Mara, a escrava ideal!! - Parte 1

Mara estava guardando suas coisas, após mais uma jornada de trabalho, organizando-se para que quando retornasse na manhã seguinte, estivesse tudo no lugar. Ela é tremendamente metódica quanto à limpeza e ao local em que deve ficar seus pertences, o ambiente fazia o possível para ficar sem poeiras e, tudo tem que estar em seu lugar, e enquanto não estivesse tudo organizado ela não iria embora. Estava bem extenuada, não via à hora de chegar a casa e descansar, pois o dia foi extremamente cansativo, muitas atribuições e ficava praticamente o dia inteiro sozinha cuidando de tudo e, atenciosa com todos que ali, de uma forma ou outra precisassem do atendimento profissional que ela estava a dispor na organização em que era contratada.

Estava quase trancando a porta da firma quando sentiu seu celular vibrar em sua bolsa, meio a contragosto atendeu, não queria mais cuidar de nenhuma atividade da empresa. Mas, ao contrário do que esperava, ao abrir com alegria notou que era uma mensagem que enviei, do DONO que ela tanto ama, ordenando-a ir do trabalho direto para minha casa. mara sabia o que isso significava e imediatamente sentiu seu corpo estremecer, sua intimidade umedeceu no mesmo instante e apavorou-se, pois agora queria ir o mais rápido possível. A excitação foi tanta que até esqueceu-se do cansaço que sentia, o seu corpo já antevia as delicias de ser usada pelo seu proprietário, ela sempre obedecia, com dedicação extrema a mim, seu SENHOR, DOM GRISALHO, ela tinha consciência que nada era demais o que me dedicasse e que tudo que lhe era possível fazia mim, seu DONO e, mesmo aquilo que superasse suas energias e limites, esforçava-se em cumprir, pois Eu sou o que mais lhe valia de valor em sua vida, o prazer de mara era o meu prazer e, em sua existência mais nada superava em importância do que servir-me, ela vivia e só queria fazer-me feliz e assim não se tornaria necessário Eu procurar nenhuma outra escrava, ela queria ser suficiente e não evitava qualquer trabalho para deixar-me satisfeito. Entre tantas coisas lindas que ela já me enviou, devo salientar uma maravilhosa que me escreveu ontem e que Eu li tão logo abri meu computador: "meu DONO e SENHOR finalmente entendi o que significa o Verdadeiro Amor. Amor quer dizer que você se importa mais com a felicidade da outra pessoa do que a sua própria. Meu amor é dedicado totalmente ao meu AMO, estou para sua satisfação dos prazeres e desejos do meu SENHOR, meu DONO como objetivo único desta escrava. És aquele a quem entreguei meu coração, a quem venero e respeito com toda a minha energia, sou sua hoje e o serei amanhã, pois não consigo ver-me adiante sem poder estar aos seus pés, sou sua devassa, sou seu anjo e serei sua safada ou o que mais ordenar. O seguirei com a devoção, não importando o quão doloroso pode ser as escolhas que o SENHOR me ordenar e eu tiver que enfrentar."

Continuando, não sei como minha menina percorreu a distância entre os dois locais em tão poucos minutos, pois não era perto, mas mara correu o mais que pode e chegou em 20min., estava hiper ansiosa, ofegante e excitada ao extremo, desejava sentir minhas mãos em seu corpo, o membro do seu SENHOR nos lábios, precisava sugá-los (segundo ela própria foi a primeira imagem que surgiu em sua mente após imaginar estar servindo-me). A cadela nem bateu na porta, Eu já a tinha autorizado a entrar sem se anunciar, mas afoita entrou na sala, ela tinha em mente que Eu a estava esperando e que não deveria demorar, ela sonhava que quem sabe Eu poderia estar com tanto tesão quanto ela, querendo usar e abusar dela, pois era o que mais desejava naquele instante.

Vou falar de mara um pouco, antes de continuar a comentar mais este encontro entre nós, definitivamente ela é ápice de minha vida como DOMINADOR e valeu a pena investir nela, hoje não me passa na cabeça a idéia de não estarmos juntos. Tentarei descrevê-la, mas é longe do real, minhas palavras não exprimem realmente a imagem que ela o é, pois encanta qualquer um que a conheça. Tem um olhar meigo e um rostinho perfeito, bela musa, cativa a todos quem tem o privilegio de conhecê-la, mara deixa-me enfeitiçado, sou seduzido por esta menina mulher. O seu corpo estonteante leva-me a um estado de excitação quase indescritível, barriguinha lisa, cintura fina e quadril largo bem arrematado por um par de coxas bem torneadas, ela desperta o olhar enciumado da maioria das mulheres para aquele espetáculo de fêmea, olhares devidamente acompanhados com o rabo-de-olho dos homens. A visão da sua pele de uma morena brejeira, jeito faceiro, as curvas sinuosas reveladas de maneira sensual, a bundinha perfeita, que exibe movimentos leves e deliciosos, naturalmente sensuais, sem nenhuma malícia, sem nenhuma técnica de sedução, apenas ela nasceu dessa forma: linda, exuberante. Os peitos redondinhos ostentam uma auréola rosada, tamanho médio que cabe na mão e sumamente apetitosa. A palavra justa, aliás, é precisamente essa: "apetitosa". É um convite ao deleite, provoca uma enorme ânsia, um desejo imenso de sorver-lhe, de sugar-lhe inteira onde esteja. Os seus atributos naturais, só por si são um manancial de desejo, a visão do seu corpo desnudo, é um espetáculo de prazer. Tudo em mara é chamativo para mim, o seu modo de ser e se comportar, seu caráter sério e honesto totalmente dedicada a mim, seu cheiro adocicado e o seu sabor delicioso, e ainda muito dócil. Enfim sou apaixonado por esta minha conquista, a cereja do bolo em minha existência...

