Lance de pai e filho - capítulos 7, 8 e final

Hoje era dia de ir à faculdade e entregar os documentos pendentes para
a matrícula do próximo período. Eu atrasei para fazer a matrícula e por
isso, tive de ir pessoalmente à faculdade para resolver. Chegando lá, a
fila estava enorme. Me avisaram que tinha de pegar uma senha. Meu
número estava bem distante de ser atendido. Demorei muito para ser
atendido. Tive tempo para fazer muitas coisas. Aproveitei para comprar
um lanche e depois ir ao banheiro. Enquanto estava no banheiro, entrou
um faxineiro que trabalhava ali para fazer o seu serviço. Mas notei que
ele olhou rapidamente e disfarçadamente para o meu pau, enquanto eu
mijava. Saiu do banheiro. Eu lavei minha mão e também saí do banheiro.
Lá fora, vi ele de novo, conversando com outro faxineiro. Pela sua voz,
notei que ele era bicha. Pensei que eu estava errado, mas não. Ele
olhou mesmo para o meu pau. Voltei à sala de espera da matrícula e meu
número ainda estava longe. Resolvi sentar d
ebaixo de uma árvore. Pensei em conversar com o faxineiro.

Assim que vi ele entrando no banheiro, voltei a entrar também. Lá
dentro, lhe perguntei: -- Faz muito tempo que você trabalha aqui? --
ele respondeu que faz cinco anos. -- E você gosta do que você faz? Você
gosta de limpar esse banheiro? -- O salário é baixo, mas ta bom. -- E
dá para ver o pau de todo mundo? Nessa hora ele deu uma risadinha,mas
respondeu: -- Ih, cada pauzim... -- Mas não aparece nenhum dotado,
não?  -- Ah, é claro que aparece. E eu olho mesmo. Se ele quiser ainda
faço mais. A bicha é assanhada. Não tem vergonha de falar. Eu me
empolguei e perguntei baixinho: -- E alguém já aceitou te comer
rapidinho aqui mesmo? -- Você também gosta, né? Vou te falar. Como esse
prédio fica mais isolado dos outros prédios, dá pra trepar numa boa,
quando fica mais de noite. Tem dois caras que de vez em quando aparece
pedindo pra me comer, ou para eu dar uma lambida no pau deles.

 

Enquanto a bicha falava, meu pau endurecia. Ela continuou: -- Tem um
que estuda aqui e é tudo de bom! Ele malha, então, é bem fortinho, do
jeito que a gente gosta. Ninguém nunca pegou a gente fazendo nada.
Achei muito interessante. Como é que eu nunca desconfiei? A bicha
percebeu minha cara de empolgação. -- Mas agora não dá pra fazer nada,
viu. Tem muita gente entrando aqui hoje. E eu não quero ser mandado
embora. -- Eu sei. É claro. Nós dois saímos do banheiro e ele me
mostrou quem era o outro cara que costumava comê-lo de vez em quando.
Era o outro faxineiro, que estava conversando com ele antes.

Ficamos conversando mais um pouco. Ele me contou que, assim como eu,
prefere ser passivo. Contei para ele do meu pai e ele me disse que
tenho sorte. Elemora apenas com a mãe dele, num apartamento. E me
contou que seu pai sumiu, depois que ficou sabendo que seu filho era
uma bichona. Ele sente saudades do pai, mas está feliz hoje. Seu pai
tinha problemas de alcoolismo e as coisas estão melhor sem ele por
perto. O marcador da sala marcava o número da minha senha. Me despedi
do faxineiro e disse que a gente se esbarraria na faculdade.

 

Capítulo 8 A volta do massagista


Eu estava sozinho em casa, como sempre baixando alguns vídeos da
internet, quando o interfone tocou. Atendi e a pessoa do outro lado
perguntou pelo meu pai. A voz me parecia familiar. Era voz de homem.
Avisei que meu pai estava trabalhando, não estava em casa no momento. O
homem, então, respondeu: -- Você é o Marcus? É que eu disse que vinha
trazer uma pomada pro filho dele que se machucou no futebol. Hummm...
era o massagista, que conseguiu me provocar enquanto alongava minha
perna no vestiário. Eu estava deitado, com a barriga para cima, e cada
vez que ele levantava minha perna, ele encostava sua pélvis em minha
bunda. Ele tinha prometido trazer para mim uma pomada que cura tudo. E
agora estava na minha porta. Não acredito! Abri a porta pelo interfone
e disse para ele entrar. Fui recebê-lo. Quando ele me viu, me perguntou
como estava a perna e me apresentou a pomada. Convidei-o para entrar e
tomar alguma coisa. Depois de muito conversarmos, sobre o campeonato e
outras coisas, ele me disse como usar a pomada e me propôs ensinar uma
massagem que eu mesmo poderia fazer na minha perna. Eu estava usando um
short e, sem me pedir permissão, puxou minha perna para cima do seu
colo.

