dEVOÇÃO aNAL

PARTE 1

Meu corpo sabe que é hora de acordar, ameaço abrir os olhos, mas a preguiça os mantém fechados... uma forte ereção sempre me domina pela manhã, nessa hora acho que trocaria uma semana de comida por alguem me pegando por trás... forte, mordendo meu pescoço, como seu eu fosse uma menininha. Imagino ainda meio que dormindo um macho passando a língua na minha nuca, nós dois de cueca posso sentir seu membro duro entre minhas nádegas... respiro como que sentindo um calafrio, a respiração é cortada muitas vezes mesmo no breve tão breve momento de inspirar.

Abro os olhos, infelizmente é apenas minha imaginação devagando longe de novo por esse meu desejo que me consome dia após dia. Me viro na cama deixando agora de estar de bruços... dormir de bruços.... parece tão cômico, mais essa posição me excita, me deixa como se esperasse a qualquer momento uma penetração que dilatasse violentamente meu esfíncter. Mesmo com os olhos abertos o novo pensamento faz novamente minha respiração cortar ao inspirar, é bom, mas agora já estou de consciência e corpo no mundo real. Pensar em submissão anal a um homem viril sendento por um cú sempre me enche a boca de água e me da uma frio na barriga prazeroso.

Levanto, infelizmente foi tudo imaginação, tenho que começar meu dia, a sala de aula me espera e meu companheiro de apartamento e de sala já bateu na porta avisando do horário. Isso se repete a já algum tempo, bom, mas isso não importa, o que importa realmente é que novamente vou poder sentir seu cheiro forte pela manhã. Cada vez que o vejo, principalmente de manhã, o mais profundo e escondido do meu ser fico excitado, ou quem sabe excitada não sei... digo excitada porque me sinto literalmente uma fêmea submissa quando o olho. Seu cheiro, como eu disse é forte, cheira a macho, se eu não tivesse tanta coisa a perder, minha vontade era de ajoelhar enquando dividimos o banheiro de manhã e simplismente o chupar até que gozasse, para que o gosto da sua pele e seu sêmen fosse a primeira coisa que eu sentisse no meu dia. Arrepio com o pensamento... tento não inspirar muito ar para não correr o risco de mostrar minha exitação, infelizmente... ou felizmente o arrepio foi inevitável, mesmo estando na rotina.

Meu companheiro não é exatamente lindo ou musculoso, mas é viril, e muito animado de manhã, creio que jamais passe pela sua cabeça o quanto desejo te-lo na mesma cama. Sua diversão é tentar me atazanar ao acordar, ao contrário dele acordo muito quieto, meu silêncio procura não revelar o quanto acordo com tesão, com tesão por sêmen, boca, pele e até mesmo urina de outro homem, a primeira urinada do dia dele faço questão de tentar estar por perto como quem não quer nada, tem um cheiro bom, devem ser os ferormônios, muitas manhãs tenho até vontade de abrir a boca e beber. Sua boca antes de escovar, sua pele, a primeira urina do dia, essa harmonia avassaladora de seus cheiros matutinos me deixa de quatro, que cheiro forte! Tenho certeza que ele têm um nível maior de testosterona que a média dos outros homens. Estou escovando os dentes no banheiro com ele, sempre o dividimos pela manhã. Volto de meus pensamentos com um cutucão na barriga.

- Acorda Leo! Acelera! Vai atrasar de novo pra faculdade doido. -- Outro cutucão na barriga, cuspo a pasta enxaguo a boca, e sem falar nada o mais rápido possível volto ao quarto para me trocar.

Passo a língua nos lábios, mais um cutucão desse acho que o beijaria e pegaria no seu pau como uma vadia querendo dar, isso antes mesmo dele tirar o dedo da minha barriga. Enquanto tiro a calça de moleton para colocar uma jeans penso como uma menininha no cio, que vontade de tirar também a cueca e ficar de bruços me abrindo todA na cama, olhando para trás como uma ninfetinha que quer experimentar o deleite da penetração anal pela primeira vez, sentir a voracidade de um macho de verdade no seu ponto mais reservado e proibido. Voltando dos meus pensamentos, vejo como esse desejo me envolve, apenas tirei a calça, estou apenas de cueca.... não aguento mais, saio do quarto com seu cheiro de macho ainda em minhas narinas, seus ferôrmonios ainda me afeminando, ele acaba de sair do banheiro, está sem camisa, apresso meu passo para o alcançar no corredor, coloco minha mão aberta na lateral da sua barriga (que barriga gostosa) e na mesma hora como um viadinho o chamo pelo nome de maneira manhosa.

