Segredos de uma mulher casada II

Ali estava eu, uma mulher bem casada, resolvida, a beira de cometer minha primeira infidelidade. Meio tonta, sem nenhuma resistência, me vi sendo levada para um canto mais ermo do bar, uma porta se abriu e entramos numa espécie de quartinho bem arrumado. Uma luz tênue iluminava o ambiente criando uma atmosfera de luxuria. Fui agarrada, uma vez mais seus lábios tocaram os meus e enquanto sua língua passeava em minha boca, suas mãos febrilmente desabotoava meu soutiem. Ao surgirem meus seios, duros pelo extremo tesão, ele se pôs a beijá-los, lambe-los e suas mãos não paravam, puxavam agora a minha saia para baixo e de repente, eu estava deitada de calcinha apenas, com as pernas abertas e uma boca a sorver meu clitóris esfomeadamente. Fui às estrelas! Nunca havia sentido tal sensação! Acho que o clima do proibido e a presença máscula de um outro homem despertaram uma puta que eu mesma desconhecia existir.

 

Em alguns instantes senti uma cabeçorra de pica forçar a entrada de minha buceta, já não escondia meus gemidos que mais pareciam urros, senti milímetro a milímetro aquele pau enorme avançar pela minha estreita buceta, gozei, gozei, gozei, não sei quantas vezes, e atordoada pelos intensos gozos, me vi de bruços e senti aquele maravilhoso pinto vencendo as resistências de meu cuzinho tão pouco explorado. Não sei quanto tempo ficamos até porque perdi a noção do tempo.

Senti-me ao final abraçada a aquele macho que repousava sobre mim, uma paz há muito tempo não sentida. Sentimentos de vergonha tentaram se insinuar mas o prazer que acabara de viver era maior. Fui enlaçada pela cintura e levada a um pequeno banheiro onde havia um chuveiro. Debaixo de uma água morna senti novamente seu pinto crescer e ali mesmo virei-me para que ele me penetrasse onde desejasse. Ele gostou de meu cuzinho e estimulado pela água que descia facilitado a penetração iniciou um vigoroso movimento de vai e vem que me desejava nunca terminar. Senti quando suas golfadas de gozo entraram em meu reto, era uma sensação de prazer imensurável, seu semem alisava meu cuzinho que permaneceu em contração depois que aquele pinto saiu.

 

Tomamos mais um banho, nos vestimos e rapidamente voltamos a nossa mesa. Aline já estava lá e com um sorriso maroto, percebeu o que eu acabara de viver.
Temíamos que pudesse haver alguém que me conhecesse assim mantivemos as aparências mas sentados colados um ao outro, não podíamos evitar as mãos se tocando, e meu desejo se reacendendo.
Olhando o relógio me assustei, era muito tarde e a chuva havia passado.

Gentilmente Rodrigo ofereceu-nos uma carona. Sentada no banco traseiro com o Sidney, tendo os olhares complacentes da Aline que se esbaldava com o Rodrigo no banco dianteiro, deixei de lado os meus pudores e me entreguei as caricias daquele moreno maravilhoso que me fez sentir uma verdadeira mulher.

 

Fomos deixadas nas proximidades de casa, nos despedimos efusivamente sem promessas de reencontros, mas o clima que ficou, deixou a certeza de que eu estava apenas me iniciando nesse maravilhoso universo do prazer sexual.
 
Meu marido chegou em casa quando eu já dormia e assim não comentamos nada sobre o nosso dia.
Dia seguinte era final de semana e o Claudio tinha um convite para ir à casa de seu chefe de trabalho. Era um churrasco em uma chácara numa cidade próxima da nossa. E lá fomos nós.

Chegando, quase todos os colegas do Claudio vieram me cumprimentar, e alguns, pela amizade e intimidade, comentavam que eu estava linda! Tinha escolhido um shortinho branco, justo, que realçava as minhas formas, Claudio não se importava de me ver com roupas mais sensuais.

 

Os homens se juntaram e formaram grupos; uns foram fazer uma pelada e outros jogar truco. Eu estava um pouco deslocada porque não conhecia bem as mulheres presentes, de qualquer forma procurei me juntar a um grupo que estava na beira da piscina.
As conversas frívolas foram me entendiando e justificando um mal estar saí para tomar um pouco de ar.

A Marlene, esposa do Rafael, dono da festa, havia se mostrado ser uma pessoa alegre e envolvente. Me viu parada perto de um caramanchão e me chamou para ajudá-la na cozinha. Estávamos nós duas preparando o almoço quando o Rafael entrou. Beijou vorazmente sua mulher Marlene e em seguida se dirigiu a mim enaltecendo minha beleza. Pediu-me então que o autorizasse a me dar um abraço. Estranhei, olhei para a Marlene que ria muito e deixei. Ele veio de frente me apertou fortemente, senti suas mãos massagearem minha bunda e devo ter ficado vermelha porque a Marlene em seguida pediu-me para não se acanhar, Rafael era assim mesmo.

 

O que poderia eu dizer ou fazer? Nada. Mas aquele abraço acendeu novamente a minha chama de puta. Se olhassem mais de perto poderiam ver que a minha bermuda teria uma certa umidade.... Daquele momento em diante, sempre que entrava na cozinha, Rafael não perdia tempo, me abraçava intensamente, e num dado momento, como eu estava de costas, ele simplesmente se encaixou em minha bunda, enlaçou-me a barriga e beijou varias vezes meu pescoço... com a Marlene ao lado senti que iria desfalecer. Marlene percebendo meu transe, pegou em minha mão e me levou ao seu quarto. Ligou o ar condicionado, tirou a minha blusa, o meu shortinho e pediu para que relaxasse. Fiquei preocupada com a possibilidade de Rafael entrar mas ela me tranqüilizou pois todos estava muito eufóricos jogando bola ou truco.

 

Adormeci, e de repente sinto alguém deitando ao meu lado. Imaginei que Claudio por ter bebido demais, estaria vindo fazer-me companhia. Senti que se encostou em mim, mãos avançaram em minha frente e penetraram em minha calcinha descendo até minha rachinha. Gemi imediatamente e abri as pernas permitindo com que dedos ágeis penetrassem minha buceta. De repente percebo que as mãos são mais peludas que as de meu marido e olhando surpresa vejo o Rafael tendo a Marlene ao seu lado sorrindo meigamente para mim.

Não acreditei no que estava acontecendo. Rafael me bolinava enquanto a Marlene tirava a roupa. Rafael baixou minha calcinha e mamava nos meus seios. Marlene deitou-se com a boca em minha buceta e começou a chupar de uma forma tal que meu corpo irradiava eletricidade. Meu corpo começou a ter movimentos independentes eu não conseguia pensar em nada, eu só queria mais e mais.

 

Depois que a Marlene chupou minha buceta, Rafael veio por sobre mim, ela pegou o seu pinto, dirigiu para a minha buceta e num único movimento, ele atolou totalmente o seu pau fazendo-me dar um grito abafado. Eu estava numa posição de frango assado, com as pernas todas para cima, seu pinto socava profundamente a minha buceta e meu cú ficava a mostra, foi nele que a Marlene se concentrou e começou a beija-lo, enfiar a língua, um dedo, dois dedos, três dedos, senti meu cu sendo alargado e a sensação somada ao pinto que socava minha buceta levava-me ao paraíso.
A mão da Marlene pega o pinto do Rafael e dirige para o meu cu. Novamente ele exerce força total e num único movimento recebo todo aquele pinto em meu reto, era prazer demais para mim.

Permanecemos não sei quanto tempo fodendo. Rafael mostrou sua virilidade comendo a Marlene e eu, num gesto de agradecimento, chupei-a toda e durante a penetração do Rafael, bolinei o cuzinho da Marlene fazendo-a gozar seguidamente.

 

Tomamos banho e estratégicamente saí com a Marlene do quarto me juntando ao meu marido que brigava no jogo de truco.
Rafael se encontrou conosco como se há muito não nos via.

Pela segunda vez, eu, uma mulher casada, sem neuras, havia me entregado aos prazeres da carne e o melhor; havia adorado.

 

Desta vez meu sentimento de culpa foi muito menor, estava começando a gostar de trair meu marido, de provar outros pintos e bucetas.

Estava encontrando minha verdadeira vocação

 

 
Continua

 

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