Papai meu homem amado

Tudo começou quando cheguei na casa de meus pais aqui na capital vindo de mato grosso onde fiquei na casa dos meus avos por cinco anos estudando veterinária e durante este tempo estive por aqui apenas três vezes a passeio.
Na ultima visita meus pais já estavam separados embora continuam sendo muito amigos.
Com minha chegada meus pais se reuniram fazendo uma grande festa para me receber com minha mamãe preparando um delicioso jantar onde teve a presença de parentes amigos e vizinhos.
Minha mãe estava um espetáculo no auge de seus trinta e nove anos parecendo uma menininha de dezesseis com um vestidinho sexy chamava a atenção de todos da casa.
Por volta das doze horas a maioria já tinham ido embora e como estava sem sono curtia o Maximo dançando muito e bebendo caipirinha.
De repente meu pai quis sair na porrada com um tio afirmando que ele estava dando em cima de mamãe o que teve nosso total reprovo já que estão separados e mamãe tem o direito de curtir quem ela quiser não é mesmo gente.
A turma do deixa disso entrou em ação terminando minha festa antes do previsto.
Como estava sem sono pedi que meus pais me levassem a algum lugar estava louca para curtir e beber mais alguma coisa.
Com muita insistência meu pai resolveu atender meu pedido porem ficou combinado que mamãe que nada bebe levaria o carro que é de papai.
Segundo ela a balada estava um saco e vendo me divertir combinou com papai que iria embora e quando fossemos embora ligaria que ela vinha nos buscar causando um grande conflito entre eles que só não saíram na porrada porque estavam em minha presença.
Na ocasião eu estava vestida de mini saia mini blusa ficando na altura de papai devido ao salto alto.
Dançava freneticamente ao lado da mesa de papai já toda suada e despenteada quando notei os olhos de papai fixo em mim.
Dançando muito com os cabelos caído ao rosto fui ate o chão deixando que papai visse minha minúscula calcinha branca e quando subi coloquei um beijo na palma da mão e soprei para ele que se derreteu todo sorrindo pra mim.
Quando rolou um samba sabendo que papai é excelente dançarino de samba corri pegando em suas mãos pedindo que me ensinasse.
Quando abracei seu corpo podia sentir o imenso volume entre suas pernas que ele com muita dificuldade tentava esconder de mim.
Em certo momento num gesto de pura ousadia grudei em seu corpo com sua mão em minha cintura quase em cima da bunda comigo rebolando gostoso sentindo tudo aquilo cutucar minha boceta que ansiava ardentemente em ser deflorada.
Quando ele me puxou para si fiquei estática apertando as pernas prendendo seu pinto que cutucava minha boceta para gemer baixinho estremecendo toda numa gozada inesquecível bem mais gostosa do que as inúmeras dedadas que metia na boceta nas noites de solidão.
Sem me importar com as outras pessoas curti cada segundo daquele interminável momento e quando já estava refeita dei um beijo na boca de papai que não correspondeu agradecendo –o pela estonteante gozada.
Sem ação e meio atordoado ele perguntou se queria ir embora pedindo que ligasse para mamãe vir nos pegar.
Liguei varias vezes para casa e não tendo resposta liguei para o celular de mamãe que depois de muita insistência resolveu atender ficando mais calma ao saber que era eu que estava ligando.
Sua preocupação era em saber se papai estava por perto e quando disse que não ela pediu que esperasse mais um pouco segurando o papai por ali que ela estava ocupada no momento e não poderia ir nos buscar.
Neste momento ouvi mamãe gemer nitidamente com barulhos de chupões e algo que não consegui compreender.
Pedi que desligasse o celular caso o papai teimasse em ligar com ela aos berros dizia que me amava muito.
Quando retornei para papai encontrei o já do lado de fora da casa perguntando por mamãe e quando dize que não consegui falar com ela ele falou um grande palavrão esmurrando a parede.
Neste momento abracei-o pedindo que fossemos de táxi ônibus ou mesmo a pé.
Era impossível pegar táxi ali por isso quando avistei um ônibus puxei pelas mãos correndo para o ponto e antes de dizer qualquer coisa contraria já estava dentro do ônibus com ele entrando atrás avisando que este iria para o centro da cidade contrario a nossa casa.
Pedindo calma avisei que chegando lá a gente pegaria o negreiro que passa próximo de casa ou dormiríamos num motel.
Ao ouvir isto meu pai emudeceu e por estarmos de pe com o ônibus cheio a maioria de homens puxei o pelo braço fazendo ele se encostar atrás de mim que devido o balanço do ônibus era impossível ele não colar em mim fazendo aquilo tudo endurecer cada vez mais apertando minha bunda separando minha nádegas de tão duro que estava.
Conversávamos animadamente com ele grudado em mi m acho que para esconder o imenso volume com uma das mãos em minha cintura e eu encostada em seu peito com a mão em sua nuca sentindo seu hálito quente ora na nuca ora misturado ao meu.
