Como me tornei um corno manso

Sou engenheiro agrónomo e minha esposa é doméstica. Vivemos numa quinta pequena que herdei de meus pais a uns cinco quilómetros da vila onde trabalho, na Zona Agrária local. Entretanto sofri um acidente de trabalho que me manteve afastado do emprego por mais de meio ano e foi durante esse período que aconteceu o episódio que vou contar.
Sempre tive a consciência que a minha pila pelas suas dimensões nunca foi capaz de satisfazer minha mulher, e que era por isso que sempre que transávamos Sofia me pedia que lhe fizesse um minete. Ela mesma não o negava e era frequente estabelecer comparações com o tamanho e o desempenho do caralho de anteriores namorados seus, comparações essas que me menorizavam sempre. Quando decidimos fazer um filho as coisas entre nós agravaram-se. Sofia não conseguia ficar grávida apesar de se me entregar naqueles dias do calendário em que as probabilidades de isso acontecer eram maiores, e atribuía as culpas a mim. Dizia que os meus tomates eram demasiados pequenos e que me esporrava menos do que todos os seus anteriores namorados, pelo que segundo ela não deveriam produzir liquido suficiente para chegar aos ovários de uma mulher. O nosso casamento agravava-se assim de dia para dia, embora eu continuasse amando muito minha esposa. A perspectiva de lhe arranjar um amante com os tomates mais cheios de esperma que os meus, que a pudesse engravidar e lhe dar o filho que Sofia tanto queria e que ela faria passar por meu, passou-me muitas vezes pela cabeça.
Enquanto estive de baixa médica o médico aconselhara-me a não conduzir e a caminhar e eu muitas vezes fazia o percurso nos dois sentidos entre a minha casa e a vila a pé e numa dessas ocasiões dou de caras com um sujeito que nunca vira por ali, aspecto sujo, barba e cabelos compridos e desmazelados. Obviamente que o seu cheiro também não era dos melhores.
- O senhor não me dá nada para comer? – pediu com olhar faminto. Como não levava dinheiro comigo mas tenho crédito em qualquer loja da localidade levei-o à mercearia do Zé onde o desconhecido escolheu umas latas de feijões cozidos e uns pacotes de bolacha de água e sal que devorou mesmo ali.
Palavra puxa palavra disse-me ter sido fazendeiro em Angola e que fora dos poucos portugueses a ficar naquele território após a independência. Entretanto com a guerra civil sua fazenda fora pilhada pelas tropas da UNITA e ele quase tinha sido fuzilado. Para sobreviver envolveu-se no contrabando de diamantes e por causa disso matara um homem, razão pela qual passara quase vinte anos numa cadeia em Cabinda. Finalmente em liberdade voltara ao seu país de origem e àquela terrinha de onde seus pais eram naturais mas que ele não conhecia e onde também ninguém o conhecia.
- Já há dois dias que não metia uma bucha à boca – confessou-me. Apesar de ter admitido ter morto um homem tive pena dele. E como me dissesse que tinha familiares em Espanha que acreditava o acolheriam se tivesse meios para pagar a viagem, e como na quinta em que vivo há sempre trabalhos a fazer, acabei por o contratar à jornada com direito a mesa e cama.
