Fodendo o alemão em Moscou

Eu estava em Moscou. Tinha duas semanas que viajava pelo Leste Europeu. Estávamos voltando de uma apresentação do Balet Bolshoi, um belo espetáculo que tinha me deixado emocionado e de pau duro. Emocionado pela beleza do espetáculo e de cacete duro devido a bunda de dois dos bailarinos, que com suas malhas coladas deixavam antever o quanto seria delicioso beijar e fuder o cuzinho de um deles. O grupo resolveu fazer uma parada no piano bar do hotel, éramos sul americanos e brasileiros, eu tinha viajado só.

Por alguns momentos esqueci do tesão e ficamos bebericando enquanto falávamos do espetáculo, sempre em espanhol, já que a maioria não falava português. O bar estava movimentado, porém percebi um cara chegando, tinha cavanhaque (sei que é preconceito, mas sempre acho que homem de cavanhaque gosta de uma putaria) e cabelos negros curtos, olhos verdes. Ele estava de calça jeans e camisa baby look o que deixava amostra um peitoral sarado e suas tetas espetadas. A calça justa mostrava suas coxas grossas e quando ele passou, vi uma bunda mil vezes superior a dos bailarinos que já tinham deixado meu pau babando. Meu tesão aflorou mais uma vez, e a vontade foi de ir para meu quarto bater uma boa de uma punheta pensando naquelas bundas.

Guv, seu nome, sentou de frente para mim, eu continuei o papo e procurei não dar bandeira do tesão que estava sentindo. Depois de um tempo, ele se aproximou e pediu, em espanhol, o isqueiro para acender seu cigarro, só então o reconheci. Ele estava no Museu de Armas e acompanhou quase toda a nossa visita guiada, que era em espanhol. Depois, enquanto o grupo fazia compras, na loja do museu, eu sai para fumar e ele lá estava fumando, com sua farda camuflada do exército alemão. Como eu já tinha notado sua bunda me posicionei de forma a poder admirar, ainda mais, aquela maravilha carnuda e empinada. O pessoal do grupo puxou papo e terminou por chamá-lo para nossa mesa, ele sentou ao meu lado e pude sentir o seu perfume gostoso. Gu não tinha pêlos nos braços e pelo que pude notar o mesmo acontecia com o seu peitoral.

Rolou quase uma hora de papo, quando o grupo resolveu ir para seus apartamentos. Como eu tinha acabado de pedir mais uma vodca, disse que ficaria mais um pouco, no que fui acompanhado pelo Guv. Ficamos papeando sobre o Brasil, que ele não conhecia e tomamos mais uma vodca. Pensei que nada aconteceria já que durante toda conversa ele falou em sua esposa e filhos e parecia que não transava homem. Daí, quando caminhávamos para o elevador, Guv me convida a tomar uma saideira em seu apartamento, aceitei, por educação, falando que só seria uma, pois queria dormir cedo. No seu quarto, enquanto ele servia a bebida, de costas, meu tesão voltou e minha rola endureceu e o pior como eu estava de calça social ficou difícil de ocultar o volume da rola. Cruzei as pernas pra disfarçar. Guv explicou que era engenheiro militar e estava em visita técnica a Rússia, fazia uma semana e voltaria para a Alemanha dali a três dias.

Ao ir ao banheiro, ele não fechou a porta, pude ver um pedaço de sua bunda, lisa e empinada, meu cacete babou de desejo. Fiquei inquieto e decidir ir embora, tomei a bebida de um só gole e mesmo sabendo que se Guv olhasse veria o volume que tinha se formado, eu levantei e comecei a me despedir. Entreguei meu cartão e pude perceber que ele estava nervoso, estendi a mão, quando ele pergunta se pode dar um abraço em seu mais novo amigo. Pensei que abraço de homem, só em alguns casos é de corpo inteiro, e concordei.

