O castigo do marido com tesão

- Quantas vezes já te disse, querido, que não quero ver essa tua pilinha de pé, quando brinco com ela? – minha esposa e Senhora, a cruel Bárbara vestia um courset negro, com o decote das mamas aberto e umas botas de cano vermelhas, e mostrava-se zangada comigo, por eu lhe estar exibindo meu tesão. Mas como não o haveria de estar se só de a ver assim vestida, meu caralhinho virgem se armava todo? E Bárbara não ficava apenas se exibindo naqueles seus trajes de dominadora, que me deixavam cheio de vontade que ela me torturasse. Minha esposa e Senhora, quando à noite se fecha comigo no meu quarto, antes de me colocar o cinto de castidade e me mandar deitar a seus pés por cima dos cobertores, adora ficar brincando com minha pila. Masturba-a e bate-lhe com a mão ou com o cabo da escova do cabelo se a vê ficar em pé, aperta-me o saco dos tomates até me fazer gritar de dor, goza com o tamanho dos meus apêndices de macho comparando-os com os tamanhos mais substantivados dos caralhos de todos os seus amantes, e sobretudo adora contar-me com todos os detalhes as peripécias mais íntimas dos seus constantes casos extra-matrimoniais. Foi aliás por isso que casei com ela. Para ser o seu corno e o seu eunuco caseiro. Minha Senhora sabe que tais coisas me deixam super excitado e com uma vontade danada de bater punheta, tenho mais vontade de tocar punheta do que de me pôr nela apesar de ser seu marido, e de Bárbara ser uma fêmea muito apetecível gostando de dar para todos, menos para mim. Minha Senhora sabe-o e adora fazer-me ficar excitado porque isso lhe dá o pretexto que precisa para me castigar os genitais, já que segundo o contrato de casamento que me fez assinar eu só posso ficar de pau feito na sua presença ou fora dela, com a sua expressa autorização.
- Não consegues fazer baixar essa coisa tão tacanha, meu grande boi? – perguntou-me – Azar o teu. Com ela nesse estado não te vou conseguir meter o cinto de castidade e isso é que não pode acontecer, pois não? Com os tomatinhos cheios, mesmo que conseguisses adormecer ias-me sujar a colcha da cama. Vamos ter de te fazer baixar a pilinha seja de que maneira for para ela caber dentro do cinto. E sem ser com uma punheta, pois ainda não faz um ano que te permiti tocar uma.
Essa é outra das características de minha amada esposa. Gosta de me excitar mas não gosta que eu goze, o que para um submisso como eu, é o máximo no que toca a sentir-me totalmente seu. Só saber que não vou poder ejacular, deixa-me de pau feito e com uma vontade danada de tocar punheta. Por isso passo mais de um ano sem esvaziar os tomates, o que é um problema pois que o cinto de castidade é ligeiramente mais pequeno que o meu pauzinho.
- Foi difícil arranjar um cinto de castidade mais pequeno que a tua pila – disse-me ela quando mo mostrou pela primeira vez – Nem imaginas o quanto o pessoal do sex-shopp se riu só de imaginar o tamanho da pilinha que eu iria meter lá dentro. Mas assim pelo menos, eu terei a certeza que não te entesarás quando estiveres dormindo.
Efectivamente tenho de ter a piça bem murchinha para a enfiar dentro do cinto. Quando isso não acontece, como nessa noite, Bárbara recorre a métodos drásticos para o conseguir como ia ser o caso. E é claro, só de saber isso, meu caralhito que adora tanto como o dono e minha Senhora, ser por ela maltratado, ainda se entesou mais.
- Isso, entesa-te, entesa-te, enquanto podes, pilinha de homem eunuco, que nunca foste capaz de meter em mulher, apenas de tocar punheta – gozou ela, e a minha piroca engrossou ainda mais – tenho aqui o que é preciso para te tirar o tesão todo por uns tempos.
Oh, sim, minha amada Senhora e esposa, castigai-me a pixota e os bagos, que me fazem sentir tesão pelo vosso corpo e isso vos ofende, apeteceu-me dizer pois sofro todas as suas vontades com o maior dos prazeres, mas contive-me. O castigo iria ser muito doloroso como o são todos destinados a tirar-me o tesão, por isso achei melhor não lhe inflamar mais o desejo.
