Ao mestre em travestir

Há muito tempo tenho o hábito de passar horas em salas de bate-papo com travestis. Embora seja solteiro, bem de vida e morra de tesão pelo assunto, até hoje nada tinha passado do plano virtual. Foi quando comecei a conversar com Marli.
Marli se identificou como uma boneca, e contou que entre outras coisas tem o hábito de preparar cds para alguns clientes. Pouco a pouco o assunto foi despertando meu interesse, e a certa altura me ofereci para este propósito. Teclei:

- Marli, será que você poderia me preparar?
- Não sei. Você tem uma foto?
- Tenho, e posso enviar para você. Como tenho um biótipo não muito másculo e troglodita, enviei a foto e pouco depois Marli continuou:
- Vai dar um pouco de trabalho. Você consegue imitar a voz de uma mulher?
- Não é difícil.
- E andar de salto? Isto é indispensável.
- Sem problemas, mas calço 40, você pode me ajudar?
- Tenho uma sandália que irá te servir. Vou precisar te depilar, maquiar, etc, tudo bem? Ah, e a grana que você receber será minha, certo?
- Quem está na chuva é para se molhar. O que eu tenho que fazer?

Então Marli me passou o telefone, conversamos sobre o cliente, e combinamos horário e local para nos encontrarmos e ela me preparar. Estava completamente excitado, e praticamente esqueci que nunca tinha tido este tipo de relação.
Fui até perto do endereço combinado, deixei meu carro em um estacionamento e peguei um táxi até a casa-salão de beleza de Marli.

Estava meio sem graça quando toquei a campainha, mas fiquei surpreso ao ver a linda mulher que atendeu a porta, loira, um pouco mais alta do que eu e em excelente forma física. O olhar profundo e sorriso maroto me deixaram levemente confuso:

- Oi, você deve ser o Paulo. Não pensei que tivesse coragem, mas entra logo. Está frio.
- Não hesitei, e logo estava tomando um café enquanto Marli descrevia passo a passo como eu deveria me comportar com o seu cliente.

Basicamente ele me pegaria no salão, levaria para jantar, e depois, se ambos concordássemos, poderia rolar algo mais. Se eu não quisesse ir a diante era só desistir. Comentei que estava um pouco preocupado, pois poderia encontrar alguém conhecido. Mas Marli quase me tranqüilizou:

- Talvez você realmente encontre alguém conhecido, mas com peruca, maquilagem, roupas femininas e acessórios ninguém te reconhecerá. Você tem um rosto e um corpo bem fáceis de imitar uma mulher.

E começou o processo de transformação. Nem mesmo eu consegui acreditar no resultado: Uma linda ruiva, de saia e blusa marcando os seios, postiços é claro. Poderia realmente passar por uma mulher. Agora restava apenas esperar.

Com alguns minutos de atraso, Eduardo tocou a campainha. Marli foi atendê-lo e prontamente fez as apresentações:

- Eduardo, esta é Paula, a amiga de quem eu falei.
- Oi, muito prazer Eduardo. Você não imagina o quanto Marli fala de você. Você é muito mais lindo pessoalmente do que nas fotos dela.

E como programado fomos a um restaurante italiano, sentamos um em frente ao outro em uma mesa pequena. Era impressionante como as pessoas não se davam conta do que estava acontecendo, ou simplesmente não demonstravam.
Eduardo fitava meus olhos o tempo todo, e aos poucos eu ia me sentindo mais à vontade. Em dado momento soltei meus pés da sandália e comecei a acariciar as pernas de Eduardo, que sorriu, indicando que gostou da brincadeira. Pouco a pouco as carícias se tornavam mais ousadas, e em um momento de distração minha, Eduardo me beijou. Para minha surpresa, retribui o beijo sem hesitar. E fiquei em estado de completa excitação.

Depois de uma longa sessão de beijos de língua e carícias, Eduardo se levantou para ir ao toalete, e ao voltar sentou ao meu lado, prendendo-me entre ele e a parede. Praticamente desapareci para os demais clientes do restaurante dado a discrição da mesa e da posição.

A mão de Eduardo escorregou para minhas coxas, e rapidamente estavam embaixo da minha saia. Beijávamos avidamente, e ele começou cada vez mais a se aproximar da minha bunda. A esta altura já estava muito mais do que convencido de que seria uma experiência inesquecível. Os dedos de Eduardo, com dificuldade chegaram ao meu ânus, executando uma leve massagem.

Eu não via a hora de chegar a conta e sairmos dali para poder avançar mais neste aprendizado. Eduardo logo percebeu e no maior cavalheirismo atendeu ao meu desejo. Fomos ao seu apartamento e eu mal podia esperar para ter minha primeira relação real com um homem.

