Roseli, casada e serva

Este relato é real e, ao meu pedido meu DONO e SENHOR a escreveu. Dei-lhe as minhas impressões de nosso primeiro encontro (de uma série que espero seja muito longa) e Ele às adaptou, conforme sua vontade. Meu nome é Roseli (nome real), moro em Uberaba - Minas Gerais - exerço a profissão de professora do ensino médio, mas no meu tempo livre sou revendedora de uma empresa de materiais de escritório para empresas, que me gera um relativo rendimento. Sou uma mulher balzaquiana, 35 anos, casada, não vou dizer que sou bonita, mas me acho bastante simpática e expressiva, tenho 1,60 cm., 55 kilos, cabelos castanho escuro, olhos castanhos, peitos tamanho médio, mas no tamanho certo com toda certeza, só minha bundinha é pequena, mas bem feitinha, a acho atraente. Faço ginástica e caminhada, procuro conservar-me bem feita de corpo, mas por onde passo chama atenção até mesmo das mulheres, incrível mesmo. Tenho pernas grossas na medida que dizem ser a ideal. O que se destaca em mim é minha xaninha, é bem fofinha, mantenho-a sempre depilada. Conforme a calça comprida que eu use, fica a mostra o volume da minha bocetinha, porque é um pouco maior do que a maioria das mulheres. Sou casada com Osvaldo, homem muito ciumento e meio abrutalhado, embora me seja fiel. Estamos casados há 09 anos, temos um lindo menino de 11 anos. Pois bem, ele foi o primeiro e o único com quem fui pra cama até conhecer meu DONO e tudo vai muito bem com a gente, mas vou contar-lhes minha história. Meu marido tem um hábito horrível, gosta de fazer graça e rir de homens que as esposas traem com outros, brinca debochando bastante daqueles que são cornos, são brincadeiras de mau gosto e conta piadas grosseiras, seus amigos tolos como ele, caem na risada. Nem tem idéia que ele próprio está sendo passado para trás por mim, pois tenho um SENHOR e DONO a quem venero: DOM GRISALHO. Enquanto meu DOM me quiser estarei aos seus pés, fazendo tudo que Ele quiser ou mandar.
 
O chato do meu marido adora falar de estórias que conta de homens que levam chifres de suas parceiras, sem saber que com isto está me incentivando cada vez mais a procurar e ser servil o meu DONO. Eu mesma virei uma submissa sem nunca ter imaginado em trair meu esposo, pois sempre fui somente dele e nunca senti necessidade de procurar alguém. Ele me satisfaz na cama e tem um pau de razoável proporção (menor que o meu DONO), além de amá-lo muito, mas as influências e as oportunidades e, ainda as brincadeiras estúpidas que tanto me incomodavam, fazem coisas que nunca imaginaria fazer. Com o tempo vim a descobrir através de sites de bate-papo pela internet, sei hoje que tenho uma necessidade imensa de ser subjugada por completo por um homem que me humilhe e que me faça rastejar aos seus pés, que me use e abuse como seu ego desejar. Serei sincera e contarei a vocês, descobri que gosto de levar umas boas lambadas na bunda por meu SENHOR. Quem, como eu, que descobriu esse fetiche gostoso que é o spanking, já experimentou e sabe como é bom, claro que feito por um verdadeiro HOMEM, desses poucos que existem e que sabem dominar uma fêmea como eu, ávida de submissão.