Mas aconteceu o que ao mesmo tempo eu desejava e temia, seu abraço foi de corpo inteiro e então meu caralho ficou encostado em sua coxa, eu também fiquei nervoso, pois pensei que Guv fosse reclamar, mas ao contrário, ele me apertou mais ainda contra o seu corpo e a título de despedida deu um beijo no meu rosto, mais exatamente no canto da minha boca, eu estremeci ao mesmo tempo que passei a abraçá-lo também. Ficamos ali abraçados, sem uma palavra, quando decidi beijar sua boca de lábios carnudos, no que fui correspondido através de sua língua invadindo minha boca. Nossos corpos tremiam, e a respiração ficou acelerada, meu caralho estava explodindo comprimido por suas coxas grossas.

Não dissemos uma palavra, Gu abriu minha camisa e sugou meus mamilos e barriga, sua boca era quente e macia, sua língua trabalhava com agilidade e delicadeza. Começou a baixar minhas calças quando eu o puxei e retirei sua camiseta, suguei suas tetas, lisas e grandes quase em formato de pêra, enquanto ele gemia de tesão. Eu o abracei e beijei, enquanto minha rola roçava suas coxas e pude sentir o seu pau duro, que pelo volume era bem menor que o meu. Ele me apertava mais forte, entre o seus braços, enquanto eu por cima da calça apertava sua bunda carnuda e dura. Começamos a tirar nossas calças e vi que ele usava uma sunginha vermelha, um fio dental, como é o costume oriental, que deixava sua bunda a amostra, dura-lisa, empinada, eu enlouqueci, mais ainda, com vontade de fuder aquele macho, macho como eu gosto, com jeito de macho.

Eu estava de cueca branca e aquela altura a cabeça do pau tinha ficado de fora. Eu ajeitei a rola e o puxei para a cama e comecei, mais uma vez, a mamar suas tetas enquanto pressionava minha jeba em suas coxas. Desci pela barriga e depois passei a beijar e lamber a parte interna de suas coxas até a hora que comecei a beijar a parte exposta daquela bunda que eu tanto queria fuder. Voltei a beijá-lo colocando ele por cima de mim, quando comecei a massagear sua bunda, Guv se retesou e pediu para eu parar pois ele só queria pagar um boquete e tomar meu leite. Não me dei por vencido e o deixei iniciar sua mamada, só precisava controlar pra não gozar de primeira. Todo o tesão que ele sentia eu pude sentir através de sua boca gulosa e macia, no carinho que ele fazia nos culhões, na tentativa de abocanhar toda a rola ou colocar as duas bolas de uma só vez na boca.

Me posicionei, por baixo dele e safadamente passei a língua entre o seu saco e cu, fiquei ali brincando enquanto acariciava a bunda desejada. Passei suavemente a ponta da língua em seu cu ele gemeu e apertou a bunda, esperei ele relaxar e dessa vez posei meus lábios no cuzinho, senti sua pele ficar arrepiada enquanto ele pedia sem convicção para eu parar. Tornei a passar a língua entre o saco e o cu, escutei seu gemido abafado, por minha pica em sua boca. Senti sua bunda em minhas mãos relaxar e passei a fazer um cunete no cuzinho apertado e completamente liso. Me esmerei e em pouco tempo ele pedia pra eu meter a língua, coloquei-o de quatro e passei a fazer daquele cu um jantar suculento, fiquei doido de vontade de meter um dedo ou dois mas me contive, apesar de sentir seu cu piscando em minha língua, pois queria que ele pedisse pra ser fudido.

Apesar do tesão que ele sentia, no cu, continuou resistindo, foi quando eu decidi pincelar meu cacete babão no cuzinho. Sua reação foi primeiro de apertar a rola entre sua bunda e depois soltar e deixar meu pau chorando de desejo. Guv olhou bem nos meus olhos e disse que não daria o rabo pois as experiências que tivera com outros machos não fora boa, que sempre o fodiam com violência deixando ele arrombado, dolorido e muitas vezes sem gozar. Acarinhei seu rosto e disse que ele só faria o que quisesse.

