Meu vizinho Brad

Olá! Meu nome é Victor tenho 25 anos, 1,75 de altura, moreno, cabelos negros e lisos, olhos castanhos e com o corpo, modesta parte, com tudo no lugar graças a cinco anos de muito exercício aeróbico e musculação. Nunca fiz a linha santinho, descobri que era gay cedo. Ainda no ginásio comecei a chupar meus coleguinhas, no ensino médio dei pela primeira vez, no superior participava assiduamente de ménages, orgias e etc. Mudei-me do Rio de Janeiro para o Espírito Santo por motivos profissionais, morava num apartamento pequeno num bairro de classe média em Vila Velha. Com 15 dias na nova cidade ainda não conhecia ninguém.
Sem carro e sem grana para táxi, tive que recorrer ao ônibus para conseguir chegar a meu novo emprego. Voltando pra casa uma chuva de verão ameaçava alaga toda cidade e ali estava eu; no ponto, desesperado, louco para chegar em casa abrir uma garrava de vinho, colocar um DVD pornô e brincar com meu vibrador novo. Mas não foi isso que aconteceu, não naquele dia pelo menos. Quando achei que mofaria ali a espera de um coletivo uma luz surgiu; um Corola preto com os vidros escuros parou na minha frente, de lá de dentro ouvi uma voz máscula e autoritária gritar: “Entra, te dou uma carona”. Agindo por impulso, loucura ou excitação, não sei, eu a obedeci. Quando olhei para o motorista, a fim de agradecer, uma sensação de alívio e surpresa me invadiu. Era Brad. Meu vizinho do apartamento ao lado, policial militar, que eu havia cruzado umas duas ou três vezes no elevador sem prestar muita atenção. Não que ele não fosse bonito, Brad tinha 1,85, branco, olhos pretos, cabelos negros e uma boca rosa e carnuda que implorava por um beijo, mas pela correria da mudança e adaptação ao novo Estado eu o ignorei.
“Você está ensopado, tire logo essa camisa antes  que se resfrie ou coisa pior”, ele ordenou com o mesmo tom autoritário e o semblante sério.  “Vocês viados tem uma facilidade para ficar doente que impressiona até o mais otimista dos médicos”, ele continuou.  “E cuidado para não molhar muito meu banco de couro...”.
“Qual é o seu problema hein?”, eu disse irritado com tanto mal humor. “Tudo bem, você está me fazendo um favor, eu sou muito grato, mas não vou ficar aguentando seus desaforos, se está tão incomodado encosta esse carro agora mesmo que eu vou de ônibus, a pé ou a nado se for o caso.” Para o meu desespero foi isso mesmo que ele fez. Olhei para fora e estávamos em algum lugar da Orla deserta de Itaparica. Senti um frio na espinha.
“Você é meu problema”, ele disse secamente.
Fingi um engasgo, ele teria dito isso mesmo ou eu estaria louco? Seja como for meu pênis ficou duro como pedra em questão se segundos, mas por dentro eu sentia uma sensação confusa de medo e desejo. Depois de alguns minutos de silêncio eu finalmente resolvi arriscar: “Bom nesse caso o que eu posso fazer para te deixar mais calmo, ou melhor, o que eu fiz para te deixar tão nervosinho?”
Ele me olhou e esboçou um leve sorriso. “Pode colocar esse cuzinho quentinho e apertado aqui no meu pau grande, grosso, cheio de veias pulsando ao longo se seus 19 cm”, ele disse enquanto ligava o rádio bem na hora que a música Bang Bang tocava.
Fomos para o banco de trás. Mais que depressa me despi completamente enquanto ele se limitou a abrir o zíper e colocar seu maravilhoso pau pra fora, o suficiente para satisfazer seu desejo de gozar loucamente dentro de mim.
Chupei Brad até minhas bochechas começarem a doer de tanto ficarem côncavas, seu pau era maravilhoso, eu poderia fazer aquilo por horas, sempre que ele ordenasse. O cheiro dele me deixava louco, às vezes sentia que gozaria sem nem tocar no meu pênis, só dando prazer aquele homem. Seus gemidos ressoavam por todo carro. Quando terminei ele mandou que eu sentasse em seu colo olhando em seus olhos. Comecei a descer devagarinho para que aquela ‘madeira bruta’ não me machucasse muito, mas Brad me empurrou para baixo e me preencheu de uma só vez, meus olhos lacrimejaram e eu soltei um palavrão. Imediatamente ele começou chupar meus peitos. “Você é muito gostoso, desde que te vi pela primeira vez queria fazer isso ali mesmo no elevador. Ah... como você é quentinho e apertado, seu cuzinho foi feito pra mim...”, ele sussurrava enquanto beijava meus lábios e pescoço. Comecei a cavalgar em Brad enquanto ele estocava de baixo pra cima com força, senti que seria preenchido com jatos de seu líquido quente a qualquer momento, mas ele tinha outros planos. “Agora, tira seu cuzinho do meu pau que tá na hora de tomar leitinho...”. Bebi tudo, sem desperdiçar nenhuma gota.  Em seguida ele me vestiu um camisinha para que eu também pudesse gozar sem sujar seu ‘amado carro’. Nem precisei de muito, só de sentir o toque de sua mão calejada me masturbando com força gozei ‘litros’, ele retirou o preservativo do meu pau com todo cuidado, deu um nó naquele saquinho, com material para povoar um planeta inteiro com meus filhos, e atirou pela janela. Desabei sobre ele exausto e me aconcheguei em seus braços, ficamos ali uns vinte minutos olhando para o mar pelo para-brisa. Vestimos nossas roupas, quer dizer, eu vesti minha roupa e fomos pra casa.
Meu caso com Brad tomou proporções inimagináveis, várias situações como essas voltaram a ocorrer até que descobri que ele tinha uma namorada, Olivia, um amor de pessoa,  que se tornou uma grande amiga... Mas isso eu conto outra hora. Beijos.

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Meu vizinho

Maravilhoso, são momentos em que devemos aproveitar de tudo, ainda mais se o macho é gostoso e sabe o que gostamos assim ambos gozam bastante e se deliciam com isso.

Maravilhoso. Envolvente,

Maravilhoso. Envolvente, provocativo e excitante! Vale a leitura ;)

Maravilhoso. Provocativo,

Maravilhoso. Provocativo, envolvente e excitante! Vale a leitura ;)

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