O casal sacana

Quando eu comecei a trabalhar no escritório de uma indústria de tintas em Botafogo, conheci a Gerente Marina e logo fiquei de olho nela. Na época eu tinha 28 anos. Ela era loira, olhos verdes, cabelos lisos e bem tratados, corpo escultural de quem freqüenta academia e estava para completar 36 anos. Era a mulher mais linda e simpática que já conheci, porém, era casada e seu marido chamava-se Daniel. Destacava-se não só pela beleza, mais também pela simpatia, educação e competência. Era a melhor funcionária da empresa. Ela deve ter percebido meus olhares e ao notar isso, fiquei envergonhado. Não pretendia me envolver com mulheres casadas e nem arrumar problemas com o marido dela. Os dias foram passando e ela começou a puxar conversa. Ficamos amigos. No aniversário dela me convidou para a festa e acabei aceitando. Lá conheci a família dela e o marido que foi muito simpático comigo. Quando a festa terminou e eu me preparava para sair, ele me chamou para conversar em particular. Fiquei logo assustado, pois ela devia ter comentado com ele a meu respeito. Entrei em pânico e comecei a tremer. Fomos para o escritório dele e nos sentamos.

Daniel foi direto ao assunto. Disse que sua esposa não escondia nada dele e que já sabia de minha atração por ela. Ao ouvir isso fiquei paralisado de terror. Não conseguia falar nem me mexer. Ele percebeu como eu estava e disse que não havia motivo para eu ficar assim. Disse que sempre foram muito liberais e que sempre tiveram vontade de realizar a fantasia de fazer sexo a três. Daniel tinha 50 anos, porém, também era um homem muito bonito, moreno, corpo atlético e peludo, bigode curto, cabelos lisos e grisalhos. Ele me convidou para dormir na casa deles aquela noite e disse que havia gostado muito de mim. Admirava homens de bom caráter e educação refinada como eu. Agradeci os elogios e tentei recusar a proposta, pois me sentia muito estranho naquela situação. Imaginem o próprio marido convidando você para transar coma esposa dele ? Fiz de tudo para recusar, porém, Marina e o marido disseram que ficariam ofendidos caso eu recusasse e deixariam de ser meus amigos. Como tenho poucos amigos e estava com muito tesão por ela, acabei aceitando. Quando o relógio bateu 10 horas eles bateram na porta do quarto de hóspedes onde eu estava alojado e me chamaram. Queriam que eu tomasse banho com eles. Nossa ! Fiquei muito nervoso. Antes que eu respondesse, me puxaram pelas mãos em direção ao banheiro. Chegando lá, os dois começaram a tirar a minha roupa. Elogiaram a o meu corpo peludo e másculo, apesar de eu não ser tão bonito como eles. Entramos no box e fechamos a porta. Eles começaram a se beijar e acariciar enquanto eu olhava com o pênis já duro. Ao perceber isso o Daniel afastou-se e pediu que Marina me chupasse embaixo do chuveiro. Ela obedeceu rapidamente. Que tesão !!!!!! Quase gozei em sua boca e Daniel apenas olhava, ria e se masturbava com cara de safado.

