Lance de pai e filho - capítulos 4, 5 e 6

Capítulo 4 Quero continuar na cama com meu pai


Fiquei um bom tempo deitado em minha cama, com minha bunda colada no
pau de meu pai. Nem vestimos a roupa. Continuamos pelados, sentindo um
ao outro, até a vontade de transar chegar mais uma vez. Estávamos
sozinhos em casa. Era sábado. Não tínhamos de ir a lugar nenhum e minha
mãe só chegaria à noite do trabalho. Eu queria aproveitar, e sei que
ele também Afinal de contas, assim que minha mãe saiu de casa, ele veio
se deitar em minha cama. Ficar deitado de lado, com meu pai atrás de
mim, respirando em meu pescoço, é a coisa mais gostosa! Seu corpo é
quente, gostoso! Ele ficou quietinho depois do boquete que fiz nele.
Gozou muito! Apesar de querer muito ficar com o meu pai hoje, acho que
um boquete é o máximo que consigo fazer. Meu cu ainda está doendo,
desde a última vez que meu pai me comeu. Ele bombou com muita força! E
eu não estava acostumado. Foi meu pai que me comeu pela primeira vez. A
sensação de seu pau encostando em minha
bunda é excitante, mas não sei se estou preparado para senti-lo mais
uma vez dentro de mim. Estou todo rasgado por dentro. Seu pau é muito
grande. Sei que meu pai não se satisfaz rapidamente. O boquete não será
suficiente. Mesmo depois de gozar, meu pai tem energia para me comer
logo em seguida. Foi assim da última vez. Ele gozou em minhas pernas no
chuveiro e, logo depois, me comeu aqui, no meu quarto.Mas, como
explicar para ele que hoje não vou conseguir enfiar seu pau no meu cu?
Na hora em que cavalguei nele, não senti nada. Mas agora está doendo.
Seus braços estão me prendendo ao seu corpo, debaixo do cobertor. Meu
pai está imóvel. Não sabia se ele estava 2 dormindo, ou se estava
apenas descansando para recomeçar a transa. Decidi passara minha mão
sobre o seu corpo. Ele retribuiu o carinho, alisando minha barriga com
uma de suas mãos. Estava acordado! Minha barriga gelou nesse momento.
Estava gostosa sua mão passeando no meu corpo.
Ele a levou até o meu pau e fez uma punheta. Isso excitou-o. Ele
começou a me espremer sobre o seu corpo forte, despertando tesão em mim
mais uma vez. Seu pau procurou pelo meu buraquinho até encontrar. Assim
que tocou minha entrada, forçou para entrar, mas não conseguiu. Meu cu
estava resistindo. Meu pai forçou mais uma vez e não conseguiu. Por
causa da dor que ainda sentia, meu cu se contraía, em vez de relaxar.
Sem levantar da cama, meu pai usou a pomada que trouxe consigo de seu
quarto e espalhou no meu cu, com seus dedos. Enfiou um dedo e depois
outros dois. Pronto. Meu cu já havia cedido. Sem demora, meu pai
levantou a minha perna, e na mesma posição em que estávamos deitados,
meteu seu pau em meu cu. Eu continuei com a perna erguida e meu pai
bombou mais forte. Eu sentia seu saco batendo em minha bunda. Eu estava
deitado de lado, com meu pai atrás de mim, me comendo num ritmo
apressado e gostoso. Ele metia sem dó, sem parar para descansar
. Eu gemia baixinho. Meu pai dava umas mordidas em minha orelha e
apertava meu corpo com seus braços. Eu estava em outra dimensão. Meu
prazer era enorme. O pau entrava e saía da minha bunda com facilidade
por causa do gel lubrificante que meu pai usou. Eu nada podia fazer a
não ser me entregar à sensação de ser fodido daquele jeito. Mais uma
vez, meu pai estava acabando comigo, me matando de tesão. Eu estava
pronto para gozar a qualquer momento.

Seu pau buscava o canto mais fundo da minha bunda. Que pau enorme! Eu
fiquei sem forças devido ao prazer que senti. Estava totalmente
submisso. Aos poucos meu corpo foi se virando. Minha barriga estava
sendo forçada a encostar no colchão, o que indicava que mais uma vez
meu pai me comeria por cima de mim. Isso me fez gozar.

