Tarado pelo genro

Eu sou o Dr. Luiz. Sou o homem mais rico da minha cidade. Sabe como é: fazendeiro, dono da revendedora VW, da rádio e da TV locais, do único time de futebol. Mas pra mim nem todo o dinheiro no mundo vale um pentelho do meu amado, o Jorjão. Ele é jogador de futebol, o craque do meu time. E também é o meu genro querido. Conheci o Jorge garoto, jogando em time de várzea. Logo vi que ele era bom de bola. E adivinhei o membro avantajado balançando dentro do calção. Me amarrei... Contratei no ato.

Ele foi crescendo, ganhando corpo, e hoje é um lindo negão, alto e musculoso, um apolo afrobrasileiro! Eu morria de tesão por ele mas não tinha coragem de tomar a iniciativa. Roubava na lavanderia do clube os suportes atléticos que ele tinha usado e me masturbava cheirando o seu delicioso budum de macho negro. Enrolava um monte de suportes e enfiava no rabo, imaginando que era a pica dele, que eu ainda não tinha visto. Um dia bolei um plano. Levei o Jorge pra jantar lá em casa e apresentei à minha filha Lurdinha. Sou viúvo, minha mulher morreu no parto. Só tenho a Lurdinha, muito feiinha, mas enfim é minha filha. Ela se encantou pelo Jorge e logo ficaram noivos. Casaram-se e ele foi morar lá em casa. Eu não dormia de noite ouvindo os gritos da Lurdinha, sendo comida por aquele negão. Imaginava que era eu que ele comia... Jorjão andava pela casa só com as calças do pijama, desenhando os culhões e o enorme caralho, me levando à loucura. Lurdinha engravidou e logo começou a enjoar. Os gritos à noite pararam, ela passou a rejeitar o marido. Jorjão andava zangado, quebrando coisas, chutando os móveis. Aí convidei minha irmã pra passar umas férias com a gente.

Pedi que ela levasse a Lurdinha pra fazer compras no shopping da cidade e depois ver um filme. Pela primeira vez fiquei a sós com o Jorjão. "Vamos fazer uma sauna?", convidei. Lá dentro ele meteu a mão na sunga e ficou brincando com o pau. "Dr. Luiz, o senhor não imagina o que eu tou passando..." "O que é, Jorjão?" "Desde que a Lurdinha ficou grávida nunca mais a gente transou." "Eu sei." "Ela contou?" "Não. Ela parou de gritar à noite." "Poxa, o senhor perdoe, não leve a mal. Não sei porque ela gritava tanto..." "Será que é porque você é muito... avantajado?" "Já reparei que o senhor fica olhando pra minha virilha. Tá a fim de ver?" "Se você quiser mostrar..." Jorjão puxou pra fora o cacete ainda meio mole. Fiquei olhando fascinado enquanto ele se acariciava, me olhando, aos poucos fazendo o membro ficar bem duro. Meu queixo caiu quando vi o Jorjão em toda a sua majestade! Era imenso. Descomunal. Sem comparação. Na minha juventude, antes de me casar, eu transei com muitos homens, na maioria negros como ele. Os mais bem dotados não eram nada perto dele. Uma senhora pica, muito grossa, longa, com um cabeção que seria assustador se não fosse tão atraente. "Nossa Jorjão, o incrível é que a Lurdinha tenha sobrevivido a isso!" "Coitada... O pior é que eu me amarro em comer cú e sempre tento comer o dela. Mas dói demais, ela não deixa. O senhor gosta?" "De que?..." "De tocar punheta...