No quarto, Eduardo foi muito hábil. Já sabendo dos seios postiços, nem perdeu tempo, tirando apenas minhas sandálias e saia. Ele alisava minhas pernas recém depiladas enquanto que eu ia tirando suas roupas. Tirei a camisa, a calça e ao tirar finalmente a cueca, seu membro saltou duro a minha frente. Talvez este tenha sido o momento mais difícil, e quando eu estive mais perto de desistir.

Mas Eduardo percebendo a leve quebra de ritmo acariciou minha cabeça e segurou com firmeza:

- Será que a menina linda quer aprender a fazer uma chupetinha? Meio que sem graça sorri.
- Você me ajuda?

Ele muito gentilmente colocou seu pênis na minha boca, e comecei a chupar. Meio sem jeito, admito, mas acho que estava agradando. Aos poucos fomos aumentando a velocidade, e finalmente senti um pulso mais forte e um jorro chegar a minha garganta. Soltei rapidamente o membro de Eduardo, quando um segundo jorro atingiu meu rosto. Para minha surpresa, ao invés de estar com nojo, sorri.

Eduardo então percebeu que o momento era propicio, me curvou de quatro e lubrificou meu ânus. Meus braços apoiados na cama começaram a tremer, e um arrepio passou pela minha espinha quando senti o pênis de Eduardo encostar-se a minha bunda, pronto para me penetrar. Embora seu pênis não fosse muito grande, houve uma dificuldade inicial, habilmente superada por massagens com os dedos e paciência.

E eu mal podia esperar a penetração. Que aconteceu, com carinho e intensidade. Eu nem acreditava que estava gostando de ser uma mulher na relação, e praticamente gozei, com uma leve masturbação auxiliar, ao mesmo tempo que Eduardo. Havia sido a noite perfeita, e ao me despedir dele no salão, meu sentimento era de quero mais. Eduardo então me pagou a quantia combinada e disse que eu teria preferência se quisesse sair novamente com ele. Fiquei lisonjeada.

Mas havia todo um racional em minha cabeça. Era uma aventura, para se ter e depois deixar guardada. Nunca mais deveria fazer aquilo. Entrei no salão para voltar a ser o Paulo, e logo encontro Marli, assistindo televisão.

- E ai, como foi? Tudo bem?
- Foi ótimo. O Eduardo deixou o seu dinheiro.
- Não vai pensando que todo mundo paga bem como ele, a vida de uma boneca não é fácil.
- Mas não vai ter outra vez.
- Você acha que não? Veja este vídeo que estou assistindo.

Fiquei atônito. Marli havia filmado toda a minha transformação, meu encontro com Eduardo e mesmo eu sendo enrabada, e dominada. Tentei reagir, mas Marli me segurou e rapidamente me dominou. Ela era muito mais forte. Amarrou-me de frango assado e disse que começaria a me ensinar algumas lições.

Eu ali, dominada e impotente pude apenas assistir a Marli despir seu membro e um sorriso. Era realmente grande e acho que a deixei satisfeita ao parecer assustada. Sem muito lubrificante, Marli investiu contra meu ânus, já levemente dolorido. A dor que senti foi incrível, e a cada estocada, sufocava um misto de grito e gemido. A dor foi cedendo e confesso que comecei a sentir muito prazer com a situação. Ao ser totalmente preenchida tive um êxtase nunca antes sentido, e então entreguei completamente os pontos.

Ao perceber que eu a havia aceitado como mestre, Marli me recompensou com o mais interminável gozo que eu já senti, e finalmente me comunicou.

- De hoje em diante você será minha escrava, e diariamente ira me trazer o que ganhar com nossos clientes.
- Sim senhora.
- De hoje em diante eu somente serei tratada por senhora, e você jamais vai desobedecer a uma ordem minha.
- Sim senhora.
- Você vai tomar alguns hormônios para ficar mais atraente para nossos clientes.
- Sim senhora.
- Diariamente, se eu quiser, você será minha mulherzinha, sempre cheirosa e carinhosa.
- Sim senhora.
- Você será responsável por todos os afazeres domésticos do salão, e de hoje em diante vai ficar com o quartinho de empregadas. Lá estará o seu uniforme diurno que deve estar sempre impecável.
- Sim senhora.
E finalmente, você vai tatuar meu nome em suas costas, Sra. Marli, para todos saberem a quem você pertence.

E desde então Sra. Marli tornou-me seu travesti e escravo.

Paulo

r00secret@uol.com.br