Selma, a mais nova escrava de meu canil

Meu nome é Selma, dentro do possível sou feliz em meu casamento, isto porque quero bem ao meu marido, principalmente porque sou o centro de atenções, ele procura fazer todas as minhas vontades e mínimos desejos que venho a manifestar, sejam eles quais forem. Mas a nossa união não é tudo um mar de rosas, sou insatisfeita na cama com o meu parceiro, ele não me preenche de forma alguma. Gosto de variações na cama, que fujam a mesmice de sempre, mas ele só quer o"papai-mamãe", e de vez em quando apenas, porque é extremamente religioso e pertence a uma igreja evangélica conservadora que não vê com bons olhos o prazer na relação sexual, coisa que eu não aceito e exijo dele que me procure e ouço quase sempre a mesma resposta, invariavelmente: só devemos manter sexo de forma contínua à época de acasalamento, seguindo as orientações da igreja que faz parte, acreditem! Como eu faço então, ele só quer sexo raras vezes, pois vive afirmando a mim que o casamento é companheirismo, que o sexo é apenas um acessório. Eu não encaro assim, preciso transar todo dia e mesmo assim ainda não me satisfaço totalmente. Mas como o casamento é até que a morte nos separe, vou indo, mas insatisfeita e precisando urgente de um homem que me preencha totalmente. Sei que não é errado eu procurar fora o que não tenho em casa, mas tenho muito medo de descobrirem e com isso destruir toda a minha vida familiar e social.

Falarei um pouco de mim, sou uma mulher normal, sem grandes atrativos físicos exagerados, me acho atraente embora não seja nada espetacular. O que se destaca em mim é minha bunda, que é relativamente grande, quando era adolescente eu tinha o apelido de "tanajura", rsrsrsrs. Continuando, tenho 37 anos, branca, 1,76 m. de altura, cabelos médios loiros, olhos meio esverdeados, 69 kilos, seios tamanhos normais, nem muito pequeno nem muito grande, como profissão sou professora do ensino médio, sou paranaense de nascimento oriunda de Campo Largo, mas quando me casei mudamos ao interior de São Paulo, em uma cidade de pequeno porte (+- 30.000 habitantes), que prefiro não comentar qual é, pois alguém poderá vir a identificar-me e com isso criar-me muitos problemas, já que não posso tornar público minhas predileções ao BDSM. Tenho três filhos: dois meninos e uma bela menina, de idades entre 10 e 15 anos, estas crianças são a minha felicidade em minha união matrimonial.

Uma coisa que não aceitava do Soares (nome de meu parceiro) era e é não aceitar apenas fazer sexo de forma eventual com ele. O nosso namoro e posterior noivado foram muito rápidos e não tivemos sexo, embora tenha havido carícias. Eu sabia que era praticante religioso, mas não tinha idéia de que nossas relações sexuais fossem tão difíceis de haver e, ainda não sabia de minha dificuldade em aceitar a forma que o meu marido pensava e fazia. Com o passar do tempo de casada fui cansando e deixando-o de lado para intimidades, mas isso não significava que não queria mais transar, o que ocorria era que não podia tê-las e com isso eu sentia a cada dia mais necessidade. Vivia de mau humor e não desejava arrumar um amante, não que não quisesse, mas em cidade pequena não tem como esconder, mais dia ou menos dia alguém saberia e seria um passo para virar comentário geral e não desejava magoar meu marido e todos os nossos familiares. Ele podia não querer a mim para sexo, mas me tratava com muito amor como já escrevi.

Minha mente subsistia em constante ebulição, precisava resolver essa questão de ter ou não alguém para prática de sexo, sem interferir em minha relação "baunilha".Até que com medo e tesão aflorado comecei a "fuçar" nas salas de bate-papo, como forma de deixar minha imaginação fantasiar pelas coisas maravilhosas que a libido nos fornece. Tinha salas com fotos que me deixavam completamente melecadinha e, vendo as posições que os modelos mostravam-se, acabava por bater uma "siririca", invariavelmente. Minha "vidinha" se resumia a isso, sexo de forma apenas virtual e masturbação.

