Fui comer, fui papado

Já faz bem uns 2 anos, conheci um cara num bate papo. Eu sou um cara hetero, quer dizer, não me apaixono por homem mas tenho tesão em fazer coisas com homens e mulheres. Às vezes, eu acho que isso é o normal mesmo, que muitos caras são assim, mas que nao assumem a curiosidade de experimentar as coisas com alguém do mesmo sexo, sei lá. Eu só queria dizer que lá estava eu, um cara com namorada, tudo certo na vida, quer dizer, certo do jeito que dá para ser certo nesse nosso Brasil, apartamento legalzinho, carro, emprego, num chat com um sujeito.

Eu já tinha feito isso algumas vezes, mas chegar até a combinar um encontro, já fazia uns 5 anos. Sempre muito louco, porque só faço isso na fissura da alta madrugada, que é a hora que bate a coragem de levar a coisa até o fim, quer dizer, o encontro.
Depois de alguns minutos no chat falando algumas safadezas do que a gente tava com vontade de fazer comecei a achar que poderia rolar e resolvi ir verificando se o cara era nóia, maluco, bandido ou simplesmente, mais um cara normal. Descobri que o cara trabalhava num restaurante, era gerente, e pelo papo dava para ver que devia ser mesmo alguém com um certo nível, o que nao tinha, na verdade, relevância alguma, mas o fato de ser alguém de um universo, sei lá, meio parecido, me deu a segurança de convidá-lo a vir na minha casa.

A minha namorada tinha viajado já fazia 7 dias. O que talvez não seja normal é que eu bato punheta quase todo dia Aos 39 anos, mantenho a média. Tá bom, no mínimo, dia sim, dia não, porque eu não gosto de simplesmente bater punheta, gosto de ler um conto, assistir algum video, e nem sempre dá tempo de realizar todo o "processo". A questão é que eu já estava ficando na fissura. 7 dias sem meter, já tinha tirado os pelos do pau e do saco para me distrair, tudo lisinho e gostoso, só de andar na rua e sentir o pau esfregando na cueca já me dava tesão.

Liguei para o Carlos e conversamos um pouco. Falei da falta que a buceta da namorada fazia, eu tava afim de meter e o Carlos gosta de dar a bunda. Pelo telefone deu para ver que ele parecia gente boa, senso de humor, chamei o cara e ele apareceu no prédio, o porteiro avisou, ele subiu, chamei ele para sentar no sofá. De cara eu já estava quase desistindo porque não senti tesão nele mas tomamos 2 latinhas de cerveja cada um, enquanto a gente se divertia contando das experiências, o Carlos não é casado. Aí, depois de relaxar um pouco ele começou a se encostar em mim, roçando os joelhos, até que começou a passar a mão no meu pau. Encostei para trás e deixei o Carlos abaixar as minhas calças e começar a chupar o meu pau.

Tem uns caras que tem uma manha para chupar pau e o Carlos é um desses caras. Falei para a gente tirar a roupa e depois ele continuou chupando meu pau enquanto que eu comecei a passar a mão na sua grande bunda branca. Estava gostoso, quer dizer, chupada mesmo ruim é muito boa, mas a dele era ótima!
Mas o meu pau não estava dando sinais de que eu estava gostando muito e isso começou a me deixar meio tenso, o que me deixou meio sem jeito, afinal, o cara queria dar a bunda, veio até a minha casa... mas ele continuava a chupar com aquela boca sedosa, de quatro, no chão à minha frente, e eu sentia o cuzinho dele, e às vezes ia até o seu grande saco mole e o pau.
Sugeri da gente ir para a cama e lá eu me sentei na beirada mas ele chegou levantando as minhas pernas, deixando elas bem abertas e começou a lamber, chupar o meu pau, meu saco, mas agora ia até o meu cu, o que me deixava paralisado numa mistura de tesao e constrangimento.

O Carlos é um cara meio gordo e bem grande, e acho que o fato de ser muito maior do que eu me fez sentir que não teria como eu comer o cu do cara. Sei lá, não ia nem ter onde segurar! Mas agora eu já tava fudido porque o cara já tinha virado o jogo e enfiava e tirava um dedo no meu cu enquanto me lambia e chupava o saco com delicadeza, me levando ao delírio.
No começo era mais suave, mas assim que meu cu se acostumou com a grossura do dedo, metia mais um e eu não conseguia fazer mais nada, senão ficar ali paralisado enquanto o sujeito que que eu nem conhecia realmente me deixava totalmente entregue.

Aí ele deitou na cama e me falou para chupar o pau dele. Eu só tinha chupado pau uma vez, não sou disso, mas a essa altura eu sabia que aquele cara ia me comer. Me meti entre as suas pernas, senti o cheio de banho que ele deve ter tomado antes de sair de casa, misturado com o cheiro de pau, de saco, e chupei um pouco o seu pau que já estava meia bomba. Babava muito, o que me deixou meio enojado, mas resolvi encarar e sentir o gostinho salgado da sua pica que rapidamente ficou dura na minha boca.

Enquanto eu chupava sua pica ele ainda brincava na minha bunda. No começo, ele pegava numa "banda da bunda" e apertava. Puxava para o lado e eu sentia o cu desprotegido, aberto, o friozinho do ar. O cu exposto. Como o cu já estava laceado, ele passou a enfiar e tirar um dedo, dois, me deixando muito envergonhado, mas eu simplesmente não podia negar o tesão que sentia. Enfiava dois e de vez em quando forçava a separar os dedos, o que me ardia o cu, mas não tinha o que fazer. Com a outra mão ele me segurava pelo cabelo, coordenando os movimentos, e com a boca preenchida pelo pau babante, eu só podia gemer numa mistura de dor e tesão que aquilo me causava. Às vezes ele me puxava até entrar o pau no fundo da garganta. Inacreditável, parecia que passava até a garganta, aí ele me puxava para fora, para que eu me recuperasse, mas ai entravam uns dedos, já não sabia direito, era no meu cu, melado, me deixando numa mistura de confusão e tesão, e me enfiava o pau de novo no fundo da boca, fudendo minha boca descontroladamente molhada.