- Caaastro... - Apenas a pronúncia de seu nome já me acarreta um leve arrepio.

Ele para repetinamente, com certeza assustado, devagar começa a se voltar para trás, minha mão não quer sair de seu corpo, seu olhar como de um menino virgem e assustado como eu nunca tinha visto encontra o meu, com desejo eminente, dou mais um passo de aproximação ainda com a mão no mesmo lugar... meu corpo arrepia de maneira intensa...minha boca esta cheia d`agua ....minhas pernas tremem .....

 

PARTE 2

Minhas pernas tremendo, meu esfincter involuntariamente aperta forte como se pedisse uma penetração, olho para a boca de Castro com desejo animal, quero muito beijá-la... ele se afasta rapidamente, é seu reflexo, seus olhos estão enormes, não esta entendendo o que esta acontecendo, seu amigo o atacando com tamanho tesão e vontade como nem uma puta drogada o faria, é no mínimo... estranho. Ainda me olhando dá dois passos para trás, estou imóvel, passivo,com forte olhar de desejo, um olhar que penetra seus olhos e atinge o mais fundo de sua alma, de suas convicções. Não tive escolha, foi muito tesão reprimido, que explodiu e estraçalhou tudo de uma só vez, não o ataquei com um beijo molhado porque sou seu passivo, seu viadinho submisso, quero ser dominado, não dominar. Ele sem falar nada entra no quarto, eu fico parado ainda sem coragem para ir atrás e tentar de novo, tenho a sensação que se ele quisesse algo não teria saído correndo daquele jeito, volto para o quarto e termino de me trocar, vamos do apartamento até a sala de aula da faculdade de carro, sem trocar uma palavra, nem mesmo um olhar.

Na sala sentamos um tanto quanto longe, é impossível parar de olhar para ele, nossos olhares eventualmente se cruzam, e a cada um desses encontros, sinto um frio na espinha, é inevitável. Mesmo tendo uma imagem de heterossexual a velar agora não posso voltar atrás, e mesmo que pudesse sinto que não faria diferente, a muito que meu corpo pede o dele, seu cheiro me excita cada dia mais desde que o conheci, estou decidido, jogo tudo para o alto para misturar meu suor ao dele, gemer de quatro com aquele cacete duro entrando e saindo do meu reto, massageando deliciosamente minha próstata, ter meu cú labuzado e escorrendo sua porra.... respiro, a respiração entrecortada com tal cena em minha mente é inevitável, não paro de o olhar, meu pau fica duro a ponto de rasgar a calça a manhã inteira, sei que preciso ser sua putinha manhosa, ao menos por uma noite.

Passamos o dia inteiro trocando poucas palavras, conversando em roda com outras pessoas da sala e da faculdade em geral, mas a cada oportunidade o encarava como se fosse uma mulher decidida, que sabe o que quer, ele... sempre desvia o olhar. Nessa hora estou como uma mulher mesmo, agora minha mente está possuída pelo desejo por ele, essa manhã foi o estopim, tudo explodiu, o seu odor forte de macho alfa fez o meu cheiro de homem parecer o de uma fêmea.

A hora de ir embora chega, sempre vou junto no carro dele para casa, afinal estudamos na mesma sala e moramos no mesmo apartamento. Entro no carro devagar passo a mão no pescoço, agora que estamos a sós de novo está dificil conter a excitação. Fico parado a maior parte do caminho assim como na ida para a faculdade, parece que sei que qualquer movimento irá me descontrolar, quero muito tocá-lo, meu desejo esta transbordando, meu auto-controle se vai novamente, agora minha mão já está em sua virilha, ele enrigesse de medo e solta com a voz entrecortada:

- Olha Leo, eu não sei o que está acontecendo, mas eu não gosto disso, isso é um choque para mim, não gosto de homem.

Enquanto fala fico olhando para ele, esperando sua boca gostosa parar de se mexer:

- E de cú, você gosta? E de boquete? Olha Castro não pense que eu estou entendendo também, a única coisa que sei é que eu quero te chupar, ninguem precisa saber, vamos brincar de papai e mamãe vai! - Quando falei mamãe minha mão agarrou seu pau com vontade, e para minha felicidade estava duro como uma pedra.

