Boquete proibido no irmão

Meu nome é Paula e gostaria de contar a seguinte história que aconteceu
a 3 anos. Na época, eu com 18 e meu irmão, Pedro, de 21. Ao atingir a
maior idade, começamos a sair juntos, tínhamos os mesmos amigos e tal.
Sempre o achei um gato. Ele com 1,78m, 74 kg, malhava a 3 anos, forte.
Nunca tive a intenção de transar com ele, essas coisas loucas de
incesto, mas reparava as vezes no volume da calça dele, até porque não
sou de ferro.

Ele só olhava para mim quando eu usava roupas mais curtas no verão em
casa, mas isso é normal. Eu era(e ainda sou), modesta parte, gostosa
sim. 1,70m, 62 kg, cabelos na metade das costas, olhos castanhos, coxas
bem grossas, bumbum grande e bem malhado, seios médios...não passava
desapercebida. As coisas começaram a mudar no dia 12 de setembro de
2000. Um amigo dele estava fazendo aniversário e nos convidou para uma
festa na casa dele. Chegando lá, só tinha bebida! 3 tipos diferentes de
cachaça, 7 garrafas de vodka, não sei quantos licores e várias latas de
cerveja, parecia que o objetivo era somente bebemorar. Enfim, todos
beberam, inclusive eu, que fiquei altinha. Meu irmão, como metade dos
homens da festa, ficou completamente aloprado. Acabou ficando no sofá e
só saiu da festa apoiado em 2 amigos. Uma amiga minha nos deixou de
carro em casa e eu fui levando meu irmão até o elevador. Ao entrar,
apertei o botão do sétimo andar e, para minha surpresa(e indignação)
Pedro acabou vomitando no meu vestido!! Porra, era a segunda vez que eu
usava e já estava vomitado, que nojo! Ele deu uma risada e pediu
desculpas, mas acho que nem sabia o que estava fazendo. Ao entrarmos em
casa, na cozinha mesmo, o coloquei sentado numa cadeirinha e me despi,
ficando de sutiã e calcinha. Ele ficou me olhando com um sorriso todo
bobo no rosto.. Xinguei-o de viado e perguntei o que estava olhado, e
nada respondeu. O ajudei a se levantar e o levei até seu quarto. Lá
chegando, ele desabou na cama.

Olhei para aquela cena
patética...ele, com a camisa suja do próprio vômito, deitado de
qualquer jeito, com aquelas roupas caras. Não vai dormir direito.
Desabotoei a blusa dele, o virei de costas para tirar, enquanto ele
resmungava sei lá o que. Depois, o virei de frente de novo abri o zíper
da calça...mas ao encostar nele, senti algo diferente nas mãos. Olhei
melhor e percebi que havia um volume maior ali. Puxei a calça para
baixo e reparei o pau dele, duro, por baixo da cueca. Fiquei sem graça
por tê-lo deixado excitado ao me ver tirando a roupa, mas por outro
lado achei aquilo diferente...algo como proibido. Não sei se foi o
álcool, mas tive uma louca idéia. Ele estava bêbado mesmo, apagado,
então poderia me aproveitar daquela situação. Então, puxei um pouquinho
a cueca dele para baixo e vi aquele cacetão todo. Peguei uma régua,
coloquei o pau dele de pé e medi. 17,5 cm, quase 18! Era um tamanho de
respeito. Fui conferir se meus pais estavam realmente dormindo e ao
voltar, fechei a porta do quarto. Fechei os olhos, pensei e, quer
saber...FODA-SE!

Me ajoelhei na frente dele, agarrei o seu pau
e dei uma lambidinha na cabeça...outra...e uma terceira mais
forte...hummmm, abri a boca e engoli tudo...e subia bem devagar,
sentindo ele todo na minha boca e na minha língua. Desci de novo,
subindo minha boca pelo cacete vagarosamente...me excitando cada vez
mais. De vez em quando ele gemia algo, mas nada com nexo. Continuei a
engolir, agora mais rapidamente. Ao mesmo tempo, o masturbava para
mantê-lo excitado. Eu pensava o que eu ia passar no dia seguinte...será
que eu ia gostar disso? Sei lá, não chegava a conclusão nenhuma, só
sabia chupar, chupar, chupar...eu parecia uma puta...ou será que eu
era? Eu tinha muitos desejos, e quando fiz 18 anos, cansei de me
segurar e comecei a fazer essas loucuras. Passava a língua por fora
dele, engolia de novo...descia e chupava as bolas, passava a mão pelo
seu peito...e foi nisso que a mão dele segurou a minha. Tomei um susto,
ele tesava de olhos abertos! Me olhou durante 2 segundos e me empurrou
a cabeça contra o pau dele.

Ele entrou até eu engasgar. Fiz
força e consegui sair daquela situação. Voltei a chupar como antes, mas
tocando uma punheta mais intensa, queria que ele gozasse logo, já
estava ficando perigoso. Chupei por mais 3 minutos quando senti uma
ejaculada na minha boca....que delícia...a segunda veio no meu olho e
escorreu pela minha bochecha. Passava a boca naquele cacetão,
limpando-o com a minha língua. Depois, perdeu força e o gozo só
escorria. Mantive o pau dele na minha boca por mais 10 segundos e
passei a língua para tirar algo que havia restado. Fui ao banheiro,
peguei papel higiênico e passei no pau e na virilha dele para que não
ficasse melado, afinal de contas ele poderia desconfiar no dia
seguinte, sóbrio. Pus a cueca e a calça no corpo dele e me dirigi ao
meu quarto. Lá, puxei meu sutiã até ele arrebentar e rasguei minha
calcinha, de tanto tesão que sentia. Me masturbei até gozar. Nossa,
,que doidera eu tinha feito. Tomei um bom banho, escovei os dentes e
dormi. No dia seguinte Pedro me olhava meio estranho, mas nada falou.
Sei lá, de repente era impressão minha. Se acha que essa história é
mentira...bom, aí é problema seu. Quem quiser, pode me escrever, sendo
homem ou mulher, curto ambos.

plima3@zipmail.com.br

 

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Vem faze boquete bem gostoso em mim gata tb

Eu eu lir tua historia fique muito exitado com pau duro hum
vc deve chupa bem gostoso nem gata

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