Meu primeiro boquete foi no RS. Quero outro

Meu nome é Alex, tenho 1,85 e sou bem gordinho. Sou hetero, mas morro de tesão lembrando disso. Essa história aconteceu uns 5 anos atrás, quando eu vim para o Rio Grande do Sul pela primeira vez apresentar um trabalho da facul. Ficamos todos os inscritos num dormitório, que na verdade era um ginásio de esportes. Um pouco envergonhado, eu preferia acordar as cinco da manhã pra tomar banho sem que ficasse todo mundo pelado ao redor. Só um cara tinha o mesmo pique que eu, o Carlos, e ao longo daquela semana do evento passamos a tomar banho juntos bem cedinho. Eu nem olhava para os lados, morrendo de vergonha, mas não podia deixar de pensar em como aquela situação era excitante.

Durante o banho a gente sempre trocava umas ideias, e estávamos comentando sobre essa de ficar pelado na frente dos outros. Aí ele manda:

- Putz, o foda é ficar de pau duro na frente dos outros. As vezes não dá pra controlar.

Eu olhei pro lado, pela primeira vez, e vi o pau dele meia bomba virado pra frente. Escondendo a minha ereção, virei de costas, deixando minha bunda toda na visão dele. Comecei a lavar o pau, deixando ele ainda mais duro e tomei coragem pra dizer.

- Pior, cara. Eu bato uma toda noite antes de dormir, e faz uma semana que eu não gozo. Tá difícil controlar.

Olhei pra trás e o Carlos estava com a rola toda dura apontada pra mim. Ele também estava ensaboando o pau e acariciava a cabeça bem devagar. Sem nem piscar, ele propõe.

- E se a gente batesse uma agora? Vai, ninguém vai saber...

De olho no movimento, pra ver se chegava alguém, virei de frente pra ele. Eu sou branquinho, e meu pau não é grande, mas ele era moreno e tinha pelo menos uns 18 centímetros. Batia punheta freneticamente, sem tirar os olhos do pau dele. Estava uma delícia, mas eu queria mais.

- Cara, vamos fazer uma coisa? Mas não conta pra ninguém...

Ele ficou quieto e eu cheguei perto. Peguei o pau dele na mão, e ele segurou o meu. Começamos a bater um pro outro, com os corpos quase colados. A água escorrendo pelo corpo dava um tesão absurdo. Comecei a mordiscar o pescoço dele e Carlos começou a gemer mais alto. Pedi pra ele ficar quieto. Descendo a língua pelo seu peitoral, ajoelhei no chão com vontade e fiz uma coisa que nunca imaginei que faria. Comecei a mamar um pau. Que sensação maluca ter uma rola na boca, quando eu mesmo, até aquela idade, nunca tinha sido chupado. Carlos pirou e começou a segurar minha cabeça, enfiando tudo na minha boquinha. Eu perdi a conta de quanto tempo fiquei chupando, só sentindo a mão dele na minha nuca e a água e baba escorrendo pelo meu queixo.

Quando eu comecei a acelerar, esperando receber toda aquela porra na boca, ouvimos gente se aproximando. Levantei num pulo, virei de costas escondendo o pau duro e ele também. Assim que tive a oportunidade, peguei a toalha e me vesti. No outro dia, Carlos não levantou pro banho junto comigo. Acho que ficou com vergonha. Essa foi minha única experiência homo, e infelizmente não foi totalmente concretizada.

Hoje moro no Rio Grande do Sul, próximo a Porto Alegre. Nunca mais fiz isso, mas queria provar um pau na boca e experimentar o gosto da porra. Só isso, sem dar, sem relacionamento, só chupar (talvez comer, se rolar). Se alguém tiver a fim, e for bem discreto, entre em contato comigo. Estou a fim de um gordinho também, tipo eu, mas mande fotos que a gente conversa. ;)

contoggrs@gmail.com

 

 

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