Nem bem senti seu mastro entre meus dedos já estavamos na entrada do estacionamento do prédio, tirei vagarosamente a mão aproveitando ao máximo o momento. Entramos no estacionamento, pegamos o elevador e subimos quietos, sem nem ousar se olhar, afinal o prédio possui inúmeras câmeras, e não ia ser de bom grado dois machos se lambendo no elevador. Quando entramos no apartamento e a porta se fechou me libertei, queria desfrutar daquele homem gostoso que foi protagonista da minha mais secreta fantasia por tanto tempo, não tinha mais o que perder. Me aproximei por trás para sentir o cheiro de seu pescoço, mal meu rosto encostou em sua pele ele virou violentamente e me segurou pelos ombros, que olhar dominador, estremeci de tesão, me soltou e comecou a andar para seu quarto, o segui como se ele estivesse me segurando na coleira, eu parecia uma cadela no cio. Ele sentou-se em sua cama e nada fez, tratei logo de tirar seu shorts e sua cueca em um único movimento, joguei suas roupas longe foi instintivo, fiquei ajoelhado, pronto para engolir seu pênis inteiro, sem hesitar, embriagado de tesão cheirei com profundidade seu escroto e seu pau, queria aproveitar aquele momento, depois daquele dia quente inteiro sem tomar banho seu membro estava com o odor que me levava literalmente às nuvens. Abri completamente a boca ia enfiar de uma vez tudo na boca.... inesperadamente a porta do apartamento se abriu violentamente e uma voz feminina quase na mesma hora disse:

- Castro, amor! Está aí?

A namorada dele chegou em uma hora ruim, minha boca está a menos de um cm do seu pau, ela não pode ter essa visão, meu corpo fica gélido.....

 

PARTE 3

Escutando a voz da Amanda, e seus passos chegando cada vez mais próximos da porta do quarto que estava aberta, larguei o seu pau duro como uma criança que perde o doce e me joguei rapidamente e sorrateiramente para debaixo da cama, foi o tempo exato dela aparecer no batente da porta do quarto e pegar ele sentado, com pau pra fora, exalando masculinidade. Imagino o quão rápido a vagina daquela puta se lubrificou, e a quantidade que lubrificou, de debaixo da cama conseguia ver a porta, onde ela parou e coçou o calcanhar direito com o pé esquerdo, e caminhou vagarosamente até ajoelhar aonde eu estava. Vadia! O som de uma boquete molhada ecoava agora pelo quarto, quanto ciúme, aquela ereção era minha, aquele gosto celestial de macho que ela estava sentindo era meu direito, eu estava me sentia sua namoradinha traída, mesmo não fazendo sentido, ela... ela não tinha o direito, que sensação de possessão.

Castro gemia alto, gemido grosso como homem másculo que é, até que ele anunciou que ia encher a boca dela de porra. Acho que o gosto de seu sêmen era o que mais alimentava a minha fantasia em todo esse tempo que fiquei dentro do armário, e agora, era a namorada puta dele que estava com a boca escorrendo seu leite grosso e salgado que eu tanto queria. Pouco depois dela engolir tudo, trancou a porta do quarto deitou junto com ele na cama, começaram a fuder. O quarto ficou com um cheiro denso de sexo, os dois estavam suados, ambos com certeza tinham passado o dia inteiro sem um banho, os cheiros de macho e fêmea estavam misturados de forma animal, selvagem, eu me contorcia de prazer contido, devagando na minha imaginação de espectador secreto, nada podia fazer, estava atado. O momento mais dificil de se segurar foi quando percebi o mais íntimo segredo daquela menininha que parecia tão inocente aos olhos de terceiros, ela estava sendo enrrabada com vontade, e estava literalmente delirando de prazer, seus orgasmos múltiplos estavam evidenciados, ela naquela hora estava no auge da submissão humana, estava dando o cú!

