Papai abandonado

A separação foi tumultuada, a traição, as ofensas mútuas e ela deixou-o
por outro “mais macho que ele”, nunca mais apareceu nem deu notícias
exceto um cartão de aniversário nos meus 18 anos, que mãe!!!


Papai
transformara-se num zumbi, não saía, vivia triste e só voltado ao seu
trabalho e ao meu cuidado, como sempre havia feito. Eu sempre o senti
mais maternal e amoroso que minha própria mãe e não sentia falta dela
nem entendia como papai pudesse sofrer tanto com aquela ausência. Os
meses se passavam e a tristeza continuava, eu como seu filho único e
amigo (também acho que único) tentava animá-lo de todas as formas sem
sucesso, conversávamos muito abertamente e essas conversas iniciavam-se
com suas auto acusações, que foi culpado, que não foi macho suficiente
para segurá-la, que o seu tesão tinha quase acabado, passava então à
fase dos palavrões de toda espécie de vaca à puta e estendendo-se à
todas as mulheres e invariavelmente terminavam em um choro sofrido e
era assim que o levava ao leito e o deixava adormecer pelo menos três
vezes a cada semana, meus incentivos sequer pareciam ser
ouvidos...Arrumei-lhe uma mulher ele pareceu até animar-se mas brochou
e isso piorou ainda mais sua penúria, acrescentado o fato às suas
repetidas lamúrias. Passei a me sentir culpado tendo aumentado seu
sofrimento e procurava acariciá-lo como fazia comigo na meninice.


Certa
noite deitei ao seu lado e me abracei ao seu corpo, beijei seus olhos
lacrimosos e seu rosto, ele me abraçou apertado e adormeceu...
estranhamente ali permaneci e quando dei vi estava excitado com meu
pau em riste encostado em sua coxa, ele dormia profundamente. Fui para
meu quarto assustado com meu próprio tesão e os pensamentos malucos que
povoavam minha mente e só adormeci após me masturbar duas vezes
pensando nele, no calor do seu corpo, no seu cheiro
e na sua beleza
física. Na noite seguinte tremi quando me pediu para deitar novamente
com ele e mais ainda quando disse que o meu carinho era tudo o que
tinha na vida, tentei não encostar demais nele mas ele me puxou para
si, parecendo querer sentir meu pau encostado no seu corpo, beijei-o no
rosto e ele roçou os lábios nos meus e nos beijamos na boca com
suavidade.

Meu pau na hora endureceu, ele percebendo abaixa sua cueca e
diz pegando no seu membro esta merda aqui não está funcionando,
deito-me no seu tórax e aliso seu abdome em direção ao seu pau toco com
suavidade, acaricio suas bolas, aliso a face interna
das coxas, ele
se abre todo, começo a bolinar seu anus forço a entrada do dedo, papai
geme e seu pau começa a dar sinais de vida, molho meu dedo com meu pré
gozo e introduzo em meu pai, que geme e rebola querendo mais, vira-se
abocanha meu cacete e mama-o avidamente sem deixar tirar meu dedo do
seu anel, seu cacete está em riste e pulsando, pede que o penetre
com calma pois é sua primeira vez, fica de quatro e vagarosamente enfio
minha verga no seu rabo ele rebola geme me chama de tesão vibra
tremula, vira-se num frango assado, nunca vi expressão de tanto prazer
no seu rosto, bombo seu rabo sem dó ele goza sem tocar no seu pau o
gozo espirra longe em golfadas cadenciadas.

Seu anus pisca no meu pau e
gozo como nunca caindo sobre ele e beijando sua boca, dormimos
colados... pela manhã acordo com papai chupando meu pau, se diz feliz e
que descobriu seu caminho e novamente minha pica faz sua felicidade.
Depois disto nunca mais meu pai esteve triste, apenas diz não tolerar
sentir o vazio que sente no rabo e tenho que preenchê-lo todos os dias,
seu carinho e o seu ciúme duplicaram, triplicaram, mas estou feliz em
fazê-lo feliz.

 

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