Meu vizinho bonito e sem vergonha

Primeiro vi a mudança chegando. Quem seria o novo vizinho do apartamento acima do meu? Por boba curiosidade perguntei ao porteiro e descobri "é um casal, ele parece que é médico e ela é professora, eles tem uma filhinha de poucos meses". E esqueci. Duas semanas depois, entro apressado no elevador e encontro com um homem lindo de mais ou menos um metro e oitenta, olhos azuis, cabelos castanhos com duas grandes entradas na testa que faziam dele quase um careca, corpo esbelto e todo vestido de branco.

Não tive dúvidas, meu novo vizinho. Cumprimentei com um educado "Bom dia", e descobri nele uma simpatia contagiante "Bom dia. Sou seu novo vizinho, meu nome é Eduardo. Se você precisar de alguma coisa, pode contar comigo". Disse isso sorrindo e me fazendo sentir como se estivesse com um amigo de longa data. Achei melhor devolver o comentário "Você também, se precisar, meu nome é Júlio e o meu apartamento é o 502". O elevador chegou logo ao térreo e nos despedimos com "Até breve." Passei o dia lembrando do meu vizinho-deus- grego e quando voltei pra casa toquei uma punheta pensando nele. Nos vimos algumas vezes ainda, ou no elevador, ou na portaria. E cheguei a conhecer a esposa, que ele fez questão de me apresentar. Estava tudo muito normal e formal, até que um dia encontrei com Eduardo na portaria do prédio empurrando com uma certa dificuldade o carrinho de bebê, ajudei-o a entrar no elevador. E brinquei com a menina risonha (acho que a filha tinha herdado a simpatia do pai). Ao levantar a cabeça, percebi um olhar estranho no rosto do meu vizinho. Pareceu-me cobiçador, mas eu podia estar enganado, e eu apenas sorri sem graça.

O elevador chegou no meu andar eele sem me deixar passar, convidou, "Você ainda não conhece a minha casa, aceita tomar uma cerveja comigo?" Respondi: "Acho que sua mulher pode não gostar, eu chegar assim sem avisar". E ele, pela segunda vez, me pareceu um sem vergonha: "Ela não está. Tá trabalhando. Pode vir". A casa era bem decorada, apesar de ainda ter alguns quadros pra pendurar, ele colocou a filhinha num cercado próprio para crianças, jogou alguns brinquedos dentro, foi a cozinha pegou duas latinhas de cerveja e me entregou uma. Foi no som, colocou uma música, e continuava a olhar pra mim com uma puta cara de tesão. Não sou de ferro, resolvi facilitar ainda mais as coisas, afinal eu não tinha nada a perder. Comecei a retribuir as investidas, passei a também olhar bem no fundo dos olhos dele e encaminhei o papo pro pessoal, "Você se casou porque gosta da sua mulher?" "Ela é uma boa companheira". Achei curioso ele dizer aquilo, era quase como se revelasse: não casei por amor. Minha cerveja terminou, ele ofereceu mais uma e ao buscar a lata na minha mão deixou os dedos encostarem de propósito nos meus. Foi a cozinha e eu fui atrás. Quando me entregou a nova cerveja, segurei a mão dele e sem mais conversa nos beijamos ardentemente. Foi assim que tudo começou, sob a luz da geladeira ainda aberta. Sua mão veio logo de encontro ao meu cacete. Seu corpo ficou mole, o pescoço tombou pra um lado pra sentir a minha língua lamber sua pele. Empurrei-o contra a parede e forcei meu corpo contra o dele. Rosava minha pica dura na polpa da bunda dele. Tirei minha camisa e tentava tirar a dele também, quando escutamos o barulho de chave na maçaneta da porta. Era a mulher dele, que não sei por que motivo tinha voltado antes pra casa. Ficamos atrapalhados. Eu rapidamente coloquei minha camisa, sai pela porta dos fundos e fui pra casa.

É obvio que eu mal consegui dormir naquela noite. Mas no outro dia, pela manhã, sou despertado pela campanhia. No olho mágico, vejo meu vizinho, com a filha no colo e o cercado próprio para bebês. O safado foi logo dizendo "Vamos terminar o que começamos ontem?" "Claro, entre". Assim ele armou o lugar pra filha na sala da minha casa e foi se encontrar comigo na cama ainda desfeita e aconchegante. Meu pau estava duro como nunca, parecia que ia explodir e ele não pestanejou, foi logo me chupando gostoso. Segurava a base do pau e engolia todo o resto com uma volúpia de esfomeado. Também segurei seu pau e brincamos de sessenta e nove. Do seu pau saia uma gosma gostosa. Ele se virou e veio ao meu ouvido "Trouxe uma coisa pra você", buscou o bolso da calça no pé da cama e o vi tirar uma camisinha. Mas antes tinha ficado com a bundinha pro alto e não resisti, comecei a lamber o buraquinho liso que ele me queria oferecer. Ele gemia. Apanhei a camisinha na sua mão, rasguei a embalagem e o deixei colocar o preservativo em mim, com a maestria de um doutor em anatomia.

Meu pau foi entrando, abrindo espaço naquele orifício apertado. Aos poucos já estava tudo dentro e ele relaxou o suficiente pra trocarmos varias vezes de posição. Ele gritava baixinho (se é que dá pra gritar baixinho!): "Come o meu cu, enfia tudo no meu rabo". Eu fiquei louco com o meu vizinho bonito, safado e gostoso. Gozei como nunca, parecia que não ia mais terminar meu estado de prazer. E foi ainda assim por um bom tempo, fingia que ia trabalhar, ou que ia levar a filha na praça, ou que ia comprar jornal, mas na verdade descia um vão de escada e ia à minha casa pra trepar.

 

 

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