Bárbara começou por me puxar a pele do prepúcio toda para a frente e maneira a tapar o buraquinho da cabeça da minha picinha. Depois atou-a bem atada fazendo com que o meu caralho mais parecesse um chouriço. Bárbara exultou com o seu serviço.
- É a vantagem de ter um marido tão pouco macho que nem circuncidado foi – disse – A própria pele do teu prepúcio te está servindo de cinto de castidade. E agora, de gatas.
Quando me coloquei em quatro, minha esposa atou-me um bastão nas pernas de maneira a que por mais que me doesse eu não as pudesse fechar. Meu caralhito apesar da situação desconfortável e algo dolorosa em que se encontrava sentia-se cada vez mais teso.
- Já estás habituado a apanhar na pilinha e nos tomatinhos, pelo que acho não ser preciso amarrar-te as mãos, pois não meu boizinho? – perguntou-me com a voz e o sorriso doces que só lhe ouço e vejo nas ocasiões em que se prepara para me bater com raça – Mesmo que te esmague este teu mal nutrido par de colhões e te faça um eunuco de verdade, prometes que não tentarás sequer te levantar?
Prometi-lhe, tanto mais por saber que Bárbara nunca iria tão longe. Mas e se fosse? Ter os bagos esmagados por acção das suas pancadas excitou-me ainda mais. Iria ser preciso que minha esposa usasse de muita violência para me fazer passar o tesão, e por isso ela me procurava excitar tanto.
Bárbara entretanto passava a outra extremidade do cordel em redor do meu saco, dividiu ao meio os dois colhões que o compõem, voltando a gozar-me. Dizia que tão pequenos que eram, meus colhões mais pareciam um só, o que mesmo assim era demais para um eunuco pois que para o ser não devia ter nenhum, e que só assim, com o cordel apartando-os pela costura do saco, se via que eram dois, ainda que bastante miudinhos.
- Muito bem, meu querido maridinho manso. Vejo que tens os tomatinhos bem suadinhos. Se não te importas vamos fazê-los transpirar mais um pouquinho com o belo trabalho que a minha chibata vai fazer neles. Afinal, se queremos que te passe o tesão sem te pormos a tocar ao badalo, é melhor começarmos pelos tomatinhos, não te parece?
Minha Senhora sabe bater, e amo-a muito por isso. Apesar de toda a dor que me provoca, amo-a ainda mais por isso e nunca seria capaz de me imaginar vivendo com outra mulher. As suas primeiras pancadas são leves, levezinhas, como carícias da sua chibata lambendo-me a pele dos colhões. A um masoquista como eu, apenas me abrem o apetite para as outras que virão a seguir, que me farão doer e me deixarão bem entesado até me tirarem o tesão, como se eu tivesse tido um orgasmo de verdade. E elas não tardam muito. Um silvo mais longo anunciou aos meus ouvidos que o seu braço descrevia um movimento mais longe, e que a chibata na ponta dele assentaria na pele do meu saco testicular com mais violência. Aii, gemi, com os dentes cerrados. E zás…. alguns segundos para Bárbara se poder deliciar com o meu segundo gemido de dor, e zás, lá vinha outra chibatada, e zás, outra.
- Excita-me tanto ouvir-te gemer de dor nos tomates, meu querido corninho – reconheceu Bárbara – como a ti te excita cheirar-me as calcinhas, ou ouvires-me contar-te as posições em que me coloco para te pôr os cornos. Por isso toma lá outra chibatada com força nesses teus colhõezinhos que só produzem leite para as punhetas que tocas. E outra, meu entesado de merda. E mais outra. E outra. E mais, e mais e mais. Toma lá mais que só vou parar quando me cansar o braço, nem que te deixe estes tomatinhos frouxos, que só me despertam o tesão quando estou batendo neles, feitos num bolo.
E as chibatadas que me dava confirmavam a intenção das suas palavras pois eram cada vez mais enérgicas.
- Oh, que vergões tão bonitos a minha chibata deixa nos teus colhõezinhos – continuava Bárbara bastante entusiasmada – Amanhã apresentá-lo-ás bem negrinhos e pisados. E então é que eles vão ficar bonitos.
