O cuzinho da virgem

Olá pessoal tudo bem? Meu nome é Alex e tenho escrito alguns contos de histórias que realmente aconteceram comigo, um deles e de uma menina que começou a trabalhar na minha casa, virgem noiva e muito reservada, Ritinha é o tipo de moça que chama a atenção, mas esses detalhes eu já contei no outro conto, titulado de (R$ 50,00 para chupar uma buceta virgem) nesse conto eu descrevo como conseguí convencer a Ritinha a me deixar chupa-la, prometendo eu que não lhe faria mais nada a mais que isso.

Confesso que era difícil, chupava a Ritinha toda quarta feira, dia que sempre chego mais cedo em casa, minha esposa trabalhando e as crianças na escola, tudo fica mais fácil, cada vez que eu chupava aquela bucetinha linda, aproveitava para fazer algumas carícias em seu cuzinho.
No pricípio ela não correspondia em nada, depois passou a pegar em meu pau e até me punhetar.
Depois de quase dois meses fazendo a mesma coisa sempre as quartas feira,
Agora ela já me faz um gostoso oral e até um 69… bom demais!!!!
Ritinha é virgem e noiva de um rapaz muito bacana e correto, seu noivo freqüenta uma terminada igreja evangélica e o namoro dos dois não passa de leves beijos na boca. O rapaz é virgem também e deseja casar assim.
Ritinha depois que me conheceu diz que sente falta de um namoro mais ousado mas não quer estragar tudo, já que seu casamento ta marcado para março do próximo ano.
Desde quando comecei a chupar sua bucetinha e lhe oferecer os R$ 50,00 como gratidão pelo prazer proporcionado, venho dizendo que ela poderia ganhar muito mais e sem perder a virgindade que seu noivo tanto estima.
Oferecir a ela nada mais nada menos que R$ 300,00 para ela deixar eu meter em seu cuzinho, ela já vinha gostando das carícias que faço pouco a pouco em quanto lhe chupo, já tinha chegado a enfiar dois dedos lhe chupando ao mesmo tempo, ela goza na hora!
Bom! Mas vamos ao ocorrido recentemente, depois de pedir tanto o seu cuzinho, lhe oferecendo os R$300,00 (ela e o noivo estão construindo e precisando muito de dinheiro) Ritinha me faz uma proposta, seu Alex… estive pensando no que o senhor tanto tem me pedido, mas eu tenho muito medo de doer, as pessoas dizem que dói muito, mas se o senhor me levar
À um motel e me prometer que se doer o senhor para, eu vou tentar.
Quase cair pra trás, meu pau ficou duro na hora!
Falei… alguma vez eu te fiz sofrer? Aguma vez deixei de cumprir o prometido?
Pois então! Pode confiar em mim, não vou lhe provocar nenhuma dor e nem tirar a sua virgindade vaginal. Combinado? Ela topou.
Levei a Ritinha à motel muito gostoso, com hidromassagens sauna e piscina aquecida.
Abrir uma garrafa de vinho e fomos tomando sem pressa, depois de bem descontraída a convidei para a piscina que estava morninha, uma delicia!
Eu queria deixa-la bem a vontade e confiante para não assusta-la ou criar qualquer desconforto, deixei ela aproveitar bastante aquele ambiente que nunca tinha esperimentado antes.
A água morna parecia fazer uma massagen em nossos corpos nus, eu estava muito excitado, lhe beija e lhe acariciava com muito carinho, as vezes lhe abraçava por trás e lhe roçava as nádegas, meu pau ficava escorregando em seu reguinho, eu não forçava, só encostava mesmo, como eu disse, eu queria que ela confiasse em mim.
Lhe beijava, chupava seus peitinhos durinhos, ela gemia de prazer, sentei ela na borda da piscina e entrei com meu rosto entre suas pernas para chupar sua bucetinha gostosamente, ela estremecia de prazer, apertava meu rosto entre as pernas, segurava minha cabeça e forçava contra sua bucetinha, era como se quisesse que eu entrasse inteiro dentro dela. Passei a fazer movimentos mais rápidos e lela gozou na minha boca, suguei tudo que pude, ela gemia e fala palavras sem sentidos.
Puxei-a para apiscina novamente e lhe beijei muito.
Chamei-a para fora e a conduzir até a hidromassagem que já estava cheia e aquecida, ficamos ali por uns minutos, volta e meia ela dava umas pegadas no meu pau e fazia uns movimentos de vai e vem na intenção de me ver gozar, o que eu não queria no momento pois estava reservando essa gozada para seu cuzinho.
