Esposa advogada

Sou casado com |Paula há 15 anos. Hoje tenho 35 e ela, 33. Paula é uma mulher atraente, envolvente, belíssima, com um corpo delicioso, apesar de sua idade, deixando muita garota pra trás. Quando nos casamos, tudo corria muito bem. Ela se formou advogada, começou sua carreira em seguida e estava indo muito bem. Eu tinha um escritório de negócios imobiliários, e também posso falar que estava me dando muito bem nos negócios. Dois anos após nosso casamento, descobri que não poderia ter filhos. Isso, à época, foi muito difícil de superarmos, pois queríamos formar uma família. Pensamos em adotar uma criança, mas tanto eu como ela, passamos a valorizar nossa vida profissional acima de qualquer coisa.
                        Nessa época comecei a me relacionar com uma garota, que trabalhava em minha empresa e que me deu muita dor de cabeça. Paula descobriu sobre meu relacionamento e, a partir daí, começamos a brigar muito, o que culminou em algumas separações momentâneas, pois sempre terminávamos voltando uma para o outro. Foi numa dessas separações, já que eu insistia em continuar me relacionando com a garota, tanto porque a mesma não me deixava em paz e não desistia, que meu casamento mudou completamente. Após uns dois ou três meses de separação, que dizíamos ser “pra sempre”, voltamos a morar juntos. Dias depois, fomos jantar fora, ter uma noite romântica. Tomamos uns vinhos a mais e fomos para um motel qualquer. Lá chegando, Paula pediu mais vinho e nossa noite foi esquentando. Lá pelas tantas, enquanto transávamos, por uma bobeira qualquer, começamos a discutir. E isso, no meio de uma bela transa. Em dado momento, surgiu o nome da garota com que eu havia me relacionado e, irritada, Paula me deu um belo de um troco: confessou-me que, durante o período em que nos separamos pela última vez, havia conhecido um advogado, de outra cidade, que a procurou, em seu escritório, para tratar de um assunto profissional para um seu cliente. Disse-me ela, que esse advogado a convidou para um jantar e, sozinha, sem nenhuma outra preocupação, louca de vontade de descontar as traições que lhe infringi, aceitou o convite. Após o jantar saíram para uma volta de carro, estacionando-o em algum ponto qualquer da cidade e, lá, ele se aproximou dela e começou a beijá-la, o que, disse-me ela, retribuiu-lhe com muita vontade. Em seguida, disse-me que abriu o zíper da calça do sujeito, tirou seu pau pra fora, e fez-lhe uma maravilhosa chupeta. Paula, nervosa, gritava comigo, dizendo que o pau do cara era muito maior e melhor do que o meu, e que o chupou até que esporrasse em sua boca, enchendo-a de porra, que ela engoliu toda. E isso, eu sabia muito bem que ela adorava fazer: bebia tudo. Fiquei nervoso, chateado, brigamos muito aquela noite. Voltamos para casa e fomos dormir, novamente, em quartos separados. Passou-se uma semana sem que trocássemos uma palavra sequer. Eu percebi que estava com ciúmes de Paula e, durante a noite, em meu quarto, passei a fantasiar situações nas quais Paula transava com seus colegas de trabalho, com seus clientes e tudo mais. Por outro lado, percebi que isso estava me dando um tesão danado, tanto que, em certa noite, em não agüentando mais, fui ao quarto de Paula e pedi a ela que conversássemos um pouco, tentando, mais uma vez, me reconciliar com ela. Deu certo! A partir dessa noite, nosso relacionamento mudou completamente.
                        Alguns dias depois, louco de desejos por Paula, telefonei ao seu escritório e a convidei para jantar. Lá fomos nós, mais uma vez, em busca de uma noite romântica. E foi! Muito vinho, novamente um motel, um início de uma ótima transa e, enquanto Paula me cavalgava, com muito jeito, confessei-lhe que havia sentido muitos ciúmes dela com o seu colega advogado, mas que, por outro lado, aquilo havia me excitado bastante. Paula, que tinha tomado bastante vinho, estava bem à vontade, solta, sem nenhum pudor e, ouvindo isso, falou-me baixinho, ao ouvido:
- Ah..então você gostou de saber que eu chupei o pau gostoso do cara, né, safado, sem-vergonha. Pois foi isso mesmo, e digo mais, ela só não me comeu porque não deu tempo, chupei tanto pau dele, que o cara não agüentou e me encheu a boca de porra. Infelizmente, depois dessa noite, não o vi mais, mas se o visse, teria dado até o cú pra ele.
