Uma viagem inesquecível

Estava estressada com o dia a dia da cidade grande que se tornou Fortaleza e resolvi viajar para a região Norte a fim de descansar. Cheguei em Belém e tomei um ônibus, à noite, com destino a Soure e que nos levaria ao hotel, um pouco afastado da cidade. Subi e me acomodei numa poltrona e, sozinha, virei-me para a janela e fiquei pensando em nada, quando ouvi a voz de um homem pedindo licença para sentar. Era jovem, atraente e cheirava a sexo. Estava muito frio dentro do ônibus. Ele, não sei porque, me perguntou se não gostaria de um cobertor. Não sei se ele percebeu que estava usando uma calcinha e que ela estava um pouco a mostra ou se o que o ataraiu foi meu jeito ou minha anatomia protuberante da bunda. Pois bem, ele trouxe um cobertor e me agasalhou. Dai em diante, comecei a pensar coisas, coisas que me davam tesão.

Em certo momento, fui me acomodar melhor com o cobertor na poltrona e toquei sua mão, sem querer. Gelei, mas o homem apenas segurou na minha mão e a apertava como quem dá um sinal. Entendi, aceitei e relaxei.
Um pouco mais tarde ele começou a sussurrar perguntando se ainda estava com frio e se podia me aquecer também. Respondi afirmativamente e senti de perto sua respiração, seu perfume e seu toque em meu corpo. Começou de maneira suave a me fazer carinho nas costas, nuca e de repente já estava pegando em minha bunda. Que delícia! Que sensação boa!

De forma discreta, ele guiou minha mão para seu pau, que já estava duro e volumoso. Acariciei-o de maneira suave, mas constante. E ele continuava a tocar em mim, até que em certo momento senti seus dedos tentando me penetrar. Estava um pouco incômodo por causa da poltrona do ônibus, mas tentei de todas as formas satisfazê-lo, criando meios de acomodar aqueles dedos em meu cuzinho.
Adormeci daquele jeito e acordei com a parada do ônibus em nosso destino. Olhei em volta e vi que o belo rapaz já havia deixado a poltrona, sem se despedir e sem mesmo dizer os nossos nomes. Angustiei com aquela atitude. Vi-o se misturar e desparecer no saguão do hotel acompanhado de amigos e amigas, supus, e fiquei bastante enciumada com a situação, afinal o homem que me teve por alguns momentos já me esquecera.

Desci do ônibus e fui fazer ckeck-in no hotel para em seguida subir ao meu quarto onde poderia tomar um delicioso e demorado banho, me cuidar e poder me vestir para sair um pouco. Assim fiz. Depois do banho coloquei um robe de chambre preto transparente que deixava ver a micro calcinha vermelha que vestia e que me acarciava o cuzinho, enquanto me preparava para descer ao hall, jantar e ver gente interessante já que havia perdido de vista meu homem de viagem.
Ouvi alguém bater na porta e estranhei, pois não havia solicitado nada ao hotel e mesmo assim fui abrir. Vi que era o ainda desconhecido do ônibus e disse que queria que ele fosse embora, mas fui arrebatada pelos cabelos e levada até a cama enquanto ouvia o meu homem dizer que eu era sua putinha, sua vadia e que ele era meu homem, meu dono desde o episódio do ônibus. Fiquei atordoada, sem entender absolutamente nada.
Imobilizada pela sua força comecei a gemer e chorar, ele repetidamente me dizia que eu era sua puta, sua vadia e pedia para eu dizer para ele que eu era tudo isso para ele. Com muita dificuldade fui afirmando tudo e disse ainda que queria que ele me fodesse toda e que podia fazer de mim o que bem entendesse.
A situação foi se acalmando e ele me despiu, me deixando só de calcinha. Sentado na cama ele me olhava, me admirava e me trouxe para perto, quando então começou a me acariciar o corpo e me beijava todinha.

Me fez deitar ao seu lado e me pediu para tirar sua roupa. Comecei esse ritual gostoso com muita sensualidade. Quando olhei, vi seu cacete já duro e ele imediatamente me guiou para chupá-lo e o fiz com avidez. Fizemos um delicioso 69! Colocava e tirava seu pau de minha boca de modo a lhe proporcionar prazer, suavemente e ouvia seus gemidos de prazer misturados com sua voz me chamando de puta vadia. Aquilo me fazia ir à loucura. Colocou minha calcinha para o lado e começou a me chupar, me lambia toda e procurava penetrar meu cuzinho com seus dedos agéis enquanto eu rebolava muito para facilitar a penetração.
De repente ele me joga na cama e diz que vai meter sua rola no meu buraquinho. Me colocou de 4 na cama e ficou em pé com o pau durissimo e muito vermelho de tanto que chupei. Peguei o creme que estava mais perto e ele lubificou meu cuzinho e começou a me penetrar, com muito jeito. Tentava meter a cabeça lustrosa em meu cuzinho já um pouco alargado, até que conseguiu enfiar tudo. No início doeu e eu gemia e ele me tapaeva a bunda com força. Mete e tira, mete e tira devagarzinho, até que senti seu pau todo enfiado no meu cu e suas bolas a tocarem minhas coxas, foram momentos excitantes, intermináveis. Ele tocava em meu pinto que permanecia inerte. Gozaria pelo cú, disse a ele. Ah, é? Perguntou ele. Pois tome rola no cu, sua quenga, safada, repetia ele.
O meu macho gozou no meu cu e inundou minha grutinha de porra quente e abundante que escorria e me dava mais tesão. Depois de recomposto, ele me forçou a chupá-lo novamente até gozar e eu sentir sua porra enchendo minha boca, sem tirar o pau de minha boca ele fazia com que eu engolisse todo aquele leitinho quente e maravilhoso.

