Fantasia realizada

A minha pretensão aqui é contar como todo este envolvimento se deu a partir do inicio, quando tudo ainda não passava de simples idéias e quando estas idéias eram apenas uma forma de incrementar as relações com meu marido. Depois, com o passar dos tempos e não havendo aquelas obrigações constantes de estar todo o tempo cuidando de filho e de tudo em casa, passamos a pensar mais detalhadamente numa situação em que pudesse existir mais alguém nas nossas relações sexuais. Mas, no entanto, vimos que para viver uma situação real não seria apenas como imaginar. Havia as pessoas em volta, a pessoa envolvida, o convívio depois do envolvimento, enfim muitas coisas precisariam ser analisadas. E com esta idade, eu 44 e ele 47, deveria ser algo sem problemas, sem conseqüências ruins.

Como estávamos agora pensando mais seriamente, começamos a selecionar pessoas, porque também imaginávamos que deveriam ser pessoas conhecidas sem envolvimentos tipo aventureiras. Mulheres havia algumas, mas homens eram mais difíceis, mais pelos requisitos.

O meu marido, Paulo, a principio, tinha receios em me ver transando com outro homem, na dúvida de um ciúme repentino, ver sua propriedade invadida, coisas assim. Eu também temia um acesso de culpa, frustração. Tudo acrescido do fato de não ter tido nenhuma relação completa com outro homem. Para o meu marido, como na maioria dos homens, isso era menos problemático e ele até sugeriu ter ele primeiro uma relação com uma mulher com o meu consentimento e até a minha presença. Mas o fato é que a força do pensamento voltado para esta situação fez com que numa festa de aniversário na casa de uma amiga descobríssemos uma pessoa da forma que imaginava-mos e que já conhecíamos. O meu marido percebeu os meus olhares e a forma com que eu conversava com este nosso amigo cujo nome é André, um homem de conversa relativamente fácil, casado, de bom físico, reservado.

Aproximei do Paulo e disse a ele que imaginava ter encontrado um bom parceiro porque estava sentindo reações de afinidade e de desejos. Paulo ficou surpreso mas a minha cara de felicidade deu imaginações a ele, me incentivando para continuar a conversa, ficar um pouco mais solta. Foi assim que ao sairmos dali o André já estava convidado a ir à nossa casa e pela sua cara vi que o meu recado não estava de todo incompreendido. No fim de semana seguinte, conforme combinado, ele apareceu. Estava só, dizendo que a esposa tinha outro compromisso e não poderia vir. Eu estava bem tensa pelo que poderia acontecer. Os drinks e a conversa me aliviaram. O Andre tentava disfarçar os olhares para meus seios e para as minhas pernas provocantes. Em dado momento quando o Paulo estava no banheiro, peguei o André pela mão e o levei ao meu quarto. Expliquei a ele aquilo que não sei se seria necessário explicar. Ele confirmou que havia pressentido pela nossa conversa anterior. Perguntou sobre o Paulo. Eu disse a ele que tínhamos dúvidas sobre a participação dele ou não. Foi o bastante para o André entender que eu já havia conversado com meu marido a respeito. Começou a me beijar e ir aos poucos me deixando nua, em minutos eu já estava peladinha. Ele me beijava e sugava os meus seios sem muita pressa. Aos poucos fui me soltando. Sem receios ele foi se despindo também, até que, completamente nu, eu pude ver um caralho diferente do tamanho da do meu marido mas bem mais grosso. Continuou a me beijar e cada vez mais próximo da minha buceta lisinha, que a esta altura já estava toda molhadinha e pulsando, até que percebi sua língua para dentro e para os lados a percorrê-la. O meu grelinho saliente deu a ele mais tesão para incrementar ainda mais as chupadas. O meu liquido já molhava muito sua boca. A sua língua ia até o meu cuzinho e eu rebolava de tesão. Mas o que eu queria ele me levou à boca: o seu caralho. Viramos num 69 frenético. Daquele diâmetro só nos filmes eróticos. Passei a língua em volta da cabeçona vermelha descendo até o saco. Coloquei as bolas na boca. Seu saco estava com os pelos bem aparados fazendo enaltecer sua pica. Foi ótimo. E fui percebendo na boca a sua excitação, quando ele começou a soltar aquela porra inicial lubrificante. Eu mamava muito, chupava muito e engolia.