                        Isso me deixou louco de tesão e comecei a chamar-lhe de puta, de biscate, de vagabunda, a dar tapas em sua bunda e, pra minha felicidade, ela adorou tudo aquilo...havíamos perdido o cabaço e a vergonha um com o outro. A partir desse momento, nas nossas transas, eu sempre contava minhas fantasias para Paula, dizendo-lhe que gostaria de ver outro homem a comendo, enfim...aquelas conversas e desejos de todo bom corno. Por outro lado, Paula retribuía, dizendo que havia dado pra esse e aquele cara, que fulano a havia comido, que sicrano metia nela toda semana e por aí seguíamos. Enquanto falávamos de nossas fantasias, enquanto falávamos besteiras e nos xingávamos, transávamos maravilhosamente bem, nos satisfazendo completamente.
                        Alguns anos depois, essas conversas já estavam ficando monótonas e já conversávamos sobre fazer algo verdadeiro, uma transa diferente. Ficávamos horas na internet, à noite, em salas de bate-papo, sobre sexo, escrevendo um monte de bobagens enquanto nos acariciávamos um ao outro, vendo imagens pornográficas que nos motivava ainda mais. Chegamos ao ponto de entrar em contato, por e-mail, com um sujeito de São Paulo, para que enviamos algumas fotos da Paula, com o rosto mascarado, evitando seu reconhecimento, e recebendo fotos do cara, com o pau de fora, exibindo sua ferramenta. Nessa época, quase fomos nos encontrar com esse cara, de verdade. Mas as coisas tomaram outro rumo.
                        Certa noite, Paula chegou em casa e enquanto comíamos alguma coisa, disse-me que havia sido contratada para defender um sujeito em algum processo qualquer. Disse-me que o cara não era flor de se cheirar, que era “bandido” mesmo, mas...pagando, que mal tem? Foi o que ela me disse. Esse cara a procurou no escritório e lhe apresentou sua situação, perguntando-lhe se aceitaria o caso. Ela prometeu ir ao fórum, verificar o processo, pedindo-lhe que voltasse em seu escritório na semana seguinte.
                        Paula, sempre se veste muito bem para ir ao trabalho. Está sempre bem maquiada, perfumada, cabelos bem arrumados, roupas combinando e adora um vestido, o que a deixa deliciosamente “gostosa”, principalmente quando coloca seus tubinhos. No dia em que esse sujeito retornou ao seu escritório, ela estava “deliciosamente” vestida, com uma saia bem justa e uma blusinha de alças fininhas, deixando seus ombros completamente de fora...sim, estava muito “gostosa”. Porém, o sujeito não foi sozinho, levando consigo um amigo. Mais tarde, Paula disse-me que tinha ficado constrangida frente ao cara. Enquanto conversava com seu cliente, o sujeito, mal-encarado, de óculos escuros, mascando um chiclete violentamente, sentou-se bem em frente a ela, em um sofá de seu escritório, atrás de seu amigo, que sentava-se na poltrona que ficava à frente da mesa de minha esposa. Enquanto ouvia o seu cliente e lhe instruía sobre isso ou aquilo, o cara do sofá, não parava de encará-la, mexendo em seu próprio pau. Disse-me ela, que ele apertava o pau a todo instante, fazendo-a achar que o tiraria para fora e se masturbaria na sua frente a qualquer momento e, o pior, sem exibir nenhuma reação com o rosto, como se aquilo fosse natural para ele. Paula falou-me que aquilo, apesar de tê-la constrangido muito, a havia excitado bastante, levando-a a baixar uma das mãos por debaixo da mesa e começar a esfregar sua buceta. Ao despedir-se de seu cliente e, também, do companheiro do mesmo, fechou a porta de seu escritório, voltou a sua mesa e pôs-se a alisar novamente a buceta, segurando, com a outra mão, uma caneta, que levou à boca. Nesse momento, a porta do escritório se abriu, e o amigo de seu cliente apareceu, apontado o dedo para Paula e, com a outra mão, pegando em seu pau, por sobre a calça, e fazendo-lhe um gesto obsceno. Fechou a porta e foi-se embora. Paula disse-me que ficou tremendo, preocupada, sentindo-se ofendida com a atitude do sujeito mas, pouco tempo depois, louca de desejos e fantasiando mil e uma coisas, tanto que não conseguiu mais se concentrar no serviço. Naquela noite, em nossa cama, demos uma das melhores trepadas de nossa vida, fantasiando sobre o sujeito mal-encarado, que, ainda por cima, era grande, moreno e...sem-vergonha.