Quando voltamos a casa expliquei a Sofia o que acabara de fazer e embora lhe tivesse dito que o sujeito não iria ficar ali mais de um ou dois meses e não tivesse mencionado o facto dele ser um ex-presidiário e contrabandista de diamantes, ela não pareceu gostar da ideia de compartilharmos aquele espaço com outro homem. Contudo ofereceu-se para lhe ir buscar umas velhas roupas minhas já que as dele estavam encardidas e indicou-lhe a casa de banho. Foi durante o banho que Sofia o viu nu. Julgo não ter feito de propósito, o sujeito não fechara totalmente a porta e minha esposa que lhe fora arranjar uma toalha limpa deve ter pensado que o homem ainda não se despira e por isso entrou no banheiro. Alberto, era esse o seu nome, estava contudo todo ensaboado e peladão debaixo do chuveiro e minha esposa viu a maior piça e o maior par de tomates que já vira na vida. Desde que se casara comigo Sofia nunca mais vira um caralho abonado ao vivo mas de facto ela nunca na vida vira antes um caralho daqueles, com quase 30 cms de comprimento, grosso, com uma glande circuncidada bem vermelhinha como minha esposa sempre me confessou gostar de ver uma pila. Sofia estacou olhando para aquela genitália e só se deu conta do constrangimento da situação quando reparou que sem tentar cobrir o pau Alberto olhava igualmente para ela com o coiso totalmente em pé, inchado e duro como o meu nunca seria capaz de estar.
- Desculpe, não sabia que já estava no banho – balbuciou Sofia - vim trazer-lhe uma toalha e uma lâmina de barbear – e saiu. Mas nessa noite tenho a certeza de ter sonhado com o caralho dele pois senti-a masturbando-se na cama e gemendo muito abafadamente. E estranhei pois nunca vira Sofia masturbando-se, além de que nos últimos meses ela nem dava para mim.
- Querida, deixa o caralhinho do teu marido consolar a tua passarinha – pedi meigamente, pensando que se Sofia estava com tesão aquela era a minha noite da sorte após tanto tempo de abstinência. Mas ela recusou-se e nem um minete me deixou fazer-lhe. Eu é que tendo-a sentido tocar-se já não ia conseguir dormir sem sujar a cama pelo que tive de me levantar e fui tocar ao bicho no vaso da sanita. Graças a isso dormi como um justo.
Alberto tinha 45 anos e uma vez lavado e barbeado era um sujeito bem parecido, alto, moreno e com um peito largo à tarzã. Além de ser um bom trabalhador era um bom contador de histórias. Confessou ser pai de várias dezenas de filhos, todos feitos a negras angolanas e era para junto de dois deles que viviam em Espanha que estava pensando ir. Não tardou que nos contasse como tinha morto um homem e eu notava que essas histórias excitavam muito minha Sofia. Ela bebia as palavras de Alberto e nessas noites eu bem notava como ela esfregava suas pernas uma na outra, roçando as coxas e os lábios da cona. Eu oferecia-me sempre para lhe acalmar os calores enfiando-lhe a minha amostra pequenina de caralho na sua racha sedento mas ela negava-se sempre. Percebia bem não ser o meu caralhinho que ela tinha em mente. E como sempre, eu acabava a noite de pé, a pila apontada à abertura da sanita, espremendo-lhe o leite à mão. E ohhh, como bem me sabia tal punheta!
Entretanto o tempo ia passando e desde que Alberto viera para nossa casa e minha mulher o vira pelado, Sofia não me voltou a conceder seus favores embora ambos andássemos num estado permanente de excitação. Sofia comia-o com os olhos vendo-o de tronco nu trabalhando na quinta e não fosse a minha presença na casa estou certo que ela se lhe teria entregue há muito. Talvez por isso certa noite questionei-a se ela não era de opinião que Alberto deveria ir-se embora. Afinal os dois meses tinham-se esgotado e ele ainda continuava vivendo connosco. Sofia suspirou, algo entristada, mas comentou:
- É, tens razão. Amanhã falo com ele. O Alberto é tão simpático, e tem ajudado tanto na quinta, que não gostaria de o ver ficando com a ideia que o estamos a empurrar daqui para fora.
No dia seguinte quando acordei já minha mulher não se achava na cama. Vesti uma shirt e uns calções e desci ao andar de baixo. A casa tem uma clarabóia na parede entre o rés do chão e o segundo andar e por ela vi que minha mulher e Alberto tinham acabado de tomar o pequeno almoço numa mesa colocada lá fora, em frente ao jardim. Foi assim que ouvi Sofia dizer-lhe.
