Às vezes vale a pena ser puta

Naquela noite Afonso encontrou-me no Café P.. e perguntou-me se o queria acompanhar ao bar de um conhecido hotel na baixa de Coimbra onde a troco de uma comissão de 25% me apresentaria um sujeito quarentão que ali se achava de passagem e que segundo ele não se importaria de me pagar 5 mil escudos (nesse tempo ainda não havia o euro) se eu me prestasse a ser-lhe boa menina.
Habituada a alugar o corpo para poder pagar meus estudos de Direito sabia bem que nenhum cliente me pagaria tal preço só para eu lhe abrir as pernas ou o mamar mas aceitei o encontro sem qualquer compromisso, deixando claro que só subiria com o cliente para o quarto se ficasse com boa impressão dele. Além disso e como nunca gostei de chulos procurei regatear com Afonso o valor da comissão, procurando fazer que ele aceitasse ficar apenas com 15%, ainda que só tenha conseguido fazê-lo baixar para 20. Despedi-me assim do meu namorado Rui que ficou muito contrariado por não nos acompanhar e dirigi-me com Afonso ao bar do Hotel depois de este ligar para a extensão do quarto onde o indivíduo se achava alojado informando-o da nossa ida.
Este já estava assim à nossa espera no amplo bar deserto embora pouco passasse das 10 da noite, e pude ver que este era mais cinquentão do que quarentão o que me agradou ainda mais pois principalmente como puta sempre preferi homens mais velhos. Era igualmente muito charmoso com os seus cabelos curtos grisalhos e um ar maduro de empresário bem sucedido, vestido com um fato azul escuro de muito bom corte e uma aliança de casado no dedo, algo que eu ainda gostava mais de ver num homem que me pretendia alugar. Apresentou-se e eu fiz o mesmo o que não é normal em negócios com putas mas que serviu para me inspirar confiança nele. Ofereceu-nos um uísque, eu optei por um gin tónico, e durante a conversa depois de ter dito achar-me muito bonita, atraente e decerto muito safada mostrou-se disposto a oferecer-me os tais 5 mil escudos se o quisesse acompanhar ao quarto por uma meia hora, talvez um pouco mais. A condição era submeter-me às suas fantasias sem escândalos e sem chamar as atenções de ninguém. E que fantasias eram essas procurei saber.
- Bem quanto a isso não gostaria de abrir o jogo – respondeu-me – É para mim importante que tu não saibas o que vai acontecer. Apenas te digo que quero abusar de ti à minha maneira sem protestos nem desistências da tua parte. Mas asseguro-te que não te vou bater com força nem fazer qualquer outro mal além de te imobilizar e de gozar contigo uma boa foda. Aliás nem poderia ser de outra maneira. Estamos num Hotel, os empregados vão ver-te subindo comigo e o Afonso espera por certo aqui no bar enquanto bebe mais uns uísques por minha conta.
Aceitei quase com a certeza de ir ser enrabada no quarto do Hotel. Muito cortesmente o sujeito fez questão de me pagar logo ali a importância combinada, ainda que eu não tenha feito o mesmo em relação à comissão prometida ao Afonso já que sempre era uma maneira de o obrigar a esperar-me e deixei-me conduzir ao quarto. Quando lá chegamos mandou-me tomar um duche o que eu fiz rapidamente pois puta, tal como qualquer trabalhador por conta própria quando já recebeu pelo trabalho, quanto menos tempo perder com um cliente mais hipóteses tem de se encontrar a facturar com outro. O sujeito deixou-me sozinha durante todo o duche e nem sequer me pareceu que me tivesse ficado a espreitar como faria um homem cuja tara fosse a de ser mirone punheteiro como meu namorado. Antes pelo contrário. Quando se apercebeu que me estava limpando disse-me com a porta fechada para não me esquecer de vestir a mesma roupa, calcinha incluída, antes de lhe aparecer o que naturalmente fiz. A noite estava quente, eu vestia uma blusa azul marinha de alças bastante decotada no peito, sem sutiã por baixo pois sempre considerei um estorvo muita roupa para quem como eu vivia de vender prazer, uma mini -saia de ganga com uma calcinha branca rendada por baixo e as minhas botas vermelhas de cano até aos joelhos que ele também quis que calçasse. Quando voltei para a câmara reparei numa peça de mobiliário que nada tinha a ver com as restantes mobílias do Hotel e que só podia ter ali sido colocada pelo meu cliente. Tratava-se de uma cadeira de madeira colocada em cima da cama, robusta mas quase sem costas e articulada podendo por isso ser transportada numa mala de viagem. Sobre a cama uma mala aberta deixava ver várias cordas de nylon.
