — eu dizia

 

 Daí ele passou a massagear meu clitóris e não resisti de tesão.

 

— Goza agora no meu cu, que eu estou gozaaaaaaaaaaaaaaando

 

— Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

 

Em poucos instantes senti um jato de esperma quente me lavando as entranhas, com a sensação de ter um esguicho lá dentro. Em seguida ele me abraçou por trás e ficamos nessa posição vários minutos. Fui sentido o pau dele amolecer aos poucos, ainda dentro de mim, até que ele o tirou.

 

Ele se levantou, foi ao banheiro e me jogou uma toalha para eu me limpar. Sentia minha região anal toda dolorida e caminhei vagarosamente até lá. Fiz minha higiene,  e voltei novamente para a cama. Logo ele voltou a me rodear, mas eu lhe disse que não me sentia bem. Ele compreendeu minha situação, fez-me carinhos, deu-me alguns beijinhos. Tentou  pedir-me desculpas, mas eu não disse nada, até porque, aquilo que acabávamos de fazer não era somente culpa dele.

 

Sinceramente, eu não esperava que fosse acontecer tudo aquilo,  pois a minha intenção era somente dar mais alguns amassos, como das vezes anteriores, com o Paulinho. Infelizmente acho que fomos longe demais naquele dia. Afinal eu mal fizera 16 anos.

 

Fiquei feliz por ainda continuar virgem e não ter que conviver com o medo de uma gravidez indesejada. Depois daquele final de semana, não tivemos mais nenhum contato  pois, na manhã seguinte, ele viajou logo cedo para Joinvile. Depois que fez o exame, de lá mesmo retonou para a sua terra, e nunca mais o vi. Hoje com certeza já está casado.

 

Enquanto isso, naquele domingo, eu nem podia  sentar-me direito, que ainda doía.  Passei o dia de “molho”. Na segunda já estava bem melhor,  pois tive a idéia de colocar gelo na região retal. Na segunda-feira não vi o Paulinho na escola, porque a avó dele, infelizmente, veio a falecer.

 

E assim terminou esse primeiro episódio da minha iniciação sexual. Depois, Paulinho voltou a me procurar, mas eu  perdera o interesse por ele. Eu havia me interessado por um motorista de um ônibus escolar, mas não rolou muita coisa, porque tive medo, devido ao fato de  ele ser casado.

 

Enfim, consegui manter íntegra minha virgindade. E a minha amiga Raquel, como já demonstrava algum interesse pelo Paulinho, sem a minha presença, finalmente, teve o seu caminho livre.

 

Quando eu completei dezessete anos, meu pai nos avisou que iríamos mudar novamente. Fomos para Maringá (PR). Ficamos mais quatro anos lá. Novos amigos....nenhum namorado sério. Fechei-me  um pouco novamente. Quatro anos de reclusão. Meu pai brigava comigo porque eu não saía. Preferia ficar em casa com os meus livros. Na semana em que iria completar vinte e um anos, cheguei em Jaraguá do Sul (SC) onde após algumas mudanças, ainda moro. A partir daí minha história teve continuidade, mas isso fica para uma próxima vez... Agradeço comentários  no endereço   silvinhaalm@hotmail.com

Xandão, um fudedor carioca

A sexta-feira tinha sido cansativa e com muito movimento na gráfica onde Xandão trabalhava de 9 as 17h, era agora 17h18m e ele se dirigia ao banheiro da Central, queria relaxar antes de pegar o trem para Anchieta. Xandão é um moreno de 1.78, 74 kg, olhos cast e lábios bem moldados, naquela sexta, ele sabia q ia se dar bem, alias, como sempre, não só pelo belo corpo, mas especialmente quando abria o ziper no mictório e botava o pau pra fora. A pica de Xandão impunha muito respeito,pois mesmo mole chegava a medir 13cm e ereto alcançava 22,5cm por 9 de diâmetro. Sabia q todas as atenções se voltavam pra ele e isso compensava qualquer dia ruim de trabalho. Aos 16 anos, ele já era apelidado entre os amigos do futebol de xande tripézão... Aos 17 já começava a saborear diversas bundas no bairro. Seu primeiro lanchinho foi Joel, o goleiro do time, Elzinho, como era chamado,era 2 anos mais velho e tinha mais corpo, mas isso não impedia de ser enrabado pelo nosso jovem fudedor, que sempre usava o quartinho de ferramentas de seu pai como local p suas transas. Xandão era severo, metia sem dó a vara no rabo do colega e o deixava doido de tesão, a ponto de Elzinho o procurar direto querendo mais.

Depois veio Sr. Antunes, amigo de seu pai, esse tinha 49 anos e dava p Xandão sempre aos domingos, quando sua esposa e filhos iam p igreja, Sr. Antunes ensinou muita coisa ao nosso amigo, isso fez com que ele aprimorasse sua pegada, o que ele aprendeu muito bem. Depois viria Professor Sérgio, o rígido treinador do time do bairro,mas que gemia feito gata no cio quando sentia a jéba preta penetrando centímetro por centímetro em seu rabo, para depois sentir aquele entra-e-sai delicioso e aquela pegada de macho viril q ele nunca tinha experimentado com outros caras, além dos tapas q Xandão lhe aplicava na bunda. Tinha tbem Almir, de 18 anos, o vizinho, esse era comidinha quase diária, Xandão apenas assoviava e Almir sentia seu cuzinho latejar de êxtase, daí pulAva o muro e ia direto p quartinho, Xandão lhe aplicava uma gostosa e potente surra de pica. Sem falar de Nelson, o agente do IBGE que apareceu numa tarde chuvosa pra fazer pesquinsa de censo, xandão usava um moleton velho e, mesmo de cueca, seu mastro fazia volume e dividia a atençao do agente entre a maquininha de pesquisa e o volume entre as pernas daquele moreno com cara de safado.

Como não tinha mesmo ninguem em casa, nem foi preciso ir p quartinho de ferramentas, xandão passou a vara em nelson ali mesmo, no sofá da sala, foi uma pirocada tão vigorosa q o cara decidiu nem mais visitar casa nenhuma naquele dia, pois suas pernas estavam trêmula. Havia tbem um outro vizinho, Marcelo, esse tinha 19 anos e trabalhava no mercadinho do bairro e frequentava uma igreja evangélica. Nosso fudedor adorava meter em Marcelo, pq ele tinha uma bela bunda, rebolava muito e seu cu era bem quente, apertadão. Marcelo sempre reclamava de dor e que o pau do vizinho era muito grande, dizia tbem q aquilo não era certo, que aquilo era um pecado e que não mais voltaria a fazer...Quando tava a fim, Xandao ia no mercadinho e decidia o dia e a hora, mas Marcelo dizia q não iria e que não era mais p ele ir procura-lo. Mas ele sempre ia. Chegava todo marrento, cheio de moral,dizendo q tinha ido somente p dizer outra vez q não voltaria mais a praticar aqueles atos, Xandão apenas ria cínico, botava o pauzão pra fora e dizia as palavras mágicas: “ajoelha e mama”. Em segundos marcelo já estava aos pés do amigo mamando seu pau como uma cabrita faminta . Xandão mandava ele mamar olhando pra ele e, vendo tesão e medo nos olhos do parceiro submisso e falava vitorioso: “ Isso mesmo, assim q eu gosto”.

E o que viria a seguir era uma surra de pica q as vezes chegava a durar 1 hora e meia, a pica escorregava pra dentro de Marcelo e as estocadas eram fortes e nosso fudedor ainda pulsava a pica dentro do parceiro, coisa q deixava o carinho todo arrepiado, socando o balcão e se contorcendo feito minhoca, bêbado de luxúria e prazer.

junior.mpg@hotmail.com

 

Carol, a esposa safada e Jones, o corno feliz que gostava de um torrete

1ª PARTE – A VERSÃO DA ESPOSA.

                        Olá pra todos. Meu nome é Carol, tenho 35 anos, sou casada há 10 anos, tenho dois filhos e...adoro uma pica..rss. Meu marido trabalha numa grande empresa, ganha muito bem e em casa temos do bom e do melhor. Tenho meu próprio carro, não preciso trabalhar e meus afazeres resumiam-se, até começarmos a pagar uma Van,  em levar as crianças ao colégio. O mais velho tem oito anos e o caçula, sete anos. Após deixar as crianças na escola, voltava para casa e me entretinha com alguns afazeres, compras, idas ao shopping e futilidades. Meu marido, Jones, tem 42 anos, é muito bem conservado, ativo e nos damos muito bem. Ficou melhor, de uns tempos para cá, depois que começou o que vou lhes contar.
Quando Jones trocou de carro, adquirindo um 0Km importado, de uma marca de veículos caros e de 1ª linha,   teve lá um problema mecânico com o danadinho e, por uns dois meses, o coitado ficou sem seu carro novo. A revendedora emprestou-lhe um veículo de sua frota, que mais dava problemas, do que andava. Algumas vezes, precisei ir buscar meu marido na empresa, após o trabalho. Como ele sempre saia tarde, ficava por ali,  ouvindo uma música dentro do carro ou dando um volta pelo estacionamento e até pelo quarteirão. Foi num desses meus passeios que conheci o porteiro da empresa, o Adilson.
                        Adilson era um negro assanhado, brincalhão, cheio de gírias, cheio de contar vantagens, que sempre soltava alguma frase maliciosa, ou uma pegadinha malvada. Sempre tinha um Halls para oferecer e, então, dizia: “E aê, quer chupar?”. Precisei vê-lo cair na risada umas duas vezes, para entender o sentido de sua pergunta, a qual eu sempre respondia, “sim, quero, me dá um! E ele dizia: “dooou, pra já, dona!”. Adilson era corpulento, meio gordinho, forte, sempre de cabeça raspada e, por baixo das calças, uma...bela mala!! No verão, quando tudo começou, eu ia buscar meu marido de saia ou de bermuda, sempre de banho tomado...cheirosinha...cabelinho molhado...essas coisas! Notei que o Adilson estava me passando umas cantadas, fazendo muito elogio, muitas brincadeirinhas, muita história e, como meu marido demorava pra sair, fui ficando por ali, conversando e me entretendo com o Adilson. Certo dia, ele me convidou para ir até a portaria, onde era seu local de trabalho. Lá, ofereceu-me alguns doces que, disse ele, teriam sido feitos por sua esposa. Uma televisão estava ligada em circuito com algumas câmeras de monitoramento e, por esse aparelho, dava para se ter uma ampla visão de vários pontos da empresa, inclusive da porta, por onde meu marido sairia. E, assim, lá se foram três, quatro dias...uma semana. Meu marido saia, eu o via pela TV, e ia ao seu encontro. Questionada sobre onde estava, confirmava-lhe que estava na portaria, com o Adilson, jogando conversa fora. Trocávamos um beijinho, entrávamos no meu carro e de lá partíamos. Ao passar pela portaria, meu marido sempre me pedia que parasse o carro, para se despedir do Adilson e lhe desejar um bom serviço, durante a noite. O Adilson era um sorriso só, parecia respeitar muito meu marido e sempre o tratava por Dr. Jones, dizendo sempre: “Cuida bem da patroinha, Dr.”, ao que meu marido respondia: “Pode deixar, Adilson, esta está bem cuidada”.
                        Meu marido, depois de muita briga com a revendedora, conseguiu que lhe fornecessem um outro veículo, quase novo e, com isso, passei a não mais ir buscá-lo. Notei que estava sentindo falta de alguma coisa e, pensando sobre isso, descobri que eram as brincadeiras e piadinhas sacanas do Adilson. Faltando dois dias para o final de semana, para minha sorte, o carro novo de meu marido ficou pronto...a revendedora havia, por fim, conseguido resolver o tal problema de fábrica. A sorte minha foi que, no primeiro dia, o carro pifou, de novo. Lá fui eu, toda feliz, buscar meu marido. Chegando à empresa, e isso era por volta de umas oito da noite, estacionei meu carro no páteo e fui direto para a portaria, conversar com meu caríssimo amigo. O Adilson ficou todo feliz ao ver e, em seguida, lá veio ele com o seu Halls, perguntando, “Quer chupar, Dona?” e eu, sorrindo, respondi-lhe, “sim, quero...e muito!”. Foi o bastante. O cara ficou completamente diferente, todo assanhado pra cima de mim e, aproximando-se, bateu os olhos no decote de minha blusa e ficou mirando meus peitos. Notei isso, fiquei encabulada, e mais ainda, quando notei o volume que se formava sob suas calças. Nesse momento, ele passou por trás de mim, para pegar não me lembro o que e, como a portaria era pequena, recebi uma bela encoxada. Dali pra frente, a coisa rolou. Em pouco tempo, trocávamos um gososo beijo de língua enquanto uma de minhas mãos procurava, ávida, algo para segurar, no meio das pernas dele. Nunca fui muito flor-de-se-cheirar. Mas nunca traí meu marido, até então. No colégio, sempre saia com um ou outro e participava de algumas festinhas que uns caras de uma faculdade próxima à casa de meus pais, faziam aos finais de semana. Já transei com mais de um cara, já paguei muito boquete. Depois que me casei, sosseguei.  No dia seguinte, enquanto aguardava meu marido sair da empresa, eu estava em um local que visitaria muitas outras vezes: em baixo da mesa da portaria, pagando o maior boquete num cacete preto que mau cabia na minha boca, de tão grosso. Não era grande de comprimento, mas era muito, muito grosso. Até hoje me surpreendo, quando me lembro do primeiro dia, entrando em baixo daquela mesa, o Adilson sentando na cadeira, de frente à TV, abrindo o zíper da calça e tirando pra fora aquele gigante duro. Eu, com a blusa erguida até o pescoço, com os peitos de fora, que ele acariciava e apertava com uma das suas fortes mãos, enquanto com a outra, fazia pressão em minha cabeça, de encontro ao seu pau, enfiando-o inteiro em minha boca. Pelo circuito de monitoramento da TV, ele ficava olhando se meu marido estava saindo e, então, me avisava, dando-me tempo para sair dali de baixo e me arrumar, para encontrá-lo. Uma das noites, o Adilson levou-me ao banheiro da portaria e, posicionando-se nas minhas costas, depois de um bom “trato” durante o qual fiquei espremida numa das paredes, abaixando minha bermuda e minha calcinha, pela primeira vez, enfiou aquela tora no meio das minhas coxas, bombando feito um alucinado, enquanto segurava em meus peitos. Naquele dia, quase fomos pegos, porque de onde estávamos, não podíamos vigiar o local pela TV. Mas foi uma daquelas trepadas rápidas, roubadas, mal deu tempo para que eu chegasse a gozar, mas sentir aquela inundação de porra quente, daquele negro-macho safado, que me xingava de tudo que era nome, dentro de minha buceta, foi o máximo. Dali pra frente, não segurei mais, a onda. Passei a marcar constantes encontros com o Adilson, durante o dia, horário em que ele estava de folga. Íamos ao motel, eu não me importava de pagar a conta, o que eu queria era chupar aquele cacete, ser chupada alucinadamente por aquele sujeito, acariciar e lamber aquele corpão todo, que, apesar de  ser, o Adilson,  meio obeso, era um tanto de “carne”  gostosa de se lamber e chupar. Eu dava-lhe uns banhos de língua que até eu mesma me surpreendia com minha ousadia e falta de pudor e, quando aquele cara me pegava por trás, de quatro, e enterrava aquela vara na minha buceta, juntando-me pelo quadril...eu ficava louca, aquilo era uma delícia, ainda mais que, no motel, eu me soltava feito uma verdadeira cadela no cio...e pedia, pedia muito, para ser fodida e comida por aquele cara, para ser xingada, para tomar tapinhas na bunda, e por aí ia. Ficamos nessa por uns quatro meses, saindo quase que todas as tardes e, o que mais me excitava, era que, chegando à noite, em casa, meu marido vinha pra cima de mim, me chupava a buceta, me lambia o cu, me comia e mal sabia ele que eu tinha passado a tarde dando pra outro cara, no motel e, pior, seu funcionário. Quando não saíamos para um motel, sempre dava um jeitinho de dar uma passada na portaria da empresa e, como dizia o Adilson, “pagar uma gulosa pra ele”.
                                   Um belo dia, Jones chega em casa e diz que precisa muito conversar comigo....gelei. Ele estava sério, muito sério. Pensei comigo... “pronto, descobriu tudo!”. Mas, para minha surpresa, qual não era a conversa:
- Querida, sabe aquele rapaz lá da empresa, com quem você sempre está conversando, o Adilson? Pois bem, ele está com uns problemas sérios, coisa de justiça e pediu-me uma ajuda. Disse-me que precisa sair de sua casa o mais breve possível, e passar uns tempos “fora”. Você está entendendo o tamanho do problema? Pois bem, o Adilson cometeu algum crime e ...e, está necessitando se esconder. Vou lhe ser franco e direto e acatar a sua decisão: ofereci-lhe a dependência, nos fundos de casa, para ficar por, pelo menos, uns trinta dias, até resolver alguma coisa. Pode ser? O que você me diz?
Eu, por minha vez, pensei...pronto, fudeu!! Se com ele fora daqui, eu já dava pro cara quase todo dia, imagina com ele aqui, morando quase que dentro de casa e, pior, direto, todos os dias, pertinho de mim. Dei uma enrolada, fiz um ar de contrariada e, por fim, após uma série de imposições, aceitei. Meus amigos e amigas, estava dada a largada. Dali pra frente, foi só vara. Nem eu sabia e, pior, não queria saber, onde aquilo iria parar. E foi longe, viu!! Adilson era incansável. Eu era sem-vergonha e tinha um fogo no meio das pernas....delirante.