Mas vamos lá, contarei a vocês como conheci DOM GRISALHO, meu DONO e SENHOR e com Ele vim a descobrir o que realmente eu sou e gosto de ser: escrava em todos os sentidos. No ano passado, fui convidada a participar de uma feira no Anhembi, em São Paulo. Fui escalada para representar a empresa por conhecer bem o material que fabricamos e ter facilidade de comunicação e além de tudo boa aparência. O duro foi em casa para convencer meu esposo de que eu deveria ficar uma semana fora, hospedada em hotel. Ficou extremamente chateado, chegou a ficar emburrado comigo, tentou de todas as formas fazer-me desistir da empreita. Com muita paciência fui dando-lhe explicações de como era importante para meu crescimento profissional e, fora isso me renderia uma boa grana a mais no fim-do-mês, já que receberia uma percentagem nas vendas efetuadas na Feira. Com esse argumento de ajudá-lo um pouco nas despesas de casa, pelo menos dentro do próximo mês, autorizou-me, mas ficou dando-me conselhos de como devo me portar, de como me vestir, etc. Escutei-o passivamente e concordei, mas mal eu sabia de que não iria cumprir nada de minhas promessas, rsrsrsrs

Estava deslumbrada pela oportunidade de andar de avião pela primeira vez. Cheguei à capital paulistana sexta-feira à noite e já no sábado iniciamos a arrumação dos produtos que vendemos nos estandes. Viemos em oito pessoas, de cidades diferentes e trabalhamos duro no fim-de-semana todo. No domingo a tarde, por volta das 14,00 horas, apareceu um dos diretores de nossa matriz. Cinqüenta e poucos anos, cabelos totalmente grisalhos, educado ao extremo, alto astral e sorriso fácil. Brincava com todos, mas parecia que não tinha me visto. Quando chegou próximo a mim, olhou-me, ficou mudo, olhar fixo, seus olhos castanhos ficaram brilhantes quase que imediatamente ao me notar e ficou me encarando. Eu não sabia nem o que fazer. Eu fiquei meio envergonhada. Apesar de comunicativa, sou meio tímida, estava de macacão de trabalho, suada e suja pela necessidade de concluirmos o estande. E ele todo arrumado e cheiroso, bonito, com aparência muito charmosa. Eu simples, confesso que fiquei sem jeito!
Ele parece que saiu dum transe e perguntou meu nome, eu disse: “Roseli!”. Ele respondeu:
- Meu nome é Antonio, sou diretor da sociedade em São Paulo. Você é nova na empresa?
- Sim Senhor, estou a três anos representando nossa firma em minha cidade...
- Só pode ser por isto que eu não a conhecia. Se tivesse te encontrado alguma vez, nunca esqueceria seu rosto. Já te disseram que você é uma mulher muito bonita? Agradeci o elogio e tratei de sair de perto dele. Fiquei também muito impressionada com Ele, mas nem pensava em outra coisa a não ser no trabalho. No finalzinho da tarde, ele apareceu outra vez com uma latinha de refrigerante gelada e ofereceu pra mim e ficou em volta conversando enquanto eu trabalhava. Perguntou tudo da minha vida, e eu não podia dar a atenção que Ele queria, estava com pressa, pois no dia seguinte à tarde era a abertura da feira. Mas mesmo assim conversei um pouco, eu com um tom bastante respeitoso com Ele, claro era meu diretor e tinha que ser educada pelo menos, afora ser cordial, mas estava achando-o lindo, mas procurava não demonstrar que me admirei com Ele, pois não sei o que poderia pensar e acima de tudo eu era casada. Meu marido mesmo sendo meio “brucutu” eu gostava dele e não pensava em ter nada com ninguém, especialmente durante o período da Feira.
Pela manhã da segunda a correria foi total e, às duas da tarde, na abertura da Feira ao público, já estávamos num uniforme lindo preparado especialmente para nós. Saia curta, sem exageros, cerca de meio palmo acima dos joelhos, verde clarinha que é a cor padrão da empresa, camisa de tecido fino branco e um lencinho no pescoço. Ficamos charmosas, me senti realmente importante, à altura de poder bem representar a companhia e ajudar a tirar pedidos para que gerasse um bom rendimento.

Um dos primeiros a entrar no estande foi o Sr. Antonio. Brincou com todos e quando chegou a mim, deu-me um sonho de valsas, bombom que adoro. Não saía de perto de mim, elogiando-me a todo instante, dizendo que assim eu partiria corações e que as pessoas nem prestariam atenção aos produtos expostos, etc.... Eu só ria das suas brincadeiras e ele se derretia em atenção comigo. Minha colega dizia: “Então hein Roseli, já arrumou companhia pras noites frias... ”Pare com isto!”, eu dizia. “Ele só é gentil comigo!