Bem, voltando ao relato, conforme ela entrou, estava esbaforida com uma carinha de safadinha. Eu sentado com o rosto sério, autoritário, sabia do poder de atração que exercia sobre mara, ao entrar logo ficou ajoelhada, aliás, como deve ser sua posição diante de mim. Esperei alguns segundos, levantei do sofá em que me encontrava, dei alguns passos, sem parar de encarar-lhe fixamente nos olhos, ela sentia a força do olhar do seu DONO e SENHOR e, incontinente baixou os seus. Acerquei-me dela, e sem a deixar por onde fugir, não que ela desejasse, mas ela tinha idéia do quanto Eu podia ser duro e castigá-la diante de qualquer falha. mara estava aflita, naquele instante estava com os olhos fechados mordendo os lábios, seu corpo travado sem poder se deslocar, aguardava as ordens de como agir, a minha respiração próxima a estava deixando ainda mais com tesão e, Eu ainda não lhe havia nem tocado. Ela sentia o calor que se originava do meu corpo, que estava praticamente colado ao seu. Olhou rapidamente em minha direção e viu o volume do membro já duro sobressaindo na calça, estava desvairada para poder alcançar com seus lábios, sua boca estava seca, embora fosse o que mais desejava naquele momento não podia dirigir-se ao seu objeto de prazer, enquanto Eu não desse ordem expressa, ela não podia mover-se, sua bucetinha latejava, seu corpo suava e exigia que fosse retomado pelo seu possuidor, pois fazia dias que não era usada pelo DONO, mara estava quase desfalecendo com um torpor imenso a invadir-lhe desde os pés até os fios de cabelo...

Mas as aflições de minha linda menina logo foram sanadas, a atendi em seus anseios e a tomei nos braços, nossos lábios se acercavam e logo, como imãs, nos beijamos com intenso desejo a nos dominar, nossos corpos entrelaçam-se com tanta rigidez que pareciam apenas um só. Ela tremia ansiosamente, e era tanta a alegria de estar junto a mim que o coração estava a mil, quase desfaleceu nos meus braços, que estavam firmes e fortes para ampará-la. Após ela voltar ao natural, a deixei apoiada na mesa, de costas, com a bundinha arrebitada, ela estava com um belo conjuntinho de saia e casaquinho e ainda com uma meia 7/8 preta, que valorizavam ainda mais suas belíssimas coxas morenas. Eu, com um movimento rápido, lhe abri as pernas e com força, rasguei a pequenina calcinha que ainda usava. Introduzi um dedo, mais outro e notei que a bucetinha de mara estava totalmente ensopada, pelo tanto de seu mel que minava pelas coxas abaixo.