- Ontem o meu marido perguntou-me se eu sabia quando o Alberto estava pensando ir embora.
Ele coçou a cabeça:
- Seu marido tem razão. Já estou há mais tempo do que pensava ficar, nem eu sei porquê. Diga-lhe que parto hoje mesmo.
Minha esposa tocou-lhe no braço.
- Quando o vi tomando banho compreendi que gostaria que acontecesse algo entre nós. Durante este tempo todo tive esperança que isso acontecesse. Depois compreendi que só tê-lo vivendo connosco já era estar a acontecer alguma coisa, e por isso é para mim uma grande desilusão ouvi-lo dizer que parte hoje.
Quase nem queria acreditar no que ouvira. Sofia sempre me confessara ter tido outros homens antes de mim, mas eu não a imaginava tão puta a ponto de se oferecer a um ex-recluso garanhão quando se negava abrir-me as pernas a mim que era seu marido e dormia com ela todas as noites de pau feito. Alberto ia responder-lhe mas eu decidi interromper.
- Querida – chamei do cimo das escadas – que bom teres o pequeno-almoço pronto. Acordei com uma fome…
A minha aparição repentina desagradou-lhes como eu bem vi nos seus rostos mas fiz de conta não ter percebido nem escutado nada. No final minha mulher lembrou-me que precisava que eu fosse à vila, ao sapateiro e que me demorasse por lá a manhã toda que ela ia-se ocupar com as lides da casa. Como eu tinha a certeza de ir ser corneado mal os deixasse sós sugeri a Alberto acompanhar-me mas Sofia opôs-se com energia.
- Nem pensar, meu amor. O Alberto já se ofereceu para bater os tapes e mudar os cortinados. Ele sabe bem que a força de um homem é sempre muito bem vinda nas lides domésticas.
Sofia entrou em casa e voltou com uns sapatos que segundo ela necessitavam de uns tacões novos, entregou-mos e voltou a frisar que não me queria em casa antes da hora do almoço. O tom autoritário com que ela exigia o meu afastamento de casa, deixando-a só com um homem com o qual ela queria foder, talvez até ficar grávida dele, deixou-me tesíssimo, com muito mais tesão do que quando pensava arranjar-lhe eu um amante que a consolasse. Afinal tinha sido ela a tomar iniciativa de arranjar um e isso era maravilhoso, minha pilinha pingava e pulava nas calças só de imaginar que sem a minha intervenção dentro em pouco Sofia estaria provavelmente na nossa cama, de pernas abertas dando para outro o que há meses não dava a mim. Uiiii, que tesão! Não, eu não ia conseguir chegar à vila naquele estado, necessitava muito de esgalhar uma punheta. Esquematizei então um plano. Mal Sofia me entregou os sapatos e se voltou a sentar na mesa, ao lado de Alberto, eu fingi que me encaminhava para a saída., mas mal contornei a parede do edifício escondi-me atrás dela e espreitei-os. Tal como imaginava minha esposa voltara a pôr-lhe a mão sobre a dele mas agora Alberto acariciava-lhe o braço até lhe tocar no queixo e nos cabelos. Sofia estava gostando pois em se preocupar com mais nada beijava-o na boca. Ohh, agora sim, agora apetecia-me muito mais tocar punheta do que quando ela se me negava na cama, e só não tirei o caralho para fora do fecho e não me punheteei logo ali porque o ouvi dizendo-lhe:
- Aqui, não, é imprudente. Sobe ao teu quarto e espera-me que já lá vou ter contigo.
- Sim, tens razão, meu amor – disse-lhe minha mulher com a voz embargada de tesão – E no caminho passo no banheiro e lavo a minha parrequinha.
