Descobrindo o que é amor

Todo mundo quando jovem tem um melhor amigo, aquele que faz tudo junto com você, que brinca junto, apronta, estuda, faz bagunça e que até na hora de levar aquele esporro dos pais esta ali junto com você, pois bem eu também tive um amigo assim o William, eu morava em uma rua onde havia muitas crianças porem o nenhum dos meus amigos se comparava ao William quando brincávamos sempre dávamos um jeito de ficar juntos, fossem em duplas ou no mesmo time, estudávamos na mesma escola era parceria mesmo, porem com o passar do tempo quando íamos entrar no ensino médio os pais do William optaram por transferi-lo para um colégio militar tirando-o do colégio particular católico onde estudávamos tudo isso pelo fato dos pais dele terem se convertido ao evangelismo, ou seja, seus princípios filosóficos já não mais eram os mesmo da igreja católica, conforme os meses se passavam eu e meu amigo nos tornávamos estranhos um aos olhos do outro, apesar de morarmos na mesma rua, ele passou a me visitar apenas aos sábados e com o tempo nem mais me visitava, eu tenho a impressão que ele passou a ter vergonha de mim, pois se tornará o pegador do colégio, o atleta prodigo, chegamos ao ponto de eu ter noticias dele apenas por sua mãe, com o fim do ensino médio me mudei de cidade, fui cursar Relações Internacionais conforme me adaptava a nova cidade já era rara a lembrança do William na minha cabeça, e o sentimento que eu tinha por ele que julgava ser amor, já não passava de uma distante amizade que passou. Porem eu sabia que eu era gay apesar de ainda ser virgem já com meus 23 anos de idade eu sabia que era gay mesmo tendo só beijado alguns rapazes.
 
Então quando me formei por sorte fui contratado para o departamento de suprimentos de uma grande siderúrgica meu primeiro emprego e já era em uma multinacional fiquei louco dentro da roupa, na minha entrevista me rasgaram elogios fiquei tão feliz que comemorei em um bar com amigos a noite toda e pela primeira vez na minha bebi, e bebi muito que estava dizendo eu te amo ate para as pilastras de sustentação da boate, quando ia embora cismei de ir dirigindo quando chegava em casa perdi o controle do carro e bati no meu próprio portão acelerei demais para subir na rampa da garagem que acabei me esquecendo de abrir o portão como tenho seguro liguei para policia ir fazer um boletim pois o seguro cobriria o conserto do meu portão, mais que depressa entrei em casa escovei os dentes joguei uma agua no rosto troquei a camisa passei perfume e fui esperar do lado de fora não queria que o policial nota-se que tinha bebido pois bem, demorou uns 25 minutos me chega o policial um homem loiro alto com cara de mal mais ou menos uns 100 kilos e 1,95 de altura, juro, conheci pelo sorriso e sobrenome porque ele tinha crescido demais desde a ultima vez, quando ele me viu abriu um sorriso gigante e branquinho que me lembrou nossos tempos de infância, quando ele me percebeu disse – A não que mundo pequeno, veja se não é meu amigo de infância e ai Chris como você tem passado meu chegado, a voz do William estava muito grossa, eu apesar de não ser afeminado, tenho 1, 83 de altura, moreno chocolate 80 kilos, e um traço marcante olhos verdes, fiquei me sentindo indefeso perto dele e toda a sua masculinidade, enfim fiquei muito envergonhado/bravo/tímido com ele ali na minha frente o cumprimentei e já fui relatando o acontecido, depois de narrar o fato ele fez meu boletim mais como tinha outro policial apenas colheu minha assinatura e foi embora, admito que naquela noite não preguei meus olhos pensando naquele sorriso, que sempre se abria quando eu contava minhas piadas.
 