De manhã ficava apenas eu em casa, pois dava aulas a tarde apenas, e com isso me favorecia a ficar navegando pela internet, acabei indo ao site de UOL bate papo, e minha curiosidade levou-me a sala de sadomasoquismo, especialmente na de imagens. As fotos faziam-me sentir diferente, via as modelos sendo subjugadas pelos homens e em posições que nunca imaginei que pudessem gostar, mas ao contrário do que possa parecer, meu corpo reagia de forma favorável ao ver e eu estava amando àquela exposição de lindos corpos copulando, vendo as meninas usadas. Ficava imaginando-me no lugar delas, arrepiava-me inteirinha e, as fotos que mais me chamavam a atenção eram a fantasia de ser amarrada e levando chicotadas e chineladas na bunda. Melava-me todinha quando tinha alguma dessas no meu visor. No começo achei que era anormal eu gostar desse tipo derelacionamento sexual, mas com o tempo fui conhecendo meninas que como eu procurava homens que as preenchessem, pensava que era somente eu que era "mal comida"(rsrsrsrs), mas um grande número de mulheres estavam como eu e, principalmente tinham o mesmo fetiche de vir a conhecer as praticas de sadomasoquismo. Comecei a sentir que era até normal essa minha procura.

A excitação pelo tema de S & M foi fazendo-me perder o medo de teclar com alguns que solicitavam conversas. Comecei a responder e sem saber procurava alguém que seria aquele a quem me entregaria como sua escrava e, depois de inúmeras pessoas com quem teclei, homens que me pareciam bobos ao extremo e que procuravam apenas sexo fácil, com "papos" sem nexo, falando apenas bobagens que não se aproveitava nada. Alem de transar, desejava alguém que fosse especial, que eu fosse dominada, mas com as características de ser alguém enérgico e autoritário que me vergasse ao seu comando, um dominador que me proporcionasse mais alegrias do que as várias propostas que recebia. Estava quase desistindo deste tipo de sala de bate-papo, quando, inesperadamente, apareceu um homem diferenciado, que sabia conversar, era charmoso, que foi paulatinamente envolvendo-me, extremamente educado e sedutor com o apelido de DOM GRISALHO. Será que seria Ele, aquele as quem seria submissa?

As conversas com Ele prolongavam-se bastante e por vários dias, fui cada vez mais entrando na energia desse DOM, até que criei coragem e abri minha câmara para Ele me ver e conseqüente análise. Pensei que ao ver-me Ele se depararia com alguém que não corresponderia à sua ansiedade, mas enganei-me por completo, fui elogiada e com isso ganhei o dia, rsrsrs. Ele tem traços belos, rosto bastante viril, cabelo branco embora ainda relativamente jovem. Mas o que mais me chamou atenção N'Ele era a energia e confiança nas palavras que proferia, o conhecimento sobre BDSM e, ao mesmo tempo o carinho que magnetizava e deixava-me a vontade para teclar e conversar, à Ele abria-me por completo e revelava os meus mais íntimos segredos. Difícil de descrever como me sentia atraída para esse homem com assuntos que me levavam às alturas de tanto tesão que eu ficava apenas de estar na câmera com Ele. Foi questão de tempo e já pertencia todo o meu ser a DOM GRISALHO, apenas queria servi-lo, fazia todas as suas vontades que me era possível na câmera.

E o tesão a cada dia maior, queria ser D'Ele logo, queria senti-lo surrando-me, eu sorvendo seu mel, sentir seu mastro penetrando-me. A ansiedade dominava-me para que logo se realizasse essa entrega. Eu sabia que não era a única escrava, masnão me importava de forma alguma, pois é preferível ser mais uma D'Ele, do que ficar enciumada por Ele dar oportunidades a outras.

