Versatilidade Virtual

Olá leitores! vou relatar nesse conto uma ótima experiência que tive com um garoto aqui em São Paulo. Primeiro, vou me descrever; tenho 21 anos atualmente, cerca de 1,80m, uns 75kg, em ótima forma, tenho olhos castanho claro, cabelo preto bem escuro e uso-o arrepiado, pele morena bem clara. Me considero bissexual (não assumido e discreto), mas tenho mais interesse em garotos.

Vamos ao conto: Estava de férias na época. Numa bela tarde após ter voltado da faculdade, utilizava o Facebook, e conversava com amigos, até que me dá uma fome, e me despeço das pessoas com quem conversava, já pensando em desligar o computador, mas não o faço. Vou à cozinha e volto ao quarto com um pacote de Rufles e uma latinha de Coca-Cola que começo a ingerir. Estava muito calor, fazia cerca de 37°C e como num impulso, tiro a camisa após ter depositado o lanche na mesa do computador. A cadeira em que estava fica perto de um espelho e vejo minha imagem refletida, e admirando meu belo corpo (sou um tanto narcisista), me lembro há quanto tempo não tenho nenhuma relação sexual com ninguém. Me vem à mente a ideia de acessar o X Videos, site pornográfico que acessava muito na adolescência. Me livro da ideia, mas acabo entrando no bate-papo gay da Uol, e troco ideia com vários garotos, mas somente um prende a minha atenção. Trocamos MSN e trocamos ideias, mas nada relacionado a sexo.

Seu nome era Leonardo, tinha 19 anos e fora dispensado do exército à uma semana. Ele também era de São Paulo, porém, da Zona Norte, e eu da Zona Leste, mas como conversávamos muito e já tínhamos nos tornado amigos, marcamos um encontro, na verdade uma "saída" entre amigos, pois decidimos levar mais uma galera. Assistimos no cinema do Shopping D o filme "Anjos da Noite 4", o que foi muito divertido, principalmente por finalmente termos nos conhecido. Ele era bem parecido comigo; mais baixo que eu alguns centímetros, corpo em forma, embora eu fosse bem mais atlético que ele, por ter passado bastante tempo no exército. Usava o belo cabelo castanho com topete, pele branca e olhos escuros. Ao término do filme, já eram dez horas da noite, e como era quinta-feira, a turma se despediu com o pretexto de ter que acordar cedo para o trabalho (sorte minha trabalhar à tarde, embora estivesse de férias). Para os quatro amigos que restaram - Eu, Leo e uma amiga dele - sugeri um uísque no bar mais próximo. Ambos negaram, então, decidimos ir pra casa. Caminhamos juntos, os três até a estação do Metrô Sé, o que foi bem demorado. Nos despedimos, já com a promessa de nos vermos mais. Ia me virar para ir em direção à minha plataforma, mas percebi uma piscadela de Leo para mim, seguida de uma leve mordida no lábio inferior, o que levei na esportiva e respondi com um sorriso.

Cerca de uma semana depois, voltamos a nos encontrar, mas em um grupo menor, apenas ele, eu e mais duas amigas. Iriamos apenas ficar de bobeira no shopping, mas surgiu a proposta de um filme, e rapidamente aceitei, mas Gabriela, minha amiga e ex-namorada, recusou, por ter que trabalhar na manhã seguinte. Fomos então os mesmos três restantes da outra vez. Vimos "Fúria de Titãs 2", mas no meio do filme, a garota se despede, pois está muito cansada. Ficamos só Leo e eu, e como sempre fazia na internet, investiu. Estávamos em poltronas paralelas, então, ele tocou minha mão com a sua e pousou-a ali. Novamente, levei na esportiva e permaneci fixado no filme até que sua mão sai de sobre a minha e vai parar no ombro contrário a ele, num abraço aconchegante (o que não combinava nem um pouco com o filme!).

Relaxei e curti o filme até o fim. Quando estávamos já no metrô (já era quase meia noite - pegamos a sessão noturna), ia me despedir dele, mas fui impedido por um beijo surpreendente! A boca de Leo era perfeita. O beijo foi curtíssimo, ele se afastou e eu permaneci parado, olhando-o fixamente, apenas para ver sua reação. Semicerrei os olhos num olhar de questionamento o que o deixou envergonhado. Ele procurou um jeito de se safar da situação, olhando para o chão, mas eu gostava de deixá-lo nervoso então me aproximei e segurei seu queixo e o beijei. Esse sim havia sido um beijo digno! Nossas línguas se entrelaçaram e nossa respiração acelerou. Envolvi ele pela cintura, como estava habituado a fazer com as garotas, encostei-me numa parece e separei minhas pernas, ele se encaixou entre elas com as mãos no meu peitoral.

