Os primeiros dias como corno da Paula

Paula levou-me para o seu apartamento. Sabia pela leitura dos seus anúncios no jornal que era nele que Paula costumava receber seus clientes, e o cheiro a sexo que me pareceu sentir impregnando o ar ainda me entesou mais levando-me imenso a desejar esfregar a mão no meu pau perante ela, até fazer verter o jorro esbranquiçado concedendo-me o orgasmo, máximo gozo que aspirava a ter. Mas não o fiz, eu era ainda um noviço, não tomaria nenhuma atitude por minha iniciativa. Paula perguntou-me então se eu acreditava mesmo que ela me tornaria fisicamente num eunuco. Respirando fundo pois era a primeira vez que revelava minha amputação a alguém disse-lhe que não precisaria fazê-lo pois que em criança sofrera um acidente que me deixou com o saco testicular vazio e os bagos completamente esmagados e incapazes de procriar. Confessei-lhe também a minha total virgindade pois que meu pau não se aguentava mais de meio minuto de pé sem esvaziar o pouco líquido seminal que nele se formava, e como a minha incapacidade de macho cobridor me levara a desenvolver outras taras como a de voyeurista das transas dos outros, e que ultimamente uma outra tara se começara a desenvolver, e essa era a de ser seu corno manso.
- Quando tu falaste no café que os machos não tinham de ser todos cobridores, e que o facto de o não ser poderia ser prazeroso para os machos excluídos dos prazeres do sexo, já que outros prazeres lhes são abertos, seja o acto de ver outros, tocar punhetas, ou o acto de ser corno. Devido à minha condição nunca me atreveria a propor-me para teu homem ou amante. Mas quando te ouvi dizer que gostarias de possuir um eunuco que te aquecesse para o sexo que fazes com os outros, senti que falavas para mim e não quis perder a oportunidade para me oferecer a ocupar a vaga.
Paula sorriu, disse que de facto era bom eu não ter tomates porque isso me fazia ainda mais parecido com um eunuco oriental. Disse-me que se os tivesse nunca mos cortaria mas que o seu objectivo quando me mandara segui-la era começar a ministrar-me um conjunto de tratamentos e castigos que com o andar do tempo acabar-me-iam fazendo perder o tesão.
- No entanto não penses que não te vou na mesma castigar genitalmente só porque não tens testículos – advertiu-me com um ar cruel – E que não vou tratar de te estimular sexualmente ao máximo sem te deixar gozar quando me estiveres a aquecer para os outros. E agora baixa as calças que quero ver se és assim tão capado como dizes.
Comprovada a minha falta de bolas e medido o meu pau que não chegava aos 10 cms, Paula ainda me questionou:
- Como nunca ninguém te viu namorando ou frequentando as prostitutas és desde há muito encarado como um pila murcha, o que de facto corresponde à realidade. Queres andar comigo para mostrares que afinal és tão macho que até andas a comer a puta mais cobiçada da Academia, é isso?
Escandalizado neguei ser esse meu objectivo. Eu queria que todos soubessem que eu era o seu criado doméstico, levando-a e trazendo-a dos seus clientes para que ela com segurança pudesse realizar seus negócios carnais sem me importar que ficasse claro perante todos os que nos conheciam que eu nunca teria o direito de me pôr nela nem em mais ninguém. Paula dizendo que nunca fora puta de chulo pelo que não pagaria meus serviços de proxeneta satisfeita estipulou suas condições.