Me explicou rapidamente onde geralmente acontecem certas contusões e
apalpou bastante minha perna. Estava interessante sua explicação, mas
era muito estranho ele pegar tanto para explicar. Geralmente, um homem
não fica pegando em outro homem. Ele parecia não se importar com isso.
Poderia ser costume de sua profissão, mas alguma coisa me dizia que
existia uma intenção a mais. Ao espalhar a pomada em suas mãos para me
mostrar como eu poderia me massagear, ele se concentrou muito em minha
coxa e não parava de subir mais. Eu estava usando um short e estava
difícil conter minha ereção. Sua mão alisava a parte interna de minha
coxa e esbarrava no meu saco, às vezes. Cada vez que ele fazia isso,
ele olhava para mim.

Como eu não dizia nada, ele continuava. Minha imaginação estava à
mil. Estávamos sozinhos em casa, ele já estava massageando minha perna.
Antes de sua visita, eu já estava excitado por causa dos vídeos pornô
que eu assistia no computador. Eu queria que ele colocasse sua mão por
debaixo da minha cueca e tocasse meu pau. Eu estava gostando, mas tinha
medo. Não sabia o que falar para interromper sua massagem e despachá-lo
de minha casa. Mas queria muito que ele tivesse a coragem para abusar
de mim. Ele interrompeu meus pensamentos para explicar como deveria ser
a massagem na parte de trás da coxa.

Disse que deitado, seria melhor para me explicar. Levantou como se
estivesse esperando que eu me deitasse em algum lugar para ele
explicar. Quando ele levantou, notei seu pau duro, como da última vez.
Quando eu levantei, ele colocou suas mãos em minha coxa e virou minha
perna para dar início a uma massagem improvisada nas costas de minha
coxa. O safado sabia o que estava fazendo. Subiu suas mãos até chegar
em minha nádega.chegar. Eu estava quase disfarçando, fingindo que faria
alguma coisa, querendo na verdade tocar o pau dele, como se fosse
acidentalmente. Mas eu não podia faze isso. Ele se despediu e me passou
seu telefone, dizendo que eu poderia ligar quando precisasse. Bateu um
arrependimento por não ter acontecido nada, mas ao mesmo tempo achei
melhor as coisas acontecerem devagar. Quando eu precisar, eu ligarei
para ele.Não falei nada, mas estava claro que ele havia pegado em minha
bunda. Seus movimentos passaram a ser alternados entre a parte interna
e a parte de trás da minha coxa. Cada vez que eu não falava nada era
como se desse permissão para continuar. Ele foi longe. Num dos
movimentos em direção a parte interna da coxa, ele avançou sua mão até
o meu ânus. Acertou um dedo rapidamente. Eu queria que ele continuasse,
mas tinha de obrigá-lo a parar, para saber até onde ele seria capaz de
continuar insistindo, caso realmente estivesse interessado em fazer o
que se passava em minha cabeça. O telefone tocou. Era minha chance.
Atendi ao telefone. Era meu pai do outro lado da linha, querendo saber
se minha mãe havia ligado. Me transmitiu o recado que ela queria me
passar e perguntou se estava tudo bem. Ele identificou a voz do
massagista que, na hora, perguntou: -- É o seu pai? Deixa eu falar com
ele um pouco. Passei o telefone para o massagista. Eles ficaram um bom
tempo conversando. Meu tesão não passava. A visão do massagista na
minha frente se misturava com as imagens dos vídeos que eu estava
assistindo antes dele

 

Capítulo 9 Matei a saudade


Hoje saí com alguns amigos, fui para uma festa. Estava ótima!
Fiquei com duas meninas. Uma loira e outra morena. As duas eram
lindíssimas, maravilhosas! A primeira foi embora mais cedo, mas como eu
continuei na festa, investi na segunda e me dei bem. Fiquei até às 4:30
na festa, que era na casa de um amigo meu. Cheguei em casa às 6h00.
Minha mãe estava saindo para trabalhar. Me deu um puxão de orelha,
porque achou que eu estava bêbado, mas nem liguei muito pro que ela
disse. Só achei estranho meu pai não aparecer para dar bronca também.
Geralmente, no sábado, meu pai se levanta da cama quando minha mãe se
levanta para trabalhar. Por que será que, dessa vez, ele não se
levantou? Ele não está em casa? Esperei minha mãe sair para subir ao
quarto dela. Abri a porta devagar e vi meu pai, deitado na cama. Ele
estava dormindo. Estava todo esticado na cama, com metade do corpo
coberta, com o edredon jogado pros lados, vestindo apenas o short do p
ijama. Fiquei parado por um bom tempo, observando meu pai. Ele estava
deitado com a barriga para cima. Sua barriga e seu peito estavam
descobertos.