2ª PARTE – O MARIDO CORNO.

                        Meu nome é Jones, sou executivo de uma empresa na grande São Paulo, e moro numa cidade do grande ABC, onde tenho uma ótima casa, num belo condomínio. Minha esposa, Carol, é uma mulher muito bonita, cabelos longos, cacheados, muito pretos, o que contrasta deliciosamente com sua pele clara. Seu rosto é agradável, simpático, bem do tipo...”essa bem que podia ser minha mulher!”.
                        Na empresa onde trabalho, sou responsável por vários colaboradores, que ficam sob minha administração. Me dou muito bem com meus subordinados e, por sua vez, recebo deles, sempre um ótimo retorno. Algum tempo atrás, um de meus subordinados relatou-me um sério problema pessoal, que, para piorar ainda mais as coisas, envolvia a justiça. Não sei o que me deu na cabeça naquele momento, mas tomei suas dores e lhe ofereci ajuda. Sabia que, dali pra frente, poderia contar com ele em qualquer situação. Era um ótimo funcionário, sempre à disposição da empresa, fosse qual fosse o problema. Esse rapaz, o Adilson, precisava “dar uma sumida”, por, pelo menos, uns trinta dias e, enquanto isso, seu advogado cuidaria do resto. Ofereci-lhe, vejam só, uma dependência, nos fundos de minha casa, arriscando tanto a mim, com minha esposa, por acobertar, vejam só, um cara que estava com um “mandado de prisão”. Hoje penso, onde eu estava com a cabeça, naquele momento. Sou um sujeito formado, conheço muito bem as leis e suas implicações, como também, sei muito bem onde não devo me envolver e, no entanto....
                        Levei o Adilson para a dependência, nos fundos de casa, e lá o instalei. Disse-lhe para que ficasse à vontade. E realmente, ele ficou “muito à vontade”, aliás, mal sabia eu, que ele já vinha ficando “á vontade”, com a Carol, minha esposa.
                        Num final de semana qualquer, as crianças estavam no clube, eu estava conferindo alguns projetos no meu home-office e, após a Carol me comunicar que estava indo até a lavanderia, guardar ou procurar algumas coisas, nem me lembro mais, passados alguns momentos, escutei uns gemidos, que vinham lá dos fundos de casa. Como o negócio não parava e, por trás disso, dava-se para distinguir uma certa voz de homem também, fui averiguar. Sai pela porta que dá acesso à garagem, e segui lá para os fundos. A porta da dependência, onde o Adilson estava morando, estava aberta, porém a da lavanderia, fechada. Dirigi-me ao local onde o Adilson estava, ou melhor, deveria estar. Em lá chegando, cadê o cara? Nada!. Mas, dali, pude ouvir com mais nitidez os sons que vinham da lavanderia e, pensei comigo, aí tem coisa! Fiquei nervoso, trêmulo, um frio e um peso no estômago me surpreenderam naquele momento. Fui devagar, em silêncio e, pelo vitrô da lavanderia, pude ver a Carol, com a saia levantada até o meio das costas, a calcinha abaixada até seu tornozelo, as mãos apoiando-se no tanque e, atrás dela, com um “puta dum cacete” grosso, o Adilson, mandando ver na buceta da minha esposa, grudado no seu quadril, apertando sua cintura. O cara metia como um louco na Carol, chamando-a de puta, de biscate, de vagabunda, dizendo que ia era enfiar o seu caralho na bunda dela, curvando-se sobre ela e lambendo sua nunca, mordendo suas costas, e ela, virando fazendo o possível, para virar o rosto pra trás e conseguir beijar o negro que a comia. Fiquei puto, nervoso, pensei até em matar o cara, em fazer uma puta besteira. Me desconcertei, pensei que mina vida tinha se acabado ali. Sai, fui em direção ao meu escritório, sentei-me numa poltrona. Um peso de toneladas caíra sobre mim. Perguntei-me: “o que fazer, agora?”. Pensei no revólver que tinha guardado em casa, nem mais me lembrava dele. Tomei um uísque e caí sobre a poltrona, novamente. Foi quando fiquei pensando na cena que tinha visto, na Carol, com sua saia erguida até o meio de suas costas, com aquela bunda linda, que eu adorava, afinal, era a minha esposa, virada para aquele sujeito ordinário, que traíra minha confiança, as coxas de Carol expostas, ele passando suas mãos sobre elas, apertando os peitos da “minha” mulher e, de repente, sinto o meu pau ficar duro, um tesão absurdo tomava conta de mim e, naquele momento, o que me passava, de verdade, pelo pensamento, era cair de boca na buceta da Carol, e lamber tudo...tudo o que escorresse de dentro. E mais, outra coisa que não me saia da mente, era o pau do Adilson, eu gostei daquilo, nunca havia visto um tão grosso quanto aquele. Pensei: “Jones, o que é isso, homem, nessa altura do campeonato, um negão comendo sua esposa e você, com tesão nisso e, pior, no pau do cara”. Você é um tarado, safado, sem-vergonha como eles. Cai num puta conflito interno. Fiquei ali, sem saber por quanto tempo, imaginando os dois metendo. Imaginando aquele brutamontes fudendo a minha Carol, estocando nela, deitado sobre ela, esporrando na sua buceta e, mais, como eu queria...ser ela e, na verdade, estar dando para aquele cara, estar...chupando aquele puta cacetão. Eu já havia tido uns problemas assim, quando era mais jovem e, várias e várias vezes, andei saindo com alguns travestis, apenas para ter o gosto de chupar-lhes o cacete, até que me enchessem a boca de porra. Uma vez, um traveco quis me enrabar. Confesso, até tentei, mas doía pra cacete e, confesso, não me dava prazer, não. Mas, chupá-los, eu adorava. Fosse no motel, no apartamento deles, ou dentro do carro, eu adorava fazer um boquete. Certa vez, num cinema, no centro de São Paulo,  numa tarde que fui resolver alguns problemas da empresa, passando pelo local, precisando fazer umz hora, vi em cartaz um filme pornô e entrei. Sentei-me numa poltrona e comecei a assistir ao filme. Chamou-me a atenção um cara que estava sentado à minha frente, como se estivesse também assistindo ao filme. Pouco tempo depois, outro sentou-se ao seu lado e, em seguida, levou uma das mãos em direção ao colo de seu vizinho. Em alguns instantes, ele se debruçava sobre o colo do cara, enquanto o outro, deitando a cabeça sobre o encosto da poltrona, aumentava o ritmo de sua respiração. Pensei comigo, o cara que se abaixou, está chupando o pau do outro. Isso me excitou. Por ali, naqueles tempos, alguns travestis faziam ponto naquele cinema, no meio do dia, arrumando seus “programas”, fosse no banheiro, fosse em algum hotelzinho de quinta, nos arredores. Com isso, em voltando lá certo dia, chamei um dos travestis que “passeavam” pelo corredor e o pedi que sentasse ao meu lado. Sem perder muito tempo, fui logo colocando uma das mãos no meio das pernas do sujeito e pegando seu membro. Alguns travestis possuem paus enormes e, para minha satisfação, aquele possuía um de bom tamanho. Logo deitei a cabeça em seu colo e o chupei até que esporrasse em minha boca. Dei-lhe o que me pediu, em dinheiro e fui direto ao banheiro, lavar a boca. Sentia-me um...nojento, um imundo, mas altamente satisfeito e realizado, ainda mais que, em seguida, bati um punheta deliciosa, dentro do banheiro. Esse tesão por chupar um pau, vem de meu início de adolescência, no colégio. Certa vez, num início de jogos de temporada, fizemos algumas gincanas e jogos. Em algum certo momento, me vi como que numa brincadeira de esconde-esconde, com um rapaz um pouco mais velho do que eu. Nos escondemos num lugar apertado e ficamos ali, quietos, imóveis. O garoto estava atrás de mim, colado ao meu corpo e, nesse dia, ele me iniciou. Dando-me um agarrão por trás, falou que ia tirar seu “pinto” pra fora, porque estava  com tesão, e que eu ia chupar o “negócio” dele, senão eu apanharia ali mesmo. E mas, se contasse pra alguém, apanhava, de novo. Fez-me abaixar em sua frente, tirou o seu “pau” pra fora, e o enfiou em minha boca. Eu chorava, desesperado, mas o garoto não me perdoava e fez até me encher a boca com sua porra. Vomitei, senti náuseas. A partir daquele dia, comecei a evitar as gincanas e brincadeiras mas, certo dia, saindo do colégio, dou de cara com esse garoto e outros dois amigos, que me fizeram acompanhá-los até uma casa abandonada, próxima de onde estávamos. Lá,   tive que pagar boquete para todos eles e, por sorte, consegui escapar sem que me comessem a bunda. O tempo passara, isso passara, cresci, me formei, me casei, segui minha vida normalmente, exceto, claro, a questão dos travecos.
                        Mas, voltando ao momento, no qual o Adilson arrombava minha esposa, Carol, comecei a tremer, a sentir vontade de tê-la em seguida. Foi o que fiz. Fiquei quieto, aguardando para ver como ela iria se portar. Uns trinta minutos depois, ela entrou em casa e, como se nada tivesse acontecido, veio até onde eu estava e, com a maior naturalidade, perguntou-me: “amor, quer um cafezinho, um refresco, alguma coisa? Vou tomar um banho, está muito quente e, na lavanderia, aquelas caixas estão todas empoeiradas.” Filha-da-puta, biscate, vagabunda, puta. Olha só a desculpa da ordinária, para se lavar. Cadela! “Não, querida, agradeço, mas aceito tomar banho com você, meu amor.”. Ela gaguejou, não sabia o que fazer, não era exatamente o que ela queria. Forcei a situação, peguei-a pela mão e conduzi-a para o nosso quarto. Lá chegando a abracei e forcei um beijo em sua boca. Havia um gosto diferente, meio amargo, meio...sei lá, sim, era de...não, não era. Era em sua buceta que eu queria que aquele ordinário tivesse esporrado, pois queria lamber tudo. Carol tentou se esquivar, inventar  uma desculpa, mas a agarrei e a joguei sobre a cama. Deitando-me sobre ela, comecei a beijá-la feito um louco e em seguida, fui descendo, até chegar em meio a suas pernas. Peguei em sua calcinha, que estava toda ensopada, e aquele cheiro de....porra. Enfiei minha mão por dentro de sua calcinha e pude sentir como sua buceta estava melada, lambuzada, escorrendo. Não resisti a aquele cheiro, a aquele melado todo. Tirei sua calcinha, mesmo contra sua vontade, e comecei a chupar sua buceta como um louco, apaixonado, deliciado. Quanto mais escorria líquido de dentro, mais eu chupava. Era o caldinho de minha esposa misturado à porra do Adilson. Era o que eu queria. Depois de algum tempo chupando-a e, ela, vendo que não tinha outra solução, terminou por tirar a sua roupa. Em sua bunda havia uma marca de “palmada”, que ela tentou esconder. Quando Carol estava completamente pelada, levei-a ao banheiro e entramos debaixo do chuveiro. Eu a abraçava e beijava como um tarado, enquanto acariciava cada centímetro de seu corpo. Meu pau estava duro como um ferro e, sem nenhum embaraço, contei a ela o que tinha visto. Ela tentou negar, mas não ouve jeito. Quando confessei a ela que, na verdade, aquilo estava me dando um prazer enorme, ela sentiu-se ofendida, quis fazer uma cena mas, a cada palavra que pretendia dizer, eu enchia sua boca com minha língua. Pouco tempo depois estávamos os dois em nossa cama. Ela, sentada em meu pau, me cavalgando e, eu, dizendo a ela todas as coisas que me passavam pelo pensamento. Naquela tarde, nos encontramos novamente. Nos entregamos como nunca e nos confessamos mutuamente. Naquela tarde conhecemos lados, um do outro que, até então, desconhecíamos. A princípio, nos surpreendemos mas, momentos depois, nos deliciávamos com as novidades e oportunidades que se apresentavam. No dia seguinte, um domingo, levei as crianças à casa dos pais de Carol. Retornando a minha casa, convidei o Adilson para um cerveja em casa. Era a primeira vez que ele entrava em minha casa e, com certeza, não seria a última. Naquela tarde pude, pela primeira vez, ver, frente-a-frente, minha Carol, entrando totalmente pelada em nossa sala, linda, maravilhosa, maquiada, perfumada, gostosa e ávida por algo diferente, ajoelhar-se no meio das pernas de um Adilson desconcertado e apavorado, tirando-lhe para fora o pau e iniciando um boquete fantástico em minha frente. Pude ver minha esposa despindo aquele homem, chupando cada centímetro de seu tórax forte e escuro, enquanto segurava aquela toco roliço e grosso. Adilson olhava para mim com um ar de incredulidade, de perplexidade, até que lhe sorri e lhe disse: “aproveite, minha mulher, agora, é pra você se divertir. Se importa seu eu tirar minha roupa e ficar vendo?” O Adilson deu um sorriso e disparou: “O Dr. Quer chupar também? Disse-lhe, sim! Quero! Posso? “ô...fique a vontade, Dr. Não há o que uma notinha de cem pau não pague, não”. Era o que eu queria ouvir daquele sujeito. Logo em seguida, enquanto ele agarrava minha esposa pela cintura e enfiava sua língua em sua boca, eu engolia aquele pau delicioso, na frente da minha mulher. Adilson, enquanto comia a buceta dela, por trás, olhava pra mim e me provocava, dizendo: “olha só como a sua branquinha gosta do pau do negão, olha só. Quer ver mais, Dr? Vou comer o cu da sua mulher, na sua frente, você vai ver. Diz aí, putinha, o negão aqui já não arrombou as preguinhas desse cu gostoso? Arrombou, ou não? “ E Carol, gemendo, ofegante, respondia, “sim...jáááá, jááá comeeeeu, gostoooso”. E ele completou: “E a branquinha rebolou o rabo no meu caralho, essa puta arrombada. Deitei-me por baixo dela e fui lamber sua buceta, olhando aquele cacete entrando e saindo de dentro. Enquanto chupava sua buceta, dava outras tantas chupadas e lambidas no saco do Adilson enquanto Carol engolia meu pau, na frente. Ficamos por horas metendo e, quando o Adilson não agüentou mais e encheu a buceta da Carol de porra, logo em seguida, caí de boca, sugando tudo o que havia dentro e mais, limpando ainda, o pau de nosso amigo, que fiz o possível para engolir até onde pude. Em seguida, nós três, debaixo do chuveiro, foi uma festa. Eu e Carol cuidávamos para que nosso amigo ficasse completamente satisfeito. Carol se revelou uma puta da melhor qualidade, safada, sem-vergonha, sem pudor, querendo apenas ser penetrada por aquele homem. Eu me revelei tarado por ver a minha esposa dando para aquele cara e pelo pau daquele homem e, mais, por gostar de um torete daquele preenchendo minha boca.