- Senta-te na cadeira, os teus braços apoiados nos dela – mandou.
- Quer que me deixe ficar vestida?
- Quero.
Compreendi que ia ser amarrada e dessa forma ele abusaria de mim e por isso tratei de me sentar o mais confortavelmente possível. Quando o fiz ele tratou de facto de me atar os pulsos aos apoios da cadeira tendo o cuidado de os ligar primeiro com lenços de seda antes de lhes passar as cordas de nylon para não me deixar as marcas destas na pele, nem me magoar demasiado. Agradeci tal cuidado porque apesar disso ele amarrou-me fortemente fazendo com que quase não os conseguisse mexer.
- Ora vamos lá começar por estes peitões – disse apalpando-me as mamas sobre a blusa - É das coisas que mais me entesa numa mulher e as tuas são deliciosas. Durinhas.
Puxou-me então a blusa para cima dos ombros deixando-os à vista até cobrir-me toda a cabeça com ela.
- Vou-te deixar no escuro, vadiazinha – disse novamente – Mas não tenhas medo. Como combinado quero-te imobilizada e sem veres o que te vou fazer.
As suas palavras avivaram a confiança com que tinha ficado no bar e acenei com a cabeça dizendo-lhe estar tudo bem. Ele agarrando então nas pontas da blusa uniu-as todas junto ao meu cabelo amarrando-as com outra corda, como se aquilo fosse a abertura de um saco de mercearia. Não corria o risco de asfixiar pois entrava ar pela abertura do pescoço mas efectivamente não via nada para fora. Será que ele tal como meu namorado Rui tinha a pila pequena e vergonha que eu lha visse, pensei. Não, não podia ser, os seus dedos começando agora a apertar-me os mamilos fazendo-os girar nos dois sentidos e obrigando-me a mexer na cadeira eram compridos, dedos de homem pauzudo.
- Oh sim, que mamomas lindas e tesas tens, Sandra – comentou – aposto que estás com tanto tesão como eu. Quieta vadia que te quero imobilizada – e pregou-me duas ou três palmadas leves nas mamas – Isto é só para te acalmares, não pretendo magoar-te.
Aquietei e ele fazendo-me levantar o rabo tirou-me a saia pelas pernas abaixo sem me descalçar as botas. Em seguida apalpou-me vagarosamente e nos dois sentidos a área genital por cima da calcinha tal como fizera nas mamas. Aquilo excitou-me bastante.
- Ou muito me engano ou trazes a rata tão inchada e tesa como os marmelões – observou – ora vamos lá a ver se antes de ta comer te faço gemer um pouco. E se a tens suficiente aberta para provar do meu caralho.
Com a calcinha posta penetrou-me com um dedo. Eu no entanto só comecei a gemer quando ele me enfiou três.
- Esta grossura já te faz gemer? Rebola-te como se o estivesses fazendo no meu caralho.
Oh sim, aquilo era gostoso. Huum! Até porque com a outra mão ele continuava apalpando-me o peito. Huuumm! O sujeito parou contudo com a siririca antes que eu me viesse.
- Vamos lá agora ver ao vivo como é a tua rata, rameirinha. Se fores uma boa puta deves tê-la bem escancarada.
Minha calcinha deslizou igualmente puxada pelas suas mãos. Levantei os pés para que ela caísse no chão.