Após algum tempo de extrema ânsia, finalmente chegou a hora de submeter-me fisicamente e a ser D'Ele chegou. A oportunidade surgiu com um encontro do Sindicato dos Professores na capital de meu estado e eu podia finalmente viajar e ir à cidade de meu Senhor e quem sabe ao encontro D'Ele, dependeria que me aceitasse. Falei ao meu Senhor, com a devida antecedência que poderia ir até São Paulo, bastava Ele desejar, pois podia agora ter uma desculpa palatável a todos que me conheciam. Meu SENHOR pensou e após alguns minutos, cruciais a mim, concordou com a minha súplica e ordenou-me que ficasse a sua disposição durante um dia e noite inteiros, somente assim Ele me aceitaria. Imediatamente concordei claro. Nos dias que antecederam ao nosso encontro, estava com muito medo, mas ao mesmo tempo uma excitação que me levava a ter quase que orgasmos, ficando molhadinha a quase todo instante, bastava apenas pensar nas situações que eu poderia ter com esse homem maravilhoso. Contava dias, minutos, segundos, rsrsrsrs...

Finalmente o dia chegou, Ele marcou de nos encontrarmos em uma estação do metro em São Paulo. Havia recebido a ordem de ir sem roupas íntimas e coloquei um vestido que ao ver-me no espelho julguei ser indecente, pois me mostrava quase que totalmente, dada a sua transparência; num primeiro impulso fiz o que ordenou, mas logo em seguida, após pensar sobre o vestido ser translúcido, coloquei a calcinha até chegar ao metro. Ao chegar à estação segui suas instruções e fui correndo ao banheiro e lá tirei a lingerie e fiquei como Ele mandou-me, a vergonha parecia agora menor, pois pensava unicamente na minha satisfação em seguir o que me ordenou. Fiquei lá esperando, por mais de uma hora, quando por fim o avistei bem à minha frente, já estava imaginando que levaria um "bolo" ou que meu DONO me viu a distância e não gostou de mim, o que era mais plausível.

Meu DOM aprovou-me, notei pelo movimento que sua cabeça fez, senti que ficou satisfeito, pelo sorriso que estampou. Era a minha primeira vitória no rumo da submissão que dedicaria a Ele, vocês não tem idéia de como superava um limite imenso para mim, pois sou extremamente tímida, recatada demais segundo meus familiares e amigos, mas que para o meu Senhor eu desabrochava como uma mulher fêmea, puta, vadia. Quando me cumprimentou, senti estremecer todo o meu corpo e confirmei no mesmo instante que eu estava sendo completamente impelida para pertencer àquele homem.

Depois de seu cumprimento, com a cabeça baixa apenas respondi de forma bem servil, para em seguida beijar-lhe a mão direita como sinal de minha submissão e conseqüente confirmar sua superioridade. Ele virou-se e eu apenas o segui e fiquei pensandona minha coragem de estar ali, à espera de um desconhecido que prometera me humilhar, me surrar, fazer tudo que Ele quisesse. Minha disposição em seguir com aquilo me era confusa, sentia medo, afinal era a primeira vez que me encontrava com Ele e mesmo assim eu o seguia, tinha decidido me entregar totalmente, não tinha mais como voltar a não querer ser D'Ele, algo maior me dominava: eu já não mais me pertencia, era de DOM GRISALHO.

No caminho ao hotel que Ele já houvera feito as reservas, fomos conversando, a pé, quando Ele me perguntou se realmente sabia o que estava fazendo, pois Ele seria meu DONO e SENHOR a partir do momento em que eu fosse "encoleirada". Confirmei que sim, que essa era a minha vontade e que não voltaria atrás, meu objetivo era pertencer a Ele. Em resposta Ele disse-me que se dedicava e muito ao sadomasoquismo, que era litúrgico, e só me aceitaria se EU me entregasse de CORPO e ALMA, de outra forma era para dar meia volta e ir embora. Apenas respondi: sou sua meu Senhor, seus desejos são ordens para mim.

