Segredos de uma mulher casada IV

Tomei consciência de que estava me aventurando em uma situação de grande risco. Além de estar me entregando a um outro homem, esse homem era chefe de meu marido e estávamos nos amando em minha casa, na cama em que dormia com meu marido.
O tesão era imenso porisso os riscos começaram a perder sua importância, afinal La estava eu, deitada em minha cama, tendo as minhas roupas suavemente retiradas por um homem intenso que sabia amar como ninguém. Abaixei o retrato de Claudio no criado-mudo e me senti mais liberada.

Alberto deitou-se ao meu lado e começou a alisar-me, suas mãos grossas passando pelo bico dos meus seios, descendo pela barriga, passando pelo umbigo e chegando ao meu monte de Venus me causavam um intenso frisson. Eu estava toda arrepiada e Alberto se divertia com isso. Ele então me conduziu lentamente até seu pinto que estava duro que nem um pau e me fez beijá-lo. Admirei aquele lindo falo e mergulhei nele, chupei-o vorazmente. Ele era muito grosso e longo, ainda assim tentei introduzi-lo totalmente em minha garganta, apesar de sentir uma espécie de afogamento, aquele pau mexia com as minhas amídalas e me proporcionava um enorme tesão. Pela primeira vez senti um gosto de esperma na boca e na garganta, quando percebi que ele ia gozar tentei tirar a boca, mas ele a reteve minha cabeça me obrigado a receber jatos e mais jatos de porra quente até então nunca provados. Meu marido era muito higiênico e não gostava de me ver chupando seu pau. A quantidade de porra de Alberto quase me fez engasgar, mas, no clima que eu estava, degustei aquela substancia branca, densa e acabei gostando de seu sabor. Alberto vendo que escorria porra de minha boca veio beijar-me e sorveu também uma parte de sua própria porra.

 

Ai foi a vez de Alberto me levar as nuvens. Ele acomodou-se no meio de minhas pernas, abriu-as bem e começou um movimento de língua ao redor da minha buceta que me fazia jorrar um líquido que Alberto satisfeito sorvia. Em um dado momento senti que algo me penetrava, estranhei já que Alberto continuava com seus lábios em minha buceta, levantei-me e pude ver um enorme penis preto de borracha, o dobro do pinto de Alberto, ele forçava a entrada e minha buceta tinha que se dilatar toda para poder receber aquele imenso falo. Adorei a novidade e me entreguei as suas caricias. Farta de gozar, vejo Alberto levantando as minhas pernas deixando o meu cuzinho totalmente exposto. Temi não agüentar, mas não deu tempo, Alberto enfiou o penis preto na boca molhando-o totalmente e o introduziu em meu cu, dei um grito que deve ter acordado a vizinhança e mais quem estivesse por perto, mas agüentei e Alberto desceu minhas pernas ainda com o falo no meu cu e enfia seu pinto em minha buceta, senti por dentro dois falos a me invadirem, não sei descrever as sensações, mas posso assegura que foram únicas, era a minha primeira vez de dupla penetração e eu estava adorando.

 

De repente a porta do meu quarto é aberta e sem que eu pudesse imaginar, minha filha Fátima entra em meu quarto e me vê com um pinto enorme em minha buceta, um outro em meu cu e um homem que não era o seu pai sobre mim beijando-me sofregadamente.
Eu não sabia o que fazer.
Alberto não sabia o que fazer.
Eu não considerei em nenhum momento que minha filha pudesse estar em casa, afinal ela havia me pedido para ir à fazenda com seu noivo e só retornaria no domingo ou segunda, algo tinha acontecido para ela retornar mais cedo.
Ela sai apressadamente do quarto, sem nada falar, afinal o que falar?
Alberto sai de cima de mim, tira o falo de meu cu e nos sentamos na beira da cama imaginando o que fazer.

Peço para que ele me espere, ponho um roupão e vou até o quarto de minha filha, lá eu a encontro em prantos. Aproximo-me, abraço-a e sem nenhuma palavra, beijo seu rosto e faço-lhe carinhos. Passados alguns minutos, ela me olha e pergunta; por quê??? Eu não tenho palavras, só me resta explicar que foi um momento de fraqueza, a necessidade de ter uma relação sexual mais intensa, a descoberta que tive do quanto ainda tenho para dar e receber. Fátima que acabara de completar 18 anos, tentava entender tudo o que aconteceu.

 

Contou-me então que havia brigado com seu noivo. Ele tinha bolinado com ela o tempo todo e quando ela esperava que ele pudesse fazê-la feliz, afinal ainda era virgem, ele decidiu ir dormir dizendo que preferia esperar a lua de mel em seu casamento.

Ela ficou muito revoltada com o noivo pois sabia que ele se satisfazia batendo punheta ou saindo com amigas que lhe ofereciam sem compromisso enquanto ela, ainda virgem, não tinha muitas opções de gozar. O silencio se fez no quarto. Enxugando as lágrimas Fátima me olha nos olhos e diz; eu quero que o homem que esta em seu quarto me coma agora, eu quero perder a virgindade hoje! Achei um absurdo ainda que entendesse sua carência, mas, e seu noivo? Como ele reagiria caso percebesse que ela não era mais virgem? Ela me responde que com ele ela resolveria. Fiquei sem palavras... A proposta da Fátima trazia também o seu preço do silencio. O silencio de não dizer nada ao seu pai.

 

Pedi para aguardar e retornei ao meu quarto. Contei ao Alberto todo o acontecido e a expectativa de minha filha. É lógico. Alberto se sentiu um rei, um imperador, imagine, estaria comendo mãe e filha e ainda por cima sendo o primeiro homem da Fátima !!!
Pedi que fosse carinhoso e não forçasse a barra no que é claro, consentiu.

Chamo e Fátima adentra ao quarto, esboça alguma timidez e deixa-se mostrar por entre o fino tecido de um robe de seda. Ela vem e senta-se na beirada da cama, sento-me ao seu lado e libero Alberto para se aproximar. Ele pega docemente suas mãozinhas e a levanta. Tira seu robe e surge diante dele um corpo escultural jovem, energizado, tira seu soutiem e dois seios do tamanho de uma maçã surgem imponentes, senta-se e abaixa a sua calcinha surgindo uma buceta linda, com penugens claras e uma testa proeminente. Ele a deita carinhosamente ainda com as pernas para fora da cama. Ajoelha-se e começa a lamber a buceta de minha filha languidamente. Passo as mãos em seu rosto que esta com os olhos fechados, a boca entreaberta deixa passar murmúrios de prazer, prazer que ela esta sentindo pela primeira vez....

 

continua

 

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