Mas eu também sabia o que ele queria. Na terça-feira, antes do início da feira, o Sr. Antonio chegou com uma caixinha de presente. Abri e dentro dele havia uma linda bonequinha em cristal brilhante. Adorei o presente, Ele disse que era para deixar num lugar que eu pudesse ver todos os dias e lembrar-me D’ele, e para começar desejava me oferecer o jantar após a feira. “Desculpe Sr. Antonio, não posso, tenho que arrumar as coisas para amanhã. Além do mais, tu sabes, sou casada e não ficaria bem sairmos sozinhos...” Ele então convidou minha colega para ir junto. Diante do fato de termos uma acompanhante, não tive como recusar, pois Ele era tão atencioso que seria até uma descortesia.

Às 22h30, saímos da exposição para um restaurante. No carro de meu diretor eu e Clarissa (minha colega de stand) demos muitas voltas pela cidade de São Paulo. Para mim tudo era novo, estava conhecendo lugares maravilhosos, tantas coisas bonitas vi que fiquei extasiada inúmeras vezes. Antonio (já não o mais chamava de Senhor Antonio) realmente foi um excelente cicerone porque me apaixonei pela grande metrópole, belíssima, completamente diferente de que eu poderia imaginar. Chegamos num restaurante muito fino, lugar agradável, bom atendimento, comida boa e leve, acompanhado de um vinho tinto de excelente qualidade, bebida que aprecio. Conversa vai, conversa vem, chegou outro senhor que viemos, a saber, que era o gerente de vendas da fábrica em Goiás. Enturmamo-nos e, após o jantar, o colega de Goiás convidou-nos para esticar a noite numa balada. Eu agradeci e recusei, mas minha colega aceitou e foi com ele deixando-me sozinha com Antonio. Fiquei preocupada, pois estava com receio do que pudesse acontecer, já que era charmoso e encantador ao extremo e eu estava um pouco alta pelo vinho que tomei.

Antonio me serviu mais vinho e derretia-se em elogios, eu não sabia mais como proceder em relação a Ele. Num determinado instante pegou em minha mão e rapidamente puxei de volta e disse, “Sou casada!” Ele retrucou: “Eu também!” Segurou mais forte. Pedi pra ir embora e me levar embora pro hotel. Ele em resposta me pediu só mais um pouquinho de tempo que fosse suficiente para terminar a garrafa de vinho. Concordei diante dos seus argumentos. Serviu meu copo e sentou-se mais próximo de mim. Senti o calor de seu corpo, seu perfume gostoso de homem que se cuida. Colocou sua mão no meu rosto e virou pro seu lado, me olhou nos olhos e disse: “Eu te quero hoje!”

- Tá maluco? Já disse que não pos....”, não consegui terminar a frase. Ele calou-me com um beijo mágico. Nunca senti uma coisa dessas, meu corpo ficou todo mole, deu um frio na barriga. Fiquei sem forças. Eu sabia que ele iria atacar, mas não esperava que fosse ali num restaurante com muitas pessoas.
Colou seu corpo contra o meu e sua língua invadiu minha boca como se quisesse explorar o inexplorável. Nossas línguas se cruzaram, eu fiquei inerte. Ele mordeu meus lábios e eu quase perdi a consciência, mas num raio de prudência empurrei-o e disse: “Pare com isto, por favor, me leve para o meu hotel!” Antonio então chamou o garçom, acertou a conta e saímos. Colocou seu braço sobre meus ombros e saímos como namorados.
 