Incrivelmente me contive durante todo o ato, foram os talvez 60 minutos (não sei ao certo) de mais tesão da minha vida de longe. Depois de saciada e enrrabada, com certeza bem comida que estava, a Amanda começou a se vestir e disse que precisava ir para casa, tinha curso noturno às terças e quintas, era uma terça-feira. Ela se despediu com um beijo que ecoou pelo quarto e se foi, rebolando, ela transpassava inocência, mas era bem gostosa. Fiquei ainda paralisado de tesão, ele tinha demonstrado toda sua virilidade a menos de um metro do meu corpo, meu desejo por ele naquela hora era quase como de um servo perante uma divindade. Sai de debaixo da cama, levantei com o dedo na boca, vi aquele homem nú, suado, com a pau meia bomba lambuzado com porra e lubrificante natural de vagina. Ele me olhava com desafio, não se mexia, meu corpo inteiro formigava de tesão, qual seria o gosto daquele pau gostoso depois de comer uma buceta e um cú, me despi totalmente, ele apenas olhava, deitei por cima dele, meu corpo era o espelho do dele, pés com pés, pernas entrelaçadas, troncos se esfregando, a cabeça do meu pau brilhava de tanto sangue em seu interior, e cada vez que o meu encontrava o dele meu corpo tentava o deixar ainda mais duro, e eu gemia baixinho, como uma menininha.

A sua boca, isso sim me despertava paixão ardente, e chegara o momento de eu experimentar o seu gosto, os lábios se encostam, o calor da boca dele adentra a minha, agora o suor produzido pelo sexo brutal que ele tinha acabado de realizar está compartilhado pelos nossos dois corpos, aquele suor nos une. Faço como uma menina cheia de charme.... a menos de um cm da boca dele evito o beijo, levo o rosto a outro lugar, quero sentir o cheiro de suas axilas, respiro fundo com o máximo de minha capacidade pulmonar, nunca tinha sentido seu cheiro de tão perto, tão forte, em um momento tão íntimo, sou levado literalmente as núvens, nenhuma experiência na minha vida tinha me levado tão longe, ao lugar tão lindo enquanto acordado, entendo na mesma hora a definição de paixão brutal e doentia. Dou-lhe um beijo como uma menina de 15 anos completamente apaixonada, quero cada parte dele para mim, quero seu corpo dentro do meu, nosso beijo é longo e molhado chego a tremer de prazer em alguns instantes, meu pau nessa hora está a ponto de explodir, meu ânus parece vazio, falta algo para complementá-lo, e sei que é Castro que vai fazer esse serviço, e muito bem feito.

Suas mãos firmes começam a percorrer o meu corpo, nosso beijo não cessa, está delicioso, em toda a minha vida de heterossexualidade nunca senti nada igual, a boca dele tem um gosto forte, um sabor consistente e extremamente evolvente, ao contrário do doce fraco e banal, muitas vezes sem graça gosto da boca da maioria das mulheres, estou entregue, é uma expriência única, estou me entrelaçando com outra boca e me sinto incontestavelmente a parte feminina do beijo. Suas mãos fazem meu fogo interior arder forte, de poucos em poucos momentos me contorço de prazer, nosso beijo atinge uma intensidade extraplanar, seus dedos grossos agora vagam entre minhas nádegas, meu esfíncter aperta forte quando é encontrado pelo dedo de Castro, ele força a entrada em meu reto, que macho! Faça o que quiser comigo que sou seu escrav, penso. Ele leva a mão ao criado mudo e pega algo, não me preocupo em olhar, seu beijo molhado e forte acorrentou quase todos meus sentidos, o dedo dele deixa meu cú, para que logo depois dois de seus dedos entrassem sem pedir passagem, agora lotados de lubrificador, dou um gemido um tanto quanto alto, sou levado a outro plano, não consigo nem imginar o limite de prazer quando o seu pau grosso e duro como pedra, que agora se esfrega com o meu, estiver me massageando por dentro ao invés de seus dedos. Nosso beijo continua com um entra a sai dos dedos dele em meu ânus. Em um piscar de olhos nosso mundo colorido é cortado abruptamente, a porta do apartamento está abrindo.

- Amoor! - Era Amanda novamente, minhas roupas estão espalhadas pelo chão, ele morde meu labio forte, sabemos que não dá tempo de fazer nada.

 

 

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Continuação http://www.cont

Cadê a continuação? Esse

Cadê a continuação?
Esse conto é perfeito!

Q delícia de conto! Adorei!

Q delícia de conto! Adorei! Leva a imaginação a mil por hora! Não vai ter uma continuação?

Que conto gostoso!

Que conto gostoso!

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