                             O tempo foi passando, e todos os dias, com o Adilson direto por ali, Carol se deliciava na sua vara. A noite, quando eu chegava, fazíamos o momento família, perto das crianças e, quando estas iam dormir, nós íamos, os dois, para a dependência onde o Adilson ficava. Tempos depois, Carol não me queria mais junto, passando a freqüentar a casa dele sozinha. Eu sabia que durante o dia, ambos fodiam o tempo todo, pois minha mulher era insaciável, e o Adilson também. Comecei a ficar preocupado com aquela situação. Certa vez, descobri outro lance que estava rolando entre os dois. Saindo a serviço da empresa na qual trabalhava, passei por uma lanchonete, próxima a um bairro da cidade, onde avistei o carro de Carol. Parei ali perto e fui dar uma olhada. Numa mesa posta numa calçada, estavam sentados Carol, Adlson e um outro cara, um mulato que deveria ter uns dois metros de altura. Esse cara estava com o braço sobre os ombros de Carol e ambos trocavam alguns “selinhos” e carícias. Fiquei observando os três por uma meia hora. Pelo que vira, aquele cara se já não tinha comido, iria comer a minha esposa, com certeza. Como precisava voltar a meus afazeres, fui embora. Lá pelas dezenove horas, Carol ligou em meu celular, pedindo-me que a desculpasse, que eu fosse o quanto antes pra casa, dispensasse a empregada e cuidasse das crianças, pois aquela noite ela não viria para casa. Assim foi e, no dia seguinte, ao vê-la lhe pedi explicações, contando-lhe sobre o que tinha visto. Ela foi direta, dizendo que aquele era o Ronaldo, amigo do Adilson, e que os três estavam saindo juntos havia dois meses. Naquela noite, foram para Santos, pois o Roanldo tinha que resolver algo por lá e os convidou. Dormiram num motel e ela...ela disse que deu muito para os dois, como já fazia a algum tempo. Dois meses depois, Carol saia de casa para morar com o tal de Ronaldo. Ficaram juntos uns três ou quatro meses mas, com isso, o Adilson também se mudou de lá, pois tinha arrumado uma mulher em algum lugar. As crianças ficaram sob minha guarda. Passados os meses que Carol ficou fora, um certo dia ela me telefone e diz que quer conversar. Marcamos um encontro e ela disse estar muito arrependida, pois o tal cara era um tremendo de um bandido e a tratava muito mal. Quinze dias depois, Carol estava de volta a minha casa mas, para minha surpresa, o jogo não tinha acabado. Certo dia, chegando em casa, pego ela e o tal Ronaldo em nossa cama. O cara era imenso, um pau gigantesco e, pior, aquele tudo, quando entrei, estava enfiado na bunda da Carol que, naquele momento, estava deitada de lado, na cama, enquanto o sujeito atolava seu pau dentro dela. Quando cheguei, não tinha muito o que fazer. O cara me colocou pra fora do quarto e continuou o que estava fazendo. Não era como o Adilson, não me permitia participar. Bem, o que fazer? Logo que pude chamei a Carol para uma conversa séria e, a partir daí, resolvemos nos acertar e pararmos com aquilo tudo. Foram dois anos com o Adilson morando em nossa casa, transando comigo e com minha esposa. Depois o tempo que Carol passou com o tal Ronaldo e, por fim o período em que voltou para casa, porém o cara não lhe dava sossego. Com tudo isso, tivemos que vender tudo, tive que pedir as contas na empresa e nos mudarmos da cidade onde morávamos. A situação acabou ficando insustentável e estávamos completamente nas mãos daquele homem, que fazia de nós o que bem entendia. Ele mandava em nossa casa, em nossas vidas, e eu, além de dar-lhe minha mulher, ainda tratava dele. Não me queixo, não! Foi delicioso viver aquilo tudo. Foi ddelicioso chupar o pau daquele negro, sozinho em casa, enquanto Carol foi ao cabeleireiro. Foi delicioso ter levado, pela primeira vez, um pau dentro do cu, e ter que....de verdade, morder a fronha do travesseiro, ser chamado de viado, de corno, de boiola, enquanto um puta macho comia minha bunda, até me encher o cu de porra e, pior, depois comer minha esposa e lhe contar o que tinha feito comigo e mais, fazer o mesmo, de novo, em outro dia, na frente dela. Tínhamos nos depravado, completamente. A situação tinha que mudar. Eu tinha que ser....macho e, tomei, então, a decisão: desaparecemos daquela cidade, deixando, para trás, nosso maior tesão. Daí pra frente, nunca mais arrumamos nada parecido mas, quando transamos, sempre falamos sobre as coisas que fazíamos os três, Carol, Adilson e eu, ou a Carol contava das vezes em que transou com o Adilson e o Ronaldo, juntos e, assim, nos satisfazíamos. Mas nossos desejos não cessaram. Carol é um fogo só, eu tenho meus desejos e, no momento, estamos conversando sobre tentarmos algo parecido, novamente, porém com mais cautela. Abraço a todos, Carol e Jones.

rafaellaillya4@yahoo.com.br

A médica dos meus sonhos de prazer

Olá meu nome é Telma, mais conhecida como Telminha, tenho 35 anos, morena e magra. Tem uma médica na UBS do meu bairro que deve ter seus 60 anos. Morro de tesão por ela. Sempre quando vou há uma consulta fico com vontade de fazer amor com ela. Esse dias fui ao posto para uma consulta com ela, pois eu estava com uma inflamação. Ela como sempre gentil me atendeu muito bem, mais eu queria mesmo que ela me beijasse e me chupasse como nunca fui chupada antes.

Para me examinar ela pediu que eu deitasse na maca ela carinhosamente examinou minha perna passando de leve sua mão em minha pele e eu toda molhada sem querer dar bandeira. Derrepente ela pediu para eu abaixar as calças para examinar uma alteração na minha virilha, penso que não havia necessidade de baixar minha calcinha, mas ela o fez. Nesse momento queria que estivéssemos em outro lugar para eu mostrar todo o meu desejo. Mas eu não sei como devo começar qualquer assunto porque ao mesmo tempo em que penso que ela também me deseja eu acredito que são coisas da minha Cabeça.

Então quando me deito penso nela e me masturbo como se fosse ela me comendo com toda a experiência que eu acredito que ela tem. Fui ao retorno da consulta e lá estava ela toda solícita, resolvi olha-la dentro dos olhos. Então conforme ela falava comigo olhei dentro de seus olhos pensando em tudo o que tenho vontade de fazer com ela e ela desviou o olhar. Voltou a me olhar e novamente desviou. Novamente fiquei na vontade.

Como gostaria de ser correspondida por ela e me entregar por inteiro. Dra saiba que te desejo e quero ser sua. Quero beijar sua boca e sentir vc dentro de mim até desfalecer...

 

Vizinhos, Que Tesão III.. continuação

Dou leves olhadas para Reginaldo o qual parece estar louco ali vendo eu  levar seu irmão a loucura .Sempre fui louco por  bunda, mais no caso de homens sempre fui passivo. então peço para Gustavo ficar ... de quatro, ele que agora sabe do que sou capaz obedece sem mais delongas. então digo a Reginaldo  que ele pode aproveitar de  minha bunda , mais com carinho.

  me posiciono no traseiro de Gustavo o qual estava ansioso , fico de quatro e logo sinto a língua de Reginaldo atravessar a barreira de meu anus. A sensação era ótima,  ele ainda acariciava meu penis enquanto isso. então ele se levanta e sinto algo escorrer por minhas nadegas ele a estava lubrificando com a boca. um momento e sinto seu penis abrir caminho por minha bunda, não ouve muita dor e eu adorei a sensação.  seus pelos ao tocarem em minhas costas me arrepiavam todo. então ele se debruça sobre mim      "você também vai usufruir do mel que esta nos dando"     diz ele em meu ouvido. seu irmão estava ali sem saber o que pensar, havia me distraído e o deixei parado ali com a bunda na minha cara.

  Então começo passando a língua por suas nadegas até chegar ao rego. chupo suas bolas por traz e ele enlouquece, aproveito minhas mãos livres e aliso seu penis suavemente. passando a mão por toda sua virilha e seu abdômen intacto.

  A sensação era maravilhosa, sentia Reginaldo dentro de mim , seus pelos roçarem em todo o meu corpo e ainda alisava meu penis me deixando sem fôlego. Enquanto isso eu lambia o rabo de seu irmão o qual era maravilhoso , tocava os cabelos de seu rego e eles se misturavam em minha boca , e o masturbava com a mão  a qual não parava e andava por seu corpo como quem deseja ter tudo de uma só vez.

  Não agüentei e fui o primeiro a gozar na hora gritei, meu corpo despencou , mas nem por isso paramos tinham mais duas pessoas para usufruírem do MEL destruidor.
 
   Continuo ali maravilhado com o sabor inebriante de ter dois homens ao mesmo tempo. Até que Gustavo diz que esta prestes a gozar. peço pra Reginaldo que  estava colado  em mim com seu corpo  suado , para que os dois se sentassem , obedecem sem delongas. parto pra Gustavo que estava mais perto de chegar ao auge, engulo seu penis e volto a masturbá-lo com a boca. Enquanto isso seu irmão ao lado se masturba vendo a felicidade nos olhos de Gustavo.

 Jatos de esperma enchem minha boca, mas desta vez não deixo que fujam. tomo aquele caldo quente passando por minha garganta era delicioso, continuo a acariciar seu penis, ele se contorcia de prazer. então se deita sobre o sofá com o corpo todo suado.

   Reginaldo nos olhava e ria para si mesmo, ele me chama para seu penis  e sem pensar o tomo como se fosse arrancá-lo. suavemente lambo a cabeça de seu  pau, depois começo a chupá-lo mais de lado. desço até suas bolas e fico me deliciando com o seu sabor . de repente aquilo flui como um vulcão em erupção. a porra atinge todo o seu peito. e aquela cena me faz pirar. subo resgatando tudo em meio aos pelinhos de seu abdômen . me deito sobre seu corpo e me sinto realizado. aquilo foi maravilhoso. encosto minha boca na sua novamente . os sabores se misturam, sua língua junto a minha. corpo x corpo.