O edredon cobria apenas uma de suas pernas e a metade esquerda de sua
cintura. Tive vontade de levantar um pouco o edredon para tentar ver
seu pau por debaixo do short e caminhei até sua cama, sem fazer
barulho. Levantei o edredon e pude admirar a protuberância debaixo do
short. Seu pau criava um volume que possibilitava medi-lo e apalpá-lo.
Os cabelos que saíam por debaixo do short, e subiam até o peito,
acrescentavam um charme provocante. Resolvi passar minha mão e apertar
um pouco, mas meu pai não acordou. Coloquei o edredon de volta e fui
para meu quarto.

Tirei minha roupa e fiquei só de cueca. Eu estava com muito sono e
achei melhor me deitar logo. Dormi por muito tempo. Quando acordei, já
era 13:00. Resolvi levantar, mas qual não foi minha surpresa ao
perceber que acordei sem minha cueca no corpo? Como isso aconteceu?
Passei a mão na minha bunda e enfiei o dedo no cu. Aproximei o dedo do
nariz e senti cheiro da porra do meu pai. Procurei por minha cueca.
Estava no chão. Fui direto para o quarto de meu pai. Ele não estava lá.
Escutei o barulho do chuveiro. Pensei em bater na porta do banheiro
para pedir explicações do meu pai, mas mudei de idéia.

O fato de meu pai ter me comido enquanto eu dormia me encheu de tesão.
Há muito tempo que ele quer me comer e eu não deixo, desde o dia em que
ele me criticou no jogo de futebol. Reconheci que fui eu que entendi
mal o que meu pai quis dizer no dia, mas como não gostei, decidi que
ficaria um bom tempo sem dar para meu pai. Mas hoje ele conseguiu matar
sua saudade do meu cu.

Me comeu sem eu perceber. Eu estava doido para transar novamente com
ele, mas eu queria que ele só fizesse isso quando eu liberasse. Fiquei
na porta do banheiro, esperando ele sair. Ao sair, ele olhou bem para
mim e começou a rir, pois não conseguia esconder o que fez mais cedo.
Fui tirar satisfações com ele, mas ele abriu sua toalha e me enrolou
junto ao seu corpo, ainda molhado, e me disse: -- Ah, relaxa, filho! Eu
pensei que você não ia se lembrar de nada. Você estava bêbado e não
parava de me pedir pra te comer. Queria só ver se alguém estivesse aqui
para ouvir as coisas que você dizia. Caramba! Quer dizer que fui eu que
pedi, enquanto estava tonto? Meu pai apertou minha bunda e
desenrolou-me da tolha. Foi para o quarto dele terminar de se enxugar.

Fiquei olhando ele subir as escadas, admirando suas pernas e sua bunda,
cada vez mais gostosa. Assim que ele terminou de se vestir, ele desceu
ao meu quarto. Eu ainda estava nu. Mas desta vez, eu estava de quatro
na minha cama, com o cu virado para a porta, onde meu pai estava. Tirei
um lubrificante da minha gaveta e espalhei no meu cu. Pedi para ele
vir. -- Dá para você me mostrar tudo que você fez enquanto eu dormia?
Ele se aproximou da minha cama, eu me  virei e abaixei seu short. Seu
pau estava em ponto de bala. Abocanhei e engoli com vontade. Fiquei
horas chupando. Peguei o lubrificante e espalhei no seu pau. Me virei
de costas. Meu pai subiu na cama e direcionou seu pau no meu cu. Enfiou
de uma vez.


Inteiramente. Os movimentos rítmicos de meu pai me fizeram gemer.
Meu pai estava me comendo de quatro na cama. Há quanto tempo esperei
por isso? Mudamos de posição. Meu pai se sentou numa cadeira que estava
no meu quarto. Seu pau estava totalmente em riste. Era um convite para
sentar. Meu cu já pedia um beijo do pênis dele. Antes de sentar, pude
apreciar mais uma pouco todo o seu tórax. As costas largas e o peito
definido. Passar as mãos em seu peito era enchê-las de pura gostosura.
Alisar seu peito, sua barriga, aqueles cabelos que subiam até o
peitoral é uma delícia. Começo a me sentar devagar. Sinto seu pênis
procurar meu cu. O toque de sua cabeça, avisando que vai entrar me
causa arrepios. Como seu pênis está bem lubrificado, ele entra com
facilidade. É indescritível a sensação. A medida em que vou sentando,
vou sentindo ele adentrar-se cada vez mais em mim. Vou sentindo toda a
sua extensão, sua pele. Como é grande. Quero sentar até atingir sua
base, mas isso implica que ele entre mais fundo dentro de mim. Cada vez
que ele entra, a vontade que tenho é de rebolar. Quero que entre tudo.
TUDO!Senti um tesão danado! Que saudade dessa pica gostosa. Ela entrou
quente no meu rabo, me preenchendo

