Sou seu macho

Meu nome é Heber, tenho 46 anos e uma profunda atração por rabinhos largos ou apertados, não importa. Era muito bem casado, tres lindos filhos, branco, 1.78m, 80 kg, e modéstia a parte, tenho um pinto de fazer inveja a muitos homens. 22 cm de puro prazer por 6cm de diâmetro, e uma cabeçorra grande e rosada, que fazia a alegria da mulherada. Acontece que gosto mesmo é de comer cu e as mulheres fazem muito cu doce, e dá uma trabalheira danada. Por isso, as vezes saía com homens.

Conheci Edu a 4 anos atrás numa sala de chat exclusiva para gays. Começamos a conversar e ele me contou que também era casado, mas que adorava ser penetrado. Tinha 45 anos, amava profundamente a esposa, mas se sentia infeliz por não poder dar mais vezes seu lindo rabo. Pronto... tinha achado um par perfeito, só faltava descobrir se era verdade tudo o que me dizia. Marcamos um encontro num bar na Vila Olímpia ( o Rabo de Peixe) para um chopp e reconhecimento do terreno. Após nos identificarmos, sentamos em uma mesa e começamos um papo agradável, e logo Edu já me confessava estar morrendo de tesão. Da minha parte, só pensava em seu cuzinho agasalhando minha tora, não queria saber de romance, atração, essas coisas. Fomos para um apartamento que ele mantinha para esse fim. O apartamento era cuidadosamente arrumado, sem frescuras, mas de muito bom gosto. Ele foi logo segurando meu pau por fora da calça e disse: "Estou louco por pica, mas antes vou dar um trato em você". Respondi: "Nem vem com beijo na boca e namorico. Meu negócio é atolar o pau num rabo gostoso e pronto". "Você vai gostar, eu prometo". Entrou no quarto e voltou com um roupão curtinho de seda, que dava pra ver um pedaço da sua bunda e o seu pinto ainda meio mole.

Mais que depressa eu fui tirando a minha roupa, e quando ele viu meu pau duro apontado pra ele, soltou um longo suspiro, e pediu que me sentasse na poltrona. Sentei. Ele então ajoelhou-se e começou a chupar os dedos dos meus pés, um a um. Era uma delícia, enquanto ele adorava meus pés, eu me punhetava bem devagar. Então foi lambendo minhas pernas, minhas coxas, até chegar no saco, onde se demorou um pouco mais. Aquele homem era um mestre nas lambidas e eu já estava impaciente pra atolar o pau naquela bunda peluda. Continuou lambendo, chegando na base do pau, subindo até a cabeça, e estalando a língua, saboreava o mel que já saía. Era uma bicha adorável. Aos poucos foi engolindo meu cacete, fazendo movimentos com a língua que me deixavam alucinado. Quando percebia que eu ia gozar, parava um pouco, falava qualquer coisa e começava de novo. Ficamos assim por uns 15 minutos, quando eu disse que não dava mais pra segurar, e ele então ficou em pé de costas pra mim, e foi abaixando a bunda até seu rego encontrar meu caralho. "Não vai passar nenhum gel pra facilitar?" "De jeito nenhum... quero sentir você me rasgando. Faz 2 meses que não dou o cu e quero sentir tudo, o gel só vai atrapalhar." Eu vibrei... afinal, um cu arrombado cheio de gel, acaba por parecer uma buceta. Eu segurava meu pinto e roçava no rego, procurando seu buraquinho.

Quando encontrei, segurei-lhe com a outra mão pela cintura e pedi: "Senta, gostosa!" E ele devagarzinho foi engolindo meu pau, que entrava justinho. Primeiro a cabeça, que ele punha e tirava, me deixando doido, depois entrava mais um pouquinho, mais um pouquinho, até sua bunda encostar na minha barriga. Ele gemia e mexia com o corpo, mas bem devagar. A essa altura, eu já estava conseguindo novamente controlar a ejaculação e o deixei ficar curtindo um pouco a sensação de ter o cu cheio de pica. Ele mexia muito devagar, parando as vezes, dizendo querer prolongar aquele momento, apesar da dor que estava sentindo. Muito sem graça, senti vontade de segurar no seu pau, e comecei a punheta-lo. Seu pau era pequeno, porém duro como pedra e logo acabou lambuzando minha mão de porra. "Gozou antes de mim, né sua bichinha safada? Agora quem vai gozar é o papai aqui, e do meu jeito. Vamos pra cama que eu vou te comer de 4, como uma cadelinha vadia. Agora eu vou te fuder como você merece". Ele então se levantou bem devagar, desencaixando seu cu todo arrombado do meu pinto e fomos pro quarto. "Chupa de novo daquele jeito e depois fica de 4"... ele então me fez outra bela chupeta e se colocou de 4. Abri bem a sua bunda com as mãos e fiquei por uns segundos observando aquele cu meio aberto e piscando pra mim.

Não resisti e deu minha primeira linguada num cu. Gostoso. Arrisquei enfiar a lingua um pouquinho lá dentro, com medo de sentir gosto de merda, mas estava tudo limpo... delicioso. Macio...parecia seda... ele rebolava na minha língua e me chamava de seu macho. Chupei gostoso aquele cu e depois meti todo o meu pau de uma só vez. "Desculpe a violência, gatinha, mas teu macho precisa gozar. Depois eu faço direito." E comecei a socar com força naquele rabo delicioso. Ele ia e vinha com o corpo pedindo mais pica. Em 5 minutos, não aguentei e despejei minha porra dentro do seu cu. O gozo foi tão forte que caí pro lado desfalecido. Ele então, aproveitando que ainda estava duro, sentou-se novamente no meu pau e ficou assim até ele amolecer totalmente. Fodemos mais 3 vezes nesta noite e marcamos um novo encontro para daí a dois dias. Fiquei viciado nele, e nos tornamos amantes. Ele cada vez mais se especializava em me dar prazer e agia como uma verdadeira gueixa. Beijo na boca nem pensar?

Nem pensar em parar... Adoro comer minha boneca na posição papai e mamãe enroscando nossas línguas. Aquele apartamento se tornou nossa segunda casa e passamos todo o nosso tempo livre juntos, fazendo o que mais gostamos: ele dando e eu comendo seu cuzinho louco por pica.

 

 

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