Como bom cavalheiro, abriu a porta do carro para eu entrar. Saímos pela cidade, Ele pegou minha mão e agora não recusei. Em seguida, passou seu braço sobre meus ombros, fiquei bem pertinho dele. Minhas resistências estavam sendo minadas. Deitei minha cabeça em seu ombro. Estava meio tonta pelo vinho e a gentileza daquele homem estava me fascinando. Nunca tinha sido tratada assim. Resolvi deixar as coisas acontecerem, se tivesse que ser D’Ele, seria. Não seria a primeira vez que trairia meu marido, embora não fosse uma depravada, apenas duas escapadinhas dei depois de casada e, mesmo assim apenas uns amassos mais fortes, sem transar.
 
Quando chegamos ao hotel, ele saiu do carro, abriu a porta, deu-me sua mão para eu descer. Estava me sentindo uma princesa. Dirigi-me ao quarto e Ele atrás de mim, subiu junto a mim e inexplicavelmente não reclamei, eu o queria mesmo, agora já sabia, o tesão estava incontrolável. Quando abri a porta, achei que havia pegado a chave de outro apartamento. Três arranjos de flores, um mais lindo que o outro, o quarto todo decorado, em cima da mesa um champanhe num baldinho de gelo com duas taças ao lado, tudo à luz de velas. Antonio havia já preparado o ambiente, deixando-o simplesmente magnífico, era um homem que sabia fazer o que queria e atrair quem quisesse. Eu estava com a calcinha totalmente molhadinha, esperando apenas que Ele viesse e me tomasse. Nada mais queria e nada mais eu pensava, a não ser submetida por aquele homem, eu era a fêmea ávida por aquele macho, o que mais desejava naquele instante era que me fizesse ser dele.
 
E Ele não perdeu tempo, tomou o que sabia que já pertencia a si, não resisti e nos beijamos loucamente. Estava satisfeita sendo despida. Queria aquele homem enlouquecedor, sentia nele uma força inexplicável. Dava-me a impressão que já era D’ele há muito tempo. Tirou-me peça por peça de minhas roupas, tudo caindo no chão, Ele o fazia com uma maestria incrível. Eu compreendi que não mais me pertencia e sim a Antonio. Fiquei nua, minha timidez acabou, queria aquele macho penetrando-me. A cada instante eu ficava mais tensa e excitada, o cheiro de sexo dominava o apartamento.
 
Nos meus pensamentos veio a lembrança de Osvaldo, meu marido, mas não consegui sair dos braços de Antonio, fiquei como hipnotizada, completamente a mercê daquele homem. Ele tirou suas roupas, despiu-se quase por completo, deitou-se na cama e mandou que eu beijasse e lambesse os seus pés. Achei estranho o pedido, nunca havia feito nada parecido, mas estava ainda inebriada pelo álcool e pelo tesão que fazia com que eu jorrasse minha excitação pelas coxas abaixo. Afinal, enlouquecida pela situação, continuei na brincadeira e então tirei suas meias (únicas peças que ainda conservava), após retirá-las com as mãos, senti seu cheiro inebriante, o cheiro de suas meias impregnava-me, até os pés eram cheirosos. Não sabia o que fazer mais para contentá-lo, eu sabia que o queria da forma que Ele me quisesse. Não perdi tempo e lambi cada dedo, demoradamente, pausadamente, tentando não arranhar com os dentes; minha língua passeou muito pela extensão dos seus pés, por cada milímetro de cada um daqueles lindos pés, estava tão excitada que não agüentei e com as mãos comecei a acariciar suas pernas e coxas. Não posso deixar de afirmar que nunca vi um pé tão perfeitamente bem cuidado, limpo, a idéia de sua virilidade começa pelos pés – foi a impressão que ficou marcada em minha mente.
 
Continuei chupando, agora lhe subindo pelas pernas, até chegar as coxas, onde fique mais tempo, o cheiro de Antonio era gostoso demais, aquele homem exalava um perfume que me enchia as narinas. Era realmente um homem especial, o melhor que já tive em toda minha vida.
 