- Senhora – lembrei-lhe alarmado – se me arruinardes os colhões nunca mais ficarei de pau feito, e não os podereis voltar a castigar.
- Tens razão, punheteiro. È só por isso que não tos esmago de vez.
Em todo o caso o estado erecto do meu caralhinho negava as minhas palavras. Apesar das dores que sentia nos tomates, tal espancamento não fora capaz de me fazer passar o tesão.
- És mesmo da classe dos que gostam de apanhar de uma mulher. Tiveste sorte em me conhecer pois eu sou da classe de mulheres que adoooram fazer sofrer muito machinhos mentalmente castrados como tu. Pelo estado da tua pila vejo que uma boas chibatada nos colhões ainda te deixam com mais tesão do que as histórias dos pares de cornos que te meto. E se calhar até do que de uma punheta tocada por mim. Ora vamos lá a ver isso.
Com o braço estendido entre as minhas pernas minha esposa calçando uma luva de látex, começou tocando-me ao bicho. Esqueci as dores nos tomates. Depois das chibatadas que levara neles aquela punheta estava-me levando aos píncaros. O inchaço no meu caralho estava agora no seu auge. Como tinha a ponta do prepúcio amarrada não me podia vir e por isso a mão de Bárbara procurava entesar-me ao máximo. Delícia de punheta!
- Oh, sim! – comentou – Apesar do tamanho não abonar nada em favor da tua pila, tu ainda te entesas todo com os toques da minha mão. E estás bem excitado! Se não te tivesse amarrado a cabeça da pila, já te terias esporrado todo, meu ejaculadorzinho precoce, mas assim como a tens bem amarradinha posso passar a noite brincando com ela que não te conseguirás vir, pois não? Oh, e que bem que me sabe tocar-te uma punheta com a pilinha incapaz de gozar. Oooh, sim, que bom! Vou-te meter os cornos amanhã com o Ricardo, e vai saber-me muito bem só de me lembrar da sessão de hoje.
Aquela punheta parecia não ter fim. E era tão boa!
- Senhora – voltei a falar – tuas mãos estão-me tocando uma punheta tão saborosa que o leitinho já me saiu todo dos tomates e subiu para a minha piça. Tenho a certeza que quando permitires que desamarre o prepúcio vou cuspir esporra para as paredes.
- Ah, cão! – gritou minha esposa, parando de me punhetear – Não podemos permitir que isso aconteça, pois não? Ainda não te será hoje que te darei autorização para ejaculares.
Bárbara desamarrou-me então a ponta do cordel que me dividia o saco dos colhões, esticando-me a pila toda até atrás.
- Estás com vontade de me meter, não estás? Habitualmente quando encontro um homem charmoso com vontade de ma meter, eu deixo. Mas para isso, é preciso que seja dotado de um caralho aprazível para os meus olhos e para a minha vagina. Compreendes agora porque nunca ta deixo meter? Como estás com muita vontade de a meter, que dirias de a esfregar no cu até lhe passar todo o tesão?
- Senhora – respondi-lhe – tendo eu um caralhito tão miudinho duvido que mo consigas esticar até ao meu cu.
Meu caralho teria de descrever todo o arco das minhas coxas, passar por cima do meu saco, até conseguir tocar com a sua cabecinha na entrada do meu cuzinho. Teso como estava, dobrá-lo todo, parecia-me impossível. E depois esfregá-lo no meu cu não me parecia coisa capaz de me tirar o tesão como ela pretendia. Mas para a minha terrível esposa, não havia impossíveis.
- Consigo, consigo! – garantiu com um brilho no olhar. - Nem que tenha de ta arrancar fora.
Que tesão me dá tal ameaça!
Com a sua mão enluvada, Bárbara dobrou-me a piça toda para trás, com força, dolorosamente, enquanto com a outra mão esticava o cordel ao máximo, puxando-me pela pila de modo a que aquele corpo teso me pressionasse os tomates até a cabeça me apontar na direcção do cu, indiferente como todas as dominadoras aos meus gemidos de dor.
- Tens sorte em teres uns colhões pequeninos, doutro modo a dificuldade que o teu caralhinho teria de os transpor era maior. Sentes como a cabecinha da tua pila já está quase a roçar-te a entrada do cu?