Enquanto conversávamos fazia questão de chama de papai deixando todos cada vez mais ouriçados com nosso”pega” que estava cada vez mais quente.
Ate dava para sentar porem nenhum de nos se atrevia a sair dali e num momento de puro tesão levei a mão para trás espalmando tudo aquilo que dava coice no ar de tão duro e pulsante que tava.
Não agüentando mais com o corpo em brasa abri sua calça tirando tudo aquilo pra fora que com um gesto ousado meu onde fiquei na ponta dos pés prendi tudo aquilo no meio de minhas pernas.
Ao sentir tudo aquilo quente e pulsante cutucar minha boceta quase desmaiei soltando um gritinho abafado por sua mão em minha boca enquanto sussurrava pedindo calma em meu ouvido.
Rebolava displicentemente com tudo aquilo que só não me penetrava porque era impedido pela minúscula calcinha e ele segurando me forte pedia pelo amor de Zeus que não fizesse isto notando minha intenção de tira-la ali mesmo.
Não fosse o ônibus chegar ao final teria dado pra ele ali mesmo e quando todos começaram a descer ele já tinha se recomposto saindo de mim deixando minha saia visivelmente molhada com a abundancia de líquidos vaginais que escorrera de mim.
Estava molinha com as pernas bambas e a boceta em brasa com ele me abraçando beijando minha boca como dois namorados pedindo que esperássemos o ônibus de volta.
Delicadamente sussurrei :
-Papai, quero fazer xixi!
Olhando calmamente ao redor pediu que fosse atrás de um monumento próximo ao ponto onde ele ficaria me vigiando.
Sua preocupação era com as pessoas que passavam com a cidade acordando e eu aproveitando este descuido dele tirei minha calcinha enrolando na mão e voltei para ele.
Estranhei quando o ônibus chegou e ele me segurou deixando que todos entrassem primeiro que nos e quando já não tinha mais nenhum lugar para sentar ele pegou em minha mãos me conduzindo para dentro do ônibus onde nos posicionamos próximo a porta traseira do carro.
Em poucos segundos estávamos espremidos por uma multidão de trabalhadores e em certo momento ele que estava colado atrás de mim saiu por um instante e quando voltou senti tudo aquilo cutucar minha menininha que pingava de tanto tesão e a surpresa dele em mim com seu ato repentino e sua surpresa ao encontrar minha boceta exposta sem calcinha.
Ele estava surpreso ainda quando entreguei minha calcinha a ele que depois de uma leve cheirada guardou no bolso como se fosse um troféu.
Com muita calma levantei um dos pés colocando o num ferro debaixo do banco ficando com a menininha totalmente aberta e quando ele cutucou pela terceira ou quarta vez acertou em cheio a entrada e como estava molhada a cabeça entrou gostoso trazendo tudo aquilo pra dentro de mim que segurando em sua nuca puxei sua boca de encontro a minha para abafar meus gemidos com seus beijos.
Sentia ele cutucar meu útero e como era impossível rebolar gostoso como ansiava ardentemente comecei mordendo seu pinto com minha boceta e já não me continha com os gemidos e gritinhos que não conseguia conter de tanto prazer
Aquilo parecia crescer cada vez mais dentro de mim que já tinha gozado inúmeras vezes e num gesto de pura loucura empurrei tudo aquilo pra trás com minha bunda e quando voltei ele veio com tudo pra dentro de mim cada vez mais fundo.
Bastou eu repetir este gesto umas três a cinco vezes para explodirmos juntinhos numa gozada avassaladora onde foi impossível conter nossos gemidos atraindo a atenção de todos pra nos principalmente quando falei:
_ Ai papai...tô gozando....que gostoso aiiii.....
Neste momento meu papai saiu de mim trazendo junto um rio de porra molhando minhas pernas a calça de papai e o chão do ônibus e enquanto as pessoas discutiam a nosso respeito aproveitamos que o ônibus parou saindo dali correndo onde rumamos para casa de mãos dada feitos dois pombinhos apaixonados.
Ao entrar em casa mamãe estava deitada no sofá vestindo uma minúscula camisola e calcinha e quando papai rumou para ela com acara fechada segurei em sua mão dando um forte beijo em sua boca deixando mamãe boquiaberta enquanto falei baixinho em seu ouvido:
_Papai não brigue com a mamãe fui eu que pedi que não fosse nos buscar.Come ela come...
Enquanto tomava um delicioso banho, ouvi mamãe gemendo gostoso em tudo aquilo que a pouco estourou meu cabaço me fazendo mulher.
Quando voltei enrolada em uma toalha encontrei papai socando fundo tudo aquilo no cu de mamãe que ao me ver me chamou pedindo que beijasse sua boca me xingando de traidora safadinha e cachorra da mamãe e antes que papai enchesse seu cu ela mandou que saísse dela me colocando de quatro pediu que papai comesse meu cu.
Papai dividiu espaço com a boca de mamãe em um cu e boceta porem por mais que tentássemos não consegui que ele comesse meu cu e por sugestão de mamãe tenho que dar o cu para outros meninos ate me acostumar porem papai quer ser o primeiro homem a quebrar o cabaço também do meu cu por isso acho que vou sofrer muito quando ele resolver me pegar de jeito.
Beijos a todos
Deborah

 

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