Ele encostou seu peito em minhas costas e passou a gemer a cada
estocada que dava em minha bunda. Parecia que ia gozar. Mas eu estava
enganado. Ele já estava gozando. Senti seu líquido quente me preencher
por dentro. Maravilhosa sensação! Indescritível! Meu pai tirou seu pau
da minha bunda e o gozo escorreu. Com as mãos, meu pai afastou minhas
nádegas para ver o sêmen transbordar do meu cu. Com os dedos, ele
tentava voltar para dentro do meu cu o líquido que escorria. Eu
levantei minha cabeça para ver o sorriso no rosto dele. Meu pai tombou
na cama, ao meu lado, e dormiu. Eu me senti realizado. Queria deitar
também, mas o cheiro de sexo estava forte. Sujei mais um lençol de
sêmen. Era hora de trocar.

Ele percebeu que gozei e disse: -- Ah, nem me esperou! Eu quero gozar
também. Eu estava suado. Estava quente. Meu pai, então, decidiu meter
com mais força e mais velocidade. Eu gemia a cada estocada. Era
impossível não sentir nada. Eu queria rebolar, mas não conseguia. O
peso do corpo de meu pai em cima de mim me impedia.

 

Capítulo 5 Vontade de dar


escadas, dei de cara com ele. Mas vestido com o uniforme do time de
futebol, com a bola debaixo do braço: -- Vamos embora, filho? È hoje
que nos vamos vencer de goleada o timinho do Osmar. Anda logo! Vai se
arrumar. Pensei que você não ia acordar mais. A van já está quase
chegando. Que droga! Meu pai quer jogar futebol. Eu doido pra dar, ele
doido pra jogar futebol. Subi as escadas novamente e voltei para o
quarto. Deitei na cama de bruço. Não queira jogar bola. Fiquei assim
por um bom tempo. Meu pai subiu e me xingou: -- Anda, filho! Assim você
vai atrasar todo mundo -- e me deu um tapa na bunda para eu levantar.
Ah, que mão gostosa! Grande, macia, perfeita pra me apalpar hoje!
Empinei minha bunda na hora. A vontade estava aumentando. Como me
livrar disso? Tirei minha roupa, fiquei só de cueca. Abri meu
guarda-roupa para procurar meu uniforme. Pensei mais uma vez no longo
tempo que teria que ficar no campo, em vez de ficar em casa, fazendo
algo melhor.
Eu gosto de jogar bola, mas hoje queria fazer OUTRA COISA. Gritei por
meu pai. Ele veio ao meu quarto. Assim que apareceu na porta, tirei
minha cueca, de costas para exibir minha bunda, e lhe perguntei: -- Me
empresta aquela sua outra chuteira? Não sei onde guardei a minha. --
Claro! Vou buscar -- e saiu sem admirar minha bunda. Droga! Hoje meu
pai não quer sexo! Aceitando que meu pai hoje queria desperdiçar o
tempo em que estávamos sozinhos em casa para jogar uma pelada, me
arrumei e fui para o portão. A van que nos levaria ao campo chegou.
Sentei ao lado de meu pai. No caminho, procurei manter o meu pensamento
no futebol, mas sempre me via desviando os olhos para as 2

Hoje acordei com muita vontade de dar. Na cama mesmo, enquanto estava
deitado, já sentia meu cu querendo engolir alguma coisa. Estava
incontrolável essa minha vontade. A cada minuto na cama, minha bunda
arrebitava procurando alguma coisa em que se encaixar. Levantei da cama
com vontade de colar minha bunda no vidro da janela. Fantasias vinham a
minha cabeça, pedindo que homens parassem para admirar minha bunda pela
janela. Que coisa louca! Que vontade de empinar a bunda hoje! Como a
vontade não passava, me deitei novamente. Mas foi em vão. A vontade
ficava mais forte. Eu ficava imaginando um pau na minha frente. Me
imaginava beijando o pau e sugando-o bem devagar, com carinho.
Imaginava a visão do cu, que um certo ângulo me proporcionaria, se eu o
chupasse por debaixo da pessoa. Eu tinha de levantar da cama e, tomar
um banho, talvez, para minimizar essa vontade. Mas tomar banho me fazia
lembrar meu pai. Aliás, onde ele estaria agora? Daqui do quarto, não
consigo ouvir barulho nenhum. Parece que não tem ninguém em casa.
Resolvi procurá-lo na cozinha.