No outro dia era sábado, acordei de manha já liguei para minha seguradora relatei o acontecido, peguei meu carro, fui à delegacia peguei meu boletim de ocorrência deixei na minha corretora de seguras, e deixei meu carro na oficina autorizada liguei para um amigo meu me buscar, quando saímos ele me propôs irmos ao shopping tomar sorvete e deixar que as pessoas contemplassem nossa beleza e modéstia. Estávamos lá sentados quando me passa o William ele volta me cumprimenta, e olha apenas com cara de poucos amigos, para meu colega sem dizer nada a ele, ele me perguntou se tinha dado tudo certo com o carro disse que sim ele se despediu e foi embora, depois que meu amigo me deixou em casa, passou uns dois minutos o William ligou me chamando para almoçar eu topei para podermos conversar e ele me mandou sair que já estava na porta, ou seja, ele me seguiu pra ver onde eu ia com meu amigo, saímos para comer quando chegamos ao assunto que era inevitável ele me diz – Chris me desculpa ter me afastado de você, é que conhece minha mãe né, e toda a pressão que ele põe em cima de mim, me desculpa mesmo, eu apenas disse que sim que o perdoaria, porque sou fácil e não sei guardar rancor de ninguém, rimos um pouco comemos e fomos a minha casa começamos a assistir um filme e o que era certo se concretizou ele me beijou, admito que foi um dos beijos mais gostosos da minha vida, ate aquele momento, porem assim que terminou o beijo ele me disse – Topa namorar comigo? Mais ninguém pode saber Ok? E vamos sair só nos dois sem seus amigos, não quero ninguém achando que sou bicha. Mesmo contrariado com as condições eu topei, começamos um namoro camuflado mais o fato dele me desrespeitar e ficar com mulheres e ate fazer sexo com algumas me deixava insatisfeito mais ele sempre compensava minha insatisfação com sexo de qualidade eu sempre fui passivo, ate porque do meu ponto de vista sexo anal é bom demais... E faz um bem danado pra pele.
 
Após um ano desse namoro eu disse a ele que assumiria minha condição homossexual, e assim eu fiz, contei a minha família que era gay e que estava feliz, minha mãe disse que já sabia e meu pai ate gostou do fato de eu ser gay, acho que porque minha irmã era mãe solteira de 3 filhos que meu pai custeava ele não queria mais problemas, a aceitação que eu tive na minha casa me deixou muito contente mais o William não gostou nada, ficou bravo mesmo chegou a me agredir, me deu uma surra mesmo apesar de termos a mesma idade ele tem um físico muito mais preparado que o meu, não tive como me defender dele, chegou a deslocar minha clavícula, por sorte foi quando entrava de férias do trabalho, dei um perdido na minha família e fiquei na casa de um amigo me recuperando, não queria que ninguém me visse naquele estado o William literalmente sumiu de mim, fiquei vinte dias na casa desse meu amigo, depois de me recuperar voltei a sociedade, porem nada do William aparecer, mesmo tendo apanhado eu queria ele devolta, eu daria uma nova chance a nos dois, nossas famílias sabiam que havíamos voltado a ser amigos, resultado já faziam sete meses que não nos víamos, ate que um dia eu a trabalho pela siderúrgica fui a um fórum em São Paulo, e fiquei incumbido de trazer o novo gestor da unidade, que viria para administrar o cara era americano e queriam alguém familiarizado com a língua para guia-lo e eu fui o escolhido, quando fui a palestra esperava encontrar um senhor de idade com cara de ranzinza o padrão comum dos gestores desse seguimento, mais o que encontrei foi um homem lindo de 38 anos, cabelos curtos negros como uma noite chuvosa e olhos de um azul profundo e hipnotizante, nos cumprimentamos o nome dele é Paul, lindíssimo acho que pessoalmente o cara mais lindo que vi, tinha 1, 85 de altura, pesava uns 90 kilos parrudo mesmo, barba por fazer uma voz rouca tipicamente americana e um olhar sacana, conversamos a palestra inteira a ponto de eu não me lembrar de se quer um dos temas que foi abordado naquela noite... Por fim fomos ao hotel mais com tempo só de arrumar as malas as meninas da empresa compraram nossas passagens para muito em cima da hora, porem eram de primeira classe, eu achei que não ficaria lá pois só a diretoria viaja de primeira classe, mais o Paul exigiu que a pessoa que o acompanha-se fosse junto com ele, eu adorei né, minha primeira vez de primeira classe... Mais uma vez conversamos o voo inteiro, e no trajeto para casa também, quando ia deixa-lo no hotel, ele me perguntou se poderia ficar na minha casa, pois odiava hotéis tinha a impressão de ser sempre vigiado, como já estava há tempos na empresa tinha dado um Upgrade na minha casa ela estava muito boa, então topei fomos a minha casa, e entramos, pedi para que ele se acomoda e fui arrumar o quarto de visitas, quando voltei encontrei ele só com um shorts de pijama, e ele brincou – Nossa aqui no seu pais é quente mesmo. Fiquei doidinho ele estava com um short branco e sem cueca não tinha como não olhar para o volume do short ele obvio notou minha olhada e deu uma pegada no pau justamente para me provocar e chamar minha atenção me fiz de bobo conversamos mostrei a casa a ele como se ligava o ar, e fui dormir.
 