Beijando sua boca e fazendo carinho em seu rosto o convenci a sentar em meu colo, de frente pra mim, coloquei-o de forma que minha rola se alojou entre sua bunda e o seu pequeno pinto ficou encostado a minha barriga, no primeiro momento ele se retesou mas a medida que o abraçava e alisava suas costas, ele relaxou deixando meu caralho aquecido por sua bunda. Meu pau pulsava e pingava, então passei a molhar meu dedo e roçar no cuzinho que piscava enquanto Guv gemia, não meti o dedo até a hora que ele pediu, olhando dentro dos meus olhos, lubrifiquei meu dedo em sua boca enquanto pedia a ele que levantasse um pouco e deixasse que a cabeça do meu pau beijasse seu cu, generoso, ele encaixou a cabeça e deu uma rebolada apertando o pau enquanto eu sugava suas tetas pontudas e macias.

Guv puxou minha cabeça, beijou minha boca e depois disse o que eu queria ouvir: "Amigo eu nunca dei o cu pra uma rola tão grande e grossa, mas se você prometer ser carinhoso pode fuder meu rabo, pois estou louco pra ver se consigo sentar na sua caceta e ter muito prazer." Enquanto falava ele manteve o cabeção do pau beijando o cu. Me senti uma cavalo de cacetão, meu pau tem 19 cm, nada excepcional, mas naquele momento eu me sentia com o maior cacete do mundo. Pau encapado, ele de quatro, lambuzei o seu cuzinho com minha língua, quando vi que estava bem molhada, fiz ele voltar a posição inicial e ficamos nos beijando e massageando sua bunda até a hora que ele iniciou o movimento de sentar.

Então abri mais sua bunda deixando o cuzinho dele exposto, após três tentativas a cabeça entrou, ele gemeu mas não recuou, me abraçou mais forte e mordeu a cabeça do caralho. Poucos minutos depois, enquanto eu o alisava, ele começou a rebolar timidamente e sentar de maneira lenta e gradual na pica, quando ele menos esperava tinha engolido o cacete todo, só deixando as bolas de fora. Caralho, que cu quente e macio que mordia e sugava a pica com tanta força que pensei que ia gozar rápido. Ficamos ali, hora ele falando em alemão e outras em espanhol, enquanto rebolava gostoso no pau. Eu dizia sacanagens em seu ouvido.

De repente, ele começou a me chamar de putão sacana e cacetudo, acelerando no rebolado, me apertou no seus braços, se retesou e mordeu meu caralho. Senti sua porra quente sendo derramada em nossas barrigas enquanto Gu gritava de tesão. Nossos corpos estavam molhados de suor e porra, meu cacete, sem gozar, estava aprisionado naquele cu gostoso e ele quase desfalecido nos meus braços, antes de me beijar agradeceu pela melhor foda da sua vida. Eu estava próximo de gozar então mandei ele sair da pica, ele relutou dizendo que apesar do seu anel está todo esticado ele queria continuar com o cacete no cu.

Fiz ele sair dizendo que era a hora de tomar a mamadeira, mas, antes dele começar a pagar o boquet,e fiz ficar de quatro e dei um beijo de língua em seu cu e depois pincelei meu pau babado, mais uma vez ele pediu pica no cu. A mamada do Gu me levou a loucura, o cara era realmente um especialista em chupada, eu gemia feito louco enquanto dizia palavrões e o chamava de macho, puto, comedor de caralho, quanto mais eu falava, mais ele mamava. Esporrei muito, Gu engoliu tudo e só tirou a boca da rola quando tava toda limpa. Eu o puxei, abracei e bejei sua boca carnuda, ficamos ali abraçados com nossos corpos unidos enquanto eu alisava sua bunda gulosa. Não demorou muito e começamos tudo outra vez.

 

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