Amor entre primas

Conheci a internet através da minha prima e o site através de um amigo,
que me incentivou a dividir essa história com todos vocês. Minha
família é tradicional na cidade de Floresta, no interior de Pernambuco.
Tive que me mudar pro Recife para trabalhar e estudar, pois havia
passado no vestibular para veterinária na UFPE.

Meu nome é Kelly, tenho
22 anos, 1,75m. de altura, pele branca mas bronzeada, cabelos loiros
curtos e olhos verdes, seios médios com biquinhos rosados, cinturinha
fina e bumbum redondinho e arrebitado. Mantenho esse corpinho malhando
muito e praticando natação. Tudo aconteceu há 5 anos atrás quando tinha
17 anos de idade e vim morar com minha prima Cláudia (que chamo de
cacau) que também era da minha cidade natal, mas que havia se casado
nova e vindo pra cá com o marido, que morreu deixando um apartamento e
uma gorda poupança que ajudou a pagar sua faculdade de odontologia e
abrir sua clínica. Ela é mais velha que eu 3 anos, tem 1.70m. de
altura, pele também branca e bronzeada, cabelos pretos e compridos e
olhos castanhos, seios um pouco menores que os meus, cintura definida e
bumbum empinado e firme.

Me chamou para morar com ela quando da morte
de seu marido, dizendo que o apartamento ficou muito grande pra ela
sozinha. Eu aceitei o convite assim que confirmei minha matrícula na
universidade, e fui lhe fazer companhia e trabalhar com ela na sua
clínica. Moramos num condomínio de classe média alta aqui em Boa Viagem
e logo fizemos uma excelente amizade parecendo até irmãs. Colocamos
nossos assuntos em dia e acertamos todos os detalhes. Cacau sempre
dizia que eu ficasse à vontade pois estava na minha nova casa. Comecei
a enteder o \"à vontade\" logo no primeiro dia, quando ela se despiu na
minha frente falando que tomaria um banho rápidoo para irmos almoçar
fora. Estranhei sua atitude mas achei que teria feito isso para me
deixar mais descontraída. Depois dela, tomei meu banho e fui pro meu
quarto me trocar onde cláudia me esperava arrumando minhas bagagens no
guarda-roupas. Eu não sabia se me vestia na sua frente ou se ía pro
banheiro, no que ela notou e disse:-\" Deixa de frescura e tira logo
essa toalha e te veste. Afinal de contas somos primas, não é?\" Soltei
a toalha ficando nua na sua frente e me vestindo rapidamente, pois
fiquei envergonhada com o olhar dela pra mim. -\" Você tá linda e muito
gostosa, priminha.\" disse ela, me deixando ainda mais encabulada.

Confesso que aquilo mexeu comigo, mas deixei pra lá e saimos para
comer. Passeamos pela orla e fomos ao seu consultório para ela resolver
alguns pepinos e eu saber onde trabalharia como recepcionista enquanto
não me formava em médica veterinária. Voltamos para casa e fomos dormir
para que eu descansace da viagem, só acordando no dia seguinte. Pela
manhã acordei com um delicioso aroma de café vindo da cozinha.
Levantei, tirei meu pijama e vesti um shortinho e um top, indo para
cozinha tomar o café da manhã. Presenciei minha prima fritando alguns
ovos e bacon, totalmente pelada me deixando um pouco excitada com
aquela situação. Eu nunca tive atração por mulheres e sempre fui
assanhadinha com meus namoradinhos do interior, mas confesso que fiquei
abalada com sua naturalidade e atraída por aquela mulher, apesar de
estar contendo ao máximo aqueles sentimentos tão diferentes para mim.
Ela era muito bonita, com uma pele bronzeada do sol do nordeste com um
detalhe: só havia a marquinha do bikini na parte de baixo, e muito
pequena por sinal. -\"Oi amor! Tá com fome?\" Perguntou cacau, me
tirando daquele transe. Depois daquele dia em diante olhava minha
priminha com outros olhos, mas sempre reprimindo meus sentimentos e
desejos. Cheguei até a sonhar que a beijava e acordava molhadinha. Não
entendia o que estava acontecendo mas conseguia disfarçar para não
denunciar o meu estado.