Pelo horário, ele devia estar tomando café. Assim que terminei de
descer as pernas cabeludas de meu pai. Me imaginei colocando a mão em
sua perna, e depois subindo, devagar, para colocá-la debaixo do seu
calção. Eu queria fazer uma punheta no meu pai. Eu queria beber o que
seu pau produzisse. Queria sentar no colo dele ali mesmo. Hoje eu
acordei com vontade de dar, de sentir um pau na minha bunda. Reparei
nos outros também, amigos de meu pai, alguns saradinhos, outros nem
tanto. Mas decidi parar e me concentrar no jogo. Quando chegamos, o
campo estava molhado, por causa da neblina, que ainda não tinha se
dispersado. Estava frio. Tinha muita gente no campo hoje. O banco de
reservas ficou lotado e alguns homens tiveram de concordar em ser
apenas o juiz, o técnico, o bandeirinha, o gandula, o que fosse. O
importante era não ficar parado, pis estava fazendo frio. Quando
comecei a jogar, me esqueci da minha vontade de abocanhar um pau com a
bunda e passei a gostar do jogo. Cheguei a marcar um gol aos 15
minutos. Mas a alegria durou pouco.  Um cara do time adversário entrou
com um carrinho e atingiu minha perna. Eu caí no chão, pois doeu muito.
Meu pai e alguns amigos dele empurraram o cara, afim de brigar, mas
decidiram me ajudar primeiro. Minha perna estava roxa e o lugar do
impacto estava inchado. Um amigo de meu pai se prontificou a massagear
o lugar e disse para ele não se preocupar. Rapidamente, arrumaram uma
maca e me levaram para o vestiário. Meu pai desceu comigo, junto de
três outros amigos dele. No vestiário, comentamos sobre a maneira
brusca como o cara tentou tomar a bola de mim. O massagista passou uma
pomada no lugar e disse: -- Se quiserem voltar ao campo, podem ir
despreocupados que o inchaço já está sumindo. Meu pai e seus amigos
subiram as escadas, decididos a marcar pesado com o cara. O massagista
me perguntou se a dor estava passando.

Eu respondi que estava diminuindo a dor. Ele tirou mina chuteira e
me pediu para fazer movimentos com a perna machucada. Eu consegui mexer
a perna. Ele me alertou sobre a importância de se alongar antes de
fazer qualquer atividade física e me ajudou a fazer alguns
alongamentos. Eu estava deitado sobre uma cama, de barriga para cima.
Ele me arredou para a beirada da cama e me pediu para não dobrar o
joelho. Ele pretendia levantar minha perna o máximo que eu agüentasse,
mas forçaria um pouco. Ao fazer isso, ele levantou a minha perna lá no
alto e jogou o peso de seu corpo sobre a perna para forçar o
alongamento. Ao fazer isso... Voltaram os meus pensamentos de sexo. Ao
jogar o peso de seu corpo sobre a minha perna esticada para o alto, ele
encostou sua pélvis em minha bunda. Relembrando a cena, estava eu com
uma perna esticada para o alto com a ajuda do massagista, colado na
minha perna. Ele abaixou a perna e disse que levantaria mais uma vez. E
fez isso, mas desta vez, notei  algo diferente. O seu pau havia
endurecido e se tornado mais perceptível, mesmo debaixo do calção.
Agora, o massagista estava encostando, sem querer e sem perceber, o seu
pau na minha bunda. Puxa, que vontade de puxar o seu calção ali naquela
hora. Tive que me esforçar em controlar os meus impulsos. Eu estava
quase gemendo de prazer, ao invés de dor, cada vez que ele esticava
minha perna e encostava aquele pau na minha bunda. Eu estava na posição
de frango assado, mas somente com uma perna pro alto. Meu corpo queria
se entregar aquele massagista. Fiquei imaginando como seriam suas
estocadas no meu cu. Fiquei assim por um bom tempo, mas decidi pedir
para ele parar, como se estivesse sentindo alguma dor. Eu não podia
realizar tudo que fiquei imaginando naquele momento. Imagina a zueira
na orelha do meu pai, caso algum amigo dele descobrisse que seu filho
gostava de queimar a rosca. Abaixei minha perna. Meu pai estava parado
na porta do vestiário. Levei um susto, quando percebi que estava ali.