Outra noite que perdi meu sono, eu sempre soube que os americanos em suma são mais desprendidos quando o assunto é sexo, eles querem gozar não importa como apesar de também terem sua vertente conservadora no outro dia me levantei as seis me arrumei e fui ao quarto do Paul bati na porta estava geladíssimo lá dentro o cutuquei que pulou do edredom peladinho, e ficou dizendo – Minha nossa o despertador não funcionou, ai meu Deus me espera ai, vou me arrumar odeio chegar atrasado, tentei tranquiliza-lo disse que era por conta do jetleg por isso ele desmaiou na cama era fuso mesmo, mais que não tinha Nóia eu estava com a diretoria ninguém ia barrar nossa entrada por atraso. Porem a imagem dele pulando da cama, e seu pau pentelhudo e grande mesmo estando mole fica indo e vindo na minha cabeça, sai do quarto ele se arrumou e saiu do quarto com cheiro de 212 de Carolina Herrera, adoro a fragrância, fomos a indústria no meu carro eram apenas uns 20 minutos mesmo sendo fora da cidade era perto, trabalhamos o tempo foi passando e ele nada de se mudar da minha casa, porem já agia como se fosse dele, eu português já estava mais ou menos, porem o sotaque era uma gracinha, um dia do nada minha mãe vai me visitar, ela chega ele atende a porta apenas de bermuda e descalço minha mãe se apresenta e pergunta por mim, ele me chama, e minha mãe já vai falando – Muleque desalmado como você não vai em casa apresentar seu namorado pra gente, ai que rapaz mais bonito. Ela me chamou no canto e perguntou - Meu filho, ele tem a língua presa? Porque ele conversa tão engraçado? Não aguentei ri muito minha mãe é muito comédia, disse que era meu chefe era americano e não era gay, minha mãe ficou almoçou conosco um prato que o Paul preparou, no fim da visita minha mãe me entrega um convite de casamento, quando abro era do William que iria se casar, fiquei de cara, o cara tinha voltado para o armário mesmo, isso era ridículo demais, mais enfim, quem sou eu para palpitar na vida das pessoas? Quando minha mãe foi embora eu resolvi contar toda a historia para o Paul, já vivia comigo a quase um ano já éramos muito íntimos e ele poderia saber da minha vida. Quando terminei ele disse – Finalmente eu tive a certeza que você é gay, já estava ficando louco estou há quase um ano sem sexo esperando você me dar o sinal verde, eu estou querendo você desde quando cheguei, podemos namorar? Fiquei meio em choque primeiro que ele disse tudo em inglês então fiquei pensando se não tinha entendido errado, segundo um ano sem meter em ninguém em ninguém esperando? Terceiro se o pau mole é grande imagina duro... eu disse – Olha mais todo mundo acha que você tem um caso com a garota do suprimentos ele riu e disse – Não ela é minha amiga e sabe que sou gay, não escondo isso não, e ela sabe que quero você. Quando ele disse isso tudo fez sentido, por isso ela me jogava indiretas na hora do almoço querendo saber coisas de mim era pra contar para o Paul.
 
O Paul tem muita iniciativa, antes de eu responder a proposta de namoro ele já me beijo e foi um beijo com quase um ano de vontade, acho que por isso tinha tanta saliva e tem gente que diz que americanos são mais secos, ele beija gostoso, já foi me beijando e tirando o short como eu estava de olhos fechados só senti o membro quente tocando minha barriga, ele deitou por cima de mim no sofá e ficou se esfregando enquanto me beijava, eu nunca fui de dar no primeiro encontro mais esse nem era nosso primeiro encontro... então eu resolvi ceder, ele foi me beijando e levou minha mão esquerda ate o pau dele e comecei a punheta-lo ele dava uns gemidinhos gostoso, mais confesso que naquela posição eu já estava me afogando heheh ele começou a chupar meus mamilos doeu um pouco eles estavam sensíveis, mais estava gostoso e decidi deixa-lo fazer o que quiser o Paul me mandou chupar ele em português o que eu achei fofinho ele disse – Chupa eu, mais do que depressa eu obedeci e cai de boca na rola dele, confesso que adoro chupar uma vara, ainda mais quando o cara corresponde com gemidos e respiração ofegante fiquei mamando ele muito, o controle dele é ótimo, o pau dele ficava cada vez maior, por fim quando olhei era uma rola branca, da glande rosada enorme media 24 cm eu nunca tinha visto nada assim pessoalmente só em pornôs, achava que nem existia, ele me virou de costas e enfiou a língua na minha bunda o William nunca tinha feito isso enquanto ele metia a língua na minha bunda comigo de quatro ele batia uma pra mim e disse – parece que to te ordenhando, comecei a rir que desconcentrei estava tão gostoso que gozei – ele riu e disse, se nada der certo vou montar uma fazenda de gado leiteiro ordenhar eu já sei, começamos a rir, eu sempre encarei sexo como algo serio, mais com o Paul era diferente eu estava tão relaxado que ele me enfiou o pau de uma vez, sentia apenas uma fincada que senti meu coração batendo na bunda ele deitou por cima de mim no sofá e me deixou acostumar com aquele pedaço de carne nas minhas entranhas e começou a bombar bem devagar, e foi acelerando por fim foram uns 40 minutos ininterruptos me comendo eu já não aguentava mais quando ele gozou, senti apenas os jatos fartos e quentes nas minhas costas, e no final ele ainda disse – MuUUU comecei a rir de novo, ele é muito palhaço, ele saiu de cima de mim tomou um banho e foi pra cozinha eu só ouvi o barulho das panelas, o Paul cozinha muito bem, mais não lava uma colher que ele suja sobra tudo pra mim, depois de uns vinte minutos fora ele volta com quatro sanduiches me oferece eu digo que não e ele comeu os quatro com leite achocolatado, aquilo deve ter virado uma bomba na barriga dele, depois dessa noite de sexo nossa vida mudou muito passamos a ser um casal mesmo, éramos muito ligados, o Paul é perfeito, só não me dá muita atenção na hora dos jogos de futebol na tv, ai nem adianta eu querer que a preferencia é da televisão... Mais também não poderia ser bom em tudo né ele agora cismou de ser flamenguista ate em jogo eu já tive que ir, passado algum tempo chegou o dia do casamento a essa altura todo mundo já sabia que eu havia me casado com um homem, mais ninguém me discriminava.
 