- Vou amarrar-te também os tornozelos e deixar-te as pernas bem abertas de modo a não puderes furtar-me essa tua deliciosa ratinha – disse-me. Tirou-me então as botas e amarrou-me os tornozelos nos pés da cadeira da mesma maneira que fizera com os pulsos. Quando me achei assim amarrada ouvi-o cair de joelhos no meio das minhas pernas fazendo aquilo que poucos clientes gostam de fazer a uma prostituta mesmo quando ela tem a pássara acabada de lavar como era o meu caso. Beijou-me os lábios da vulva e começou fazendo-me um minete depois de a ter observado e ter dito que ela de facto tinha bem o aspecto de ser uma cona bem rodada como tanto gostava que fosse a cona de uma mulher.
O minete soube-me na verdade muito bem embora mais uma vez ele se tivesse detido antes de me fazer gozar.
- Tens tempo para te vires, cabritona – sua boca percorria-me agora o baixo ventre, mordiscando-me os pentelhos e o umbigo subindo-me pelo peito acima até às mamas, o que me deixava uma sensação de excitação muito boa como quando eu transava por gosto e não por dinheiro. De vez em quando dava-me uma mordida mais forte num dos bicos das mamas fazendo-me gemer mais alto mas no geral eu estava adorando aquilo. Seu corpo estava praticamente colado ao meu e enquanto me lambia as mamas seu caralho durão não deixava propositadamente de se esfregar na minha racha e no meu clítoris o que ainda tornava aquilo mais delicioso.
- Putazinha gostosa – ia dizendo quando interrompia a mamada, o que é sempre bom de ouvir. – Vamos lá deixar a minha piça provar estes peitões e ver se gosta tanto deles como a minha boca.
E juntando com as mãos as minhas mamas enfiou seu caralho no meio delas.
- Toma nas mamas, putazinha deliciosa, que não é só a boca de um homem que elas sabem satisfazer – dizia dando-lhes com força e voltando a fazer-me rodar os mamilos apertados nos seus dedos. Ohh, não havia dúvida que eu estava ganhando bem a noite de duas maneiras. Não é sempre que uma puta por necessidade pode dizer o mesmo.
Quando tirou seu pau levantou-se mais um pouco sobre a cadeira onde eu estava amarrada e percebi as suas coxas acercando-se da minha cara vendada.
- Faz-me uma mamada, cabritona – ordenou -. Pelo dinheiro que te pago bem me podes fazer uma mamada bem feita.
Pensei que me fosse remover a blusa que como um saco me cobria a cabeça para me enfiar o caralho na boca nua mas estava enganada. Sem ma tirar bateu-me com ele por todo o rosto até chegar à cavidade tapada da minha boca.
- Chupa putazinha linda.
Abri a boca e o seu pau envolvido no tecido da minha blusa entrou por ela dentro. Como era grande.
- Mama putazinha, mama. Mas não me tires o leitinho que o meu caralho ainda te vai entrar no buraco de baixo.
Mesmo assim como a blusa era de um tecido fino apercebi-me enquanto o chupava estar pingando bem. Ia ficar com uma bonita nódoa na blusa.
- Ah chupadora valente – reconhecia o cliente – Gostavas de sentir o sabor do meu caralho na tua boca, não gostavas? Descansa que já to vou fazer sentir na cona.
Tirando-o fora voltou a percorrer meu corpo com a boca, só que agora começando das mamas para a vagina, voltando a lambê-las e a mordiscá-las.
- Era disto que estavas à espera, não era putazinha quente? – perguntou-me encostando-me e esfregando-me a cabeça do cacete na entrada da rata – Nem sei porque motivo te pago se vais gozar tanto como eu.
Ohhh, sim, eu queria muito agora ser fodida por aquela tora latejante de tesão. Na verdade por vezes sai a sorte grande às putas e aquela era a minha noite. Amarrada como estava não podia abrir mais as pernas para o receber mas também não era preciso, elas estavam abertas o suficiente. E o meu cliente meteu no meio delas.