 

    Uma pagina virada.  . .  hoje em dia tenho contato com Reginaldo o qual agora namora firme ,  uma garota linda. nunca mais nos relacionamos.  mas a algum tempo ele me disse  por e-mail que sua namorada adoraria fazer sexo a três. . .  Quem sabe!!!!
  já seu irmão Gustavo  continua firme  e tesudo como era. agora estuda em lavras   . . .quem sabe eu não começo uma Facul ano que vem!!!!

 espero que tenham gostado, e não deixem de ver meus outros contos

 ivo-81@hotmail.com, Itajubá - MG.

 

Vizinhos, Que Tesão II... continuação

Nós dois ali nus, e Gustavo irmão de Reginaldo havia visto tudo e estava parado ali a nossa frente, este por sua vez se aproxima. O medo toma conta de meu peito , aquele sonho que acabara de viver , podia se transformar em uma catástrofe. Ele segurava um celular, me desespero imaginando que ele filmou todo o ocorrido ali, entre mim e seu irmão. Então ele começa a rir.

  Reginaldo me olha com um ar sério. Ele havia visto algo que meus olhos não foram capazes. E usaria deste triunfo para nos safarmos. é então que vejo o que estava o deixando menos apreensivo. a calça de Gustavo estava estufada , seu penis pedia para sair. então saco qual é a do Reginaldo.  e da mesma forma que ele fez comigo resolvemos fazer com seu irmão.

  Me volto para Reginaldo, o qual mesmo apos ter gozado em minha boca esta com o penis  enrijecido e parece que a  situação o despertou ainda mais. ele olha no meu rosto, se deita sobre o sofá novamente e me chama pra si eu me ajoelho me encaixo entre sua pernas e novamente começo a alisar seu penis com a boca.  abocanho suas bolas  e começo a chupar, minha língua se entrelaça com aqueles pelos e isso me leva a loucura.

  Então Reginaldo olha para o irmão e o chama para junto de nós, este por si não pensa duas vezes retira a roupa num impulso enorme, mostrando do que era feito, seu corpo era lindo ao contrario do irmão, não tinha pelos pelo corpo a não ser no púbis, o qual se destacava pelo tamanho avantajado de seu penis . como podia uma pessoa ter dado a luz a duas pessoas tão diferentes e tão gostosas.

  Reginaldo se levanta dando o seu lugar a seu irmão. o qual não demonstrava nenhuma insegurança. ele me olha profundamente "capricha , que depois eu consigo te levar  a lua". Aquilo me da um oop, pois sinto que ele estava me desafiando. Então  resolvo levalo realmente a loucura. pesso a Reginaldo que agora se sentara no outro sofá para apreciar as futuras cenas um forma contendo gelo.

  Logo ele volta e aquela cena era hilariante, ele andando pela casa todo despido e ainda com o penis nas alturas. rimos pra descontrair.

  Coloco um cubo de gelo na boca e mais dois por cima da barriga de Gustavo, o qual agora se deita no sofá . com o gelo na boca , abocanho seu penis, ele treme todo. a sensação era única e não tem como explicar, ele se contorcia  ,gemia .  Reginaldo só olhava . Então passo a suas bolas ainda com o gelo , agora minha língua só sentia uma leve pontada dos fios de pelo que pontavam em seu saco depilado. Passava de uma bola a outra e o ar gelado era delicioso. então resolvo subir por seu corpo.o gelo já derretera um pouco sobre sua barriga. eu  passo a boca por eles e os apanho subo acariciando seu corpo com as mãos e a língua paro em seu umbigo lisinho e ali faço movimentos circulares. sinto ele se mexer e aquilo me faz sentir orgulhoso subo até seus mamilos e novamente os acaricio com a boca. Então chego ao seu rosto lambo seu pescoço, e dou leves mordidas em seu queixo,até chegar em sua boca que tinha um cheiro ótimo , encosto meus lábios nos seus  e sinto o sabor de sua língua, a qual não saia de minha boca. voto a acariciar seu corpo, e dou leves olhadas para Reginaldo o qual parece estar louco ali vendo eu  levar seu irmão a loucura .

  Ele se levanta vem até nos, meu deus o pau cintilava o corpo escondido por lindos pelos . e eu tinha os dois ali a minha disposição .

  sempre fui louco por  bunda, mais no caso de homens sempre fui passivo. então pesso para Gustavo ficar ...

continua.... 

falta apenas mais um conto para concluir não perca.

ivo-81@hotmail.com  Itajubá, MG

 

Vizinhos, que tesão

  Bom sou Ivo Magalhães (20, 1.90 de alt., corpo normal bonito)  moro em Itajubá a 4 anos  e neste tempo fiz vários amigos por aqui.
 
   Entre eles o Reginaldo (26, alto, moreno, corpo sarado, muitos pelos que o embelezam) e seu irmão Gustavo (22, atlético, moreno , corpo todo liso).  freqüentava a casa deles direto e tinha muita liberdade ali. As vezes entrava e nem mesmo batia na porta.

   Esses dias tava levando um jogo novo pro  Reginaldo, e por saber que seus pais não estavam , entro sem avisar. qual não é minha surpresa quando me deparo com ele na sala deitado sobre o sofá, com a calça abaixada alisando o penis enquanto via um filme pornô gay na TV. ( era lindo, aquele cacete duro e grosso, envolto por pelos , senti meu penis latejar de tesão) ele se surpreendeu  e rapidamente fechou a calça e desligou a TV. estava em choque. foi então que ele percebeu e eu não pude esconder meu penis que queria pular para fora da calça de tanto tesão.

   Ele pediu para  eu me sentar ali no sofá que ele iria me explicar o que estava acontecendo. me sentei foi então que ele abril a calça novamente e começou a alisar seu pau e me encarava com aqueles olhos castanhos, então eu não agüento tiro meu pau pra fora e começo a tocalo.ele tira sua roupa , e vejo seu corpo um  malhado pelos muito bem distribuídos.

 Ele me olha   e pergunta se não quero tocar no seu pau, sem pensar duas vezes tiro minha camisa , e a calça e  caio de boca  no seu cacete, ele me olha como quem quer rir e isso só me deixa ainda mais excitado.  aliso seu penis com a língua e isso o deixa louco.subo beijando todo o seu corpo , lambo sua virilha  e vou subindo pelos pelos de seu abdômen e ao chegar nos mamilos beijo um intensivamente enquanto acaricio o outro.  seu corpo e coberto por pelos mas de um jeito que deixa qualquer um pirado.
  
  Ao chegar em seu rosto toco sua boca com a minha, sua barba por fazer me arrepia todo, era incrível o sabor de sua língua , nos beijamos por um bom tempo enquanto trocávamos caricias.Desço até seu penis novamente e começo a lambelo , aproveitando a boca e passando por toda sua virilha  e descendo até onde conseguia de sua bunda. Ele gemia de prazer  então percebendo que ele estava prestes a gozar  volto  a seu penis e  com movimentos suaves e constantes, o masturbo com minha boca , aquele pau enchia minha boca e me deixava sem ar aquilo era maravilhoso.  ele então da um grito e quando per sebo sua porra inunda minha boca e se espalha pelos pelos de sua barriga , eu tomo aquilo como quem bebe um milk-shake e que ele gosto era maravilhoso, abocanho todos os pingos que se espalharam por sua barriga, e volto  a seu rosto  beijo seu queixo  sua barba  ao encostar em minha língua me dava arrepios , coloco minha boca diante da sua novamente e nos beijamos , mordo seus lábios e ele adora  paro por um momento e olho nos seus olhos  e ele diz "esta sendo maravilhoso' e agora e minha vez de te satisfazer um pouco.

      Ouvimos um barulho e qual não é nossa surpresa quando vemos seu irmão Gustavo ali na escada boquiaberto vendo tudo. ele desce se posiciona a nossa frente, nos dois nus ali e ele nos olhando,  ele chega mais perto e ........

   continua .....
  gostou do conto? então não perca o próximo,e outros que escrevi

 

ivo-81@hotmail.com, Itajubá,MG

 

A esposa do patrão

Olá, meu nome é Ricardo, moro em São Paulo, 33 anos, branco, 1,93mt, 110 kgs, aquela barriga de quem gosta de uma cerveja, mas nada absurdo, trabalho com dedetização, sou técnico em controle de pragas há 8 anos, e há um mês aconteceu algo muito interessante.

Meu patrão é quimico, muito gente boa, sua esposa, pele bem clara, magrinha, cabelos loiros tingidos, sempre sorridente, bióloga, mas dificilmente vem a empresa, a fama dela é de uma mulher extremamente ligada ao computador, seus filhos comentam que ela chega a ficar 18 horas por dia na frente do computador, até então ok, mas como de costume, uma vez ao mês vou a casa deles fazer uma aplicação por toda a residência, já faço isso a 5 anos e como sempre fui despretencioso, sem nenhuma intenção a não ser de executar o serviço, pois bem, ao fazer a aplicãção pelo lado externo da casa, resolvi espionar a janela do escritório dele, pois ela estava no computador, muito interti da digitando, dei uma olhada na tela e ela estava numa sala de bate papo, com o nome ''coroa quer garotos'', nossa, aquilo me enlouqueceu em segundos, na mesma hora entrei na casa, bati à porta do quarto e disse que precisava tirar a cortina e limpar a janela, pois eu iria fazer uma infiltração na base da janela, prevenção a cupins, ela achou normal, nem se abalou e também não parou sua conversa no bate papo, com certeza ela não imaginou que estava lendo tudo que ela escrevia, e a conversa estava quente, ela conversava com um homem de nick Rolãomooca/28 e o via pela cam, um rapaz moreno, se punhetava pra ela na cam, e eu percebi que ela estava inquieta, roçando uma perna na outra, foi aí que joguei todo o balde de agua pra limpar a janela em mim, me mostrei muito assustado, e disse q era solvente, ela ficou muito preocupada e correu pegar uma toalha, e eu tirando a roupa, dizendo que estava queimando, ela me deu a toalha e um roupão, e foi ajudando a me trocar, sem camisa, mas ainda com a calça, coloquei o roupão, e tirei a calça de uma vez, como se a intenção fosse de me cobrir rapidamente, mas meu pau estava muito duro, e eu deixei que ela visse e logo fechei o roupão, mas percebi novamente que ela ficou desnorteada, perguntei se ela tinha pasta d´agua, pois minhas coxas estavam ardendo, ela correu e pegou, pedi desculpas pelo incomodo causado e tal, e pedi que ela ficasse a vontade pois eu iria ficar bem ali, e logo terminaria o serviço, ela entendeu e voltou ao computador, nisso entrou no MSN e passou a contar a uma amiga o que estava acontecendo, e esta amiga por sua vez ficou pondo lenha pra que ela tomasse uma atitude, e vi ela escrevendo que não faria nada se eu não tomasse a iniciativa, baixou a tela e voltou ao bate papo, aí fui pro tudo ou nada, era ganhar ou perder literalmente, levantei, e disse a ela que já estava tudo bem, ajuntei minhas roupas na mão tirei o roupão na frente dela e disse que ela já poderia guardar, fiz isso o mais natural possível, eu peladão na frente dela, o pau muito duro, mas não mudei o semblante, e nessa hora eu a vi estremecer inteira, a pele avermelhou ela deu um passo pra trás sem tirar os olhos do meu pau, eu carinhosamente peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela sem olhar pra mim começou a punhetá-lo, lentamente e eu comecei a despi-la, fui tirando o roupão, uma blusa de moleton, uma camisetinha por baixo e pra aumentar meu tesão ela estava sem sutião, baixei o moleton, e estava sem calcinha, olhei pra ela bem sacana, e ela sorriu ainda olhando pra baixo e disse q só usava lingerie pra sair, em casa não, aí forcei pra que ela baixasse pra me chupar e ela se negou, vindo a me abraçar e se esfregar em mim, virei ela de costas e comecei beijando a nuca, as costas, enquanto esfregava meu pal na bundinha dela, lentamente, e pelas costas fui alternando entre beijos e lambidas fui abaixando atrás dela,apoie as mãos dela no rack do computador, coloquei uma perna dela em cima de uma cadeira, e comecei a chupá-la, bem gostoso, chupando, mordiscando, conforme ela foi molhando, eu deslizava um dedo pela bundinha brincando na entradinha de trás e ela gemia, quando ví que ela estava bem molhada, sentei ela na cadeira, e sem questioná-la enfiei minha rola na boca dela, que nem negou e passou a chupála bem gostoso, acariciando meu saco de leve, e me chupando bem carinhosa, boquinha macia, segurei a cabeça dela por trás e aumentei a velocidade, tipo bombando na boca dela e ela continou chupando, quando ela engasgou, virei ela de costas novamente e fui colando meu pal na bucetinha dela, invadindo mesmo, segurando-a pela anca, logo entrou tudo, percebi que ela amoleceu, aí comecei a bombar, que delícia, ela gemia tão gostoso, fiquei assim por uns 5 minutos, aí me sentei na cadeira e ela logo montou por cima, percebemos que a cadeira não aguenta ria, ela me puxou pela mão e me levou ao quarto dela, deitou na cama e me puxou por cima, entrou tudo, ela gemeu alto e comecei a estocar com força, enquanto apertava os seios dela, após um tempo assim, coloquei ela de quatro na cama e voltei a estocar forte, e com o dedão ia brincando na entradinha da bundinha, fiquei bombando por um bom tempo até que ela foi se deitando e começou a se retorcer deliciosamente, gozando pra valer mesmo, e eu sem parar de bombar fui vendo aquela mulher toda suada, mas com uma cara satisfeita, feliz, e ela começo a jogar a bunda pra trás deixando as estocadas ainda mais gostosas, e pediu que eu gozasse pra ela, e eu no auge do tesão disse que queria gozar na cara dela, ela disse que era só avisar a hora, nessa mesma hora não aguentei, empurrei ela pra frente, ela já se virou segurando os cabelos pra trás e ficou esperando a jatada, soltei umas 5 jatadas fortes, pelo rosto todo, ela enfiou meu pau na boca e foi chupando bem gostoso, enquanto a porra ia descendo pelo pescoço dela, ela deixou meu pau limpinho, sorriu, e disse, vamos tomar um café?...voltamos ao escritório, ela se vestiu novamente, toda esporrada, e me deu roupão novamente, levou minha roupa pra secadora e voltou a conversar comigo se nada tivesse acontecido, levei na mesma forma, umas 2 horas depois, eu tinha terminado o serviço, ela já tinha tomado banho, fui avisá-la que ia embora, ela me deu um beijo na boca, e disse que o sigilo iria gerar outras transas tão gostosas como essa, eu garati que isso era certeza, e fui embora, foi completamente inusitado, porém muito delicioso...