Não valia a pena tocar já uma punheta só por os ter visto beijando-se na boca, pensei, se poderia ver muito mais. Como a casa tem uma porta nas traseiras dei a volta e subi ao nosso quarto onde me enfiei no guarda-fatos. Lá dentro, espreitando por entre as frinchas felizmente algo largas, ouvi o barulho da água no wc lavando a coninha de minha esposa, aquela coninha pela qual eu tanto suspirava e pela qual tanta punheta tocava e que logo, logo, estaria sendo varada pelo caralho do sujeito que eu recolhera e a quem matara a fome. Pois, Sofia também lhe ia matar a fome. E tais ideias faziam-me explodir a piça dentro das calças, tanto era o tesão que sentia. Não resisti. Toquei ali uma punheta. Quer dizer, não cheguei a acabar de a tocar pois suspendi-a quando ouvi os seus passos encaminhando-se na direcção do quarto. Ela vinha a correr, eu nunca a vira correndo, mas agora parecia que trazia fogo no rabo tal a velocidade com que se encaminhava para o quarto. Para foder comigo nunca correra ela, pelo contrário passava a vida inventando desculpas para não me deixar dar-lhe uma pernada. Quando abriu a porta do quarto minha surpresa foi ainda maior. Sofia não só viera correndo como viera tirando as peças de roupa pelo caminho de maneira que ao entrar no quarto só trazia vestidos o sutiã vermelho de prender nas costas, e a calcinha preta. Pela frincha do guarda-fatos vi Sofia despir o sutiã atirando-o para o chão, exibindo-me as suas maminhas direitinhas com os biquinhos castanhos que eu já não via assim expostas há imenso tempo.  Depois da porta do quarto lançou-se em voo para a cama, ena pá voltei a pensar, levantou as pernas ao alto, e com os dedos por baixo dos quadris, numa atitude muito sexy, tirou a sua calcinha. Nem um pentelho a Sofia deixa crescer na testa, pelo que a visão que obtive da sua greta foi soberba, em particular dos seus labiozinhos inchados. Ohh, cona linda! Retomei a punheta. Mas o show que Sofia fez ao tirar a calcinha não fora destinado a mim, mas ao Alberto que a mirava deliciado da soleira da porta.
- Estás mesmo a precisar de um macho, não estás? – perguntou-lhe ele – É o que acontece às mulheres que casam com machinhos.
- Ohh, sim – confessou Sofia – Preciso mesmo de um macho como tu. Por isso, vem e toma-me que sou toda tua. Quero que me enfies fundo, que o caralho do meu marido tão curto é que não me passa da entrada.
- Descansa que to vou enfiar tão fundo que hás-de senti-lo saindo-te pela garganta – garantiu-lhe – Mas antes disso quero lamber-lhe essa coninha tão mal fodida. Adoro sentir o paladar de uma cona apertadinha com tanta fome de pau.
Alberto caminhou na direcção da cama e caiu de cara no meio das pernas dela.
- Sinto o cheiro do tesão da tua rata – suspirou – Não és a primeira casada mal fodida que como em cima dos lençóis onde dorme o marido frouxo. Alguns dos filhos que tenho foram feitos assim e ainda hoje chamam pai a outro.
Tais palavras deixavam Sofia louca pois não parava de agitar as pernas e de se tocar com as mãos nas mamas enquanto Alberto lhe fazia o minete. Da minha pixota escorriam já grossos fios de esperma pingando sobre as camisolas dobradas à espera do Inverno para voltarem a ser usadas mas eu não perdia pitada.
- Ohh, meu amor – gemia Sofia entre espasmos de prazer - Até o teu minete me sabe melhor do que os que me faz o meu marido. De certeza que a tua pila vai-me também saber bem melhor do que a pila dele, se já tão bem me sabe a tua língua. Ohh, meu querido, vira-te ao contrário que eu quero saborear a tua pila, tal como me estás a saborear a rata, quero mamar-te na pila antes de a sentir toda dentro de mim.