                        Dias depois, o cliente de Paula volta ao seu consultório, com o amigo, novamente. Apresenta a Paula alguns documentos, senta-se, conversa um pouco, o amigo senta-se no sofá, novamente, mexendo em seu pau, como da outra vez, e encarando minha mulher, observando como ela estava ficando sem jeito, descontrolada com a situação. Ambos saíram do escritório e, pouco tempo depois, como da outra vez, a porta se abriu novamente, franqueando a entrada do mal-encarado que, dessa vez, entrou mesmo, fechando a porta atrás de si. Veio até perto de minha esposa, abriu a vista da calça, tirou para fora seu pau e o ofereceu a minha esposa. Paula disse-me que não sabia se gritava por socorro, se saia correndo, nem o que mais mas, quando viu aquele pau duro, na sua frente, o cara levando uma das mãos a sua cabeça e a puxando de encontro a ele, ela não resistiu e fez o que o sujeito queria que fizesse: chupar o seu pau, algo que ele, com certeza, sabia que minha mulher desejava fazer...e muito.
                        Após chupar o pau do moreno, ela disse que se levantou, foi até à porta, trancou-a com a chave, pediu  a ele que não a machucasse pois faria tudo o que pedisse naquele momento. Em seguida, ela disse-me que, pela primeira vez, ouviu sua voz, quando lhe disse:
- Tira a roupa todinha e vem pro sofá, tesuda.
                        Foi o que ela fez, tirou a roupa, ajoelhou-se na frente do sujeito, puxou suas calças, sua cueca, levando-as até as canelas, desabotoou sua camisa e começou a lambê-lo, acariciá-lo, masturbá-lo, até voltar a engolir seu pau novamente. Enquanto o chupava, ouvia-o falar ao telefone com o amigo, dizendo:
 - Falei, cara, a puta tá engolindo meu caralho, tá mamando feito um vaca...tá peladinha e vou meter a vara nela...essa gostosa do caralho.
                        Foi o que ele fez pois, logo em seguida, puxou minha mulher sobre seu colo e a fez sentar-se de frente para ele, enfiando seu mastro em sua buceta, fazendo-a cavalgar seu pau ao mesmo tempo em que chupava seus peitos e a beijava loucamente na boca. Em seguida, deitou-a no sofá, subiu por sobre ela, enfiou seu pau e a comeu violentamente, com força e vontade, até a encher com jatos de porra. Paula, disse-me, enquanto eu a comia, que não agüentou e que gozou feito louca, gemendo debaixo do cara. Quanto ele terminou, saiu de cima dela e mandou que ela lambesse seu pau e o limpasse, o que ela disse ter feito com toda gratidão e carinho. Em seguida, vistiu-se, ligou para o amigo e falou:
- Taí, veio, meti a vara na biscate, enchi ela de porra, agora é minha, vai fazer o que eu mandar, ta tudo gravado.
                        Caindo na risada em seguida, mostrou a Paula o seu celular, no qual havia gravado todos os sons dos dois transando. Em seguida, virou-se e foi embora.
                        Na semana seguinte, Paula começou a demorar muito para chegar em casa, já passava das dez horas da noite, e nada. Comecei a ficar preocupado, pois não era normal ela fazer isso e não se comunicar. Tentei ligar em seu celular, mas deu fora de área. Lá pelas onze horas, ela chegou, veio até mim, beijou-me gostosamente na boca, passou a mão em meu pau e pediu-me para ir com ela para a cama. Estranhei, pois Paula não vai para a cama sem tomar banho, mas naquela noite, foi diferente. Ela se despiu rapidamente e chamou-me ao seu lado. Eu estava com o pau já duro e, deitando-me ao seu lado, comecei a alisar-lhe o corpo, a beijá-la, enquanto ela me alisava o cacete com uma das mãos. Em seguida, quando escorregou na cama para me chupar, comecei a sentir em minha boca um gosto estranho e, também, um cheiro estranho. Sempre que ela começa a me chupar, pelo-lhe para se virar para mim, fazendo com ela um delicioso “69”. Naquela noite, senti algo bem diferente...sua buceta estava melada, muito melada. Tinha um gosto diferente, um cheiro diferente, uma textura diferente de seu “caldinho” habitual. Quando ela sentou-se sobre meu pau e após beijar-me com muito desejo, confessou-me:
- Amor, dei praquele sujeito agora a pouco. Fomos parar num motel e ele me comeu feito louco. Estou toda cheia de porra desse cara e você está lambendo tudo.