- Geme cona quente, que a minha é piça de macho, mesmo uma puta surrada como tu geme quando a sente entrar.
Gemeria mesmo que ele não estivesse mandando, mais do prazer de a receber e de a sentir entrando em mim do que de dor.
- Vou-te foder como as putas gostam de ser fodidas.
OHH SIM, FODE-ME COMO QUISERES, MAS FODE-ME, só me apetecia gritar-lhe mas contive-me pois não é de bom tom uma puta mostrar grande entusiasmo com o desempenho do cliente. E ele fodeu-me durante longo tempo, metendo e tirando o caralho com força sempre na mesma posição. Numa altura a cadeira estremeceu com o peso das suas investidas em mim e do seu corpo sobre o meu. Ele então inclinou-a de modo a fazê-la ficar mais apoiada na beirada da cama e continuou fodendo-me enterrando seu nariz no meio das minhas mamas e voltando a apertá-las como se pretendesse asfixiar-se nelas.
- Putazinha deliciosa! Cona quente com mamonas de vaca! – Suspirava – Que boa recordação vou levar desta noite de Coimbra.
Viemo-nos ambos num gozo intenso que dificilmente acontece numa relação de sexo pago. Às vezes vale a pena ser puta e aquela foi uma delas.
A sessão toda durara mais de uma hora mas rentável como tinha sido também não fazia intenção de nessa noite voltar a prostituir-me. Apesar disso uma vez feito o serviço eu lembrando-me que o Afonso ainda me devia estar esperando no bar para me cobrar a comissão apressei-me a vir embora e nem tomei banho, lavei apenas a pássara e as mamas antes de me despedir do sujeito com um beijo na cara e de descer.
Afonso continuava me esperando e pelo aspecto percebi que para matar o tempo se fartara de beber uísques. Minha blusa manchada de esperma não chamou apenas a atenção deste mas também a do empregado do bar que olhou para mim com ar de entendido. Que se fodesse, pensei.
- Foi boa a farra – comentou – Nunca mais te despachavas.
- A cliente que paga 5 contos não se o avia em dois tempos – observei – Dás-me boleia de volta para a Praça?
Afonso acabou de beber o último uísque e saímos. Ao entrar no carro lembrou-me que ainda não lhe pagara a prometida comissão pelo generoso cliente que me arranjara. Ora por nada me apetecia pagar-lhe os 20% combinados.
- Generoso? – Contrapus com desdém – Pagou bem é certo mas o serviço foi pior do que pensava. De tal maneira que não sei se o voltaria a fazer pelo mesmo preço. Ainda tenho as mamas e os lábios da cona de tal maneira trincados com as suas mordidas que quer-me parecer que nos próximos dias nem um dedo vou poder meter nela. E isto para já não falar que vou ter de mandar lavar a blusa por causa da mancha que o broche que me obrigou a fazer-lhe deixou nela. Por isso dou-te 10% em dinheiro e acertamos o resto da tua comissão com uma mamada que te farei agora mesmo.
- A esta hora o teu namoradinho está ansioso esperando que lhe vás tocar uma punheta – observou-me o Afonso pois sabia bem qual era a tara do Rui quando eu vinha de estar com um cliente.
- Deixá-lo – retorqui-lhe – Quanto mais tempo esperar melhor lhe saberá a punheta e mais depressa se vem o que sempre me poupa canseira ao braço. Como é? Aceitas ou preferes chegar a casa e deixares que seja a tua mulher a fazer-to?

A mulher dele tinha a mania que era chiquérrima, não lhe fazia broches nem imaginava que o marido se envolvia com putas universitárias. Aceitou por isso. A minha noite de puta acabou assim dentro de um carro na mata do Choupal chupando no pau do Afonso. O meu namoradinho Rui é que teve mais azar pois nem direito a uma punheta tocada por mim teve como devia estar a contar. Concluído o broche ao Afonso pedi-lhe que me levasse a casa e já não voltei à Praça da República onde ele, roído de tesão, me ficou aguardando até bem depois das três da manhã.

 

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