Ohh, que puta safada e deliciosa me saístes, pensei, que sempre te recusavas a chupar-me a piroca e agora ofereces a tua boca à piroca avantajada dele. Alberto não se fez rogado. Sem parar com o minete tirou as calças e virando-se ao contrário sobre Sofia colocou-se de maneira a ser chupado por esta. Minha esposa agarrou-lhe no cacete e apalpou-lhe os bagos.
- Ohh, que grande caralho e que grande par de tomates tens, meu querido. Como eu adoro homens de instrumentos grandes. Já tive muitos homens antes do meu marido mas nunca vi nenhum com um cacete tão grande. Nem sei se será possível metê-lo todo lá dentro.
- Vai sim, sossega – garantiu-lhe ele – Já meti em muitas e mesmo com a falta de uso que tens vais ver como ele vai entrar todinho dentro de ti. Tal como vai entrar agora na tua boquinha de pétala.
Sofia começou por lhe gargarejar os colhões antes e lhe abocanhar o pau. Alberto voltou a lamber-lhe a cona. O 69 levou imenso tempo pois só aos poucos a garganta de Sofia se ia abrindo para o receber bem dentro dela como Alberto queria.
- Quando uma mulher me está a fazer um broche gosto de sentir o meu caralho bem enterrado na garganta dela – disse-lhe – Por isso, minha faminta de pau, se o queres que to meta na coninha trata de o engolir bem até lhe sentires a cabeça encostada bem atrás da tua língua.
Pedisse-lhe eu uma coisa dessas e ela mandar-me-ia foder. Mas ao Alberto, e apesar de quase sufocada por aquela tranca, eu bem notava como ela o chupava com gosto e se esforçava por lhe agradar da forma que ele queria. Quando se veio Sofia gemeu de prazer.
- Huum, há quanto tempo não tinha um orgasmo – admitiu – E tudo graças à tua língua maravilhosa, meu amor. 
Alberto esfregou-lhe a piça ensebada nas mamas antes de lhas lamber. Minha esposa punheteava-o e mordiscava-lhe o cacete.
- Nem penses em morder-me o pau, safadona, que duro como o tenho partia-te os dentes – avisou-a batendo-lhe com o caralho na cara para que Sofia constasse como de facto estava teso – Sabes que tens uma boquinha maravilhosa para chupares o pau a um homem? Aposto que o teu marido daria tudo para ter o caralho dele chupado por ti.
Mas Sofia queria mais.
- Anda, meu garanhão, mostra lá como fizeste tantos filhos a tantas mulheres e enterra a tua varona na minha rachinha esfomeada – e Sofia com a barriga para cima abria-lhe as pernas e esfregava as mãos na cona – Não queres comer esta rachinha que sonha com o teu mastro desde a primeira vez que te viu tomando banho?
- É para já, fofinha vadia – respondeu-lhe Alberto – Aliás essa é uma das funções para a qual nasci com ela, não foi para tocar punheta no vaso da sanita.   
Eu já me esporrara todo mas estava de novo de pau feito. Para mim ver era muito melhor do que fazer por isso foi com uma alegria enorme que vi Alberto montar minha esposa e ordenar-lhe que fosse ela a conduzir aquele membro para dentro dela.
- O meu caralho é muito grande e grosso para uma apertadinha como tu que já não prova de um bom sarrafo aos anos – advertiu-a – É melhor seres tu a meter. Mas aviso-te que não vou deixar que o tires fora. Prá frente é que é caminho, até o teres todo enfiado na racha.
Foi demorada a penetração pois de facto Sofia tinha a cona apertada e muitas vezes ela a tentou tirar fora. Mas nessas ocasiões Alberto forçava-lhe a entrada, dizendo que era preciso enterrar aquele caralho mais fundo até só ficarem os colhões de fora que eram a única coisa nele que não eram para entrar na cona de uma mulher. Acho porém que Sofia fazia aquilo mais para o obrigar a subjugá-la do que por de facto a penetração lhe estar a ser particularmente dolorosa.