                        Foi o suficiente, não resisti no momento, fiquei puto, quis bater nela, esbravejei, xinguei-a, tirei-a de cima de mim, saltei da cama, corri ao banheiro para me lavar, para lavar a boca mas, ao vê-la em minha frente, pelada, passando uma das mãos em sua buceta e chupando um dos dedos da outra mão, pulei sobre ela, abracei-a e a beijei com vontade. Ela, sem seguida, disse-me:
- Isso te deu tesão, não deu? – Tive que responder que sim e, voltando a nossa cama, chupei-a feito um louco. Quando meti meu pau nela, senti que estava larga, que realmente havia dado...e muito, e que o pau do cara era maior que o meu. Fiquei com mais tesão ainda.
                        Depois daquela noite, começamos a fantasiar muito com esse cara, ate que, em dado momento, confessei a Paula que meu desejo era vê-la ser comida por esse cara. Ela aceitou, dizendo que também tinha vontade de ser comida na minha frente. Perguntei a ela se o cara toparia e ela disse-me que falaria com ele. No final de semana seguinte, Paula ligou-me do trabalho, pedindo-me para vir buscá-la pois deixaria o seu carro no estacionamento. Lá pelas seis da tarde, fui apanhá-la no escritório...ela não saiu sozinha. Com ela vinha uma cara moreno, forte, mal-encarado, de óculos escuros, mascando chiclete, que entrou em meu carro e nem olhou pra minha cara. Sentou-se no banco de trás e Paula ao meu lado. Em seguida, Paula pediu-me para que fossemos a um barzinho do outro lado da cidade, um local de prostitutas, bêbados e jogadores. Lá chegando, ocupamos uma mesa, no ponto mais isolado do local. Paula pediu três caipinhas e enquanto aguardávamos, o sujeito abraçou minha mulher, puxou-a para perto de si e começou a beijá-la na boca enquanto passava uma das mãos em suas coxas. Percebi que outras pessoas no bar estavam olhando os gestos dos dois, fiquei com vergonha, mas fiquei firme...era o que eu queria, me sentir corno.
                        Depois de duas ou três caipirinhas, o cara já enfiava a mão debaixo do vestido de minha mulher e alisava sua buceta descaradamente. Quando percebi que ela também passava a mão sobre o pau do sujeito, resolvi pagar a conta e convidar os dois para irmos juntos para outro lugar. Ao ver minha esposa sair de um boteco, abraçada com outro cara, assanhada, deixando o cara passar a mão nela inteira, foi um horror. Entramos em meu carro e saímos dali. No caminho, percebi o cara enfiando a mão pela lateral da blusa de Paula e começar a pegar nos peitos dela. Paula, por sua vez, alisava sua buceta com muito desejo e urrava de desejo. Parei o carro e convidei-a a passar ao banco de trás, junto com nosso carona. Nos dirigimos a um motel, na beira da estrada. Pelo retrovisor vir Paula tirar o pau do sujeito pra fora e abocanhá-lo. Mal cabia em sua boca...era enorme, viril...lindo!!! Logo percebi a razão do desejo e do descaramento de minha esposa. Aquele pau era delicioso até para mim e fiquei com inveja dela.
                        Chegando ao motel, Paula tirou a roupa toda, ficou pelada em meu banco traseiro, punhetando, chupando, beijando e lambendo aquele cara e o seu pau  maravilhoso. Foi uma delícia me virar no banco da frente, olhar no banco traseiro e ver minha mulher peladinha, sendo alisar por aquele macho.