 

Sozinho há um bom tempo

Oi turminha! Tô sozinho há um tempo, sou super discreto, e como não dou pinta não dá pros caras que paquero saberem bem o que quero. Tenho atração por sujeitos discretos também, tipo normal, nem muito machão marrento e nem afeminado. Por isso nos contos que leio gosto de saber como é que as pessoas se conheceram, onde foi, quem tomou a iniciativa, etc.
Sou casado, amo a minha família, mas desde criança que tenho atração por outros homens. Desde as brincadeiras com os primos que eu quero descobrir mais, ver mais. Por volta dos 12 anos eu parei e resolvi lutar contra esse impulso. A luta continua até hoje, kkk estou com 42a. Minha família é bacana e não quero ofender por nada.  Também não peguei fama de bichinha, que aqui no interior de Minas é o fim da felicidade de toda família.
Toda semana eu vou a BH onde trabalho também e fico alguns dias em um Kitnet alugado no Centro.  Tenho 1,80m, 70kg, cab e olhos cast, corpo branco e peludo. Sou muito carinhoso e afetivo. Sou ativo, já dei e não gostei, não quero repetir porque não me senti bem.
Não freqüento lugares “óbvios” e como sou sério, tá difícil a coisa aqui.  Sempre fico esperando uma pessoa bacana, casada (de preferência), que também goste de uma amizade com gozadas gostosas. Logo que cheguei em BH há uns 10 anos, fiquei louco com a beleza masculina desta cidade, destaque especial para a Polícia Militar, cujo uniforme é o melhor que tá tendo.  Até hetero deve ter tesão.
Já faz uns 10 anos também, eu estava em casa à noite, já de short após o banho,  toca a campainha. Primeiro susto, depois o tesão, eram dois PMs,  medi os dois de alto a baixo, eu logo abri toda a porta. Houve uma reclamação da vizinha e estavam averiguando nem sei mais o quê. Quando eu ia convidar para entrar, a outra vizinha também abriu a porta e eles decidiram se dividir. Nunca tive sorte em sorteios, mas neste saí premiado: Orfeu (pseudônimo), 1,90m, uns 98 Kg, NEGRO, gostoso, cheiroso, sorriso farto, 36 anos, musculoso. É claro que o meu pau ficou duro na hora, e eu tava sem cueca. Fiquei constrangido mas não deu prá disfarçar. Falei: desculpa, eu sai do banho agora, vou pegar uma camisa... ele disse: tô veno tá até um cheiro de sabonete, mas não esquenta não que aqui é bem rápido.  Assentou-se e começou a perguntar umas coisas, logo o colega chamou, e ele foi embora. Fiquei na dúvida se ele havia olhado para o meu corpo, e pro meu pau, tive medo que ele me tirasse por causa da ereção, que tentei disfarçar com a mão mas ele já tinha olhado, custei a dormir aquela noite. Masssss...
Na noite seguinte um pouco mais tarde, toca a campainha, pelo olho mágico vejo que é ele, corro para tirar a camisa e o sapato, e ainda deixar duas camisinhas na mesa ao lado da cama. (como chamariz). Eu moro em um kitnet e quando se entra já dá direto no quarto. Quando abro a porta ele já estava indo embora então eu chamo: Orfeu, ele volta sorrindo, barba feita, perfumado, algemas, cassetete, pistola, etc etc...
“Você se lembra do meu nome? Então,  eu me esqueci de pegar a sua assinatura ontem”... “Entra aí, Orfeu, vou ver se acho uma caneta, quer usar o banheiro? Ele tirou o cinturão, deixou sobre a cama e foi mijar. Fiquei ouvindo a cachoeira, o safado mijou bem no meio da água prá fazer bastante barulho. Quando voltou, apontou para as camisinhas e perguntou: “Tá esperando alguém?” Eu disse “não é apenas prevenção”, e ele afivelando o cinturão deu uma ajeitada na mala – “Qual é a sua?” Eu não respondi ou não entendi e disse: “esse cinturão é mesmo um mistério” e já fui com a mão no cassetete, ele segurou a minha mão com uma força incrível e levou até a mala dele, que já estava pesada, abracei-o e ele me beijou com tanta força que quase me sufocou. Fui tirando suas roupas devagar, aquele corpo quente do negão me encostando eu já ficando louco, fui vendo as formas, os músculos, a pele lisinha, nem um pelinho, comecei a lambê-lo, sorvê-lo todo, ele foi me abaixando até a sua cintura, a cueca branca não continha mais o pau enorme, grosso e lindo que já apontava na cintura. Deixei o pau sair só a capeçona, cheirei, lambi e chupei liberando o respo do seu corpo cheio de veias aparentes, percebi a curvatura do pau para a esquerda –adoro isso-  Lambi as bolas, a coxa, ele se deitou, e pediu que eu aumentasse o som para os vizinhos não escutarem, aumentei o som e voltei sobre ele, mas agora ao contrário, fiz um 69 ele embaixo e eu em cima, abri-lhe as pernas e fui lamber a terra de ninguém ele gemeu, muito alto, urrou, e eu lá, aquele cheiro de macho quase me sufocando, o pau imenso na minha garganta e então o melhor: ele abriu a minha bunda com beijos e tacou sua língua quente, dentro do meu cu. Quando ele mordiscou o meu cu fui eu que gritei. Orfeu ficou louco, me virou de frango assado e me lambeu todo, chupou e deitando-se sobre mim me beijou apaixonadamente. Nossa que homem pesado, quente, suando, gemendo e bufando no meu cangote.

Eu pensei: esse cara vai querer me comer. Tremi de medo daquele caralhão. Tenho que pensar em algo rápido. Fui dando aquele banho de gato nele e comecei a falar umas coisas gostosas de se ouvir, consegui virá-lo o que não foi fácil, ele fazia força para ficar por cima como se estivesse dominando um bandido e eu tentando escapar, mas virei e cheguei lá embaixo, não gosto muito, mas foi o jeito: apliquei-lhe uma linguada no cu, que eu mesmo tive inveja, ele foi se rendendo, e eu me ajeitando, um dedinho, dois, e ele se vira e me pega no colo. – “Cara, eu não dou não porque sou casado.” – Essa era a deixa que eu queria ouvir, casado e virgem (quase acreditei no virgem). Nessa hora entrou o poder de sedução e negociação: “quero muito comer um PM quero muito comer você, sua bunda é muito gostosa e o gosto do seu cú na minha boca me deixou no cio. Não vai doer, aproveita que o meu pau é pequeno,  eu é que não vou agüentar esse seu cassetete ( o pau dele é o dobro de mais grosso que o cassetete, mas um pouco mais claro) quase não cabe na minha boca, etc, etc”.  Encapei o bicho, coloquei o minha presa de frango assado e fui descendo, apliquei-lhe mais um cunete e passei KY, encostei o pau, ele reclamou nem tinha entrado, e eu fui orientando: “relaxa o abdômen, faça  movimentos com o ânus que eu to te comendo...”, ele ainda estava chiando quando encostei os pentelhos em sua bunda e comecei a bombar, primeiro de leve e depois acelerando, viramos, ficou de quatro, encostei-lhe o rosto no colchão e ele empinou aquela bundona pra cima, fiquei em pé e lhe mandei a vara, eu vendo aquela cena, o meu pau branquinho, naquela bundona lisa, brilhante e deliciosa as costas enormes suadas, brilhando, aquele gemido de macho ahnn, ahnn aquele cheiro de homem... Já estava transpirando baldes quando ele pediu que queria beber o leitinho, já que eu era casado não deveria ter problema. Sentei-me no pau dele (por fora é claro) e fui batendo uma punheta (demoro muito pra gozar), quando veio o gozo pedi que ele se levantasse um pouco para não engasgar, eu gozo muito, enchi-lhe a boca e ele engoliu todo, não deixou prá mim nem uma gota. Depois foi minha vez, (mas não gosto de beber) pedi que ele gozasse na minha cara, no meu peito, e ele fez, mas o cara goza tão forte que não acertou nenhum jato em mim, foram três jatos na  na parede, e até hoje tenho uma marca lá, como troféu.

Deitou-se sobre mim, e era cena final de filme de amor, as roupas da farda no chão, butina, armas, aquele negão sobre mim, e eu branquinho sonhando de amor.
Ficamos juntos por 2 anos. Todas as semanas nos víamos já éramos também amigos. Até que ele achou que estava indo longe demais e resolveu se separar a sua mulher estava desconfiando que saíamos para pegar mulher. Deixou comigo uma cueca usada, que de tanto cheirar não sei mais que cheiro tem, o dele ou o meu. Nunca lavei e de vez em quando visto por uns minutos, é muito bom. Sinto muito a sua falta, mas foi bom porque eu estava  muito apaixonado e isso é perigoso....  Tenho outros casos nossos muito loucos. Uma vez o chupei no seu plantão, mas isso é pra outro dia.

Casados discretos de Belo Horizonte, que quiserem me conhecer e quem mais gostou do conto escrevam     para      arabe555@gmail.com

 

Adoro xixi

Eu e minha namorada Alexandra eventualmente já praticamos sexo com xixi e cocô(uma vez só). Particularmente adoro o xixi, que também chamam de pissing, mas uma vez, dormindo em uma barraca no meio da madrugada ela fez cocô junto com o xixi, como eu já escrevi em outro conto. Mas desta vez a coisa foi maior...
Eu e Alexandra decidimos passar um final de semana em Laguna, reservei um hotel e já fiquei imaginando todas as fantasias sexuais que poderíamos fazer sozinhos na praia em Março que tem pouco movimento. Na quarta-feira ela me disse que iria levar uma amiga junto, imediatamente não gostei da idéia pois iria atrapalhar tudo que estava planejando, mas não teve jeito, ela insistiu muito e acabei ligando pro hotel e pedindo um quarto tipo “família”com uma cama de solteiro a mais. Só conhecia a moça pelo nome, Karen, mas sabia que eram muito amigas.
Na madrugada de sábado passo na casa de Alexandra e me surpreendo quando as duas entram no carro, Karen é muito bobina, loira, cabelos lisos, 1,70m, no peso ideal e também muito legal de conversar, a viagem foi perfeita, animada e descontraída. Chegamos a tempo de curtir uma praia(que estava quase deserta) e um pouco fria, ficamos bebendo cerveja, comendo uns petiscos e jogando conversa fora. Quando já estávamos bem alegres e com muita latinha vazias na volta a Alexandra diz precisa fazer xixi e eu pensei: pena que essa outra esta junto, senão poderia fazer aqui mesmo, embaixo do guarda-sol, não tem ninguem num raio de 50 metros. Interrompendo meu pensamento, Karen fala que tb quer fazer e completa: “Paulo, não esquenta, a Xanda já me falou tudo, que você fazem xixi na frente um do outro e eu quero fazer também.” Olhei com ar de interrogação pra Alexandra e ela confirmou “Desculpa meu amor, mas eu tinha que contar pra Karen, ela é minha melhor amiga e eu confio nela e ainda ela ficou louca pra praticar conosco”. “OK, se vocês estão de acordo eu só posso aceitar” respondi inseguro. Nós três estávamos sentados em cadeiras de praia virados para o mar e Alexandra puxou o biquíni pro lado e mostrou aquela xeca peluda que eu já estava com saudades e chamou, “venham, quero os dois bem pertinho pra ver o meu jatinho saindo” Eu e Karen chegamos bem perto e percebi que relamente ela esta excitada com a coisa. Alexandra não demorou e soltou um mijão como eu nunca tinha visto, formou um arco de uns 2 metros, foi bem longe. “Agora eu, agora eu...venham bem pertinho também”. Ai Karen puxou o biquini pro lado mostrou sua xequinha linda, com pentelhos pretos(era loira falsa, eu acho) chegou bem pra frente na cadeira e começou a mijar fraquinho e tipo uma torneira aberta sem jato. “Para, para, para....”gritou Alexandra, “não é assim, deixa que eu te ensino”, colocou a mão na xeca da Karen, abriu bem o grandes lábios puxando um pouco pra cima e deixando o buraquinho do xixi bem amostra e esticadinho, “vai agora, com força...”e Karen mijou bem forte e ainda mais longe que o da Alexandra.
Foi uma risada geral, que loucura. “E você não vai fazer também? Quero te ver também” perguntou Karen. A essas altura eu já estava de pau-duro e disse que não daria. “da sim, mostra pra ela, ela já sabe que o teu pau é bem grande e ta louquinha pra ver” disse Alexandra, puxando meu pau pra fora e mostrando a amiga. “Não vai dar pra mijar, antes eu tenho que gozar” eu disse. “deixa com nós duas”. E começaram a me chupara, ajoelhadas na frente da cadeira onde eu estava sentado. Uma chupava um pouco e colocava o pau na boca da outra e vice-versa, não resisti muito e gozei na boca da Alexandra (que adorava engolir tudo), ela tirou o pau pra fora e mostrou pra Karen, “olha que legal, ele ta gozando, vai chupa um pouquinho” e ela chupou o restinho de porra, e lambeu tudinho. Uns 5 minutos depois eu já estava pronto pra mijar e tirei novamente o pau pra fora, agora mole, mas ainda grande, elas foram logo segurando e pedindo pra mim mijar, rapidamente comecei a mijar pois senão iria endurecer de novo. Assim que comecei a fazer elas ficaram brincando de mangueira e mirando em tudo. Fiquei mais de 1 minuto mijando e elas apavoradas com a quantidade que saiu e se divertindo muito.
“Agora ta na hora de ir pro hotel meninas, antes que aconteça algo aqui mesmo” disse a elas.
O clima entre nós estava muito legal, ninguém forçando nada, chegamos no quarto, cada um tomou seu belo banho e conversamos sobre vários assuntos, como se nada tivesse acontecido. Deitamos um pouco e dormimos até umas 8 da noite, quando então levantamos e fomos jantar em restaurante bem legal. Bebemos algumas cervejas e a língua foi se soltando novamente “Faz tempo que vocês conversam sobre o que eu e a Xanda fazemos a sós? “ perguntei a elas “Faz um pouco, desde que nós fizemos aquele outro negócio, sabe, o número 2, no camping, lembra?” , “claro, mas você contou isso tb?” , “claro, a Xanda ficou muito entusiasmada e eu não resisti e implorei que ela me contasse tudo, no inicio fiquei em choque, não sabia o que era, mas ao mesmo tempo fiquei excitada” disse Karen. “Agora eu é quem estou em choque!!!” disse bem baixinho.
“Calma meu amor, voce já viu que a Karen é super legal e super minha amiga, nunca vai contar nada pra ninguém, ela só quer se divertir junto com a gente, e eu também quero”. Passou a tremedeira e o jantar também e então continuamos a falar sobre o assunto que passamos a chamar de Kaviar. Elas confessaram que haviam planejado tudo para esse final de semana e que teria que ter kaviar também, não só pissing e que estavam a uma semana se preparando, comendo bastante frutas e fibras pro kaviar ficar bem bonitinho. “Fazem 5 dias que eu não faço”, disse Alexandra, “e eu 6, nós vamos ver que faz o maior, e tu vai ter que escolher o melhor também”. A essas alturas já estava tudo liberado e o amor entre nós já era latente.
Pagamos a conta e fomos correndo pro hotel pois elas já estavam segurando o kaviar por muito tempo e eu estava louco pra ver, e seriam dois juntos, é bom demais.
O banheiro do quarto éra bem grande e tinha uma banheira de hidro também. “já imaginei tudo, tu deita na banheira e nós duas fazemos em cima de ti”ordenou Alexandra já tirando a roupa. “vamos rápido que o coco já esta na porta, e vai ser bem grandão”completou Karen. “então vem você primeiro” eu disse já deitado na banheira.
Aquela loira linda tirou a roupa e eu pude ver ela nua pela primeira vez, “da uma voltinha pra mim te ver bem” eu disse. Então ela subiu na banheira e ficou em pé, de frente para onde eu estava, abriu bem a xeca e mijou direto na minha cara e pelo peito todo. “primeiro o xixi, agora vem o numero 2” disse Karen, virando de costas e mostrando o cuzão já um pouco aberto, onde aparecia uma ponta marrom escuro começando a sair. Xanda estava em pé ao meu lado e observando tudo bem de perto. Já tinha saído uns 3 cm de coco e cu da Karen se abria cada vez mais, pois o coco estava engrossando. “abaixa bem em cima da boca dele, eu quero ver cair direto na boca” ordenou xanda já se masturbando enlouquecida. Karen segurou a merda e se abaixou lentamente ficando com bunda a uns 30cm da minha cara e começou a fazer força pra o coco continuar a sair. “vou fazer bem devagarinho, olha ele saindo, olha...” murmurava Karem e o kaviar começou aumentar de novo. Então Alexandra abaixou do meu lado e segurou a bunda da Karen guiando pra que aquela lingüiça, agora com uns 15cm e bem grossa fosse na direção da minha boca. O coco continuou a crescer e eu nunca tinha imaginado que um coco pudesse ser tão grande. Quando chegou perto da minha boca já tinha mais de 20cm e continuou a sair, entrando dentro da boca. “Karen, para, para,ele já ta dentro da boca do Paulo, olha só” vibrou xanda. “Ainda tem mais um monte, vou continuar...”respondeu. E para meu desespero continuo a sair merda daquele cu. Fui empurrando sua bunda pra frente e o coco foi saindo mais e mais até que soltou do cu dela e a outra ponta caiu no meu peito. Ela levantou e veio admirar sua obra. É uma lingüiça marrom, quentinha e grossa com uns 2 palmos de comprimento, acreditem, isso da mais de 40cm. “Olha que lindinho, valeu a pena guardar por todos esses dias...” disse ela, pegando pela ponta e sentido o cheiro e a textura da obra, as duas começaram a brincar com a merda e eu explodi em uma punheta deliciosa, que nunca vou esquecer.
Não acabou, são somente 11 da noite de sabado e ainda tem o presente da Xanda, que esta guardado a 5 dias....