- Ora aí tens – exclamou Alberto quando sentiu todo o tronco dentro do buraco dela – vês como já sentes a pele do meu saco beijando-te os lábios da rata? E agora mexe essas pernas, que quero dar-te a provar todo o paladar de um caralho medindo quase 30 cms.
Com as pernas todas ao alto minha esposa rebolava-se naquele caralhão e até os gemidos lhe saíam entrecortados na boca como se de facto o caralho de Alberto lhe estivesse cutucando a garganta.
- Ohh, sinto que me rebentas a pássara – consegui ouvi-la dizendo – Mas como é tão bom ter a pássara assim rebentada por uma coisa enorme como a tua. Tão bom que gostaria imenso de ter sempre a tua pila escavando-me a greta. Quero sempre ser tua, e de mais ninguém
- E serás, querida, fica descansada – garanti-lhe ele – Não quero saber mais que o frouxo do teu marido venha foçar naquilo que de hoje em diante é só meu, ouviste bem? Só o meu caralho te satisfaz, não é verdade?
Sofia dizia-lhe que sim, que nunca mais daria para outro homem incluindo a mim, sem a sua autorização, que eu não passaria dali em diante de um corno manso e nessa altura eu esporrava-me pela segunda vez.
- O teu marido já te comeu por trás?
- Não, que ideia! – disse Sofia rindo-se - A sua pilinha é tão pequenina que mesmo tesa por trás não me chega à rata. Mas com os meus anteriores namorados sempre gostei muito de ser fodida por trás.
- Põe-te de joelhos então.
Sofia colocou-se de gatas e Alberto cobriu-a por trás socando-a durante imenso tempo até se vir juntamente com ela. Eu é que tive pena de já me ter desaleitado todo e não ter mais tesão para uma terceira punheta, tão bem me teria sabido fazê-lo vendo minha esposa apanhando por trás, como as cadelas. Mas devo confessar que nunca gozara tanto como naquela manhã.
- Quero que pingues bem a minha esporra nos lençóis do corno – disse-lhe Alberto quando a langonha começou escorrendo para fora da cona de Sofia - Já que ele não é macho para uma gostosa como tu quero que se habitue a dormir com os lençóis manchados com a esporra de quem lhe põe os cornos.
Minha esposa achou a ideia divertida pois não só despejou o esperma de Alberto no lado da cama onde eu durmo como ainda limpou o resto do gozo que ele deixara no seu corpo com o meu pijama.
- Quero ter um filho teu, Alberto – disse-lhe então minha mulher. – Só um homem como tu capaz de satisfazer plenamente uma mulher merece ser pai dos filhos dela.
 E aí sim, voltei a ficar com a pila em pé e nova vontade de me masturbar.
 – Alberto não quero que te vás embora, diga o meu marido o que disser. Vou dizer-lhe que precisamos de um homem na quinta, o que até é verdade como ainda agora me provaste, não sei, vamos tomar banho e pensámos num argumento para tu ficares.
Os dois saíram para o banho e eu aproveitei para tomar o mesmo caminho por onde viera, sem que me vissem. Não tiveram contudo de pensar em argumento nenhum. Aquelas punhetas tinham sido as melhores da minha vida e já que não tinha piça capaz de foder convenientemente uma mulher carente como a minha esposa, que mal havia em deixar que ela se satisfizesse com homens com órgão mais capaz do que o meu, entretendo-me eu à mão? Afinal gostara mais daquelas punhetas tocadas no guarda-fatos espiando minha mulher do que qualquer uma das fodas que lhe dera em que eu apressadamente despejava os tomatinhos por não me conseguir aguentar muito tempo dentro dela com eles cheios. Que boa recompensa tivera pelo par de cornos que ganhara, tão boa que não me importaria nada de o voltar a ganhar de cada vez que Sofia decidisse dar-lhe o grelo. E além disso, como disse amo muito minha esposa. Quero é vê-la feliz. Por isso quando cheguei a casa, chamei-a à parte e disse-lhe:
- Sabes querida, acho que um homem a mais para nos ajudar na quinta é bem preciso. Ainda para mais agora que a minha baixa está acabando e tu vais ter de ficar aqui sozinha cuidando de tudo. O Alberto já nos provou ser bastante capaz de fazer o que tem de fazer. Por isso se quiseres deixámo-lo ficar e ainda lhe dou um pequeno aumento no vencimento.
Sofia abraçou-se a mim muito contente, beijando-mo o pescoço como já não me lembrava de fazer, dizendo ser uma decisão acertada e saiu correndo a levar-lhe a novidade.  Além das punhetas que tocara de manhã, aqueles seus beijos foram mais uma das recompensas extras que o seu primeiro flirt extra-conjugal me rendeu. Que estúpidos são os maridos exclusivistas, pensei.
Um mês e pouco depois Sofia abriu-me as pernas. Já não a comia há meio ano ou mais mas confesso que nem por isso o meu tesão era muito. Tocara uma punheta pouco antes de me deitar, como fazia praticamente todas as noites cheirando as calcinhas de Sofia onde ainda eram visíveis os restos do gozo com o outro, e por isso os meus colhões estavam praticamente secos. Mesmo assim ainda consegui ejacular umas poucas gotas de esporra para dentro da cona dela, que devem ter morrido muito antes de atingirem os seus ovários. Isso não invalidou que uns dias depois Sofia me viesse dizer que acordara nos últimos dias enjoada e achava estar grávida. Quando o teste ao sangue confirmou as suas suspeitas abracei-me a ela beijando-a e dizendo estar muito contente por ir ser pai. Sofia tranquilizou-se, pensou que eu estava a leste de tudo, e ainda mais tranquila ficou quando depois de nascer o bebé eu não pareci estranhar o facto de o miúdo ser muito mais parecido com o Alberto do que comigo. Como disse, amo muito minha esposa e quero vê-la feliz. E depois há uma coisa que a criança herdou do Alberto e eu não gostaria que um filho meu herdasse de mim: o tamanho da sua pixota. Para felicidade de Sofia adivinha-se que o miúdo quando for grande irá ter uma piroca e um par de tomates enormes.
- Queridinho – disse-me certa noite Sofia mudando-lhe a fralda – apesar de os teres bem pequeninos soubeste fazer-me um filho com os pendentes bem abonados como os de um macho de cobrição. Ao menos a tua futura nora há-de imaginar que nisso o nosso filho saiu ao pai e pensar que também os tens grandes.
Pois, pensei. Será isso que ela pensará, que no tamanho do caralho o filho de Sofia saiu ao pai. E nisso não estará enganada. Ao menos fico eu com a fama. O proveito tem sido todo dela e do Alberto.

 

RIBEIRO

Opções de exibição de comentários

Escolha seu modo de exibição preferido e clique em "Salvar configurações" para ativar.

Sou um cara realmente bonito

Sou um cara realmente bonito de corpo e rosto, tenho 30 anos sou casado minha mulher não sabe, eu adoro comer mulher casada na frente do marido ou mulher liberada pelo marido, me manda email quem interessar, sou de campinas SP rrafaelsoaresp58@gmail.com

Adoro comer mulher de corno

fudedor.de.esposas.df@hotmail.com

>>>(61) 8456-6055 Operadora OI
ou
>>>(61) 9285-0356 Operadora Claro

>>> Eu sou Ricardo de Ceilândia, Brasília-DF sou comedor de esposinhas e procuro casais. Adoro comer as esposinhas de meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o corno limpar tudinho. Tenho 35 anos, casal que curta entre em contato comigo.

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Linhas e parágrafos quebram automaticamente.

Mais informações sobre opções de formatação

ANTISPAM
Usamos este sistema para evitar spam dentro do Casa da Maite.
16 + 1 =
Resolva a simples operação matemática de soma acima e coloque o resultado. Por exemplo 1+ 3, digite 4