                        Paula abriu a porta do carro, desceu, puxou o cara pela mão e ficaram ambos em pé, na garagem do motel, se beijando, enquanto o sujeito passava as mãos em sua bunda, coxas, buceta, peitos e se divertia com minha mulher. Logo em seguida, ela olhou pra mim e me convidou a entrar com ela para o quarto. Lá chegando, ela ajoelhou-se na frente do cara e caiu de boca no seu pau, que estava pra fora da calça. Paula chupava vorazmente, engolia aquele caralho com vontade, feito uma louca e, enquanto fazia isso, ia despindo o cara. Ao ir vendo o corpo do sujeito, fiquei com mais desejo ainda, pois também queria lamber aquele homem e, não resistindo mais, fui beijar minha esposa, na boca. Nesse momento, o cara colocou o seu pau no meio e, meio sem jeito, acabei o lamber seu pau. Esse foi o início pois, em seguida, Paula veio me beijar, mas o cacete do cara estava entre nós, e não teve jeito, nos beijamos com o pau do cara entre nossos rostos. Após isso, Paula tomou frente e convidou-me a chupar o pau do sujeito junto com ela. Não teve jeito, eu estava louco por aquilo e, da melhor maneira possível, fiz de tudo para engolir aquele caralho lindo, delicioso, duro, forte, gostoso. O cara gostou da idéia de ter minha mulher e eu, seu marido, chupando seu pau. Pouco tempo depois, estávamos todos nus, no chuveiro, tomando um delicioso banho, no qual sentia aquele pau esbarrar em meu corpo, esfregar-se no de minha mulher e, pela primeira vez, vi aquele cara meter na Paula. Ela a pegou por trás, apertou-a contra si e enfiou seu pai vigorosamente em meio a suas pernas. Paula gemeu, agarrou-se a mim, foi se abaixando até chegar ao meu pau, quando começou a me chupar deliciosamente. O cara metia nela feito louco, com vontade, xingado-a de tudo o que era nome, e a mim também, dizendo:
- Toma aí, corno do caralho, ta vendo tua mulher gostosa levando ferro? É isso que você queria, viado. Pois agora eu vou comer ela e você junto, seu boiola. Maridinho de merda dessa cadela sem-vergonha e puta. – Em seguida, tirou o pau da buceta da Paula e me fez ajoelhar na sua frente e chupá-lo.
                        Após o banho, fomos para o quarto, mais uma caipirinha pra cada um e, pouco tempo depois, vi minha mulher levando aquela cacete inteiro dentro do rabo. Ela pegou o travesseiro e o mordeu com força, enquanto o cara enfiava sua vara na sua bunda. Eu, nesse momento, me punhetava. Mas, vendo aquela cena, entrei por debaixo dos dois e comecei a lamber a buceta da minha mulher e o saco e o pau do cara, que entrava e saia da bunda da minha esposa. O gosto era de deixar louco, o cheiro também me deixava louco, eu estava louco...de tesão, de vontade de chupar, de dar a bunda, de ver minha mulher sendo fudida, de tudo. Após o cara meter com vontade na bunda da Paula, ela pediu a ele que parasse um pouco, pois queria que fizesse outra coisa. Ele tirou o pau de dentro dela e enfiou em minha boca. Nesse momento, senti minha mulher passar-me algo gelado, molhado e oleoso na bunda. Senti um calafrio. Ela pediu ao seu parceiro para meter em mim. O cara, já alto pelas caipinhas, não pensou duas vezes e veio para o meu lado. Virou-me de lado, deitou-se atrás de mim e começou a forçar a entrada do seu pau no meu cu. Paula olhava e se bolinava, apertando os peitos com uma das mãos. Quando viu que o cara estava me comendo, foi olhar. Eu gemia, estava doendo, porém aquele óleo todo, facilitou pro cara que, com vigor, forçava a entrada de seu pau em meu cu. O que aconteceu. Ele me arrombou, em frente  a minha esposa, que parecia estar louca de tesão, pois entrou por trás do sujeito e foi lamber seu saco. Aquele era, naquele momento, nosso homem, nosso macho.
                        O cara me comeu o quanto quis, eu só conseguia morder o travesseiro e gemer. Paula lambia o saco e as bolas do cara. Quando ele parecida não agüentar mais, tirou seu pau de dentro do meu cú, colocou-me com o rosto colado ao de Paula, e esporrou em nós dois, gemendo feito um louco e nos xingando a todo instante.