Cheguei à sua virilha, comecei a passar os dedos de leve em seu saco, deixando-o mais louco ainda, rsrsrs Enfim mandou-me lamber e chupar seu pau, não esperei outra ordem e lancei-me em cima daquele músculo grosso, grande, duro o tempo todo, fui ao delírio. Não hesitando eu caí de boca literalmente e me surpreendi pela voracidade com que Ele gosta de ser mamado, na verdade Ele fodia minha boca, o fazia de tal maneira que era quase como se eu tivesse que reaprender a chupar um pau; o pau dele parece ter vida própria – Ele enfiava até o fim, fazendo com que eu perdesse as contas de quantas vezes engasguei nesse pau; algumas vezes essa voracidade com que entrava fazia com que eu roçasse os dentes; o que poderia machucá-lo. Foi quando levei um tapa com força na cara, fiquei sem saber o que fazer. Olhei para Ele e mandou-me continuar chupando-o, falei que não faria se me batesse e com isso consegui é levar mais dois tapas e bem mais fortes. Fiquei com medo, o que fazer! Mas o tesão era demais, fiz o que me mandou, abocanhei aquele lindo pau, enchi toda a minha boca.
 
Antonio mandou-me parar e disse-me, em alto e bom tom: Aprenda e não erra, de agora em diante chame-me apenas de DOM GRISALHO, serei seu DONO e você minha escrava. Não entendi e nem sabia nada do que me falou, o torpor da bebida e o tesão eram grandes, apenas tinha idéia que iríamos trepar e muito naquela noite, o que eu não entendia era que estava virando um brinquedo na mão desse homem, por sinal maravilhoso.
 
Engasgos seguidos, e pau entrando, e eu abrindo a boca, e babando, e engasgando – quando num dado momento tirei o seu PAU de minha boca para recuperar o fôlego, as lágrimas caíam de meus olhos. Esperava mais uns tapas como antes, porém Ele riu da situação, com um poder que só quem tem verdadeira vocação pra mandar; acalmei-me imediatamente e retomei meu dever: agradar meu SENHOR, chupando mais uma vez seu pau; e também foi quando em seguida começaram uma série de tapas, fortes, deixando minha bunda com marcas avermelhadas, e ainda chineladas que alternavam com sua mão. De início eram doloridas não nego, mas conforme a excitação tomava conta de mim, não ligava para a surra, queria era chupar, chupar aquele homem extraordinariamente gostoso.
 
Quando Ele quis, Ele me comeu – sem camisinha, mas como pedir a meu agora DONO para usar? Eu o senti enfiar os dedos na minha xana, senti que o estava preparando pra seu cacete, Ele conseguiu enfiar quatro dedos, eu não sou larga ainda - sei que em breve esse fato mudará em minha vida inclusive. Enfim, quando ele enfiou o cacete, dizendo que não gozaria dentro vieram várias campanhas na minha cabeça; várias informações, milhares de pensamentos e ao mesmo tempo uma sensação tão diferente de tudo o que já senti – que me senti incapacitada de pedir pelo uso da camisinha; talvez pela certeza de que não faria ou fará qualquer mal pra mim – e pela convicção de que Ele sabe o que é melhor pra mim eu apenas queria sentir aquele pau entrar, rasgar, detonar minha bocetinha – uma sensação de prazer pleno tomou conta de mim. Nunca senti tanto prazer; em alguns momentos eu quase gozei sem me tocar; eu que nunca tive, não tenho e não quero ter controle do meu gozo, eu que raramente me masturbo, eu que gosto de gozar sem me tocar – quando verbalizei que estava quase gozando, estupefata fiquei, pois ouvi de meu DONO que não tinha permissão pra gozar.
 
Nenhuma outra palavra define tão bem o que senti - como fazer pra não gozar? E se gozasse seria punida de alguma forma e estaria decepcionando-o. Não sei como consegui não gozar em vários momentos, a cada estocada mais fundo. E eu pensava que bela surpresa a vida me deu, estava servindo um DOM que sabe foder como poucos, que sabe extrair de uma mulher a sua submissão pelo olhar, ele consegue uma entrega que poucos têm o poder de conseguir.
 