Não dava para prolongar mais e ele me colocou de quatro pincelando a minha buceta e eu sabia que seria muito bom ser enrabada por aquele macho gostoso e de pau grosso. Seu caralho foi procurando meios, abrindo caminho, até eu sentir o seu saco encostando em mim. Depois de ter encontrado o buraquinho ele começou um vai-e-vem aos poucos aumentando o ritmo e eu não conseguia conter gemidos altos. Quanto mais ele me abria mais eu queria aquela tora dentro de mim. Eu tinha virado puta. Eu já havia gozado quando percebi a sua reação pressionando seu corpo contra o meu e me esquentando com seu liquido viscoso e quente, metendo mais forte. Gozei de novo. Antes que ele jogasse tudo lá dentro ele retirou-o e levou à minha boca. Nossa, ainda havia porra e eu engoli gostoso. Estendi na cama e ele começou a lamber o meu rego e a mordiscar a minha bunda. Montou em cima de mim. Beijava e lambia as minhas costas. Enfiou as mãos por baixo dos meus seios e um tempo naquela posição foi o suficiente para eu sentir seu caralho ainda duro. Ele tinha o endereço certo: o meu cuzinho. Disse a ele que não suportaria mas ele foi sendo carinhoso, tirou um pouco da porra na minha buceta e deu uma lubrificada. Foi difícil no inicio mas dei uma relaxada, uma reboladinha e abri bem as pernas. Por baixo peguei sua pica e dei umas pinceladas com ele no meu cuzinho.

Direcionei e segurei-o na entrada. Ele forçou e a cabeça já achou caminho, aos poucos ele foi introduzindo pra dentro do meu rabo até que só ficaram as bolas. Pensei não agüentar. Senti que a temperatura aumentou quando o que havia de porra pronta entrou para dentro. Me comeu toda. Gozei até ficar quase sem sentidos. Mais um pouco, recompusemos e fiquei imaginando como estaria o meu marido, a sua reação. Ele não apareceu. Estava em outro quarto e lá ficou até que o André se retirasse. Sua tática deu certo e evitou qualquer situação de constrangimento para todos naquele momento inédito para nós. Disse que não me perguntaria como foi já que os meus gemidos e gritos tinham sido altos o suficiente para imaginar como tinha sido a foda. A minha cara de puta alegre também dizia tudo. Posteriormente encontramos com o André em várias ocasiões e claro que ele voltou a me comer. Ele soube me foder deliciosamente, sendo a pessoa certa para me iniciar. As minhas imaginações viraram realidade. Duas surpresas nesta relação super excitante: conhecer a pessoa ideal onde e quando menos se esperava e a outra que ficou por conta do próprio Andre oferecendo sua mulher de presente para o Paulo que confirmou ser ela uma putona vadia deliciosa. Claro que foi uma retribuição porque segundo o Andre eu soube dar a ele muito prazer me entregando totalmente aos seus desejos.

Com certeza quanto mais submissa, receptiva e carinhosa, mais eu também me sentiria realizada. Fiquei conhecendo, através dele, mais dois amigos que depois de um tempo de conhecimento e que por se tratar de pessoas com as mesmas características, acabaram por transar comigo também. Mantenho estes relacionamentos sem outros envolvimentos e prejuízos na minha relação com meu marido. Se você tem estas mesmas fantasias e desejos de se entregar a outro homem por prazer e uma escapada da rotina, a sua chance de encontrar alguém ideal pode também estar perto. Se já existe alguém em mente pode ajudar. Mas você tem que fazer a sua parte, é só tentar.

 

 

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