Por fim chegamos ao lugar escolhido, apesar do trajeto ser curto e estar com medo, o que era natural diante da situação completamente inusitada a mim, mesmo assim não via à hora de me entregar. Assim que chegamos ao quarto ele trancou a portae o meu medo foi desaparecendo. Eu disse-lhe que estava pronta para passar um dia e uma noite inteiros com Ele, pois faltaria ao encontro de professores e nada poderia nos atrapalhar. Primeira ordem: mandou-me tirar toda a roupa, que fiz sem pestanejar. Ele aproximou-se de mim e passou a sua mão em todo o meu corpo, de forma mais natural aceitei, pois pertencia a Ele por completo. Disse-me que ficaria nua todo o tempo que estivesse com Ele, e explicou-me de forma bem clara o que esperava de mim: só poderia gozar, falar e pedir com a sua permissão de forma expressa, falou-me que ser para ser uma escrava teria que aceitar ser dominada, usar dildos (mais conhecidos como vibradores), cordas, velas, gelo e tudo o mais que Ele que quisesse usar. Que não aceitaria que eu tivesse qualquer limite sexual, o que Ele desejasse eu deveria fazer sem pensar duas vezes, afinal 'SOU OU NÃO SOU DELE?'.

DOM GRISALHO é o homem que elegi como meu DONO e devo me comportar agindo como cadela. Entreguei-me a Ele de uma forma que jamais a alguém eu havia feito e de forma tão excitante, eu já sabia que faria qualquer coisa que Ele mandasse, meentreguei totalmente e não haveria nenhum retorno a minha "vidinha baunilha",eu queria era ser D'Ele. Lembro-me bem das primeiras ordens que recebi e que cumpri integralmente: - Quero prová-la, quero ver se sabe fazer-me gozar em sua boca, e se és tão boa quanto parece. Não me fiz de rogada, ajoelhei-me a sua frente e meus lábios estavam exatamente na altura certa, no ponto exato para abrir sua roupa e ver o que estava ansiosa para ver e vir a ter: seu membro. Comecei a lamber e não queria parar por um só momento, no que eu nunca tivera prazer algum (boquete), agora me deliciava - muito mais gostoso do que eu havia imaginado, me inebriava com aquele lindo órgão masculino que me fora ofertado para chupar. Soares, nunca me deixou nem cheirar seu pau, quanto mais chupar ou ainda dar um pequeno beijo, pois era contra as ordens da igreja, acreditem quetinha que conviver com esses absurdos e me castrar totalmente; analisem e verifiquem se é justo que aceite tal forma de viver?

Recebi dois dolorosos tapas na cara dados com força, e ao contrário do seria normal, quis ficar ali e se levasse mais tapas agradeceria meu DONO por usar-me. Satisfeita me comportava ao gosto dele e lhe agradecia por poder fazer tudo para satisfazê-lo. Tornei-me a sua escrava, com todos os desejos e vontades controlados por DOM GRISALHO. Não há nada que eu não cumpra se for o desejo D'Ele.

A ordem posterior foi para que eu me levantasse e ficasse ali parada em frente ao espelho, nesse momento meu DONO deu-me a maior satisfação: DOM GRISALHO colocou em mim uma coleira com suas iniciais, agora eu era dele. Ao ver-me tive uma sensação diferente, gostosa. Naquele instante passava a ser realmente sua cadela. Estava determinada a fazer tudo para que fosse a escrava D'Ele. Ele ordenou que eu ficasse de quatro sobre a cama para verificar a depilação que eu havia feito; outra condição que ele exigiu, além de não usar roupas íntimas: estar totalmente sem pêlos. Eu estava adorando tudo aquilo e ficando cada vezmais excitada. Eu sabia que deveria obedecê-lo e respeitá-lo. O ritual continuou até que Ele arrancar de dentro de mim minha rendição incondicional. Falei-lhe:- Sou tua escrava meu SENHOR! Minha boca, meus seios, minha buceta, meu cu são para teu uso. Faça de mim a sua cadela, sua vadia, sua puta... Meu corpo se consumia de desejo. Entregar-me ao meu Senhor era o que mais desejava.