jpspee@hotmail.com

Comendo a esposa do amigo...

vai eu cair numa gandaia; assim foi estes dias; eu estava viajando e fui visitar alguns amigos da velha guarda, gente do meu tempo de criança quando não tínhamos muito compromisso com a vida.  Visitei um amigo aqui, uma amiga ali até que cheguei na Soraia, uma ex-colega de escola que sempre foi conhecida por ser hiper deliciosa. Soraia era uma garota gostosa que aos 15 anos perdeu a virgindade com um amigo nosso de escola; eles namoraram e a garota acabou engravidando e vivendo apenas para manter o casamento e o filho.

 Passados tantos anos, hoje Soraia tem 40 anos, mas manteve-se com um corpinho sensacional, como se pode observar na foto, que é real e autorizada por ela. Na última semana eu encontrei seu filho adolescente e este me disse que sua mãe estava trabalhando num banco daquela cidade. Fui até a agência e encontrei uma “cavala” deliciosa vestida em saia de executiva, óculos e cabelos presos. Confesso ter ficado excitado, de pau duríssimo, mas eu necessitava manter a compostura, afinal de contas ela é casada, mãe de um jovem amigo e esposa de um velho conhecido.  Conversamos um pouco no banco e ela me convidou para almoçar; falamos tudo, rimos, lembramos o passado e quando eu lhe perguntei sobre seu casamento ela me disse que estava de mal a pior. Falou que seu marido bebia muito, saia de casa e voltava dois, três dias depois e que inclusive, ela já soubera que ele tinha dois filhos com outras duas mulheres. Eu não tive muito o que dizer e segui conversando.  Para encurtar a história ela me pediu para sairmos dali e rumarmos a sua casa, onde ela trocaria de roupas e iria até a academia; eu lhe disse que sim, mas achei chato, caso o marido e os vizinhos nos vissem entrando na casa; ela me disse que na vida dela quem mandava era ela; rimos um pouco e lá fui eu levar a gata sexy para trocar a roupa.

 Quando entramos em sua casa ela foi tirando o blazer e jogando no sofá; minha cabeça doente esperou que ela tirasse o restante da roupa e ficasse nua. Eu fiquei imaginando como eram aqueles seios, como eram aqueles pelinhos pubianos de sua buceta, como eram suas pernas após tantos anos e como estavam aquela bunda linda que sempre me fez praticar a velha masturbação.  Soraia entrou num quarto e me pediu para esperá-la um pouco; logo notei um barulho de chuveiro; de repente a voz da gata sexy me chama e pede para eu levar algo até ela; juro que pensei que ela estivesse vestida, mas para minha surpresa, ao chegar na porta do banheiro, notei a mulher peladinha, água caindo sobre seu corpo e ela passando sabonete na xoxtota mais deliciosa da cidade; estava lisinha, sem pelos e brilhando com a água do chuveiro.  Fiquei estático, imóvel, o pau endureceu na hora, o suor começou a cair e ela, sem perder o rebolado me disse: meu marido está viajando, meu filho na casa da avó e eu aqui, com tesão e o garoto que eu sempre quis comer no tempo da escola!  Tirei toda a roupa e cai no chuveiro; entre beijos, chupões, esfregas e ralações, meu pau parecia que ia explodir. Soraia esfregou a bunda em meu pênis duro, pediu para eu não dizer nada; depois esfregou a buceta, abaixou-se e fez o mesmo com os seios e mais baixo ainda, colocou meu pinto inteiro na sua boca.

 Chupou meu pau por vários minutos e quando viu que eu ia gozar, saiu rapidamente e apertou bem a cabeça do mastro para estancar o gozo; ela me disse que queria tudo aqui em outro lugar. Soraia ficou quase de quatro e pediu para eu enfiar tudo, mas que eu não gozasse. Entrar naquela buceta era como ganhar na loteria; meu pau entrava a medida que meu sangue fervia e ela gritava, uivava e gemia.  Ficamos naquela ralação por mais alguns minutos e depois saímos do banho; fomos para a cama do casal namorar; foi lá que Soraia me pediu para enrabar ela com força; me disse que o pinto de seu marido não a satisfazia a pelo menos 5 anos e que seu tesão era desde então solitário. Com carinho e sem timidez ela umedeceu a cabeça de meu pau com sua saliva e ficou aberta, receptiva a receber 17 cm de músculo cheio de veias latejando em sua bunda. Comecei devagar e logo aumentei o ritmo; ela gritava mais e tentava rasgar seus lençóis.  Após algumas boas estocadas no cuzinho da moça eu gozei e ela pediu para não tirar o pau de dentro; Soraia começou a bolinar a sua buceta e meu pau voltou a crescer; quando fui meter forte ela gritou e disse que estava gozando; eu segurei, mas não consegui; ao notar o gozo forte daquela mulher linda de 40 anos e 5 de cio, gozei mais uma vez e quase morri.  Deitamos um pouco, ela sobre meu corpo, tomamos outro banho e ela enfim vestiu-se para ir a academia. Levei-a até a academia e para minha surpresa, seu professor era seu marido, que aliás, me recebeu muito bem e sorridente. Soraia falou algo baixinho ao seu ouvido e ele sorriu mais ainda; tentei sair o quanto antes, mas na saída o marido dela me disse: Obrigado! Fiquei sem entender nada e fui embora sem ao menos me despedir direito da gata.  

Quando cheguei em casa recebi uma ligação deles e ele, o marido, me disse que somente daquela forma a mulher dele ficava feliz, ela também pelo visto. Disse-lhe que não sabia do que ele estava falando, mas ele sorriu e me afirmou que eu sabia sim. Me convidaram para jantar naquela noite, mas eu não podia por motivos pessoais.  No dia seguinte nos encontramos e fomos os três para sua casa e lá, rolou novamente uma orgia; eu e o marido de Soraia comendo ela ao mesmo tempo. Foi sensacional e novo para mim. Marcamos de nos encontrar mais vezes.

 

Vem meu lindo, come meu bumbum

Passo aqui um conto verdadeiro, aconteceu comigo há três meses, foi quando, finalmente, perdi minha virgindade no bumbum. Foi a única vez que dei até agora.

Hoje tenho 22 anos. Desde criança, tenho desejos de ser menininha; tudo começou quando vi a tiazinha na TV, e fiquei excitado. Criança que era, tudo que queria era ser como tiazinha, colocar calcinha, seduzir os homens...
O desejo foi crescendo, me masturbava muito, via vídeos na internet, fotos, contos...comecei a entrar em bate-papos gay e brincar na cam com vááários homens; mostrava minha bundinha pra eles, rebolava gostoso, abria a bundinha. Comecei, inclusive, a depilar meu cuzinho por causa disso; gozei muito e fiz vários gozarem.
Aventuras à parte, apenas com 21 anos tomei coragem, com um moço que conheci na internet. Apesar de baixinho, ele era saradinho, tinha uma pica gostosa, bonita, grossa. E mais: morava perto de casa, o que aumentou ainda mais minhas fantasias. Conversei com ele várias vezes e me masturbei muito, até que, um dia, estava sozinho em casa, encontrei ele no MSN, e decidi que iria encontrá-lo.
Combinamos um local. Eu corri pra ficar delicioso pra ele: tirei todos os pelos do meu bumbum e peito, cortei minhas unhas, roubei um creme da minha irmã e passei no corpo pra ficar cheiroso, enfim, fiquei limpinho. Encontrei ele e, logo, ele me fitava da cabeça aos pés, com desejo; era bonito, o cara ideal para perder minha virgindade, morava sozinho.
Entrei na casa dele, fiquei muuuuito nervoso; como seria dar o cú? Seria bom? E se minha mãe descobrisse? Bom, logo ele tirou o pau pra fora, e eu comecei a chupar a cabecinha, olhando pra ele com cara de putinha carente, os olhos pra cima, enquanto lambia o pau, chupava o saco, dava mordidinha nas bolas. Gostoso, fui perdendo o nervosismo.
Resolvi deixar ele louco. Ele pediu pra chupar o pau dele, e eu disse: - “não, eu sou menininha”. Pedi pra chupar meu cuzinho...foi uma delícia!!! Gemi muito alto, enquanto sentia a língua no meu cuzinho recém-depiladinho, vinha um friozinho e uma sensação boa que me dava calafrios. Fizemos um meia nove, e eu, me sentindo uma puta, estava realizado.
Beijamos na boca, sentindo pelos de macho na minha face. E, logo, me agachei na cama, fiquei de quatro, e pedi: “vem meu lindo, come meu bumbum!” Ele bombou na minha bunda, meteu muito, eu gemia que nem uma puta, piranha, vendo o pau indo e vindo na minha bundinha branca.
Ele gozou. Eu gozei em seguida. Tomamos banho juntos. Apesar de ter siso bom, ainda não sai com ninguém de novo. Quero alguém mais especial agora, se houverem candidatos, mandem email...
Beijos!

danipassivo@hotmail.com

Minha Aluna Tarada - Um fim de semana delicioso parte I

Como já havia dito antes, me rendi a Amanda. Desde o inicio nosso relacionamento foi conturbado, porque alem de ser minha aluna, é menor de idade, tudo bem que ela tem17 anos, mais no ponto de vista legal é menor...

Mas enfim após o nosso primeiro encontro, resolvemos continuar a nos ver, o que cada vez estava se tornando uma tortura, porque vê-la quase todos os dias em sala de aula e não poder tocá-la, beijar aquela boca vermelhinha... Era uma tortura, e para piorar a sacana sabia disso e ficava provocando, vinha com vestidos curtos e sentava em minha frente, abrindo suas pernas, se exibindo para mim, acreditem teve um dia que ela foi sem calcinha e se abriu toda pra mim, quando vi ela toda aberta, aquela bucetinha toda depiladinha em minha frente quase cai da cadeira, olhei para ela e a cínica deu um baita sorriso e piscou... Sinceramente eu tava lascada com essa garota... Essa foi uma, das muitas vezes que ela me provocava em plena sala de aula.

