Depois do trabalho, chupei um picolé (parte 1)
Estava no trabalho, num daqueles dias em que o tesão sobe à cabeça e não te deixa pensar em mais nada que não seja uma boa trepada. Fiquei assim, o dia inteiro, disfarçando que trabalhava, enquanto olhava pela internet fotos deliciosas de travestis, com os cacetes mais diversos, e percorria as salas de chat brincando no virtual, alimentando as fantasias pra depois do expediente ir apagar meu fogo. Já tinha uma deusa escolhida pra esse dia: Vivian, morena alta, magra, seios pequenos, uma pica de uns 21cms, grossa sem ser demais, deliciosa de chupar, e habilidosa na penetração.
Telefonei pra ela e marcamos. Saí do trabalho ofegante, louco de desejo, pois tinha passado o dia inteiro esperando aquele momento. Saí de carro e fui até lá, onde ela me esperava vestindo apenas um camisetão, e de pés descalços. Tirei minha roupa e a ajudei a tirar a camiseta, deixando-a nuazinha na minha frente, o cacete mesmo mole tinha um volume considerável, apetitoso. Puxei ela ao meu encontro, me alojando nas suas costas, com meu pau acomodado na sua bundinha, enquanto mordiscava seu pescoço. Com uma das mãos acariciava os seios, enquanto a outra se dirigia ao meu objeto de desejo, aquele cacete macio, de pele quente, que reagiu aos meus primeiros toques. Acariciava seu saco, apertando as bolas com cuidado, e deslizava a mão pelo cacete dando uma punhetada leve, alternando de um pro outro, enquanto sentia aquela tora crescer nas minhas mãos. Ela se contorcia no meu corpo com gemidos leves, e eu me deliciava com aquele membro cada vez mais rijo e quente nas minhas mãos.
Ficamos nessa pegação por uns bons minutos, delicia poder pegar um pau gostoso, e quando senti as primeiras gotinhas de gala decidi começar a ação. Virei-a de frente pra mim, me agachei na sua frente, ficando cara a cara com aquela tora. Passei a pica pelo rosto, entupindo as narinas com aquele cheiro forte que me deixava como que embriagado. Corri a língua por toda a extensão da vara, começando com uma sugada carinhosa nas bolas, e terminando com um beijo gostoso na cabeça do pau, com direito a gotinhas de gala. Abri a boca, e deixei a pica escorregar para dentro de mim, buscando minha garganta. Comecei uma chupada intensa, engolindo cada pedacinho daquele pau, ela fazia um vai-e-vem gostoso, empurrando e tirando a pica da minha boca, que em segundos se acostumou ao movimento, e engolia praticamente inteira, ficando quase sem ar. Com uma das mãos eu me apoiava nas suas coxas, e com a outra acariciava as bolas, o que fazia o pau dela responder enrijecido dentro de mim. Adorava aquilo, agachado, com meu pau duro e as bolas balançando, o cuzinho arreganhado, sentindo aquele ventinho gostoso, e a boca sendo deliciosamente fodida. Ela segurava minha cabeça e bombava a pica dentro de mim, gemendo alto, e falando coisas sacanas: isso, meu putinho, chupa gostoso. Eu obedecia submisso, e sugava com intensidade. Quando notei, ela começou a bombar mais rápido, e anunciou que ia gozar na minha boca.
Nossa, delirei com aquilo. Ela então tirou o pau da minha boca e me mandou chupar as bolas enquanto batia uma punheta como uma louca, eu ali, agachado, esperando que uma cascata de leite quente jorrasse sobre mim. De repente, em meio a um gemido louco, senti os primeiros jatos atingindo meu rosto, o leite viscoso escorrendo pela face. Corri minha língua pelo pau, até chegar à cabeça, e abocanhei, sugando com força, fazendo com que ela soltasse mais três golfadas de porra quente, que me batiam no fundo da garganta e escorriam pra dentro de mim. Aquele gosto agridoce me saciava, tive que deixar a boca aberta pra não me engasgar, ela foi tirando o pau devagarzinho, pra que eu pudesse engolir sem me asfixiar. Respirei fundo e engoli o que havia dentro de mim, e abocanhei novamente o pau, sugando o que ainda saia de porra de dentro dele, lambendo gostoso e deixando bem sequinho. Ela me fez ficar em pé, e passou a língua pelo meu rosto melecado pelos primeiros jatos de porra, e me deu um beijo fantástico, quente e com sabor daquele néctar.
Eu então gozei sozinho, sem nem encostar no pau, enquanto nos beijávamos, ela me punheteava, e passava minha própria porra na minha língua com os dedos, voltando a me beijar um dos beijos mais gostosos que eu já experimentei. Fomos pra cama, e deitamos juntos, trocando carícias. O pau dela, amolecido, era uma delicia de ficar pegando, prevendo novas aventuras ... eu queria mais ...