Minutos depois ele se veste e diz que vai sair com os amigos e me diz para permanecer no hotel, pois não quer ver sua menininha andando por ai e dando mole. Me beijou avidamente e saiu.
Deitei para me recompor e colocar as idéias em ordem, pensando na ordem que acabara de receber. Pensei e resolvi me vestir: calça, botas e camiseta básica. Resolvi conhecer a cidade, mesmo sozinha, sem intenções de mais nada e com um pouco de receio.

Em um dos barzinhos avistei meu homem misterioso cercado de amigos e ao lado de uma bela mulher. Fiquei com ciumes e resolvi afrontá-lo. Sentei de frente e perto do grupo, assim ele poderia me ver e eu poderia captar alguma conversa. Eles bebiam, comiam e se divertiam muito, mas pude reparar no olhar do meu homem que ele me reprovava por estar ali. Depois de alguns drinques resolvi voltar para o hotel, pois no dia seguinte teríamos passeios a serem feitos.
Antes do amanhecer ouvi batidas na minha porta, assustada, abri e vi que meu homem estava enfurecido e com cheiro de bebida. Entrou no meu quarto e me pegou de jeito, me chamava de vagabunda, puta, cadela e que eu o havia desobedecido. Perguntava se eu ainda estava atrás de outros machos para me satisfazer. Tentava acalmá-lo, mas ele se mostrava transtornado. Quando começou a escorrer lágrimas no meu rosto, ele se aproximou e começou a passar sua língua para me enxugar. Por fim, consegui levá-lo para tomar uma ducha fria. Começamos o banho e fomos tirando nossas roupas. Ele começou a me beijar sofregamente, enfiava sua língua em minha boca e quase me deixava sem respirar. Chupava meus seios. Me pegava com força e me estapeava a bunda, que de branca pareceia mais um pimentão, de tão vermelha que ficou. Fomos nos entregando, nos acariciando cada vez mais, até que não resisti e me agachei para chupar seu pau. Colocava-o todo em minha boca, roçava a língua ao redor da grande cabeça de seu pau e ele ia a loucura. Eu fazia movimentos com a cabeça, de vai e vem, como se batesse nele uma punheta com a boca, sempre guiado por suas mãos. Sentia que seu corpo tremia de tesão e seu pau se avolumava em minha boca, mas antes que ele gozasse pedi que ele me fodesse como se trepa como uma puta. Me apoiei na parede, arrebitando o máximo minha bunda, quando senti a estocada de seu pau em meu cuzinho. Gemi e pedi que ele fosse carinhoso comigo. Sua puta, vadia, cachorra! Era tudo que ele dizia e batia em minha bunda com mais força. Conseguiu penetrar seu lindo cacete em minha bunda e me fez amor, como ninguém. Metia e tirava com sensualidade, e assim ficamos unidos por um bom tempo. Ele gemendo de prazer com seu pau todo enfiado em minha bunda e eu gemendo de dor e prazer. Senti seu pau crescer dentro de mim e acelerei o ritimo de meus rebolados para manter seu cacete ativo até levá-lo ao gozo. Quando aconteceu ele estremeceu e soltou um uivo de prazer e eu senti, novamente, a porra quente de meu macho inundando meu cuzinho e eu gozei também. Arriamos no chão do banheiro exaustos. Ele ainda queria mais e me levou a chupar seu pau, que fiz com muito gosto e sabedoria, devagarzinho, até levá-lo à loucura novamente. Gosto de porra na boca, porra escorrendo, cu dolorido, mas satisfeita, mais satisfeita ainda com minha desobediência. Ganhei um prêmio por ser uma menininha desobediente. Fomos para a cama e dormimos um pouco, esgotados de tanto gozo. Pouco mais tarde ele sai e diz que eu me prepare para a noite que vai ser o dobro do prazer. Não me preocupei mais, pois já o conhecia, pelo menos seu nome eu descobri: BETÃO! Fomos ao passeio mas não me saia da cabeça a surpresa que a noite me reservava.

 

 

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