O conto em questão aconteceu durante uma excursão que o cursinho ofereceu, a turma que tivesse o melhor desempenho em um simuladão, iria ganhar uma viagem para Caldas Novas – GO, bom a turma que Amanda estudava ganhou, foram escolhidos 6 professores para acompanhar a turma, e eu fui um deles a ser escolhido, iriamos passar o fim de semana, sair na sexta pela manhã e voltar domingo a noite.

Chegando na sexta feira, a reunião foi enfrente ao cursinho, pois era lá que o ônibus sairia , assim que cheguei procurei logo por Amanda, quando olho para o outro lado da rua, me deparo com Amanda saindo do carro de seus pais e pior seus pais saindo também, e parece que eles faziam menção de atravessar a rua... Resolvi procurar alguma coisa pra fazer, mas quem disse que adiantou, eles vieram justamente falar comigo... No instante que se aproximaram de mim pensei lascou tudo, agora que eles me matam...
Sem mínima cerimonia Amanda chegou em mim e disse:
- Professora Sarah quero apresentar a você meus pais...

Cumprimentei e disse:
- Muito prazer em conhece-los...
E seus pais responderam:
- O prazer é todo nosso, afinal nossa Amanda fala também de você...
Olhei pra ela e vi aquela safada com um baita sorriso estampando...
Conversamos mais um pouco, confesso que não lembro de nada de tão nervosa que estava. Escutamos o motorista dizendo que estava na hora de irmos, entramos no ônibus e fomos pegar a estrada.. Sentei junto de André o professor de física, ele era gente boa, mas tinha uma cara de doido, rsrsrs... Amanda tinha sentado perto de sua melhor amiga, e estavam numa animação, de onde eu estava conseguia ouvir sua risada, nosso como adoro essa risada dela...
Pra resumir, a viagem foi assim Amanda na dela e eu na minha... O que pra mim foi um sacrífico e um alívio...Porque do jeito que eu estava de saudade poderia ter feito besteira ali mesmo...
Chegamos na pousada, confirmamos nossa reserva e fomos para divisão dos quartos.. Fiquei dividindo o quarto com mais 4 alunas, torcendo que Amanda estive entre elas... Mas o que não aconteceu, mas do males esse era o menor, afinal, iria passar um fim de semana com ela, tudo bem que tinha bastante gente, mas iamos dar um jeito...
Entreguei as chaves para umas das meninas enquanto acertava um detalhes na recepção... Tudo certo me encaminhei ao meu quarto, e quando chego lá encontro outra professora em meu lugar desfazendo as malas...
Estranho e pergunto:
- Ué, também vai ficar aqui?
E ela me responde:
- Na verdade eu estou no seu lugar.. As meninas pediram para trocar de lugar com você, e como não me dou muito bem com elas, eu troquei, algum problema?
Disse que não havia e me encaminhei para o quarto que foi indicado...
Conferi o numero, e entrei. Quando entro dou de cara com Amanda e as amigas dela...
Num grito elas exclamam: - Até que enfim você chegou... Me puxaram a mão e me mostraram onde ia ser a minha cama... Falaram mais umas coisas, mas a única coisa que consegui pensar que ia dividir o mesmo quarto com minha Amanda...
Falaram que ia conhecer o lugar, e foram saindo, inclusive a Amanda, pedi que ela ficasse pois queria conversar com ela... As meninas pediram para ela não demorar e nos deram tchau...
Assim fecharam a porta, Amanda sentou na beira da cama, fui até a porta e passei a chave.. Não estava mais aguentando ficar só na vontade, puxei ela e lhe dei um beijo, não aquele beijo sereno, mais sim um beijo que mostrava como estava louca por ela, um beijo que parecia querer tirar sua alma. Sem parar de beija-la apertei sua bunda de encontro mais ainda ao meu corpo, passei minha coxa por entre as pernas dela, e ela entendendo meu recado começou a se esfregar em mim, gemendo, desci meus lábios por seu pescoço, aquele pescoço maravilhoso, branquinho, passando a língua, mordendo, dando pequenos chupões (tomando cuidado para não deixar marcas), enfiei minha mão dentro do seu short a apertei mais ainda sua bunda, a cada aperto que dava ela, se esfregava ainda mais, me deixando mais louca de desejo ainda, e quando estava preste a colocar a mão na parte da frente do seu short, escutamos batida na porta me chamando. Continuamos na mesma posição, quando respondi dizendo que já estava indo...
Lhe dei um selinho nos labios e lhe disse: - Garota você me deixa maluca...
Me retribuiu passando a língua em meus lábios dizendo que ia cobrar o que paramos... Com outro selinho disse que podia cobrar muito mais se quisesse. Me recompus e fui ver o que era...

Sarah Pezzine

sarahpezzine@hotmail.com

Verônica deu para o ginecologista

Verônica vinte e oito anos, tinha um corpo lindo: morena clara, bundinha arrebitada, seios médios, um metro e sessenta e cinco, um rosto lindo com um sorriso cativante, boca carnuda, dentes perfeitos.
Iniciou sua vida sexual aos dezoito anos, fodia com seus ficantes dentro do carro com muita freqüência, infelizmente ia pouco a motéis, os caras tinha carro, mas faltava o dinheiro para o motel. Desinibida, chupava e adorava ser chupada, tinha uma tesão enorme, porém não atingia o orgasmo, seus parceiros a fodiam de todas as maneiras e ela não gozava, sabia que o homem adora a idéia da mulher gozar e assim “fingia”, gemia alto, gritava com escândalo dizendo que o companheiro era gostoso, delicioso, mandava meter tudo, pedia para ser xingada e não abria mão de uns tapas na bunda, mas não gozava; o parceiro gozava muito, ela fingia e terminava a foda com o coração disparado, xoxota em brasa pedindo mais e muitas vezes se masturbava em casa após ser fudida, se assim não fizesse não dormia, só gozava se masturbando!
Fazia de tudo para gozar com os homens que fodia, não conseguia.
Marcou uma consulta no seu convenio e assim foi ao ginecologista achando que tinha alguma coisa errada com ela, lá chegando teve uma surpresa de encontrar um ginecologista Dr. André na faixa dos cinqüenta a sessenta anos, cabelos totalmente grisalhos, ele a recebeu com educação perguntando de uma forma bastante natural qual era seu problema e assim Verônica deixou claro que “não sabia o que era um orgasmo”, o médico Dr. André fez lhe algumas perguntas sobre se ela ficava excitada naturalmente com caricias ela relata que sim, sem chegar a detalhes; ele a pede que tire a roupa e deite na maca solicitando imediatamente a presença da enfermeira para acompanhá-los no exame local. Verônica se despe, coloca uma espécie de bata aberta na frente e se deita colocando as pernas no aparelho na posição de exame. A enfermeira presente auxiliando o Dr. André, este chega examina sua xoxota pegando de uma forma profissional nos lábios e aperta um pouco o clitóris (o grelo) que era um pouco avantajado, pegou no grelo com uma leve pressão, examinou o de perto, Verônica teve a impressão que ele soprava no seu grelo, mas parecendo respiração normal, afinal a enfermeira estava em pé vendo a ser examinada, Verônica sentiu tesão “com a impressão do sopro”. O celular da enfermeira tocou ela pediu licença e foi atendê-lo, Dr. André com a mão enluvada introduziu um dedo lubrificado na xoxota de Verônica perguntando se ela sentia dores, ela disse que não e aproveitando a saída da enfermeira sussurrou: “O senhor tá me deixando excitada Dr!”, Dr. André tirou a mão Verônica se sentiu envergonhada, a enfermeira
retorna quando o Dr. Já estáva usando os  aparelhos observando o interior da vagina.
Terminado o exame local o médico solicita exames de sangue e de urina rotineiros, Verônica vai embora, seu carro no estacionamento, resolve tomar um lanche, telefonar, ver umas vitrines no shopping ao lado coisas assim, demora umas duas horas e quando vai entrar no seu carro descobre que está com um pneu furado, fica um pouco furiosa porque não sabia trocar um pneu, nunca trocara, abre o porta malas e para sua surpresa uma voz lhe pergunta se podia ajudar, era o Dr. André  o ginecologista, ele vê o pneu furado e diz que vai ajudá-la, com uma energia incomum para sua idade ele troca o pneu em minutos, suja as mãos e vai ao shopping lavá-las quando Verônica agradecida o convida para o almoço, era o mínimo que ela podia fazer por ele que a ajudara, ele diz que topa porque terminou seu plantão na clinica e lá vão os dois almoçar.
Verônica e Dr. André conversam muito sobre filmes, livros e curioso é que ele era atualizado, antenado com o mundo ao seu entorno.
Seu olhar fascinava Verônica principalmente quando ele “pousava” os olhos no seu decote, olhava muito, sempre com discrição, Verônica começa a sentir tesão por aquele senhor de cabelos brancos e fica com o biquinho do seio intumescido debaixo da blusa de malha, mesmo com o soutien ela nota que o “danado do biquinho do seio” está “aceso”.
Começam a falar da vida, de relacionamentos e ele conta pra ela que está separado há seis meses, como trabalha muito não tem se relacionado com ninguém neste tempo, com tesão Verônica começa a imaginar ele na cama, será carinhoso, fala palavras bonitas, gosta de ser chupado, chupa gostosos, mete devagar, demora fudendo? Ela lera em uma revista que homens mais velhos não têm a tesão de um garotão, mas que suas fodas têm mais qualidade, paciência com a parceira e que “naturalmente demoram a gozar”, estava sentindo a xoxota se contrair de tesao ao ter estes pensamentos quando inesperadamente diz ao Dr. André: ---“Nunca namorei um homem da sua idade, mas gostaria”! Imediatamente o Dr. André dá um sorriso bonito, dentes perfeitos e diz aproveita “estou solteiro”! Assim conversando ele diz que ela é bonita e que ele ficou de pau duro ao examiná-la principalmente quando viu que ela tinha o grelo grande, a conversa dele deixou Verônica com mais tesão, além do bico do seio demonstrando que ela estava pegando fogo, a xoxota se contraindo debaixo da calcinha Verônica ficou com a respiração ofegante dizendo que estava com muita tesão naquele momento. O Dr. André disse que também estava com vontade de beijá-la, acariciá-la, mas que ali pegava mal para ele, medico vestido de branco um senhor de cabelos brancos acariciando uma mulher jovem, ele disse que se sentia mal e disse: ---“Vamos a um motel fazer amor bem gostoso, sou velho mais sei tratar uma mulher”! Verônica não pensou duas vezes, passou a mão na bolsa e disse ---“vamos”!
O Dr. André a levou em um motel chique, Verônica se sentiu valorizada como mulher, o local era lindo, cortinas, quadros, cama redonda, luz negra no teto, TV de plasma, frigobar em que ela abriu e retirou uma garrafa de vinho e duas taças geladas.
Começaram a se beijar e beber e Verônica adorava o beijo do coroa, ele começava a roçar os lábios Verônica se chegava querendo beijar forte, ele puxava o corpo, apenas roçar para tesar mais a Verônica, em seguida puxou a para si beijando com força, línguas se tocando e de vez em quando ele sussurrava: “gostosa” de uma forma que arrepiava, voz rouca um sussurro!
Roupas espalhadas pelo chão e um explorar de corpos contínuos, ele adorou seus seios e começou a “mordiscar” o biquinho inchado de tanta tesao, às vezes era suave, às vezes um pouco selvagem parecia querer engolir seus seios, Verônica desceu a mão no seu pau e sentiu o duro, pulsando, latejando em suas mãos, imediatamente desceu pegou aquele cacete cheia de tesão, olhou-o, um cacete bonito levemente curvado para cima e com uma cabeça no pensar dela “apetitosa”, começou passando a língua suavemente Dr. André gemia: ---“Oh, uuuuiiii, aaaai delicia, chupa gostoso, chupa meu bem”! Verônica passava a língua suavemente ajoelhada aos pés do Dr. André, de vez em quando chupava e olhava pra ele de uma maneira safada, seu sorriso prometia que ia ser uma tarde daquelas!
André deita a na cama beija todo o seu corpo, dá uma bitoca na xoxota e desce até seus pés, em seguida pede a para virar de costas e começa a subir beijando e mordiscando, beija as panturrilhas, morde de leve a bunda, abre suas nádegas e introduz a língua no cuzinho, Verônica geme baixinho quando ele passa a língua durante uns dois minutos no seu cú: ---“aaaaaaaa, ohhhhhhh, hummmm delicia, nunca fui chupada no cu”! Andre sobe passando a língua no meio da coluna, subindo e descendo, Verônica tá que não se agüenta mais de tesão e pede: ----“Me fode!”, André diz que não, que ainda não é à hora, beija sua nuca lentamente e vai da nuca a boca, Verônica sente seu pau duro latejando no meio da sua bunda, até seu cuzinho pisca de tanta tesão, Andre a vira, abre suas pernas e diz assim: ----“Que xoxota linda, xoxota vou lhe dar um chupada daquelas”! E começa a passar a ponta da língua de baixo para cima, de cima para baixo, mordisca os lábios da buceta prendendo-os entre os seus lábios, introduz a ponta da língua dura como se fosse fodê-la com a língua, em seguida começa a sugar seu grelinho que já e grande e agora parece que ele cresce mais na boca do Dr. André, Verônica excitada sente o calor da boca daquele macho maduro e experiente no seu grelinho, toda a sua xoxota treme, queima e deseja aquele macho, realmente o danado sabe chupar uma mulher!  pede a Verônica que fica por cima ao contrario e fazem um sessenta e nove daqueles, Verônica nunca sentira tanta tesão, não se agüenta mais e diz que quer cavalgar aquele garanhão, quer sentar em cima do caralho e senta e este vai entrando naquela buceta quente, macia, apertada, parece que o caralho entra e o Dr. Andre sente que seu cacete está sendo mastigado, a buceta da Verônica se contrai e relaxa de segundo em segundo, entra tudo! Verônica sente o saco do homem sendo pressionado e começa a rebolar e arremeter para frente e para trás sobe e desce gostosamente, sente que aquele caralho um pouco inclinado para cima fricciona o seu grelo e começa a gozar um gozo longo, continuo e único, Verônica começa a gritar, a urrar louca de tesao e de gozo FINALMENTE: ---“aiiii, uuuuiii, deliciaaaaa, estoooooouuuuuu gooooozzzzzzaannnndoo, aiiii , gostoso, me fode, delicia da mmmmmiiiiinnnnhhhhhhhha vidaaaaaaaaaaa”, André fica alucinado de tanta tesao, de ver aquela fêmea subindo e descendo, gritando, balançando seus seios, sacudindo a cabeça pra direita e pra esquerda e urrando: ---“Delicia de coroa gostoso, você é meu, me fode gooooossooootttttooossso, mais, me fode, agora sim sou mulher completa, fode meu amor, fode sua puta, sua escrava, sua cadeeeellllaaaa”! André por baixo, força a entrada da “pica” naquela buceta louca e força e o caralho entrando cada vez mais naquela fêmea rebolando em seu caralho, Verônica pela primeira vez goza, goza durante uns dez longos minutos, Andre ordena: ---“Fica de quatro minha puta, quero te enrabar, te comer como um cachorro fode uma cadela”! Verônica fica de quatro e Dr. André que há muitos meses não fodia, fode aquele mulherão com força, seu caralho entra totalmente e no vai e vem houve-se o plec, plec, plec do caralho batendo na xoxota e ambos gozam deliciosamente durante horas, Dr. André deu três fodas em quatro horas de muito amor, carinho, conversas, risos, vinho e respeito, Verônica agora via novos horizontes, via possibilidades de ser feliz, de gozar, de ser uma mulher completa.
Por razoes varias Verônica casou-se com um empresário evangélico, se tornou evangélica, praticava a religião era uma verdadeira santa para os irmãos da igreja, mas não conseguia gozar com seu marido que extremamente religioso dizia que sexo é para aliviar o homem e procriar, Verônica fingia que aceitava as idéias dele, cantava na igreja, pregava, visitavas pessoas doentes, uma santa! Porém, toda semana ela inventava uma desculpa e ia “foder” com Dr. André, a última foda ela ficou na cama do motel deitada com soutien e calcinha vermelha, fumando um cigarro aromático em uma longa piteira e, exigiu que o Dr. André entrasse a visse deitada e perguntasse quanto que era o preço da foda, fazendo-se de puta, era uma fantasia que ambos adoravam, e fodiam, fodiam, fodiam como um homem e uma mulher devem foder sem medo, sem preconceitos, se entregavam ás delicias do amor.
E assim, vivendo uma vida dupla Verônica na igreja era uma santa, bem vestida sem decotes até parecia uma beata, mas em determinado dia da semana, em um determinado motel; ela fudia e atendia aos apelos da sua buceta “caliente”.
E assim, a vida vai passando, cada um com seus desejos, frustrações e satisfações.
A vida é bela! Não acham?
wilsonmartins@r7.com