O senhor sendo viúvo, eu imagino..." "Ah, sim, claro..." "Então vamo tocar uma, a dois?" "Vamos..." Tiramos as sungas e meu cacete, que já estava duro, pulou pra fora. Jorjão se masturbou me olhando com tesão. "Você quer que eu dê uma mãozinha?" "O senhor não se incomoda?" Eu estava doido pra pegar naquela pica deslumbrante, negra e lustrosa, grossa e poderosa. Agarrei com as duas mãos, que não se fecharam em volta, e ele fechou os olhos. Com a boca cheia dágua, puxei a pele negra pra baixo, liberando o cabeção, que pulou pra fora já melado e reluzente. Deslizei as mãos, tremendo, ao longo da imensa tora, até apalpar os culhões cheios, a ponto de estourar. Era uma força da natureza! Não resisti e abaixei-me para ver de perto aquela maravilha. Esfreguei a cara no cilindro de carne dura e latejante, sentindo as veias saltadas pulsando no meu rosto. Botei a língua pra fora e lambi pela primeira vez o caralho do meu genro, do homem da minha vida, provando seu gosto de macho negro, avassalador. Olhei pra cima e ele estava me espiando com desejo, mandando com os olhos que eu abrisse a boca para recebê-lo. Colei os lábios famintos sobre a glande e enfiei a ponta da língua na fenda de onde escorria um mel inebriante. Com um golpe de quadris ele enfiou a pica grossa pela minha goela adentro, me fazendo tossir, engasgar, sufocar. Agarrou minha cabeça pra não me deixar fugir, me obrigando a respirar fundo e relaxar, aceitando o tremendo invasor. Resfoleguei, bufei e logo cedi e chupei seu cacete como um sorvete delicioso, o primeiro picolé do menino guloso...

Aos poucos Jorjão foi se soltando, superando o choque da primeira transa com outro macho, a surpresa de estar fodendo a boca do próprio sogro. O negão se animou e tomou posse de mim, a fêmea que sempre quis pertencer a ele. Foi um casamento perfeito da pica mais grossa com a garganta mais aberta, a buceta mais submissa. "Ah, Luiz, como você mama gostoso!" Senti o primeiro jato de porra correr por dentro do pênis e desaguar no fundo do meu poço de amor. Logo a gosma transbordou me enchendo a boca e escorrendo pelo queixo. Engoli o que pude, me extasiando com o sabor africano do meu macho! O caralhão espoucou ao sair da minha boca - plop! - e caímos um sobre o outro no chão da sauna. Quando acordamos ele estava duro de novo. Peguei meu genro pela mão e levei-o para a cama onde ele tinha deflorado minha filha e gerado o meu neto. Agora era a minha vez de ser emprenhado por aquela seiva fértil. Sentei-me sobre o Jorjão, de costas pra ele, balançando a bunda para provocá-lo. "Que bunda gostosa, Luiz! Há muito tempo eu quero comer esse teu rabo! Só me casei com a Lurdinha porque eu sabia que um dia tu ia ser meu!" Ele me queria tanto quanto eu o desejava! Cego pelo desejo, saltei sobre seu mastro em riste sem pensar nas consequências. Vi estrelas quando o cabeção rasgou em frangalhos meu anel de veludo. A dor foi terrível mas era tarde demais para recuar, ele já estava dentro de mim. Com um ronco de fera abatida me entreguei e soltei o corpo, deixando o colosso negro entrar inteiro, até o talo. "Ai Jorjão, você tá me matando... De prazer!

Me fode meu amor!" Ele se jogou sobre mim, me botando de quatro, e tirou o caralho, deixando um enorme vazio. Senti o cabeção roçar na entrada do ânus, negaceando, me provocando. "Ai Jorjão, mete! Mete esse cacete na tua eguinha, meu garanhão..." Abocanhei o sorvetão com os beiços do cú e chupei-o pra dentro, arrancando grunhidos do meu macho. Daí pra frente foi um turbilhão de foda e de porra, de gozo e de posse, urros e gemidos, cú e caralho num encaixe perfeito.

Quando a Lurdinha abriu a porta do quarto nos encontrou acasalados, o macho sobre a fêmea, desmaiados de prazer. Ela foi morar com a tia até ter a criança e virou freira num convento. Jorjão e eu criamos o menino, que batizamos de Jorge Luiz em homenagem ao nosso amor. Email: GROSSAO@HOTMAIL.COM

 

 

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adorei

queria muito encontrar um negão pistoludo para mim enrrabar.
fico louco de inveja, fico imaginando sendo eu comido por uma rola dessas.
bjs.

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