                        Ficamos a noite toda naquele motel e, sinceramente, não sei como consegui agüentar tudo o que aconteceu: fui enrabado na frente de minha mulher por um macho maravilhoso....gostei, apesar da dor. Não havia tido experiências assim, apesar da já ter saído com  alguns travestis, em São Paulo, mas apenas chupetinha, nada de penetração como a que sofri naquela noite. Vi minha mulher ser comida de todas as formas possíveis, engolimos porra daquele cara, nos beijamos em seguida, nos lambemos inteiros e inteiramente lambuzados de porra. Não senti o mínimo de constrangimento na frente de minha esposa e muito menos ela, que se revelou uma puta fabulosa, louca por uma vara e por muita sacanagem, adorando ver-me chupar o pau do homem que a comia. Fomos várias vezes tomar banho e era uma sacanagem só, pois éramos encoxados e todo momento pelo sujeito, nos submetíamos a chupar seu pau a todo instante, assim como, aos seus palavreado chulo e que nos intimidava. No final de tudo, quando nos preparávamos para irmos embora, vi minha esposa dando algum dinheiro ao cara...não acreditei: ela pagou por aquilo tudo e, por isso, o cara topou a minha presença.

 Depois daquela noite, passamos ardentemente a desejar a chegada do
final de semana e nos encontrarmos com nosso querido macho, tomarmos umas e outras juntos, ver aquele cara encoxar minha mulher a todo momento, e na minha frente e, mais, constatar que Paula adorava ser envolvida por aquele cara sem-vergonha que a chamava dos piores nomes possíveis e a humilhava na minha frente, assim como a mim na frente dela.   

                        Após dois meses que estávamos nessa pura sacanagem, em dado final de semana, Paula me comunicou que viajaria sozinha, com o tal sujeito, que vou passar a chamar de Rodrigão. Não houve como desmotiva-la de tal propósito e, chegando sexta-feira, lá fomos nós para casa. Paula tomou um banho demorado, se depilou completamente, se maquiou, se perfumou e vestiu seu vestido mais sexy, curto, decotado e que deixava suas costas completamente de fora...estava linda. Senti ciúmes dela com aquele cara, senti inveja dela por estar tão bonita e poder se dar inteiramente  para o Rodrigão e por um final de semana inteiro. Lá pelas nove horas, ela me deu um beijo de despedida, pegou seu carro e saiu, levando consigo uma pequena mala com alguns pertences pessoais e algumas poucas roupas de troca. No fundo, eu sabia que o que menos ela usaria, seriam roupas.
                        Não consegui dormir naquela noite, pensando em Paula, com seu amante, fantasiando e imaginando minha mulher com aquele sacana, sabe-se lá onde. Sábado, não foi nada melhor e, a mim, só restava me masturbar insistentemente, pensando nos dois. Na noite de sábado, tomei um porre homérico e, dessa forma, desmaiei na cama. Acordei por voltas das dez horas, do domingo. Uma ressaca horrível me consumia mas, por outro lado, sabia que minha mulher voltaria naquele dia. Foi, de fato, o que aconteceu, às dez horas da noite...e eu puto da vida, pois ela não respondia às minhas ligações, meus torpedos...nada. Chegou em casa com a maior cara de puta que já vi, desnorteada da vida, dessarumada, cabelos desgrenhados mas, pelo jeito, feliz da vida. Ao chegar, beijou-me deliciosamente na boca e me carregou com ela para o banheiro. Lá tirou suas roupas, tirou as minhas e, nesse momento, pude ver as marcas em seu corpo. Sua bunda estava cheia de marcas de palmadas, estava avermelhada; suas coxas estava cheia de marcas escuras, seus joelhos estavam esfolados. Paula ligou o chuveiro e me levou com ela para debaixo da água, onde ma abraçou e me beijou novamente. Com uma das mãos, pegou no meu pau e começou a acariciá-lo e, em seguida, olhando nos olhos, falou:
- Amor...foi o final de semana mais delicioso que já tive. Você não pode imaginar tudo o que fiz e o que fizeram comigo. – Pérai, pensei eu...como, fizeram? E Paula explicou-se.
