A filha do arquiteto

Após sair do escritório da esposa do arquiteto, dirigi-me de volta ao lar, tendo em vista que o horário já ultrapassava das 18 horas.  Durante o trajeto de volta, vinha pensando sobre o ocorrido.  Como pode uma mulher, tendo o cargo de arquiteta, bonita, uma empresária bem sucedida, não ter o menor cuidado com sua higiene pessoal.  Acredito que ela já sabia de sua situação, mas porque deixou que tal fato acontecesse?  E enquanto viajava de volta para casa, aquele odor não saia de minhas narinas.  Lembrei-me que em certa ocasião, em companhia de um amigo, visitei uma criação de porcos (pocilga), e o odor que exalava daquele local era forte e o mesmo impregnava nossas narinas.  E por incrível que pareça, o cheiro só saia de nossos narizes, cerca de três a quatro dias depois, da mesma forma, acontecia com nossas roupas, pois o cheiro também as impregnava.

Ao chegar a casa, a minha primeira preocupação era tirar a roupa, e jogá-la direto no tanque para serem lavadas, sem dar tempo de deixá-las no cesto de roupas sujas.  Minha esposa notou meus movimentos e perguntou-me o que estava acontecendo, porque eu joguei a roupa no tanque, então expliquei a ela que eu fui visitar um cliente em Piabetá, e ele era um criador de porcos, e durante minha estada naquele local, o proprietário fez questão de me mostrar sua criação, a maternidade, o local de desmame, etc.... O cheiro das fezes e urina dos porcos fica em nossos corpos e roupas, e eu não queria que o cheiro passasse para as roupas as quais se encontravam no cesto.  Após o banho, lavei também os sapatos, pois eles eram os piores, pois foi com eles que eu pisei nas fezes.  Lògicamente, tudo o que eu estava fazendo era uma encenação, pois eu não fora a nenhuma criação de porcos. 

No dia seguinte, indo para o escritório, encontro o cartão que a filha mais nova do arquiteto houvera me dado.  Vou chamá-la de Tereza (nome fictício).  Ligo para ela, e na quarta chamada ela atende ao telefone, e quando me identifico, noto que a voz dela passa de um tom para outro, e a forma de tratar-me  também, passando a ser com um pouco mais de intimidade (o que nunca houve entre nós).  Perguntou-me quando eu poderia visitá-la, pois ela precisava muito conversar comigo, e o que ela tinha a tratar comigo, eu iria gostar muito.  Pronto.  Acendeu a “lampadinha do desconfiômetro”, e da sacanagem.  Perguntei se poderia ser na segunda-feira.  Ela disse que sim, então falei: está combinado, mas a que horas, e ela falou que estaria a minha disposição o dia inteiro.  Tudo bem!  Como era quinta-feira, trabalhei até sexta-feira, e ao meio-dia, encerrei o meu trabalho indo direto para casa.  Ao chegar a casa, digo para a mulher preparar as crianças, pois iríamos para Friburgo passear de teleférico, visitar meu irmão e alguns lugares pitorescos na cidade, e que só voltaríamos no domingo à noite.

De volta a realidade, começo a semana com mais disposição, pois o final de semana com a família, foi uma injeção de ânimo.  As crianças voltaram maravilhadas com o passeio, principalmente minha filha que não se cansava de falar do teleférico.  Vou ao escritório pela manhã pegar mais catálogos, verificar se existe algum recado para mim de cliente, verificar se houve alguma alteração de preço na tabela, tomar aquele cafezinho que só a secretária do gerente sabe fazer (o único que elogia o cafezinho da secretária, sou eu, e por isso ela me dá oportunidades de lhe passar uma  “cantada”, o que até a presente data, tenho-me segurado, pois não quero pagar “mico”).

Olho minha agenda e vejo que eu tenho um encontro com Dª Tereza, a arquiteta.  Arrumo minha pasta, tomo outro cafezinho, fazendo aquele ruído bucal de estalar língua, quando a secretária olha para mim, dá um sorriso, levanta-se dirigindo para a porta, dizendo que vai fechar a porta à chave quando da minha saída, pois ela estava sozinha na firma.  Ao passar pela porta, paro, olho para ela e dou um até amanhã, seguro sua cabeça pela nuca, e dou-lhe um selinho com a ponta da língua para fora, introduzindo-a em sua boca.  Antes de fechar a porta totalmente, ela ainda fala: eu quero desse beijo em outro lugar.  Sorri por entender muito bem suas palavras, e dirigi-me ao elevador.

Já na rua, caminho em direção ao ponto de ônibus que me levará à Tijuca, bairro onde a filha do arquiteto montou o escritório dela.  Ao chegar ao local, observo que é um edifício residencial.  O porteiro pergunta se eu vou a algum  andar e eu digo que vou ao escritório de Dª Tereza, o que ele responde que tudo bem, e pergunta  se eu sei qual o andar, e eu respondo que sim.  Embarco no elevador e aperto o botão do andar correspondente.  Ao chegar ao andar encaminho em direção do apartamento e vejo que a porta é de vidro e tem uma moça sentada atrás de uma escrivaninha.  Era a atendente.  Chego a ela e pergunto se a arquiteta Tereza se encontrava, no que ela responde que sim e pergunta a quem devo anunciar.  Dei meu cartão e ato contínuo ela leva o cartão para a arquiteta.