A cláudia vivia pelada pela casa o tempo todo.
Descobri que não usava nunca sutiã nem calcinha, a não ser que
estivesse menstruada ou na praia. Depilava totalmente sua xaninha com
cera para que demorasse mais tempo daquele jeito. Até no trabalho ou em
ocasiões sociais, ela não vestia roupa de baixo. Nós conversávamos
bastante sobre todos os assuntos, inclusive sexuais. Passei também a
não usar lingerie, dormir pelada, andar nua pela casa durante os
afazeres domésticos, e ir à praia sem a parte de cima do bikini como
minha priminha fazia. No meu primeiro dia de topless, fomos à praia de
Porto de Galinhas, no litoral pernambucano, lindo cartão postal
conhecido internacionalmente. Senti um pouco de pudor mas tirei minha
blusinha, mostrando meus peitinhos pra quem quisesse ver. A parte de
baixo mal escondia os inchados lábios de minha vulva, que tive que
depilar tudo para não aparecer nada. Estávamos dois tesãozinhos,
chamando a atenção de todoos alí. Me senti ótima, linda e desejada, e
comentei isso com cacau que me disse sentir a mesma coisa. Minhas
roupas diminuiram sumariamente de tamanho, ficando mais sensuais e
provocantes.

Fiquei bem mais desinibida e exibicionista ficando igual a
minha priminha, tudo por sua influência, claro. Saímos muito à noite
para barzinhos e boates, inclusive as de público GLS, que mais gostei
devido a minha estranha paixão por minha prima. Pegávamos gatinhos
fazendo-os de gato e sapato e nos divertíamos muito. Com o tempo
ficamos muito próximas afetivamente, chegando a andar abraçadas ou de
mãos dadas pra todoo canto. Nossos amigos gay e lésbicas sempre diziam
que formávamos um lindo casal, fazendo-me ficar enrubecida e a cacau
rir muito. Numa dessas festas GLS aconteceu o que eu mais desejava:
nosso primeiroo beijo. Estávamos dançando com nossa turminha quandoo um
mala me puxa pelo braço e tenta me beijar à força. Fui acudida pelos
meus amigos mas o cara insistia, me fazendo sair dalí brava. Minha
priminha foi lá conversar com oo cara e a turma dele, voltando em
seguida e me dando um beijo, daqueles de desentupir pia, me pegando de
surpresa. -\" Desculpa! Tive que fazer isso praquele mala
desencarnar.\" Disse ela, explicando pra mim que tinha dito que seria
minha namorada. Puxei ela pra mim e a beijei com paixão. Foi um beijo
demorado e delicioso. Falei pra ela que estava apaixonada por ela desde
o primeiro dia que a vira. Ela me olhou e disse:-\" Pensei que era só
comigo que havia acontecido isso. Eu te amo karlinha!\" Para em seguida
me beijar agora com mais calma e tesão. Saímos dalí como dois pombinhos
apaixonados, indo direto pra casa para nos amarmos pela primeira vez.

Tiramos nossas roupas e nos beijamos muito uma a outra. Ela desceu pelo
meu pescoço e parou nos meus seios, sugando e lambendo como se fosse um
mousse de chocolate. Gozei meu primeiro gozo com outra mulher. Isso
antes dela chegar a minha xaninha depilada e lisinha, que sorveu todo o
meu suco e me fez gozar deliciosamente com sua ágil língua, me lambendo
desde o monte de vênus a minha bundinha, específicamente na minha
rachinha o no meu cuzinho. De tanto gozar desfaleci, acordando no outro
dia com um café na cama muito saboroso. Ela estava mais linda e nua do
que nunca. Terminamos aquele desjejum e nos abraçamos forte. Falei pra
ela que agora seria a minha vez de retribuir todo o prazer que me havia
proporcionado. Beijei-a dos pés a cebeça, me concentrando em seus
deliciosos seios e na sua também lisinha xoxota. Eu não tinha
experiência mas seguia meus instintos e lembrava como ela tinha feito
comigo na noite passada. Gozou várias vezes e de todas as formas,
inclusive com um brinquedinho que me mostrara numa gaveta de canto.

Nos
abraçamos e dormimos mais um pouco. A partir daquele dia assumimos pros
nossos amigos nossa relação. Pros outros somos apenas primas, mas para
nós, almas gêmeas. Não deixamos de ficar com gatinhos, pois de vez em
quando é bom para preencher uma parte que falta. Até fazemos um
triângulo com outras garotas quando dá vontade (com homens também), o
que importa é sermos felizes. Em breve escreverei para contar como
trouxemos um primo nosso pra morar conosco. Aguardem, e me escrevam
gatinhas de todo o brasil.

Ass: Kelly e Cláudia.

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