A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

Enviado por Desejoso

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Infelizmente isso também já ocorreu comigo.

Gostei da sua iniciativa em mostrar num conto a(s) brochada(s) que a vida de atleta de alcova nos reserva. É uma vida sofrida, amigo, pois nunca sabemos o que nos espera ali embaixo da calcinha: se o paraíso ou o inferno. Concordo contigo quando dizes que o cheiro de fêmea é muito excitante, inda mais quando ela está no cio, por assim dizer, toda úmida, é tridelicioso lamber uma xaninha nestas condições. Contudo, há situações delicadas em que você preferiria estar em outro lugar, invés dali no meio das pernas daquela incauta e fedida criatura. A higiene íntima em ambos os sexos é básica, demonstra zelo e cuidado consigo mesmo, além de uma boa dose de autoestima da pessoa. Esse é um ponto inegociável comigo, o qual evidentemente retribuo com extremado zelo em meu próprio asseio pessoal (sou quase obcecado). Pela sua descrição, a sua cliente devia estar a algum tempo sem ir ao ginecologista, pois, no mínimo, ela tinha uma candidíase já bem avançada (uma das possíveis causas deste mau odor). Indubitavelmente, é um dos piores micos que uma pessoa pode cometer na hora da transa, o famoso bodum na entreperna! No mais, longa vida às tesudas mulheres com quem já gozei ou gozarei!

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