 

Um swing gostoso com um casal de amigos parte II

Boa tarde caros leitores, meu nome é Jony, a minha esposa é a Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, casados há mais de doze anos e loucos por sexo, nosso relacionamento é aberto e liberal, adoramos realizar fantasias e em todos esses anos de convivência já realizamos muitas, não desperdiçamos uma chance, depois agente senta, comenta e escreve para vocês lerem e sentirem como é gostoso fazer aquilo que gostamos. Essa que vamos contar hoje é a continuação do conto ; UM SWING GOSTOSO COM UM CASAL DE AMIGOS que postamos há algum tempo atráz onde eu e a minha esposa Shirley alugamos uma casa e convidamos um casal de amigos, João e Flávia para passar dois dias conosco, lá rolou muita cerveja, dança, sexo e swing, tranzamos os quatros no mesmo ambiente com direito a troca de parceiros e tudo mais, começamos logo após o meio-dia e entramos pela noite, nós quatro já estavámos um pouco exastos, dançamos, bebemos e fizemos um swing gostoso no início da tarde, próximo das 22:00 Hs resolvemos dar uma pausa pra recupear as energias e dormir um pouco, eu e a Shirley fomos pro nosso quarto e o João e a Flávia foram pro quarto deles. Era 01:30 da manhã quando eu acordei com uma sede danada, olhei pro lado e vi que a Shirley, minha mulher dormia, então resolvi descer as escadas da casa e ir até a cozinha tomar um pouco de água, quando eu estava retornando encontrei com a Flávia, esposa do João na porta da cozinha, ela também tinha vindo tomar água, perguntei pelo João, seu esposo e ela me respondeu que ele estava dormindo, enquanto ela tomava água eu fiquei esperando, Flávia é uma loira alta e bonita, sempre fui tarado por ela, ela estava vestida somente de calcinha e sutiã, eu estava vestido em um shortinho curto, sem cuecas, comecei a olhar pra bunda da Flávia que é enorme e gostosa, meu pau ficou duro na hora, como eu estava de short sem cuecas, o volume que se formou por baixo do meu short era enorme e notório, quando ela viu meu pau duro, parou na minha frente e perguntou;..... Nossa, você já estar assim, uma horas dessas, de pau duro ?

E eu respondi;.... Tô sim, foi olhando pra sua bunda que fiquei desse jeito, em seguida ela sorrriu e veio na minha direção, ficamos os dois em pé na porta da cozinha, olhando um pro outro, nos abraçamos, começamos a se beijar e a trocar caricías, em seguida retirei seu sutiã me enclinei um pouco e comecei a chupar seus seios, depois coloquei ela escorada na parede, de costas pra mim, me ajoelhei no chão, retirei a sua calcinha e comecei a massagear aquela bunda enorme e gostosa e a acariciar sua buceta levemente, ela virou seu olhar pra tráz e ficou observando tudo, em seguida, eu abri sua bunda com as duas mãos e comecei a chupar sua buceta e seu cuzinho também, ela começou a gemer de tezão e a rebolar sua bunda em meu rosto, ficamos nessa por alguns minutos até que ela se virou de frente pra mim, pegou na minha mão e me fez ficar de pé na sua frente, começamos a nos beijar novamente, depois ela foi descendo apertando meu pau por cima do short e chupando meus peitos, logo ela se ajoelhou no meus pés, retirou meu short, me segurou pelas pernas, abriu sua boca e começou a chupar meu pau sem usar as mãos, ela chupava muito gostoso, em seguida ela punhetava meu pau e chupava ao mesmo tempo, chupava com vontade, daquele tipo de mulher que chupa pra se deliciar e sentir o sabor da rola, estava um delícia, depois disso, puxei uma cadeira e me sentei, Flávia veio pra cima de mim e sentou no meu colo, de frente pra mim, colocou meu pau na sua buceta e começou a cavalgar subindo e descendo, eu sugurava ela pela cintura e forçava seu corpo contra o meu fazendo com que meu pau entrase todinho em sua buceta, de vez enquanto eu abria a bunda dela e metia um dedo em seu cuzinho enquanto metia meu pau em sua buceta, ela continuava pulando no meu colo e gemendo de tezão com me pau dentro da sua buceta, ficamos nesta pocisão por muito tempo pois a Flávia não queria parar de cavalgar no meu pau mais estava um pouco tarde e eu queria aproveitar sozinho aquela gata, então resolvemos mudar um pouco, Flávia ficou de quatro em cima da cadeira e eu em pé por tráz dela, peguei meu pau duro e enfiei na sua buceta novamente, fiquei metendo e curtindo a bunda da Flávia que é um tezão de bunda, a Flávia gemia forte mandando eu meter tudo na sua buceta, eu enfiava tudo e ela delirava com minhas estocadas, teve um momento que meti tão forte na sua buceta que a flávia soltou um grito alto me pedindo para parar um pouco pois ela já não aguentava mais de tanto gozar, parei um pouco e retirei meu pau de dentro da sua buceta, ela se levantou e sentou na cadeira, de pernas abertas, de frente pra mim e ficou se abanando com as mãos e respirando forte, eu aproveitei esse momento e me aproximei, me agachei um pouco, levantei suas pernas, coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho e fui enfiando devagarzinho, quando meu pau entrou a metade eu comecei a meter, ela ficava parada olhando meu pau entrando e saindo do seu cuzinho, fiquei comendo seu cuzinho por alguns minutos até que o tezão dela começou a voltar, logo ela começou a passar a língua nos lábios e a se masturbar massageando sua buceta enquanto eu metia na sua bunda apertada e gostosa, ela gemia alto e forte masturbando sua buceta e pedia pra eu meter tudo em seu cú e gozar dentro dele, eu acelerei as estocadas naquele cuzinho apertado enquanto ela punhetava sua buceta e em poucos segundos gozamos os dois juntos, ela gozou com seus dedos na sua buceta e eu gozei dentro do cú dela, foi muito gostoso, depois disso, nos vestimos e fomos em direção dos nossos quartos, quando chegamos no final das escadas encontremos com o João, marido da flávia, antes que ele perguntase qualquer coisa, a Flávia foi logo dizendo que veio tomar água e que por coincidência nós havíamos nos encontrado alí, que ela estava muito cansada e que naquele momento iría dormir, rapidamente ela foi para o seu quarto, eu e o João descemos as escadas e ficamos na cozinha conversando um pouco, eu acabei contando pra ele tudo que havía acontecido entre eu e a Flávia, logo depois disso, João ficou exitado, de pau duro e me pediu para também tranzar com a Shirley naquele momento, eu como adoro ver minha mulher tranzando com outro concordei na hora, contando que eu estivesse presente e assistisse a tudo, tudo aceito entre nós dois, eu pedi pra ele um tempo e fui até meu quarto falar com a Shirley, minha mulher, cheguei lá acordei ela com carinho e disse a ela o que havía acontecido entre eu e a flávia e também do que o joão queria fazer com ela, a Shirley demorou um pouco pra responder pois ainda estava um pouco sonolenta mais acabou aceitando e fazendo algumas exigências, disse que estava um pouco cansada e que queria uma tranza rápida, que era pra eu ficar quetinho assistindo ela e o joão tranzando e se vingando de mim e da Flávia, nesse momento eu fui tirando a roupa da Shirley e pedindo pra ela esperar o João totalmente nua em cima da cama, ela me atendeu e eu fui até a cozinha chamar o joão, quando abri a porta do quarto João já me esperava do lado de fora, nú, de pau duro, logo pedi pra ele entrar, fechei a porta, ascendi a luz e lá estava a Shirley deitada nua em cima da cama de pernas abertas, eu me sentei em uma cadeira e disse ao João que aproveitase logo aquele momento pois já era muito tarde, que todos nós precisavámos dormir e descansar para o dia seguinte, depois disso, João foi em direção da cama, se agachou entre as pernas da minha mulher e começou a chupar sua buceta, ela pegou uma das mãos dele e colocou sobre os seus seios, ele chupava a buceta dela e acariciava os biquinhos dos seios dela com as mãos, isso foi ascendendo um pouco o tezão da minha mulher, em seguida, ela mandou ele deitar na cama e se sentou em cima do seu rosto, depois se enclinou um pouco e começou a chupar seu pau, os dois iniciaram uma meia nove e ficaram um chupando o outro por alguns minutos até que ela saíu de cima dele e se pocisionou de quatro em cima da cama, colocou seu rosto em cima de um traveseiro e com suas próprias mãos abriu sua bunda mandando o joão meter seu pau, João logo foi por tráz dela, enfiou seu pau na buceta da Shirley e começou a meter, enfiava forte e rápido na buceta dela sem parar por vários minutos até que ela pediu a ele parar e mudar de pocisão, ela mandou ele se deitar na cama e foi pra cima dele, encaixou sua buceta no pau dele o começou a cavalgar pulando em cima do pau dele, ficou cavalgando por alguns minutos naquela rola até que ela se enclinou um pouco e ofereceu seus seios pra ele chupar enquanto ele metia em sua buceta, isso aumentou um pouco o tezão da minha mulher e ela começou a gemer, há essas alturas, meu pau já estava duro e eu comecei a bater uma punheta vendo a shirley dando a buceta pro joão, ele metia na buceta dela e chupava seus seios ao mesmo tempo, não demorou muito e ela acabou gozando aos berros sentada no pau dele, em seguida ela deu um demorado beijo na boca dele e ficou descansando um pouco em cima do João sem tirar o pau dele de dentro da sua buceta, depois de alguns minutos, joão começou a meter na buceta dela novamente e ela pediu pra ele parar pois não aguentava mais, ele aproveitou a oportunidade e pediu para meter um pouco no cuzinho dela, ela aceitou, saiu de cima dele e se deitou na cama de pernas abertas, ele se ajoelhou entre suas pernas, colocou uma almofada por baixo da bunda dela, levantou suas pernas, colocou seu pau na entrada do cuzinho e foi enfiando lentamente até entrar tudo, em seguida ficou comendo o cuzinho dela numa boa, ela estava paradinha assistindo ele meter seu pau em seu cuzinho até que depois de algunus minutos ele começou a acariciar a buceta dela enquanto metia em seu cuzinho, derrepente ela mesma pediu pra ele gozar e começou a se masturbar esfregando sua buceta enquanto ele comia o cú dela, ele foi acelerando as estocadas no cuzinho dela e disse que iría gozar, nesse momento, ela rapidamenete retirou o pau dele de dentro do seu cú, colocou dentro da sua buceta e mandou ele gozar logo, em seguida ele deu umas quatro estocadas fundo e forte dentro da buceta dela e os dois explodiram num gozo forte, gemendo e se contorcendo, agarrando um ao outro e se beijando, joão gozou dentro da buceta dela, depois de alguns segundos, João saiu de cima dela, vestiu sua roupa rapidamente e foi pra seu quarto, a Shirley estava em cima da cama com a buceta brilhando com o esperma que o joão gozou dentro, eu que até aquele momento batia uma punheta assistindo a tudo, me aproximei da Shirley e comecei a chupar sua buceta cheia de esperma, limpei ela inteirinha sugando até a última gota, depois coloquei meu pau entre os seios da shirley, punhetei um pouco e gozei em cima deles, ela limpou todo o meu esperma, caíu pro lado da cama e foi dormir, eu também fiz o mesmo. No outro dia apenas tomamos banho de piscina e bebemos umas cervejinhas.

Até a próxima !

 


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