O Jantar Em Que Expûs a Minha Condição de Corno Manso

- Chegou a altura do meu corno manso mostrar em público a sua diminuta pilinha e o saco vazio dos tomatinhos – disse-me Paula findos os primeiros quinze dias de vida em comum – Quero que todos saibam da tua inaptidão física para o acto de cobrir uma mulher e porque motivo faço de ti um corno.

Concordei claro, afinal ela frisara sempre bem que deixaria claro que apesar de vivermos no mesmo tecto e de ser uma moça de costumes fáceis, ela queria demonstrar que a liberdade sexual que concedia aos outros não se estenderia a mim, e eu queria muito dar-lhe tal prova de submissão. Beijei-lhe os pés e respondi-lhe estar pronto e ávido de tal humilhação.

Ficou combinado que na sexta seguinte eu convidaria um grupo de 10 colegas, todos homens, para virem jantar a casa. Ainda lhe implorei que convidássemos também raparigas para que a minha vergonha fosse ainda maior, mas naquela minha primeira exposição pública, Paula queria ser a única fêmea, e ser assim ela a única a suscitar o desejo de todos, e quando me explicou isso concordei com ela. O jantar seria preparado por mim, o que nem era preciso dizer pois desde que Paula viera viver comigo eu fazia-lhe de criada doméstica, cozinhando e arrumando a casa e fazendo desaparecer os preservativos usados que ela gastava, na nossa cama, com os clientes. Minha namorada fizera-me vestir um avental branco, de pregas, muito serviçal e muito feminino, e foi vestido com ele que lhes abri a porta quando chegaram, por volta das 20 horas. Ficaram algo surpreendidos por me verem naquela figura e eu procurando disfarçar o meu primeiro embaraço da noite desculpei-me com a história do jantar, mas Paula atirou a primeira farpa da noite:

- Deviam vir cá a casa mais vezes para o verem de avental. Aliás é o maior talento do N.., ser uma fantástica doméstica. Quanto ao resto tem tudo em ponto pequeno ou nem sequer o tem de todo.

Todos se riram, eu também, embora não tivessem percebido o que Paula queria dizer. Habituados contudo à minha recente fama de corno, provavelmente proxeneta (e aí é que eles se enganavam), e a comportar-me perante ela como um cãozinho embevecido ao qual ela nunca fazia nenhuma festa, perceberam que o inusitado jantar era um pretexto para me verem enxovalhado e ficaram secretamente satisfeitos com isso, como muito bem lhes percebi nas feições. Entraram por isso satisfeitos e minha pilita, apesar do pouco tesão que habitualmente tem, começou a querer empinar-se por baixo da calça. A coisa prometia, pensei igualmente satisfeito.

A primeira humilhação começou às 8 e meia e não creio que tenha sido coincidência. Paula usava dois telemóveis, um para a sua vida de prostituta e outro para a sua vida pessoal. Quando não andava na vida, desligava o profissional o que não fez nessa noite sinal que ou estava esperando chamada ou não se importaria de a receber. O jantar ia começar, Paula e os convidados estavam bebendo uns aperitivos enquanto eu sozinho me ia desenrascando em ter tudo pronto, quando o telemóvel da puta chamou. Paula atendeu, falou por monossílabos e entre dentes, mas todos a ouvimos dizer que podia ser, o preço era o mesmo, quanto tempo ia demorar, estava no inicio do jantar mas os convidados não iriam estorvar. Quando desligou desculpou-se perante eles com um imprevisto negócio que teria de resolver, se não se importariam de adiar o jantar por uns três quartos de hora, ao que eles animados com os aperitivos e expectantes no que aquilo ia dar, disseram logo que não se importariam. Entrou no quarto, demorou-se um pouco, eu sabia que ela estava a vestir um top castanho decotado e a saia de ganga por cima do joelho realçando-lhe a perna perfeita e que Paula gostava de envergar ao receber os clientes, e de facto foi assim produzida que ela voltou à sala. Notei que os cacetes de vários colegas se tornaram salientes e ela toda coquette deixou-se estar na sala alimentando-lhes o tesão até a campainha tocar e ir abrir a porta depois de ter fechado a porta da sala para que a identidade do homem que demandava seus serviços ficasse preservada. (Paula só atendia a porta quando tinha foda marcada com um cliente). Perceberam todos que ela se fechara com ele no quarto, e se dúvidas houvesse o ranger das molas da cama que não se tardou a ouvir, lá estaria para as dissipar. Foi só então nessa altura que consegui tempo para beber o meu primeiro aperitivo – um moscatel de Setúbal – ao que se seguiram vários outros. Paula atendeu-o, conduziu-o à porta no final, tomou banho, voltou a vestir o vertido justo de noite que trazia antes de o receber, e com mil desculpas voltou para o nosso convívio. O jantar atrasara mais de uma hora, mas já todos a olhavam com olhos de a quererem comer a ela, mais do que ao jantar. E de preferência ali comigo. Afinal se a vagabunda alugava o corpo na casa do corno na hora do jantar, não só na sua frente como na frente dos seus amigos, era legitimo supor que não se importaria de ser servida a eles como sobremesa findo aquele. E foi o que aconteceu. Mas nem todos teriam direito a desfrutar do seu corpo. E eu ainda não lhes tinha mostrado a pila pequenina e fininha e o meu saco espalmado sem bolas a fim de ser humilhado por eles. Mas já não faltava muito.

 

 

NE LUSO

 

 

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È ruim

È ruim demai.......................kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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