Na volta, com o cartão na mão, diz que eu posso entrar.  Ao entrar observo que existe um casal na sala, e a arquiteta levanta-se da sua cadeira e vem me cumprimentar, e ao mesmo tempo apresenta-me ao casal, dizendo que eles são sócios de uma empresa que está sendo montada, e que estão precisando do mobiliar a empresa, e ela, a arquiteta é quem iria especificar o mobiliário.  Imediatamente, abro a pasta e retiro dela um jogo de catálogos de mobiliário da sala da diretoria (é lógico que eu peguei o mobiliário mais caro) e passo às mãos da arquiteta.  Ela por sua vez, toma a frente da conversa e começa a dissertar sobre os móveis ora apresentados, e foi aquele blá. blá, blá.

O casal se levanta e diz que adorou os móveis e, que a arquiteta preparasse o projeto em forma de planta.  Então se dirigindo para mim, agradecem pela ajuda que foi formidável, quando mos cumprimentamos com um aperto de mão.  A mulher segurou minha mão com as duas mãos e olhando-me nos olhos diz que nos encontraremos outra vez, pois ela viu uns móveis que ela poderá comprar para usá-los na casa dela.  Aproveitando a oportunidade, peguei um cartão de visita dos meus e dei para a senhora.

A arquiteta acompanha o casal à porta do escritório e na volta diz para a atendente que não vai atender mais ninguém.  Se alguém perguntar se eu estou, diga que sai para atender clientes.  Entra na sala dela e fecha a porta por dentro, vindo a se sentar ao meu lado no sofá.  Perguntou-me se aceitaria um cafezinho, o que eu respondi que sim, e ao trazer-me a xícara, se curva para frente de tal maneira, que deixa amostra seus seios, e eu olhei-os admirado, sendo que ela percebera meu olhar.  Perguntei a ela se era casada, ela disse que não, pois ainda era muito nova (tinha 25 anos) e queria aproveitar a vida de todas as maneiras possíveis e imagináveis, custasse o que custasse para ela.  Então perguntei se nessa lida de querer aproveitar a vida da maneira que ela queria e viesse a ficar grávida. O que ela faria?

Em seguida, levanto-me do sofá, pego as duas xícaras e levo para uma pequena sala que foi transformada em cozinha.  Ela mais que depressa se levanta também e corre ao meu lado pegando as xícaras levando-as  para a cozinha.  Ao virar-me, nossos corpos estão quase que colados, pois a distância entre nós dois é quase nenhuma.  Olho-a nos olhos, passo as mãos na sua fronte e trago seu rosto em direção ao meu e toco em seus lábios bem de leve, só roçando, quando ela abre a boca e me oferece a sua língua.  Abraço-a pela cintura, trazendo seu corpo para junto do meu, encostando-o completamente, quando deu um tremor no corpo dela, pois sentira que eu estava de pau duro.  Continuamos a nos beijar, já agora com mais volúpia, pois não se prendia só nos lábios, mas sim orelha, pescoço, olhos, queixo,
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Mesmo agarrado a ela, conduzo-a para o sofá e ao sentá-la começo a abrir sua blusa lentamente, botão por botão, e sempre beijando e lambendo seu colo.  Após ter aberto sua blusa, começo a mordiscar-lhe os biquinhos dos seios por cima do sutian., sem fazer questão de tira-los.  Minha mão direita começa a soltar a blusa que está por dentro da saia.  Em seguida, começo a lamber sua barriga, descendo lentamente até chegar ao seu umbigo, o que provoca nela um tremor no corpo violento, fazendo com que ela peça que não a maltrate mais, pois ela já está a ponto de explodir de tesão.  Abro o fecho da saia dela que está nas costas e, começo a tirar-lhe a saia.  Já sem saia, toco-lhe por cima das calcinhas a sua região genital, fazendo movimentos para cima e para baixo no seu reguinho da xereca.  Volto a sua boca e começo a sugar sua língua que está cheia de saliva e engulo tudo.  Volto a descer minha boca pelo seu corpo e a mão direita ainda continua na sua região genital, bolindo sobre a calça, quando percebo que a calca está toda encharcada de gozo dela.  Não perco tempo e vou tirando lentamente sua calcinha, e minha boca vai acompanhando o movimento.  Tiro sua calcinha por completo e caio de boca naquela bucetinha totalmente depilada, sugando aquele néctar que escorria de suas entranhas.  Meu movimento se alternava entre sugar sua buceta e morder seu clitóris, puxando-o com os dentes, arrancando dela gritos e gemidos de tesão.

Levanto-me, tiro minha camisa, minhas calças e minha sunga.  Deito-a no chão do escritório, e então me coloco sobre ela e começo com uma seção de beijos, levanto-lhe as pernas, colocando-a na posição de frango assado e começo a penetrá-la, no início lentamente, para depois ser um pouco mais rápido, até chegar ao orgasmo.  Notei que durante os movimentos, ela gozou 3 vezes.
Ficamos deitados no chão durante algum tempo, quando ela falou que gostaria de marcar outro dia para darmos continuidade ao que houvéramos começado naquele dia, pois ela adorou demais.

Depois me falou que a mãe dela comentara sobre o incidente que houve quando estive no escritório dela.  Falou-me também que a mãe dela houvera ficado chateada com o ocorrido e que enviava seu pedido de desculpas e que gostaria de marcar um encontro comigo (que beleza de família: mulher traiu o marido, conta para a filha e tudo fica bem. Coisas de gente rica)

Para contato, use: giancarlomartelli@bol.com.br.

Conto enviado por desejoso.

 

 

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Olá Giancarlo, muito legal

Olá Giancarlo, muito legal este conto,prabéns.

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