Fomos ao casamento, estava entrando na igreja o William me chamou a sala do noivo e me disse – Minha mãe me disse que você casou, porque fez isso Chris? Porque viver com um homem? Se você se casa-se com uma mulher nossa vida poderia ser perfeita como era? Eu interrompi muito puto com ele e disse – vida perfeita? Você ficava com mulheres, me ignorava na rua, e em casa me chamava de amor. Onde esta a perfeição disso? Se enxerga William, você só esta se enganando e enganando a essa mulher isso não vai durar, e se durar não será nenhum pouco feliz, ele com os olhos chorosos tirou uma chave e alarme do bolso e me entregou dizendo – Eu nunca tinha entregado minha cópia da chave, me desculpe por tudo, mais é fato que acabou e você não passa de uma bicha, mais uma vez eu interrompi e disse – Pois é Will mais tem que ser muito macho para ser bicha, e mais macho ainda de ter peito e assumir a felicidade, macho assim você nunca será meu querido, seja feliz, mais cuidado você tem teto de vidro.
Sai da sala e fui de encontro ao meu Paul que estava roendo unha sentado quietinho, e nessa hora cheguei a uma conclusão o homem da minha vida é ele, eu sempre gostei de administrar, tanto é que até a unha do pé do Paul sou eu quem corta ele é totalmente dependente, mais como chefe na indústria é brilhante e severo as vezes mais desconto tudo em casa, na indústria todos sabem, tanto é que ficamos ainda mais respeitados por isso, o William eu nunca mais vi, a ultima noticia que soube é que a mulher dele estava gravida, e que a mãe dele a ficava exibindo para todos da vizinhança, não pude sentir outra coisa a não ser pena daquele rapaz que optou satisfazer os desejos superficiais da mãe a tentar ser feliz na vida, enquanto uns dão a cara para bater e correm riscos buscando a felicidade, outros vivem no comodismo e se rendem a padrões medíocres de vida em sociedade.
 
 

 

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Gostei muito

Adorei o seu conto, tambem torço que seja real afinal todos nos que temos a coragem de encarar a vida em nome da felicidade temos o direito a ela...

Gian

Oi Gian. Não me chamo Paul, mas gostaria muito de ser o seu macho. e-mail: wboomer_1890@yahoo.com.br

Amei

Gostei muito do conto ...tenho 16 anos e tenho dupla nacionalidade...tbm encontrei meu Paul que se chama Fernando...ele é td para mim,nossos pais sabem sobre nós ele tem 18 anos...rrealmente eu não esperava por um romance igual ao que eu tenho com ele , mas coisas estranhas aconteces guando menos esperamos né?kkkk...o meu nando tbm tem o msm problema nao lava uma louça quem lv sou eu e..tbm nem arruma o quarto dele eu tenho que mandar....claro tenho meus metods....rsrsrs desejamos muitas felicidades para vcs

..

Nossa, eu nao queria acabar de ler esse conto, vc escreve tão bem que até parecia que era eu que estava vivendo esse romance rsrs o william deve ser lindo

Adorei seu conto,até chorei

Adorei seu conto,até chorei (espero q tenha sido verdade) ,passei por uma situação parecida, mas ainda ñ tive a sorte de encontrar o MEU Paul !!
Mas quem espera sempre alcança né?! Felicidades pra vcs!!

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