De repente ele tira o pau e coloca uma camisinha que eu já tinha deixado separado. Me coloca de frango assado e começa a meter. Não tinha nem o que fazer, tentei escapar um pouco para entender o que estava acontecendo, mas ele simplesmente foi entrando, e sem resistência nenhuma fui recebendo seu pau escorregando para dentro do meu rabo. Abri a boca de susto e ele se deitou sobre mim, metendo fundo e me deu um beijo. Retribui, afinal o cara estava no comando, mas confesso que beijo em rosto barbado me causa uma certa aversão, mas não tinha o que fazer. Aquele peso sobre o meu corpo, eu nem conseguia me mexer, mal respirava, e o cara, só no jogo do quadril ia metendo e tirando do meu rabo. Eu só podia ficar ali parado, sentindo tudo aquilo e ouvindo o barulho do pau molhado entrando e saindo, às vezes, totalmente. E em seguida me cutucava, eu tentava escapar porque também doía quando ele metia fundo, mas ele devia achar que eu tava rebolando para ajudar ele, mas eu queria sair, e queria ficar, mas o pau encontrava de novo a minha entrada e me invadia fundo. A dor nessas horas, quando ia fundo, era grande. O pau tinha uma base muito larga, o que me abria tanto o rabo que me deixava sem respirar, ou era o peso dele, o suor quente de todo aquele corpo, me pressionando contra a cama, com as pernas escancaradas e aquela lingua na minha orelha.

Consegui balbuciar que estava doendo, que o pau dele era grande demais. Ele disse com toda tranquilidade que não era grande não, e simplesmente continuava metendo, entrando e saindo, e eu só sentindo aquela alternância, a invasão, o preenchimento, a pontada de dor na barriga, por dentro, e aquela escorregada gostosa, como se eu estivesse cagando uma bosta enorme, e o esvaziamento. E eu só ouvindo o barulho melado, sentindo o cheiro de cu se espalhando, e me sentia como se estivesse todo molhado no cu como se fosse uma buceta, entregue a esse macho. Me lembrei que o combinado era que eu ia comer ele, e voltei a sentir vergonha de estar amassado debaixo daquele macho.

Ele começou a meter mais rápido, mais rápido e com mais força, muita força, se levantou um puco, voltando a segurar as minhas pernas abertas pelos tornozelos me puxou mais para a beirada e aí me segurava todo aberto e metia com muita força fazendo o meu corpo se chacoalhar todo a cada metida, que fazia o som de um tapa ao bater sua pelvis na parte interna das minhas coxas branquinhas, macias e muito molhadas, e o seu pau agora entrava e saía muito rápido, dando umas pontadas no meio do meu corpo, e o pau parecia que ia sair pela minha garganta. Começou a pulsar dentro de mim, urrando baixinho, grave como um urso, ainda meteu algumas vezes, mas o que me deixou louco foi a sensação no cu da porra atravessando seu pau espetado, atravessado no meu cu, para dentro. Muitas golfadas. Ainda bem que tinha colocado a camisinha. Mas desejei sentir o esperma daquele cara lá dentro de mim. Aquele líquido grosso e quente. E mais vergonha. E ele se deitou por cima de mim por um tempo, até que rolou para o lado.

Deu uns dois minutos de tranquilidade e eu ainda só conseguia ficar ali parado. Ao lado do macho que me comeu, me sentindo arrombado, todo aberto, com uma sensação de estar travado no tesão. Tudo perto do meu cú era uma mistura de tesão, molhado, e eu ainda queria gozar. Mas ali parado, eu tinha a sensação de estar travado, de que não ia conseguir ir para o gozo. E parece que ele sabia. Ele foi abrindo as minhas pernas e metendo dois dedos no meu cu, me massagenado por dentro, ali, atrás do pau, me ardia um pouco mas a verdade é que quando ele me tocava ali, esfregava bem gostoso, eu só consegui sentir felicidade e que queria mais. Ele veio com a boca até o meu pau, completamente mole, quer dizer, tinha alguma parte mais interior durinha, mas não era como quando fica duro mesmo, grande, ele estava totalmente mole por fora, e senti a sua boca molhada e quente me envolvendo, sugando meu pau mole para dentro, ao mesmo tempo que ele passou a ficar só com os dois, ou tres dedos lá dentro, me tocando naquele lugar, e eu não conseguia dizer nada, só sentia, e me retesava, e ele sabia que estava me dominando, e de repente soltava meu pau e ficava só no meu cu. Acho que ele estava mostrando, mais uma vez, que ele é que estava em controle. Mais uma vez alojou o meu pau, pequeno, todo molhado, como se fosse um grelo grande, e dessa vez ele lambia muito meu pauzinho dentro da sua boca molhada e aqueles dedos me tocando ali, roçando, e eu só querendo mais, eu me empurrava para ele, e gozei. Nossa, gozei muito na boca dele. O pau totalmente mole deixava todo o meu gozo fluir sem barreira alguma para dentro de sua boca e ele chupava tudo, engolia, e sugava mais o meu gozo, e ainda me espremia por dentro, todo o esperma que eu tinha dentro de mim, ele comeu também.

Caralho.

Para comentarios pessoais: xxx9diego@hotmail.com

 

 

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