Depois que me sento, é confortável a sensação de ter os braços de meu
pai entrelaçando minha cintura. Eles me apertam. Meu pai não quer me
soltar. Ele quer me comer, me fazer mulher. Ele não pára de meter, de
enfiar cada vez mais fundo o seu pau em mim, como se fosse possível
entrar ainda mais. Com o aperto de seus braços, seu peito se encosta no
meu. Seu peito é muito mais forte e mais largo que o meu. É também mais
cabeludo.
Com o prazer, empino minha bunda.

O pau continua entrando com facilidade, por causa da lubrificação. Isso
me enlouquece. Proponho me levantar e sentar de novo, mas desta vez, de
costas para meu pai. Ao fazer isso, me sinto descontrolado. Ao retirar
seu pau do meu cu, sinto um vazio, um buraco que precisa ser
preenchido. Meu cu está dilatado. Preciso preenchê-lo de novo.
Rapidamente sento em seu pau. Meu pai, mais uma vez, me agarra pela
cintura. Me puxa pra cima e pra baixo. Flexiono os joelhos e facilito a
penetração. Passo a imaginar a visão que meu pai tem da minha bunda
sendo comida por ele nessa posição. E para empolgá-lo, rebolo com mais
liberdade e intensidade. O tesão dele aumenta. Ele resolve me prender
com as mãos pela cintura e se levantar da cadeira, sem me deixar sair.
Ao fazer isso, ele adquire o controle. Eu apóio minhas mãos no sofá da
frente, me curvando para baixo. De pé, ele agora me come por trás num
ritmo mais rápido e
com mais profundidade. Ele me tem em suas mãos. Estou com a bunda
arrebitada para cima, em sua direção, e tudo que ele tem a fazer é me
segurar pela cintura e meter seu pau em mim.

Não contente com isso, ele abre mais a minha perna e apóia a sua em
cima do sofá. Com um pé no sofá e outro no chão, ele pode penetrar mais
fundo ainda e mais forte. Ouço seu saco bater em mim. Não consigo mais
me equilibrar nessa posição e, aos poucos, vou caindo em cima do sofá.
Ele não me desgruda e acompanha o movimento do meu corpo, se jogando em
cima de mim para que eu não escape. Tento colocar minha mão Preciso
voltar ao controle, senão vou ser inteiramente rasgado pela fome de meu
pai. Empurro meu corpo contra o dele, tentando forçá-lo a ir para trás.
A penetração se torna mais ritmada após isso. Consigo empinar minha
bunda e rebolar. A respiração dele aumenta. Aos poucos, ele já não mete
com tanta força, para evitar que goze logo. Ganho vantagem. Faço ele se
sentar de novo na cadeira, viro meu corpo e fico de frente para ele.
Imediatamente sento em seu pau e cavalgo com força. É meu pai quem geme
dessa vez. Mas, mesmo assim, ele ainda tem forças para me abraçar e
empurrar seu pau para bem fundo. Estou quase gozando. Mas o que eu
quero é que ele goze. Esse é meu objetivo. Já não posso fazer mais
nada. Me entrego e deixo seu pau percorrer meu cu, bem no fundo. Não
existe maneira para entrar mais fundo. Seu pau é muito grande, mas não
pode me surpreender tanto. Deixo visível a aproximação de meu orgasmo.

Meu pai percebe. Gozo em cima da barriga de meu pai. Ele sussurra algo
como "assim não vale, agora eu tenho que gozar também". Me deita no
sofá, em posição de frango assado e adquire o controle mais uma vez.
Passa o dedo no gozo que eu deixei em sua barriga e no seu peito e
lambe, deixando um pouco para eu lamber também. E goza! Goza bem no
fundo do meu cu. Preenche todo o espaço que eu tenho dentro de mim com
seu líquido quente e abundante.

Sinto a quentura de seu gozo escorrer pela minha bunda, o que indica
que não coube tudo dentro de mim. Meu pai força mais um pouco seu pau
dentro de mim e me preenche com mais alguns jatos. Ao tirá-lo de dentro
de mim, o restante do sêmen termina de escorrer pela minha bunda. Como
se não bastasse me inundar com seu líquido mais que gostoso, o que
transbordou caiu em minha perna, me causando prazer até onde eu não
imaginava sentir. Estou feliz. Meu pai também. Nós dois nos abraçamos.
A partir daquele dia, voltaríamos a transar e ter muitas outras
histórias para contar.fim do capítulo 9 e FIM da história (é claro que
a história para eles ainda não acabou...)

 

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