Fiquei imaginando há quanto tempo ele estava ali. Será que ele viu o
massagista esticar a minha perna? Será que ele percebeu a minha cara?
Meu pai não disse nada nem depois que eu o vi. Ficou apenas olhando
para minha perna, para saber se eu estava bem. Me levantei da cama e
consegui pisar no chão, normalmente. A dor havia passado. Agradeci ao
massagista e, ao apertar a sua mão, desviei os olhos para o seu calção.
Seu pau parecia querer saltar para fora. O que era aquilo? Acho que meu
pai não percebeu. O massagista subiu para o campo e me deixou com meu
pai. -- Você está ficando mole, filho! Acho melhor a gente parar de
fazer o que andamos fazendo ultimamente. -- Você acha, pai? Mas, não
tem nada a ver. Você viu o carrinho que o cara deu. Meu pai me deu as
costas para voltar ao campo. Antes que ele saísse, segurei em seu braço
e falei com tom sério: -- Não se preocupa, não, pai. Eu não tô ficando
maricas, não!

 

Capítulo 6 Saudade do corpo dele


Está complicado! Briguei com meu pai. Fiquei com raiva do que ele
me disse no jogo de futebol. Ele disse que estou ficando mais "corpo
mole" depois que começamos a transar. Não gostei e por isso, quando ele
veio ao meu quarto, noutro dia, afim de me comer, eu disse que não
queria. Ele percebeu que eu não gostei do que ele disse. -- Eu estava
brincando, filho. Mas na hora em que ele disse, não parecia que era
brincadeira. Parecia que estava querendo me criticar. Então, decidi que
ficaria um tempo sem trepar com ele e confesso que esse período foi
difícil. É muito difícil dizer "não" para meu pai. Ele é muito gostoso!
E, durante esse tempo, ele fazia de tudo para me provocar. Entrava no
meu quarto, enrolado na toalha, andava sem camisa mais vezes que o
normal, às vezes só usava o calção do futebol para assistir televisão
na sala, entre outras coisas. Toda noite que eu me deitava para dormir,
ficava imaginando o seu corpo na minha frente. Seu corpo é perfeito,
atlético, forte, definido. Suas pernas são grossas e seu bumbum é
redondo e durinho. Aqueles cabelos na sua barriga, que sobem para o seu
peitoral, me enlouqueceram antes mesmo de me tocar nas últimas vezes. E
o que dizer de seu pau? Seu pau costuma brilhar, de tanto que cresce. E
sua cabeça, vermelha, lisinha.Minhas noites estão inquietantes.

Meu pai não parece estar com raiva ou decepção de mim. Fui eu que
entendi mal o que ele disse no jogo de futebol, apesar do tom sério. Eu
não vejo a hora de me agarrar a ele, de deixar ele me comer e enfiar
com vontade seu pau em mim. Quero sentar de frente para ele no seu pau
e olhar para a cara de prazer que ele faz quando eu rebolo. Tenho
saudade de ter meu cu preenchido e melado com sua porra. Mas preciso me
segurar. Preciso controlar essa vontade de dar para ele. Estou passando
o meu tempo baixando vídeos na internet, para me aliviar. Mas não está
adiantando. Não tem graça procurar por algo para enfiar no meu cu, se
eu tenho um pênis de verdade guardado entre as pernas do meu pai, doido
para me comer. Os vídeos só têm aumentado a minha vontade de trepar.
Baixei um vídeo onde um homem aparece de costas comendo um garoto, ao
mesmo tempo em que dá uns tapas na sua bunda e depois puxa o cabelo do
garoto para  subir a sua cabeça e comê-lo em pé. O vídeo é uma delícia,
mas o homem lembra o meu pai. É como se eu estivesse vendo meu pai
comendo alguém com a mesma empolgação que o homem do vídeo comia o
garoto. Fico com vontade que meu pai faça o mesmo comigo.


O movimento que sua bunda fazia a cada estocada que dava no garoto
era hipnotizador. Depois que a câmera muda de lugar, vê-se que o garoto
geme baixinho e até vira os olhos, junto de uma lambida nos lábios com
a língua. Um dia mostrarei esse vídeo para meu pai. Mas agora, preciso
parar de pensar nisso. Senão vou enlouquecer.

 

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