Papai com meu melhor amigo

Hoje não tive aula no colégio. Um professor faltou e como só teríamos
aula no último tempo, fomos liberados. Voltei pra casa mais cedo do que
o de costume.


Achei ótimo, pois assim poderia encontrar meu pai em
casa, pois ele fica a manhã toda em casa. Resolvi fazer-lhe uma
surpresa, ele não esperava que eu chegasse aquela hora. Meu pai é
separado de minha mãe, eu estou morando com ele, pois como minha mãe
mora no interior, aqui é melhor para eu estudar. Vou
sempre para a
casa de minha mãe no final de semana. Assim levamos uma vida super
legal. Ele é advogado, tem 38 anos, super conservado, parece um garotão,
corpo
malhado, alto, olhos verdes, cabelos castanhos, pernas de jogador de
futebol delineadas pelo futebol de areia que joga toda quinta na praia.
Eu me pareço com ele, tenho 18 anos, mas não sou tão malhadão como
ele, mas sou um cara tipo boa pinta também. Quando cheguei em casa,
entrei sem fazer barulho
e fui na cozinha beber água. