Homens: pressão para serem “sexualmente dominantes” atrapalha comportamento de casais

Da mesma forma que há quem diga que mulheres são péssimas motoristas, existem pessoas que acreditam na ideia de que homens devem ser “sexualmente dominantes” em relação a elas, como se a decisão de ter uma relação sexual dependesse apenas deles, e não de um consenso com a parceira.

De acordo com estudo publicado recentemente, essa crença não prejudica apenas as mulheres, mas também os próprios homens – que se veem pressionados a cumprir o papel de “dominadores”, mesmo que não corresponda à realidade dos relacionamentos.

A ideia do “domínio masculino”, segundo os pesquisadores, está vinculada a um sexismo mais hostil, à menor tolerância em relação à luta pelos direitos femininos e à maior ocorrência de comportamentos sexuais de risco – como o de manter relações sem uso de preservativo. Foram ouvidos 483 estudantes universitários (357 mulheres e 126 homens) dos Estados Unidos.

“Estes resultados sugerem que crenças sobre poder podem desempenhar um papel importante no comportamento sexual tanto de homens como de mulheres”, escrevem os autores. Eles apontaram também que, entre aqueles que eram influenciados pela ideia do “domínio masculino”, o interesse no uso de preservativo feminino (que daria maior “controle” às mulheres em uma relação) era menor.

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