De súbito meu celular tocou, eu vi que era o Soares e perguntei ao meu DONO se podia responder. Com a permissão dada atendi ao meu marido, estico-me toda para atender ao celular sem que o meu DONO deixasse de ser atendido claro, Ele deu-me seu PAU e ao mesmo tempo comecei a chupar o mais gostoso que me era possível, passei a minha língua de baixo para cima, enquanto falava ao celular, estava ofegante. eu fazia o barulho característico da boca no pau de meu Senhor e Soares nem imaginava o que eu fazia, falou algumas coisas que nem compreendi direito, pois minha atenção se concentrava no meu DONO e, o mais espantoso: meu marido não desconfiou de nada e olha que eu estava falando com o pau na boca. Nossa, era uma sensação muito gostosa, bem forte, com medo eu falava e chupava. Enquanto conversava, saboreava o membro de meu SENHOR, vocês não fazem idéia de como amei fazer assim. Logo falei tchau ao "corninho" e voltei para meu DONO apenas. Foi uma das experiências que mais significância teve em minha vida, acreditem!!!
Sou bem apertadinha, meu DONO mandou-me ficar de quatro e começou a roçar meu cuzinho, apesar de tudo eu estava ainda um pouco insegura, mas desejava ter aquela lindeza de pau todinho enterrado dentro de mim. Nunca havia sido usada no anal. Meu Dono deu-me a ordem de que não permitiria que eu desse meu cuzinho ao meu marido, e nem precisava dar essa instrução a mim, porque Soares mal comeminha xaninha, quanto mais o cuzinho. Adoro me sentir assim, proibida de fazer as coisas, totalmente à sua disposição para quando desejar. Sinto-me completamente dele, Ele manda e eu faço, assim, bem simples. Essa é a minha função: fazer com que Ele tenha prazer. Ele tirava e botava no meu cuzinho só pra ver entrar centímetro por centímetro, enquanto eu só gemia, Ele me puxava até seu saco bater na minha bundinha e me levava pra frente, trazia de novo num vai e vem que aos poucos foi aumentado, fui gemendo mais e mais, Ele passou a dar-me tapinhas que estavam me levando à loucura. Falava-me: vai selma rebola. Rebola que irei explodir dentro de você, fiquei gemendo e se torcendo toda, e acabei na melhor gozada da minha vida, nunca havia sentido tão gostoso em todos os meus trinta e sete anos, simplesmente maravilhoso, quase desfaleci de tanto que gozei.

Depois de alguns minutos, em que me recuperei, tomamos um banho bem agarradinho, com a mão direita Ele dizia que era meu sabonete e eu aproveitava mesmo, passava em todo o meu corpo, quase gozei. Voltamos à cama, Ele deitou-me de barriga para cima e colocou uma perna de cada lado e foi metendo em minha bucetinha, vi cada pedacinho daquela pica entrando em mim,através do espelho, ficou cavalgando enquanto me beijava, apalpava as minhas tetas, que estavam bem rosadinhos, eu gemia, rebolava, me lambia toda. Eu já estava sem pudor algum, era a puta bem vadia de meu DONO. Ele olhou para mim e socou com força de uma só vez fazendo-me gemer alto, Ele ficou como se fosse fazer flexão sobre mim e foi metendo fundo e rápido, eu só gemendo. Ele deve ter gozado umas 2 vezes nisso.

Então tirou o pau para fora e apontou para o meu rosto e outra vez viril gozou na minha cara todinha, completando chamando-me de puta e sou mesmo, D'Ele claro. Não imaginava que teria prazeres tão imensos no sexo. Que sorte eu tive de encontrar esse homem extraordinário: DOM GRISALHO. Dormimos com Ele me encoxando a noite inteirinha, que delicia...