Em seguida, disse que ele estava se precipitando, pois estávamos em frente a uma estação de metrô. Sugeriu irmos ao seu apartamento, e eu aceitei. Pegamos o metrô e fomos sentados lado a lado, sem dizer quase nada a não ser coisas do tipo "você é louco!", que na verdade queria dizer "você é lindo demais!". Chegando ao belo apartamento, ele se dirigiu ao banheiro e eu, como se a casa fosse minha, liguei a TV e me instalei no sofá, já tirando o tênis e a camisa xadrez, ficando apenas com a camisa branca básica que usava por baixo. Quando Leo saiu (apenas de cueca), desliguei da TV e ele se atirou, com cuidado, em cima de mim. Nos beijando, fomos até o quarto e deitamos na cama, eu por baixo, de barriga para cima e ele por cima de mim. Depois de carícias e mais carícias, ele foi tomando a atitude de tirar minha roupa. Com total agilidade, tirou meu cinto e ainda me beijando, tirou meu pênis da cueca.

Se livrou de toda a minha roupa e me deu um belo trato. Coloquei as mão por trás da cabeça de deixei-o se divertindo. Ele brincou com meus mamilos chupando-os e acariciando meus cabelos, até que chegou a "ele". Nunca imaginei que iria ser levado à marte numa cama, mas ele abocanhou meu pênis com tal maestria que pensei estar subindo pela atmosfera terrestre. Num vai e vem constante, ele umedeceu todo o meu pau (de comprimento médio) e até meu saco. Eu sentia sua boca e sua língua quentes indo e voltando, me provocando arrepios, e não pude segurar alguns suspiros. Acho que ele se divertiria ali toda a noite, mas fiz com que parasse puxando de leve seu macio cabelo. Voltamos a nos acariciar enquanto trocávamos de lugar. Minha vez.

Agarrei o pau de Leo e comecei a chupá-lo freneticamente e fechei os olhos. Era relativamente idêntico ao meu. Algumas veias saltavam à pele, o que considero ligeiramente excitante. Fiz o melhor que pude, alternando entre seu pau e o saco. Ele quis ficar de pé, o que permiti, e voltando ao oral, ele fez sinal de que queria penetrar minha boca (ou, como dizem, foder minha boca). Fiquei parado enquanto ele mesmo fazia o vai e vem. No momento mais inesperado, sinto um jato de esperma em minha boca. Era espesso e delicioso. Iria engolir cada jato, mas antes que pudesse fazê-lo, ele me puxou e me beijou, fazendo com que dividíssemos seu sêmen.

Depois de beijos e mais beijos, ele mesmo pediu por penetração. Coloquei-o de quatro e comecei a colocar minha língua em seu lindo cuzinho. Beijei e chupei aquela bundinha deliciosa, e com um gemido, exigiu que fosse adiante. Me direcionei ao criado mudo ao lado da cama à procura de preservativo e lubrificante, mas fui surpreendido;

-Não tem nada aí, detesto essas bobagens!

Dei de ombros e lubrifiquei-o mais um pouco com a língua e parti pra cima. Encostei meu pau no cuzinho dele e mandei ver. Primeiro, bombei bem devagar, e ouvi ele suspirando, mas quando parou, eu comecei a ritmar. Sentia cada parte dele me envolvendo a cada bombada. Enquanto eu suspirava, ele gemia baixo. Ficamos pouco tempo nessa posição "cachorrinho" e fomos para a famosa "frango assado". Continuando de onde parei, dessa vez comecei já frenético, e quando percebi o orgasmo chegando, me curvei sobre ele e o beijei, diminuindo o ritmo. A sensação de gozo passou e mudamos novamente a posição, e me encostei na cabeceira da cama, sentado enquanto ele subia e descia, sentando em meu pênis, de frente para mim. Alguns minutos depois, me entreguei completamente e ejaculei enquanto nos beijávamos. Deitamos de lado e meu pênis tornou-se mole novamente até que saiu daquele belo cuzinho.

Nos curtimos mais um pouco, descansando, até que estávamos prontos para o próximo round. Como num replay, ele fez quase exatamente igual. Senti aquele belo pau delicado entrando e saindo do meu ânus. Senti total prazer no que ele fazia. Como fiz, ele também ejaculou enquanto eu "cavalgava" sobre ele. Senti aquele líquido espesso novamente me inundar. Esse é o lado bom da versatilidade; temos prazer sem a injustiça de apenas sentir dor e ter que ejacular se masturbando.

Terminamos nossas belas duas horas juntos com um banho e mais carícias.

Infelizmente, ele não estava afim de relacionamento sério, mas após essa vez, nos divertimos assim mais uma vez, até o dia em que tive que sair do Brasil.

Caros leitores, espero que tenham gostado da forma como narrei o acontecimento, e desejo felicidades a todos.

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