Ela estava ficando cada vez mais influenciada pelo ambiente sensual que se formava, estava torturada de desejo por mim, queria ser penetrada o mais breve. mara virou-se num momento em que, por um leve descuido a soltei e, olhando fundo em meus olhos disse-me que seria minha inteirinha por toda a vida e que Eu, DOM GRISALHO poderia fazer o que quisesse dela, que nada seria demais para demonstrar sua servilidade, era minha cadela e escrava sem qualquer cobrança ou receio. Eu dei um sorriso e, coloquei o dedo em sua xaninha e trouxe-lhe aos lábios, mandei-a sentir o próprio gosto, para que sentisse o grau de excitação em que estava, mara fechou os olhos e, saboreou o mel que ela próprio expelia e agradeceu, mais uma vez, por Eu ser seu DONO e SENHOR, por poder estar à minha frente, sendo minha escrava...
mara estava querendo pular para o colo de seu DONO, queria demonstrar seu amor beijando e acariciando-me, e diante da suplica comovente que me fez e em face da imensa submissão como minha protegida, Eu a autorizei a fazer o que desejava. Ela sem pensar duas vezes, sentou-se minhas pernas, parecia uma menininha de satisfeita, dirigiu seus lábios aos meus e iniciamos outro beijo, desta vez mais molhado, sedento, esfomeado, onde as línguas brincavam serelepes, como uma dança. Eu a levantei e a apertei contra a parede, meu pau rijo queria trespassar a roupa, estava duríssimo e ela se deliciando esfregando nele. Eu a mandei ficar quietinha enquanto peguei em uma gaveta próxima, a COLEIRA de CADELA que já pertencia a ela e entregue em uma sessão anterior (A coleira na vida BDSM é algo muito sério, simboliza a submissão, o comprometimento, amor, posse e devoção, como também qualifica honra, respeito e confiança, tanto do DONO quanto a escrava, e em minha opinião faz um paralelo com o mundo dito comum, equivalente que coleira está para a submissa assim como a aliança de casamento está para a mulher baunilha). Coloquei em seu pescoço e admirei mais uma vez minha protegida, de incomparável beleza e, continuei beijando-a, lambi suas orelhas, dei uma mordidinha em seu queixo que lhe dava o maior tesão. Chupei levemente seu pescoço, em seguida a nuca e fui descendo com minha ágil língua pelo corpo todinho dela, mordendo de leve os biquinhos das tetas que estavam estourando ainda na lingerie. Eu lambi sua barriguinha dizendo-lhe que era deliciosa. Continuei e enfiei a língua em seu umbigo, ela gemia, aquilo estava lhe deixando louca, mara não parava de me contorcer e de pedir para Eu lhe penetrar, que queria sentir meu membro dentro dela.
Eu momentaneamente parei e a afastei de meu colo, ela ficou apreensiva, o temor a dominou, ela pensou o que será que tinha feito de errado? Eu com costumeira voz enérgica que ela tanto temia: - venha aqui, ela veio tremendo.

Abri a gaveta e peguei um plug felpudo em forma de rabo, mandei-a ficar em pé e inclinar-se para frente, ela abriu as pernas e empinou a maravilhosa bundinha que Eu como seu DONO tanto aprecio, aproveitei para colocar três dedos na xaninha dela, ela ficava a cada instante mais excitada, coloquei a ponta do acessório em sua boca, mandando deixar molhado, apontei o plug na entrada do cuzinho dela, guspi no anel do prazer (cuzinho), e fui pincelando, achando brecha e ela gemendo e instalei no buraquinho dela, mara estava com tanto tesão que entrou facilmente, deslizando todinho de uma vez para dentro. Eu pedi que abanasse o rabinho para mim, ela satisfeita rebolou bem lasciva, de modo a balançar o rabinho de um lado para outro, diga-se que para o mundo baunilha seria extremamente humilhante tal brincadeira, mas para nós aficionados do BDSM é apenas uma demonstração de carinho da cadelinha ao DONO. E minha escravinha ficou maravilhosa com aquele lindo rabinho que a adornava, destacando-se em seu corpo igualmente belo.

Abri o zíper da calça e coloquei meu membro para fora. Mandei-a ajoelhar com cuidado em razão do plug enfiado em seu ânus e, lamber meu pau mais do que duro. Ela obedeceu e Eu adorava quando ela demonstrava que sabia ser uma cadelinha bem obediente. A menina chupou como se aquele fosse o último boquete de sua vida, e ela sabia que Eu ficava louco de tesão quando sentia sua boca e língua quentes no meu corpo. Segurava com tanta vontade e chupava como ninguém havia feito antes, parecia que ela queria engolir meu pau todo, mas entrava apenas a cabeça em sua boca, a cadelinha chupava com gosto e se deliciava ouvindo os gemidos e as ordens que Eu dava: - Lamba minha menina, engole meu pau todinho. Ela sempre obedecia, nunca negara e, se fizesse, ela já sabia da fúria que Eu poderia ter ao castigá-la. mara aumentou a velocidade e a pressão das chupadas, Eu a agarrei pelos sedosos cabelos, compridos e cheirosos e fodia sua boca, ela sabia agir como uma mestra, não demorou muito e me fez gozar forte. Ela sentiu os jatos do leite, extraídos das minhas entranhas em sua boca e engoliu tudo sorrindo, a ponto de engasgar, bebeu tudinho, nenhuma gota foi ao chão e, o que se alojou em sua bochecha, rapidamente com os dedos ela puxou para seus lábios. Menina safada, dizia-lhe por entre os dentes, e gozo foi tão forte que precisei me sentar, pois o tesão fora tanto que fiquei exaurido. Ela satisfeita pelo prazer que originou em mim, se mantinha ajoelhada e me olhava com cara de quero mais, ainda limpando os cantos da boca e lambendo os dedos dos últimos resquícios do leite que lhe premiei, não queria desperdiçar nem uma gota de sua recompensa. Agora ela tinha certeza que teria uma ótima noite de muito amor e que ela se esmeraria fazendo o seu melhor possível...
- continua -
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obs.- Se acaso você leitor tiver alguma dúvida ou desejar receber outros trabalhos e ainda ler mais contos de minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@live.com – ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus escritos.

 

 

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