De manhã, tomamos um delicioso café. Voltamos ao quarto e ficamos brincando, como dois "baunilhas". Ele permitiu que eu o chupasse mais uma vez, o que fiz com muito gosto, é adorável sentir aquele pau em minha garganta. Chupava com muito gosto, lambia inteirinho, as bolas, tudo. Ele me puxava pelo cabelo, e batia na minha cara. Pareceu-me que o meu DONO gostou, pois gozou fartamente mais uma vez em minha boca, um mel gostoso que engoli e não desperdicei nenhuma gota.

Antes de nos despedirmos, perguntou se eu gostei, respondi alegremente que sim, foi o dia mais delicioso em toda a minha vida. Ele disse-me que a partir de agora eu deveria falar ou escrever todos os dias, forneceu-me seu telefone fixo, eu prometi que seria a mais discreta que me for possível e que só ligaria a Ele com expressa autorização anterior. Falávamo-nos todos os dias, Ele mandava e-mails provocantes e excitantes, mensagens de celular durante o dia, sempre me dando ordens e eu obedecendo....
Naquele primeiro encontro adorei voltar para casa toda ardida, roxa, dolorida e bem usada, nunca fui tão bem comida como fui por Ele. Cada vez que lembrava da dor eu sabia que pertencia a Ele.
Senti-me usada, cadela. Uma cadela com dono, um dono bem disposto. Quero pertencer a Ele durante muito tempo, aprendendo e melhorando cada dia mais, realizando todos os seus desejos sem me importar comigo. O que Ele sente é o que importa. Estou aos seus pés. Nas noites que passo sozinha, fico a relembrar de DOM GRISALHO, realizando minhas fantasias virtualmente e com uma "siririca" nos finalmente... SOU FELIZ, graças ao meu DONO, SENHOR, GUIA e INSTRUTOR...
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Se desejar receber outros contos de autoria minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.
 

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Quero vc também no meu canil Selma.

>>> fudedor.de.esposas.df@hotmail.com
>>> (61) 8456-6055 Operadora OI.
>>> (61) 9285-0356 Operadora CLARO.
>>> Brasília-DF (Ceilândia)

>>> Olá sou Ricardo sou de Brasília-DF e adoro meter em mulher de corno.

>> A melhor posição que curto comer mulher de CORNO é a seguinte:

O corno por baixo da sua mulher num 69, o CORNO chupando a bucetinha dela e eu metendo a pica pra dentro da bucetinha dela.

>>> De início vou usar a camisinha isso é óbvio, mas com o tempo, exames e confiança posso ver a posibilidade de um dia gozar dentro da sua esposinha para que você meu amigo corno possa limpá-la e ter o prazer de degustar do sabor da minha porra saindo de dentro da buceta da sua esposinha.

>>> Eu moro em Ceilândia cidade satélite de Brasília-DF.
>>> Tenho 35 anos.
>>> O melhor horário para me ligar é das 07:30hs as 19:00hs de Segunda a Sexta e as vezes no Sábado.
>>> Eu não levo estes número para casa pois sou casado e a minha esposa não sabe que curto comer outras bucetinhas ainda mais na frente dos cornos.

>>> Sou comedor de esposinhas, procuro casais liberais, casadas, noivas,namoradas e solteiras. Adoro comer as esposinhas dos meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o CORNO limpar tudinho.

>>> Favor não fiquem mandando mensagens, pois não as respondo, se algum corno queira me ver fudendo a sua esposa então o mesmo tem a obrigação de me ligar para marcarmos algo real e não fantasioso. Só me liguem os que querem ser cornos de verdade e não os que querem só conversar papo furado.

>>> Casais que procuram homem (macho) para sua mulher (esposinha) que sejam daqui do Distrito Federal ou que possam vir prá cá.

>>> Todo corno merece eu como amigo.

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