- Não fomos só eu e o Rodrigão, foi também o outro cara, o meu cliente e, se não bastasse só os dois, levaram outro cara junto, outro amigo deles. Aluguei um chalé numa cidade do interior e fomos os quatro para lá. Na viagem, fui sentada no banco traseiro, tendo ao meu lado, sempre dois caras, que se revezavam. Chupei-os a viagem inteira enquanto eles me passava a mão na buceta, na bunda, nos peitos, nas coxas, me beijavam, me xingavam e tudo mais. Quando chegamos ao chalé, estávamos todos loucos de tesão e a primeira coisa que fizemos foi tirarmos nossas roupas e começarmos a melhor de todas as sacanagens de que já participei. O meu cliente...era maravilhoso, tinha um pau deliciosamente grande e...amor, como me comeu durante esse final de semana. O outro cara, só queria saber de meter na minha bunda...ficou louco quando soube que poderia me enrabar. O Rodrigão tirava fotos e filmava...fui uma puta perfeita e completa para os três caras. Passei o final de semana inteiro levando vara, engolindo porra, sendo enrabada, comida, chupada e chupando. Amor, creio que vamos ter que mudar de cidade, pois aqui vai ficar complicado para mim e para você, também. Esses caras gostaram do que fizeram comigo e com você. O Rodrigão contou a todos o que fez com você, o que fez comigo e, agora, eles todos querem a mesma coisa. Se vazar as fotos e os filmes, desse final de semana, em algum lugar...estou fodida. Vão, com certeza, nos chantagear, mas foi delicioso, me liberei completamente e permiti a eles que fizessem o que quisessem comigo. Numa das vezes, depois que todos me comeram e esporraram em mim, fizeram deitar-me no chão e mijaram sobre mim. Depois, fomos todos tomar banho...e você nem imagina o que é uma mulher pelada no meio de três homens, debaixo de um chuveiro. Apostaram que iria dormir comigo...foi meu cliente quem ganhou e, sozinha com ele, no quarto, tive que obedecer plenamente aos seus desejos...ele me enrabou como um louco, cheguei a desmaiar de tanto gozar. Passei o final de semana inteiro sem vestir uma roupa sequer, somente sentando em paus.
                        Eu não resisti mais, esporrei na mão de minha esposa, beijei-a loucamente e confessei que a amava mais do que tudo e aceitaria dividir com ela tudo o que viesse, pois ela estava me proporcionando uma experiência maravilhosa...eu estava adorando ouvir aquilo tudo. Vou parar por aqui, pois a minha história já está muito comprida e sei que muitos nem vão ler mas, para quem chegou até aqui, tenho a dizer o seguinte: “Não mudamos de nossa cidade, continuamos juntos e maravilhosamente felizes. Estamos nos dando como nunca em nossas vidas e mas, antes, tínhamos apenas o Rodrigão para sairmos aos finais de semana e, agora, temos três homens para dividirmos. Eu não sou mais o homem de nossa casa, sou tão fêmea como minha mulher, pois troquei de lado e, hoje, embora transe com minha esposa uma ou outra vez, quem mais a come são os três caras que, além dela, me comem todas as vezes também. Uso maquiagem, lingerie, me depilo inteiramente, me perfumo e vou como uma verdadeira mulher encontrar-me com os três caras, junto com Paula. Os caras nos aceitam como somos e sempre que podemos lhes damos um bom dinheiro, o que os deixa mais felizes ainda. O terceiro sujeito, o que Paula ainda não conhecia, é o meu macho e, com ele, saio muito, mesmo durante a semana. No banco do meu carro, faço-lhe gulosas fantásticas e engulo toda a sua porra. Ouras vezes, quando ele prefere, sou sua mulher e viro-me de costa pra ele, sentindo aquele pau delicioso entrar em meu cu e me arrombar com força e tesão, ouvindo ser chamado de viado, boiola, bicha, corno, puto e tudo mais mas, quando aquele homem goza...quando sinto aquele leite gostoso invadir meu cu...é uma delícia...e tudo o que ele me faz passar, compensa. Sei que Paula pensa do mesmo jeito e se submete aos três inteiramente, como uma mulher completa, satisfazendo a todos os desejos daqueles três homens machos e maravilhosos que mudaram as nossas vida.

Abraço a todos.

 Antonio Carlos e Paula, com amor e carinho, para nossos amigos desconhecidos.

rafaellaillya4@yahoo.com.br