Tudo já estava programado na minha cabeça e agora era a hora de agir.
Lhe oferecir uma massagem, o que ela aceitou é claro! Deitei ela sobre o granito próximo a hidro, peguei um óleo de maracujá que eu já havia deixado ali propositalmente para essa ocasião.
Fui passando o óleo em seu corpo bem devagar, em sua barriguinha, massageava até perto da sua bucetinha e voltava em seus seios que nesse momento já estavam mais do que durinhos, com seus biquinhos pontiaguados, tudo era muito devagar e sem pressa aguma, apesar de meu pau mais que duro me denunciar o como eu estava tarado para possuir aquele corpinho lindo.
Virei seu corpinho e a imagem daquele bumbum gostoso me deixou mais excitado ainda.
Despejei quase metade do vidro de óleo em suas costas e espalhei bem.
Fui massageando suas costas gostosamente, cheguei em suas nádegas e só massageei de leve, desci para as pernas, na medida que lhe passava as mãos por entre as partes internas das pernas, subia lentamente e lhe tocava na bucetinha, ela foi gostando e abrindo as pernas, eu já chegava eu seu clitóris com facilidade, o óleo ajudava meus dedos deslizar por cima, como ela é virgem e eu prometir respeita-la, não ousei meter o dedo, só tocava de leve, ela gemia baixinho e abria ainda mais as pernas, passei a outra mão em sua bundinha, era grande a quantidade de óleo, fui escorregando minha mão para dentro até alcançar seu cuzinho, quando lhe toquei ali, ela suspirou fundo, massageava seu clitóris e o anus ao mesmo tempo.
Ela chegava a rebolar em minhas mãos, percebi que ela estava pronta, sentei em suas pernas e continuei com as massagens, agora mais ousadas.
Enfiava as mãos entre suas pernas tocava-lhe a buceta e voltava ao seu cuzinho, deitei sobre seu corpo, passava meu corpo no dela, meu pau roçando em sua bundinha, meu corpo deslizava sobre o seu, ela só gemia e dizia que estava muito gostoso.
Voltei a sentar e suas pernas e lhe massageava a bundinha com o meu pau como se fosse um rolo, passava a glande e deslizava por sobre toda sua bundinha, quando chega na entrada do seu cuzinho eu só esfregava, não queria ser afoito, estava bom demais, e também queria que ela desejasse meu pau dentro dela, quando eu encostava em sua entradinha, ela rebolava como se pedisse… vai mete logo!!!
Então passei mais tempo ali, joguei mais óleo e esfreguei bem gostoso, fui forçando levemente, a cabeça já estava entrando, ela deu um gritinho, tirei e coloquei meu dedo na entradinha, fui botando o dedo, ela gemia de prazer, enfiei outro dedo e fui fazendo vai e vem, fiquei assim por algun minutos. Tirei os dedos e encostei meu pau novamente, agora a cabeça já entrava mais fácil, deixei assim pra ela ir se acostumando aos poucos, como eu estava ainda sentado sobre suas pernas era fácil controlar para que meu pau não entrasse de uma vez. Fui fazendo movimentos leves até que ela já suportava com mais facilidade, então fui deitando sobre seu corpo e enfiando o resto que faltava, ela já não reclamava, só gemia baixinho.
Pronto, entrou tudo e ela já tinha se acostumado com ele, o tesão era demais, fui metendo e tirando, ela dizia…. ai ai ai ta doendo um pouquinho mas ta gostoso… ai seu Alex que gostoso!!!! Huuummm
Ai nooosssa
Falei pra ela…. vou gozar… rebola pra mim rebola? Mexe essa bundinha gostosa, mexe?
Ela mexia, rebolava, gemia, gritava de tesão!!!!!
Gozei dentro do seu cuzinho… quando gozei ela mexia ainda mais, parecia que queria me engilir inteiro, foi uma gozada deliciosa. Depois fomos para a piscina, tomamos um demorado banho, chamei ela para a cama e tentei penetra-la novamente mas ela disse qua estava dolorido, pra eu deixar para outra vez, fomos para um 69 e gozamos novamente um na boca do outro.
Viramos amantes e isso tem se repetido sempre, só não como a sua bucetinha que ela quer deixar para seu noivo.. mas depois de casada a conversa é outra. Até outro dia alex45rjcentro@hotmail.com

 

 

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