Depois do trabalho, chupei um picolé (parte 2)
Continuamos ali, de frescura, trocando carícias, os dois paus ainda amolecidos, mas mesmo assim, uma delícia de ficar ali, pegando, brincando. Perguntei pra ela se ia demorar praquele pau endurecer de novo, pois eu tinha mais planos pra ele. Ela riu, perguntou se eu estava com pressa. Eu respondi que não era pressa, era puro tesão reprimido. Então ela me olhou e disse: então a gente pode resolver isso, pois a Claudia (travesti com quem ela divide o apartamento) está aí, e parece que não está atendendo ninguém agora. Nossa, cheguei a tremer de tesão, meu pau respondeu na hora. Já tinha transado com a Claudia, mas nunca com as duas juntas.
A Claudia é uma loira, faz o estilo mulherão, seios e bunda fartos, e um pau proporcional, que sempre me deixava estragado, motivo pelo qual eu a visitava com menos freqüência. Mas eu estava com sede de pica, e me imaginar na cama com aquelas duas me deixou louco. Concordei, e a Vivian saiu pra chamar a amiga. As duas voltaram se rindo bastante, a Claudia faz o tipo tarado, veio logo perguntando: “Então hoje você está guloso, né? Então é hoje que vamos nos divertir!”. As duas vieram pra cama, a Vivian me abraçando pelas costas, e Claudia pela frente, já me beijando direto, enquanto a Vivian acomodava o corpo no meu, e me sussurrava no ouvido que era pra eu fazer o que elas mandassem. Não precisava nem dizer isso, pois era obvio que eu ia ser obediente. O pau da Claudia logo deu sinais de vida, travando uma gostosa luta de espadas contra o meu. Ela deitou na cama e me chamou pra chupar. Fiquei de quatro na cama, e comecei a abocanhar aquela vara, que é quase do mesmo tamanho que a da Vivian, mas bem mais grossa,uma tora.
Enquanto eu engolia a vara com esforço, atolando a boca com aquela carne quente, a Vivian, de joelhos na cama, me acariciava o pescoço com uma mão, enquanto com a outra brincava no meu rego, ora punheteando meu pau, ora enfiando um dedo gostoso no meu cu, exposto e sedento. “Vou preparar ele pra Claudinha”, ela dizia rindo, e pegou um tubo de gel, molhando os dedos e enfiando, primeiro um, depois dois e depois três, me empapando de gel, deixando aquela sensação gostosa, gelada, e necessária, pois o que vinha pela frente precisava de espaço pra entrar. O pau da Claudia enrijecido na minha boca, com um gosto delicioso, e eu podia olhar e ver o sorriso safado dela, uma dessas travestis que realmente gostam de foder um cara. “Então a Vivian anunciou, “vem, que ele ta pronto”. Meu cuzinho piscava de tesão. Continuei de quatro, enquanto as duas trocavam de posição, Vivian, já excitada, deitava na minha frente, enquanto a Claudia vinha de joelhos, se posicionando atrás da minha bundinha. Quando senti a cabeça do pau encostando minha pele, cheguei a pensar em desistir, sabia bem qual a sensação que viria, mas já era tarde.
Abaixei a cabeça sobre o colchão, segurando firma nas coxas da Vivian, e tentei relaxar. Claudinha direcionou a cabeça na entrado do cuzinho, e forçou a entrada. A sensação era de estar sendo rasgado no meio, ela segurou minha cintura com suas mãos fortes assim que a cabeça entrou inteira, e começou a empurrar. Tive que me segurar pra não gritar, a dor era intensa, aquele pau enorme me penetrava, e eu podia sentir cada milímetro que avançava como se eu estivesse sendo virado do avesso. Em meio aquilo, apenas as risadas sacanas das duas, “isso, agüenta firme que já foi quase todo”, nossa, eu não agüentava mais, mas enfim, finalmente, senti a cintura dela encostando minha bunda, a primeira parte tinha terminado. “isso amorzinho, relaxa agora, deixa teu cuzinho relaxar no meu pau, deixa ele alargar na minha tora, deixa”. Eu tentei relaxar, ainda de cabeça baixa, me acostumando àquela presença dentro de mim. Aos poucos consegui relaxar, e a sensação passou a ser de tesão, por aquele momento de puro sexo.
A Vivian, com o pau duro observando a cena, me mandou:”agora engole, que ela vai te foder bem gostoso”. Bom, quem está na chuva é pra se molhar, abri bem a boca e engoli novamente o pau da Vivian, o que foi a senha pra Claudinha começar sua aula de sexo. Ela começou um vai e vem, no começo bem lento, bem curto, mas que aos poucos ia se tornando mais intenso, mais rápido, mais longo, quase saindo do meu cuzinho, pra depois entrar de novo, numa estocada firme que me arrancava delírios, só contidos porque minha boca estava atolada por uma das melhores picas que eu já chupei. Meu cu engolia aquele pau enorme com esforço, arrombado, mas eu empinava a bunda querendo mais, adorando ser possuído por aquelas duas damas de paus. Estava inebriado, sem saber onde me concentrar, se naquela pica deliciosa que me invadia a garganta, com cheiro forte de sexo, ou aquela tora que me arrombava distribuindo choques de tesão por todo o corpo. Não sei bem quanto tempo aquilo estava durando, pois tinha perdido completamente a noção de tudo. Até que ouvi a Claudinha dizendo: “Quer provar, Vivian? Esse cuzinho tá uma delícia!”. Vivian aceitou, e quando a Claudinha saiu de dentro de mim, me deixou completamente arrombado, com uma janela no meu rabo. Eu então deitei, praticamente sem forças.
A Vivian veio, ergueu minhas pernas apoiando nos seus ombros, me deixando de franguinho, e meteu sem rodeios, de uma estocada só. Chegava a ser um alívio receber aquele pau depois do atentado que era o pau da Claudinha, que agora de joelhos na cama me esfregava o pau pelo rosto e pela boca. Eu já não fazia mais nada, apenas mantinha a boca aberta, com a língua pra fora lambendo aquela delicia, enquanto era fodido com maestria pela Vivian. As duas se falaram novamente: “Vamos gozar nele todo!”. Vivian saiu de mim, e as duas ficaram de joelhos, próximas ao meu rosto. Rindo bastante, começaram a se punhetear, com as cabeças dos paus bem próximas do meu rosto, numa distância que eu atingia com a língua, ora num, ora no outro, enquanto também me batia uma punheta. Claudinha, que era quem parecia comandar a cena, anunciou: “agora te prepara”, e soltando um urro começou a gozar. Os jatos caiam em direção ao meu rosto enquanto ela punheteava aos gemidos, e nisso a Vivian também gozou, pela segunda vez naquela noite. Eram duas cascatas de porra, caindo sobre meu rosto, olhos, nariz e boca.
Elas apontavam a cabeça do pau na minha boca, e eu lambia cada uma, até abrir bem a boca para elas posicionarem as duas na entrada, e eu bebia porra de duas fontes diferentes ao mesmo tempo. Depois disso cada uma enfiou a pica em minha boca, para eu limpar, o que fiz com desejo, sugando cada gota, e as gotas que estavam no meu rosto eram gentilmente trazidas com os dedos até minha língua. Limpei tudo, saciado de leite e de sexo. Depois disso, ainda fomos os três tomar um banho juntos, num Box espaçoso que elas tem no banheiro. Um banho safado, sarrado, com bastante risos, beijos e pegação, um fechamento perfeito pra um dia de trabalho.