Quando terminamos, fomos para a cama deles e nos deitamos. Ele pediu que ela cuidasse de mim. Antes que eu tentasse alguma coisa, ela deu um salto e montou sobre o meu pênis. Daniel veio por trás dela, segurou meu pênis e colocou na vagina dela. Tomei um susto quando ele tocou em mim, pois nunca nenhum homem me tocou nas partes íntimas. Porém, o tesão falou mais forte e ao sentir a vagina quente e melada de Marina envolvendo meu pênis, me entreguei ao prazer. Segurei-a pela cintura e penetrei prá valer, fazendo-a gemer e rebolar sobre mim, enquanto eu massageava seu clitóris com os dedos. Ela inclinou o corpo para frente quase deitando sobre mim e gozou como se estivesse tendo um ataque, de tanto tremer e gritar. Gozei também, enchendo a vagina dela com meu sêmem pegajoso. Fui me lavar e quando voltei encontrei Daniel deitado entre as pernas dela, lambendo a vagina e também todo meu sêmem, deixando o canal vaginal limpinho. Ao me ver, ele disfarçou e levantou-se rapidamente, sentando ao lado dela. Marina foi tomar um banho e ficamos os dois sós. Fiquei assustado com a cena daquele homem másculo com a língua cheia do sêmem de outro homem e ainda por cima, engolindo tudo. Tomei coragem e perguntei a ele se meu esperma era gostoso. Ele ficou vermelho de vergonha e gaguejou sem conseguir responder. Mostrei a ele o pênis já ereto e perguntei se não gostaria de provar direto da fonte. Daniel ficou furioso e disse que eu estava louco, que ele não era viado para chupar o cacete de outro macho. Respondi que agora não adiantava se fazer de machão após beber todo o meu esperma com tanto tesão. Agora ele já me pertencia de qualquer maneira. Marina chegou e ouviu tudo que conversamos. Ela interrompeu nossa discussão e disse que eu estava certo. Repreendeu Daniel por discutir comigo e disse que ele deveria se envergonhar. Confessou que ele apesar de ser macho, sempre desejou sentir o prazer que uma mulher sente na cama, porém, nunca teve coragem de experimentar. Olhei assustado para os dois. Nunca imaginaria isso. Marina disse para ele deixar de frescuras e aproveitar a chance. Ele me olhou sem graça e perguntou se eu estava de acordo. Fiquei sem saber o que dizer, pois nunca pensei em transar com outro homem. Ele colocou a mão entre minhas pernas e segurou meu cacete.

Começou a alisar e masturbar, alisando minhas coxas com a outra mão. Por incrível que pareça eu gostei daquilo. A imagem daquele machão submisso diante de mim me excitou muito. Empurrei ele com as mãos e deitei sobre ele, beijado seu peito peludo, mordendo seus mamilos grandes, lambendo suas axilas.Suas mãos fortes me alisavam todo o corpo e tentou enfiar os dedos no meu ânus. Dei um salto para trás e prendi suas mãos de encontro a cama. Ele sorriu e disse que estava adorando ser dominado por um macho. Colocou-se entre minhas pernas e abocanhou meu cacete, chupado como um sorvete. Marina juntou-se a ele e ambos me chuparam, alternadamente. Quando ela percebeu que eu estava quase gozando, cochichou alguma coisa no ouvido do marido que imediatamente montou sobre mim. Agora foi a vez dela segurar meu cacete e colocar bastante lubrificante, para logo em seguida enfiar no ânus dele. Nossa !!! Que sensação gostosa sentir aquele canal apertado e quente em volta do pênis ! Era realmente virgem. Eu nunca havia feito sexo anal, muito menos com outro homem.

Os pêlos do ânus e do saco dele roçavam no meu saco e nas minhas coxas, me excitando cada vez mais. Empurrei-o de modo que girou o corpo, ficando de costas para mim e Marina imediatamente montou no pênis dele, que a essas alturas estava maior do que de costume. Ficamos os três agarrados até que gozei como um louco, enchendo o reto dele com uma grande quantidade esperma. Daniel também gozou ainda com meu cacete cravado nele. Adormecemos e ao despertar, o penetrei ainda dormindo, agarrando seu corpo por trás e de ladinho. Puxei uma das coxas por cima de minha cintura e passei meus braços por baixo das axilas dele, alisando o peito e o abdômen peludos, massageando seu umbigo enquanto o penetrava. Marina acordou também e aproveitou para chupar ele. Quando senti que estava quase gozando, coloquei-o de bruços e deitei sobre suas costas, soltando mais uma carga de sêmem dentro dele. Fiz sexo a noite toda, comendo os dois alternadamente. Ao amanhecer ele me agradeceu a oportunidade.

Eu sorri e disse que estava à disposição caso precisassem novamente. Até hoje ainda nos encontramos de vez em quando para fazer muito sexo. São duas pessoas maravilhosas. Sou louco pelo traseiro peludo daquele coroa e pela vagina gostosa da loira.

 

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