- A partir de agora estás proibido de desejar qualquer outra mulher que não eu e de tocares os teus simulacros de punhetas sem minha autorização, entendeste ó galinho castrado? Se por qualquer motivo sujares a cama como é normal acontecer aos frouxos como tu, ter-mo-ás de comunicar e sujeitar-te ao castigo que te impuser. Passarei a receber os clientes no teu apartamento para o qual por enquanto me mudarei, embora não pretenda desfazer o aluguer deste que tu passarás a pagar. Dormirei na tua cama com quem me apetecer mas tu só dormirás nela com minha permissão. Estou certa que terei clientes que não se importarão que fiques assistindo mas quando isso não acontecer esperarás onde eu te mandar só voltando a entrar quando eu to disser, percebido? Não tardará muito e terás enfeitando-me o alto da cabeça um enorme par de cornos de alce de fazer inveja ao cornudo mais orgulhoso. No entanto e para que não restem dúvidas em ninguém que nunca me chegarás a comer, advirto-te já não me vou contentar apenas em patentear por Coimbra inteira a tua condição de corno submisso, mas vou querer ir muito mais longe e humilhar-te muito mais. Vou-te obrigar a baixar as calças em público, para que todos vejam a tua condição de eunuco de pila murcha e fazer-te pedir ao macho mais abonado que me possua e me proporcione o prazer que não és capaz de me dar. Não me poderás recusar nada, nem que te mande apanhar no cu ou comer-me os dejectos, entendido meu vitelo capadinho que nunca chegarás a touro?
Uns dias antes ter-me-ia recusado a aceitar tantas humilhações mas as suas conversas anteriores e aquele rol pesado de imposições tinham-me aberto novos horizontes, pois não só me tinham feito aceitar a minha condição de ser impotente como mais do que isso estavam-me fazendo sentir orgulhoso dela e ávido de explorar todas as possibilidades de prazer que ela me oferecia, embora para muitos tal prazer pudesse parecer algo mirabolante, pelo que ainda mais excitado fiquei e disse logo que sim a tudo embora o compromisso de lhe pagar o apartamento implicasse o ter de cortar com todos os compromissos sociais.
- Muito bem – comentou então Paula – nesse caso para não esqueceres o dia em que te aceitei como meu eunuco vais receber o teu primeiro castigo.
De quatro, todo nu, fui chicoteado severamente o que quase me fez rebentar o pau de tesão. No final dizendo-me que não tardaria muito a chegar um cliente de hora marcada que nunca dispensava de lhe ir ao cu mandou-me fazer-lhe um caprichado minete nos dois canais, só que desta vez com um prendedor de sexo amarrado na minha pila para a obrigar a ficar só apontando para o chão. Quando o cliente chegou mandou-me sair mas quando ele se retirou mandou que lhe fizesse novo minete no grelo, cheirando ao látex do preservativo que usaram. Desta vez porém mandou-me apoiar as peles vazias do meu saco e o pirilau no tampo de uma cadeira, tendo-se sentado sobre eles, enquanto eu de joelhos lhe voltava a fazer novo cuninlinguis. Não me deixou masturbar nem era preciso porque dorido como estava eu nem pensava em satisfazer-me.
Nessa noite dormimos juntos, e no dia seguinte ela passou a viver regularmente comigo no meu apartamento de estudante. Nele recebia os clientes, marcava encontros sexuais, convidava os amantes, obrigando-me de avental a cozinhar para os seus convidados, e a ter os dois apartamentos aprumados cuidando que nunca faltassem preservativos. Passaram 15 dias em que me consolei de a chupar e de lhe lavar criteriosamente a vagina e o ânus para que os clientes não tivessem motivo de reclamar. E não tive direito a tocar uma única punheta. Nesta altura minha fama de namorado corno obrigado a pagar duas rendas para ter a namorada puta era pública e muitos colegas meus já me tinham virado a cara com desdém. Mas eu andava feliz. Paula disse-me então que alcançado aquele patamar vinha agora o outro: o de eu expor a minha ausência de tomates e a minha incapacidade sexual perante machos verdadeiramente cobridores. Era a humilhação máxima a que já me expusera, mas ser corno também o fora e era a experiência mais gostosa que estava vivendo, pelo que eu estava desejoso que isso acontecesse e desse mais uma prova da minha devoção a Paula. Talvez fosse também o tesão de 15 dias que eu já levava sem despejar aquela espécie de esporra que se me vinha acumulando na pila a estimular-me ainda mais tal desejo.

NÉ LUSO

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