E de facto estava. Se não fosse estar amarrada já teria as bordas do olhinho meladas de espora. Mas tal como imaginava, só sentir meu caralho esfregando-se em tal local, fez-me aumentar o tesão. Bárbara não queria outra coisa.
- Paneleiro, a quem o cheiro do próprio cu dá tesão – vociferou – Já vais ver como te vou deixar a verga mole.
Sem deixar de esticar o cordel para que a cabecinha da minha piça nunca deixasse de estar encostada ao meu olhinho, deu-me nela com a chibata como fizera no saquinho. As primeiras com volúpia, só para que minha pila e as nádegas sentissem o contacto da chibata, mas progressivamente com mais força, de modo a deixar a primeira bem marcada.
- Toma, pila de paneleiro frouxo, incapaz de dar prazer a mulher alguma. Toma, que te quero ver com os mesmos vergões que te fiz nos tomatinhos. Toma com a chibata pila sem préstimo, que por causa do tamanho que tens a única vontade que despertas numa mulher é que te bata e ta arranque, não que foda contigo. Toma, toma! QUERO VER-TE BEM MURCHA!
Os silvos que zumbiam no ar eram impressionantes, e os meus gritos de dor também.
- Gritas, verme? Pois grita, que as mulheres também gemem de dor e de prazer quando estão a levar com cacetes de machos bem abonados, e mais aptos que o teu para a função. É o preço que pagam por terem tesão e por deixarem que os homens satisfaçam nelas seu tesão. Amanhã vou gemer como uma puta quando estiver nesta cama, debaixo do Ricardo, a levar com aquele seu caralhão enorme pela minha racha dentro. E que bem me vai saber apesar de ele me deixar a cona bem esgaçada, coisa que o teu toquinho nunca poderá fazer. Pois este é o preço que faço a tua ridícula pixota, e os teus quase inexistentes baguitos, pagarem pelo teu tesão e pela audácia que tiveste em o exibir perante mim, sem minha autorização. Toma com a chibata, toma mais, que só vou parar QUANDO VIR A TUA DIMINUTA PILA BEM MURCHINHA.
As chibatadas na minha piroca prolongaram-se por uns bons minutos, embora Bárbara por vezes as suspendesse para me deixar respirar, como dizia. Minha esposa bate com mestria pois apesar dos vergões com que me marcou a pele não me rasgou a carne ainda que me tenha conseguido tirar o tesão. A esporra que dentro da minha piça amarrada momentos antes lutava para sair não sei para onde foi, pois que ao fim de vários minutos de chibatadas, quando minha esposa a viu flácida e incapaz de se pôr de pé e a desamarrou, nem uma gota pingou para fora.
- Vês como te passou o tesão todo por uns bons dias? E nem precisaste de tocar punheta – observou-me Bárbara agarrando-me a pila com a mão enluvada e analisando-a – Ficaste bem marcado mas nada de grave. Amanhã quando estiver a foder com o Ricardo não conseguirás ter tesão, e isso vai-me saber ainda melhor. E agora já te podemos meter o cinto de castidade sem problemas. Não é que seja preciso com a pila nesse estado. Mas não quero que te habitues a dormir sem o cinto de castidade.
Nessa noite, apenas com o cinto de castidade vestido, dormi no tapete do quarto. Mais uns meses se passaram até minha Senhora me permitir tocar uma punheta. Eu gostara tanto daquela sessão que lhe pedi para me voltar a esticar a pila por entre as coxas, e me deixar esfregar a cabeça da dita na entrada do meu cuzinho. Só que desta vez até eu me vir. Estava mesmo com muita vontade de me esporrar na entrada do meu cuzinho.
- Paneleiro! – atirou-me ela – Desta vez faço-te a vontade. Mas no final vou-me consolar de te beijar o caralhinho com a chibata.
Que se lixasse. Eu era o seu marido corno e tudo que desse prazer a Bárbara dava-me prazer a mim, mesmo que isso significasse deixá-la beijar-me os tomates a piroca com a chibata.

 

EUGÉNIO SADOC

 

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Linhas e parágrafos quebram automaticamente.

Mais informações sobre opções de formatação

ANTISPAM
Usamos este sistema para evitar spam dentro do Casa da Maite.
2 + 11 =
Resolva a simples operação matemática de soma acima e coloque o resultado. Por exemplo 1+ 3, digite 4