Colocou-me de 4, enfiou o pau bem devagar, pegou pelos cabelos e começou a bombar forte, eu gemia, estava adorando meu SENHOR, gemi e com sua autorização gozei, gozei. Um gozo espetacular, nunca havia sentido algo tão esplendoroso. Eu já estava com as pernas bambas super relaxadas e pedindo para descansar. Alguns minutos depois Ele virou-me de costas e empinou minha bundinha em sua direção. E vagarosamente começou a lamber meu cuzinho lindo, eu gemia, que delicia, o que eu tinha perdido na minha vida todinha estava recuperando agora. Eu urrava, nunca tinha sentido tanto tesão na vida.
 
Em vários momentos, o meu DONO bateu na minha bunda, que ficou muito vermelha, muito quente, e assim aquecia seu pau. Em outro momento, o meu DONO levantou e falou que eu deveria descansar um pouco, mandando-me deitar tranqüila, refazendo-me para continuar aquela noite de PRAZER alucinante.
 
Surpreendeu-me que eu não sabia o que esperar – se um carinho, um cacete engasgando na minha garganta, um tapão ou as mordidas quem me levaram às lágrimas e deixaram hematomas – hoje 3 dias depois dessa sessão ainda tenho marcas de suas mordidas nas costas, onde sua barba cerrada alternava mordidas com carinho – explorando cada centímetro das minhas costas, surpreendendo-me em como o meu SENHOR sabe tocar uma mulher, transformando-me em uma verdadeira vadia a seu serviço.
 
Algum tempo depois, não sei precisar quanto me mandou ficar de quatro e arrastou-me ao banheiro, puxou-me como uma cadela no real sentido da palavra. No tolete Ele sinalizou que eu deveria me ajoelhar e abrir a boca, Ele avisou-me que seria premiada com a sua Chuva Amarela, explicando-me o que era e senão aceitasse levaria uma surra que nunca mais esqueceria. Com excitação e medo ao mesmo tempo instintivamente soube que não poderia deixar cair uma única gota, e assim fiz, abri a boca ao meu SENHOR. Em alguns momentos quase não consegui engolir pelo fluxo da vazão que vinha do seu mijo, mas como foi bom conseguir me superar e engolir todo o liquido que ele ingerira durante o dia. E, por incrível que pareça, eu estava feliz, arreganhada sim, mas extremamente satisfeita, como nunca estivera em toda minha vida.
 
Depois de 4 horas de foda continua, onde seu pau só amoleceu quando Ele me mandou fazer massagem no seu corpo, e assim procedi - cada pedaço do seu corpo foi tocado com muito respeito, carinho e devoção - para que Ele relaxasse. Depois de muita ação, noite já feita – ele levantou e depois de pouquíssimo tempo despejou em minha cara todo seu mel, a quantidade de que ejaculou foi imensa, foi direto na minha garganta, satisfeita assim fiz, não caiu nada de minha boca.
 
Sai de lá com a bunda cheia de vergões, as costas muito marcadas, mas o importante é que proporcionei prazer ao meu DONO, Ele sabe o que é melhor pra mim.
 
Muito obrigado meu SENHOR, pela chance de ser sua puta, escrava, de aprender com o Senhor como dar prazer a um DONO e como me superar sempre; estou a sua disposição quando e onde determinar – respeitosamente de joelhos agradeço por seu interesse e tempo gasto comigo. Sou completamente sua, roseli sua escrava hoje e sempre, enquanto me quiser estarei a sua disposição e se um dia não me aceitar mais, nenhum outro DOM procurarei, o meu SENHOR nesta minha vida é e foi mais que suficiente.
Hoje sou roseli, serva de DOM GRISALHO, e tudo que posso eu faço a Ele.
Uma mulher feliz que descobriu o homem de minha vida.
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Se desejar receber outros contos de autoria minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com– com certeza ficará satisfeito por poder ler meus trabalhos.

 

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