Drikka e Kikka

Um belo paulista, com uns 40 anos, alto, peludo, bonito, com um pau imenso e, um t-lover assumido. O conheci em maio de 2003. Como eu estava iniciando o blog, ele sugeriu que tirássemos algumas fotos mais ousadas para dar uma apimentada. Na época eu ainda não tinha câmera digital, mas ele já trazia  a sua para qualquer emergência... Era um de seus hobbiestirar fotos... Tiramos inúmeras, claro, principalmente de mim, em cada pose, que eu não postaria no site. Ele levou as fotos pra ele editar e depois as enviou para que eu publicasse. Acho que de 50, publiquei umas 10. Por sinal, nem tenho as tenho mais, pois eu não tinha prática em guardar as fotos em arquivos especiais.

Com essa pouca prática, acabei perdendo inúmeras... Kikka, era um ótimo fotógrafo, rs... Por falar em fotos que não tenho mais, tenho alguns fãs que colecionam minhas fotos, qualquer hora eles poderiam me enviar essas preciosidades que escaparam do meu controle, ou da minha organização desorganizada... Mas vamos voltar à Kikka. Ah, esse paulista gostoso, safadão, veio me conhecer e, além das fotos, tivemos muitos momentos bem quentes naquela tarde fria de maio... Sobre o nome ou o apelido Kikka,  quando nos conhecemos ele disse que eu poderia chamá-lo simplesmente assim. Era uma homenagem a mim, naturalmente e, também à sua putinha interna. Vamos então a nossa primeira sessão de sexo.

Primeiramente deitamos numa posição de 69, enquanto ele engolia todo o meu pau, eu tentava com o dele, mas era impossível, chegava nos 20 e não desciam mais os 3 centímetros restantes, rs... Ele dizia pra que eu engolisse, como ele estava fazendo com o meu. Oh, que safado, acho que ele com aquele bocão guloso, engoliria fácil um pau do tamanho do dele, mas eu não. Além de comprido era grosso. Assim nos divertíamos num 69 bem safado, que consistia em lamber o pau, as bolas e os arredores, ou seja o cuzinho também. Meu doce e adorável Kikka, tinha nome de putinha, mas dar o cuzinho nem pensar. Era um ativo liberal, apesar do apelido. Que delícia de homem extremamente safado e bom de cama. Quando digo bom de cama, imagine o que ele fez com aquele pauzão dentro do apertadinho cuzinho da Drikka, rs... Primeiramente eu sentei em cima bem devagarinho pra degustar cm por cm, desculpa que colava, pois o que eu queria mesmo era me acostumar com o tamanho da tora. Uma vez lá dentro, lá vinha ele para o upa, upa cavalinho. Então ele me devorava com jeitinho e muito vai e vem. Quando sentia que iria gozar, parava. Inclusive eu. Tínhamos que fazer tudo com prazer, aproveitando ao máximo uma gozada única, que precisava ser perfeita. Eu fiquei de quatro várias vezes pra ele botar aquela tora dentro de mim. Deitei na cama de bundinha empinada e senti aquele imenso homenzarrão deitado sobre mim e com um plugão enterradinho bem no meus fundinhos. Abraçado e plugado, ele virava meu rosto e lambia minha língua, sem deixar de dizer coisas gostosas com aquela voz forte que ele tinha bem no meu ouvidinho. Eu ficava por um triz do gozo. Então parava e mudava de posição. Quando eu percebi que não aguentaria mais, sentei de frente pra ele. Ele carinhosamente estendeu seus longos braços e com as mãos pegou de leve nos meus mamilos. Eu presa naquele pauzão, subi e desci o que pude. O tesão veio com tudo em forma de jatos potentes da minha porra sobre sua barriga. Ele adorou a minha gozada. Até passou o dedinho no gozo e levou-o na sua língua para sentir o sabor. Eca, eu odeio porra. Mas, ele quis, fazer o quê? Fazia parte do seu show.

Depois da minha gozada, além de estar esfolada, desmilinguida, eu não podia deixar de fazê-lo gozar também. Me debrucei sobre ele, masturbei seu pau até que os jatos vieram parar no meu rosto. Não tomei a porra, mas fiquei com a cara lambuzada e com porra escorrendo.

Uau, ele vibrou e isto rendeu algumas fotos para o seu delírio. Não publiquei nenhuma destas fotos, até por deixar sempre bem claro no blog que era adepta de sexo sempre com camisinhas. Um pequeno deslize que cometi nessa época, foi sucificiente para ter inúmeros comentários disso e daquilo. Depois do banho, ficamos namorando um pouco na cama e falando sobre diversos assuntos. Kikka, foi uma companhia deliciosa sempre. Outras vezes nos vimos e em todas tiramos várias fotos. Tenho na página privada, uma foto em que estou sentada no pau desse paulista safadão e pauzudo chamado de Kikka. É um dos meus deliciosos clientes que até hoje quando lembro, sinto tesão.

A última vez que saímos foi em 2007. Deste último ensaio tenho todas as fotos. De lá pra cá, mantivemos contato algumas vezes, mas por diversos motivos, ele não pode vir pra Curitiba para nos encontrarmos de novo, mas acho que da mesma forma, também fiquei num cantinho das suas bonecas preferidas, pois eu sabia que não era a única.

 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://drikka.com.br

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