Loucura na rua
Esta história é real e aconteceu já faz algum tempo. Sou de São Paulo e sou um admirador de travestis já faz muito tempo, entretanto nunca cheguei a fazer um programa com elas propriamente dito. Sempre que posso, passo com o meu carro pelas imediações da Av. Indianópolis e República do Líbano para observar essas deusas do sexo se exibindo. O máximo que já tive coragem de fazer foi chupar rapidamente o pau de três travestis em ocasiões diferentes, mas acabava sempre arrancando o carro assim que via outro automóvel se aproximando.
Então, numa noite dessas, já meio cheio de cervejas na cabeça, decidi que iria fazer a coisa até o fim e finalmente realizar meu desejo. Deixei para circular pelas ruas bem de madrugada, perto das 4 da manhã, quando o tráfego de carros à procura de bonecas é bem menor. Escolhi também uma rua paralela à República do Líbano que é bem escura e tem muito pouco movimento, mas que costuma ter algumas travestis exibindo o pau.
Separei um dinheiro no bolso da camisa e toquei para o local, torcendo para que encontrasse uma trava bem gostosa e de preferência sozinha. Chegando na rua que eu havia planejado ir, diminuí a velocidade e pude avistar, debaixo de uma árvore, a silhueta de uma trava, aparentemente se masturbando. Ela estava só na rua. Meu coração disparou! Respirei fundo e fui com o carro de encontro a ela, encostando no meio fio e reduzindo a velocidade até ficar com a janela do motorista do carro de frente para ela.
Ela não era linda de morrer, mas era interessante: mulatinha, alta, magra, de cabelos pretos bem longos e lisos. Assim que encostei, olhei para ela, que estava vestindo apenas um longo casaco preto, porem totalmente desabotoado. Ela me olhou e abriu o casaco exibindo seu corpo inteiro. Tinha os seios muito pequenos, mas os bicos eram bem escuros, extremamente grandes e salientes, como de uma mulher grávida.
Tinha uma cintura bem marcada, a barriga lisinha, pernas bem longas e lisas e um pau deliciosamente lindo, cerca de uns 19cm e grosso, quase todo depilado, exceto na parte superior da virilha. Estava completamente duro e com a cabecinha bem escura e brilhante, parcialmente exposta. Abaixei o vidro do carro e perguntei quanto era para chupar o seu pau ali mesmo, pela janela do carro. Ela me respondeu gentilmente que cobrava apenas dez reais.
Perguntei então se ela gozaria dentro da minha boca e ela respondeu que para gozar cobraria trinta reais, mas que ela iria demorar muito pra gozar ali na rua. Eu disse a ela então que não podia me demorar, pois tinha medo que alguém aparecesse e que também não poderia levá-la para outro lugar. Ela deve ter pensado um pouco, e vendo que provavelmente eu iria embora, me disse o seguinte: "Olha gato, vamos fazer assim, você me dá vinte reais e dá a volta no quarteirão e encosta ali no começo da rua. Eu vou me masturbar e quando estiver quase gozando, eu te chamo e você encosta, tá?". Topei na hora, era tudo que eu queria.
Dei o dinheiro para ela e dei a volta no quarteirão parando no local que ela havia indicado, onde eu podia observá-la de uma distância de cerca de 10 metros. De vez em quando passava um carro, mas eu fingia que estava esperando alguém na casa ao lado. Enquanto ela se masturbava, tirei meu pau pra fora e já me preparei para gozarmos juntos. Nem ousei me masturbar porque se tocasse no meu pau sei que gozaria instantaneamente.
Depois de uns 5 minutos, ela fez o sinal para eu encostar. Engatei a primeira e fui chegando lentamente, com o coração batendo como louco. Abri o vidro e olhei para ela, que se masturbava rapidamente. Ela me disse então: “Abre a boquinha gato" e apertou a cabeça do seu pau com muita força. Eu pensei: "É agora finalmente!" Rapidamente coloquei minha cabeça levemente para fora do carro, abri minha boca em direção ao seu pau e fechei os olhos.
Senti então uma de suas mãos tocando minha nuca enquanto seu pênis quente e macio adentrava na minha boca, preenchendo-a completamente. Abri os olhos e vi que ela havia penetrado pouco menos da metade do tamanho da sua vara. A visão era linda da sua barriguinha, da virilha e do pau enfiado na minha boca. Ela me falou: "Aperta a boquinha e suga bem forte amor", já com a voz meia trêmula. Fiz o que ela me pediu e pude sentir cada veia, saliência e reentrância de seu pau.
Senti também a cabeça sair totalmente para fora do prepúcio e o seu pinto inchar e se enrijecer. Fechei os olhos novamente. Foi quando senti o primeiro jato. Me afastei um pouco, deixando apenas a cabeca do pau dela dentro da minha boca e suguei bem forte. Veio o segundo jato. Este foi enorme. Encheu minha boca rapidamente. Comecei a fazer movimentos de vai e vem com a boca, chupando-a enquanto ela ejaculava e com a minha mão, eu punhetava a raiz do pau dela e apertava-lhe as bolas.
O terceiro jato inundou minha boca, e a porra começou a escorrer para fora. Era bem branca e espessa, tinha um gosto levemente doce-amargo. Tomei um fôlego e engoli seu pau o máximo que consegui e comecei a me punhetar. Senti mais dois jatos fortes direto na minha garganta. Não resisti e comecei a ejacular no volante do carro, painel, calças. Fiquei parado alguns instantes e me afastei para o interior do carro. Ela também se afastou, retirou um da sua bolsa que estava numa árvore um pacote de lenços umedecidos e me deu dois para que eu me limpasse, enquanto ela limpava seu pau.
Nos limpamos rapidamente e então ela se aproximou, colocou a cabeça por dentro do carro e me deu um beijo de língua maravilhoso enquanto segurava meu pau bem forte com a mão. Se afastou e disse que quando eu quisesse repetir a dose, era só passar por lá. Peguei o carro e fui embora. Foi uma experiência maravilhosa.





