Uma foda no cinema

Uma amiga me apresentou Alejandro, 1,80m, 18 anos, olhos azuis, corpo másculo, peludo, forte, tímido e inteligente. Como era português estava somente de passagem pelo Brasil, logo ficamos amigos.
Toda vez que o via ficava sempre muito excitado. Tive a idéia de convidá-lo para ir ao cinema, e felizmente ele aceitou.
Sempre fui um bissexual ativo, mas na presença daquele portuguesinho tive vontade até de ser passivo. Como nada sabia sobre a sua opção sexual, deduzi que era hetero, mas tinha em mim a esperança que aceitasse transar comigo.


Antes de chegarmos ao cinema, ainda dentro do carro, peguei em sua mão e depois em sua coxa. Ele ficou com uma expressão assustada, mas nada disse. Entrou com o carro em uma rua deserta e escura e parou:
?Eu já suspeitava quais eram as suas intenções...?
E me beijou. Fiquei assustado mas gostei, e seguimos para o cinema. Sentamos em uma das últimas fileiras, para ficarmos bem longe de olhares indiscretos.
Beijei-o com muita tara. Tinha desejos de tomá-lo em meus braços e beijá-lo... Beijá-lo sem parar.
Ele passou a me acariciar bastante. Desabotoei a minha camisa e ofereci meus peitos, pedindo que fizesse o que bem entendesse. Eles estavam bastante sensíveis e bastou colocar a boca em um dos meus mamilos para eu sentir um comichão invadindo todo o meu corpo, em uma gostosa queimação... Uma ardência que tomava conta de mim, ressuscitando um tesão incontrolável!
Eu estava me despertando violentamente para o sexo. Alejandro sabia muito bem o que fazer em mim: lambia, chupava, mamava e até mordia bem de leve meu corpo. Aproximei minha mão do seu caralho e o encontrei completamente duro. Apertei a carne por cima da calça e ele soltou um pequeno gemido. Resolvi satisfazê-lo da forma como podia naquela noite. Desci o zíper da sua calça e tirei o pênis...


Alisei seu nervo com muito tesão e passei sobre ele a palma da minha mão, sentindo toda a sua suavidade.
Olhei para o lado e vi que estávamos sozinhos no cinema. Fiz algumas fricções com os dedos fechados em torno do seu pau e em seguida coloquei-o na boca. Alejandro tentou me parar, mas eu disse:
?Já que não pode botar no meu cu, quero chupar seu pau.?
Chupei violentamente o caralho até gozar em minha boca. Foi um dos melhores cacetes que já engoli. Em seguida ergueu-me e me beijou ardentemente. E assim por toda a sessão, ficamos na maior bolinação. Ele chupava meus peitos e eu o seu pênis. Gozou, permanecendo de pau duro. Tive uma idéia. Tratei de livrar-me da minha bermuda e cueca. Ficou meio assustado:
?O que está fazendo??
?É o que está vendo...?


Depois de livrar-me da incômoda roupa, passei a mão sobre o membro de Alejandro para saber se ele continuava em posição de sentido. Para minha felicidade, estava duríssimo. Procurando não fazer nenhum barulho, ergui-me lentamente da poltrona, fui afastando minhas nádegas o quanto pude, liberando meu ânus. Aos poucos fui me abaixando até sentir a cabeça do pau exatamente no meu minúsculo orifício.
Segurando seu membro, ele o posicionou melhor e fui descendo. Mas estava difícil entrar, estávamos muito secos. Ele passou cuspe na cabeça do seu pênis e no meu cu, fez pressão em minhas costas, pedindo que abaixasse. Logo senti novamente seu pau querendo invadir meu reto. Forcei mais um pouco para baixo e conseguimos a penetração. O membro deslizou para dentro de mim... Fechei os olhos a fim de curtir a penetração deliciosa, embora bastante dolorida. Mas por causa da posição ficou difícil o vai-e-vem.


E Alejandro sussurrou:
?Vamos fazer a coisa certa??
?E por acaso não estamos??
?Não é isso que quis dizer, vá para lá e abaixe-se entre as poltronas.?
Entendi o que ele queria fazer. Fiquei de quatro e ele se abaixou também. Senti seu membro encostando em minhas nádegas. Afastei as pernas e ele introduziu mais uma vez no meu rabo, se debruçando sobre as minhas costas.
Nessa posição animalesca ficamos nos movimentando em idas e vindas, e o resultando foi um farto gozo de Alejandro em minhas entranhas. Pela primeira vez estava sentindo diretamente na carne o gozo masculino, despejando o esperma que escorria pelo meu reto e coxas.
Ele começou a me masturbar, e pedi para não tirar logo, pois queria ainda gozar com o seu cacete dentro de mim.

Ele acariciava com uma das mãos os meus peitos, apertando-os de leve. Virei-me para beijar a sua boca, enquanto continuava me enrabando... Explodi num gozo sensacional!
No outro dia ele teve que viajar por problemas familiares, para Portugal. Infelizmente acabei perdendo o contato com o portuguesinho.
Hoje estou só e procuro companhia para ir ao cinema. Escreva e fale de você, enviando uma foto...

Anjo
MA14756
Caixa Postal 18400
São Paulo – SP
04626-970

 

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