Suzana da Avenida João XXIII
O que vou relatar aqui realmente aconteceu. Não se trata de uma ficção barata. Trata-se de algo que vivi e que continuo vivendo....... Certo dia estava eu passando pela Avenida João XXIII, movimentado reduto de garotas de programa, quando dei de cara com uma morena de estatura mediana, corpo escultural, cabelos anelados, negros como a noite. Passei por ela e embriaguei-me por sua beleza singular e pelo discreto perfume emanado pelo cabelo.
Desci a avenida e resolvi voltar para conversar com aquela mulher embriagante. Aproximei-me, ofereci um cigarro, o que ela aceito de pronto e pus-me a conversar com ela. Passados alguns minutos de conversa, resolvi ousar e perguntei-lhe qual o valor da taxa. Ela olhou-me nos olhos e disse o valor. Concordei com a taxa e, quando ia dar sinal para um taxi, ela pegou-me levemente pelo braço e confidenciou-me que não era uma mulher, mas sim um travesti.
Quando ouvi aquelas palavras, senti um misto de surpresa e tesão. Já havia visto alguns travestis pelas ruas, mas nenhuma se comparava a Suzana. Meio que tomado de surpresa, confidenciei a Suzana que jamais havia saído com um travesti e que temia não conseguir satisfazer-me plenamente. Em suma, disse-lhe que estava morrendo de tesão, mas também de medo. Ela gentilmente acariciou-me a face e disse para que eu não me preocupasse, pois certamente aquela noite seria inesquecível. Dito isto, pegou-me pelo braço e deu sinal para um taxi que passava pela avenida. Descemos em um motel próximo, entramos no quarto e eu fui ao banheiro para tomar um banho, uma vez que fazia muito calor e eu estava muito suado.
Quando retornei do banho, vi-a deitada na cama, seminua....Amei aquele momento....Deitei-me ao lado dela, que com avidez começou a acariciar meu membro, que totalmente desnudo e exposto, parecia querer explodir de tanto tesão. Suzana segurou meu membro, colocou uma camisinha e começou a lambê-lo, sugá-lo, mordiscá-lo. O tesão era tanto que senti uma dor invadir-me. Era como se fosse romper as raias da loucura. Imediatamente, ao sentir-me acariciado, busquei com a mão o membro de minha parceira. Para minha surpresa era um membro grosso, não muito grande, mas muito grosso e, para completar o meu deleite, totalmente duro. Não tive dúvidas, pedi a Suzana que colocasse uma camisinha e comecei a sugar-lhe o membro com a mesma avidez com a qual ela sugou o meu. Neste momento senti um prazer indescritível. Algo novo brotava dentro de mim e deixei-me entregar ao prazer daquela noite.
Quando dei por mim, eu estava de quatro, com a bunda empinada enquanto uma língua rápida e aveludada saboreava-me o ânus. Fiquei ensandecido. Jamais tivera uma experiência como esta. Suzana penetrava-me o ânus com sua língua e, a cada estocada em gemia de prazer. Cheguei a gozar, mas como o tesão era imenso, meu membro não amolecia e eu sentia que muito mais estava por vir. Uma vez totalmente lubrificado, Suzana pegou seu membro e, com muita delicadeza, penetrou-me. Neste momento vi o mundo girar. Embora tenha sido delicada, aquele membro de cerca de 6 centímetros de diâmetro por 16 centímetros de comprimento parecia arrombar-me as portas. Percebendo minha dor, Suzana começou um movimento leve de vai-e-vem, a princípio colocando apenas sua glande e, uma vez mais habituado, foi penetrando mais e mais, até que todo o seu equipamento estivesse totalmente alojado em mim.
A partir deste momento eu já não sentia mais dor, alias, sequer sentia minhas pernas pois o tesão era imenso. Ela virou-me, pediu que eu abrisse bem as pernas e começou a penetrar-me novamente, só que desta vez eu já não sentia dor alguma. Suzana começou a beijar-me enquanto penetrava minhas entranhas com aquele membro duro feito rocha. Quando eu percebi que Suzana estava quase gozando, puxei-a para junto de mim, entrelaçando minhas pernas sobre suas costas, para poder sentir a mais forte das estocadas. Suzana gozou profusamente, feito alguém que há meses não gozasse. Eu fui ao delírio. Após ter gozado, peguei seu membro, agora um pouco menos rijo e deliciei-me sugando-lhe as últimas gotas da preciosa seiva... Suzana pegou meu membro e começou a acariciá-lo novamente e não foi necessário muito esforço para que eu gozasse em jatos.
Uma vez saciados, deitamo-nos e começamos a conversar. Nunca tinha saído com travestis, tão pouco havia sido penetrado, mas daquele dia em diante passamos a nos ver regularmente, pelo menos uma vez por semana e, desde então temos tido um relacionamento incrível. Suzana é, para mim, a mais perfeita criação Divina. Sú, um beijão e até a semana que vem.........





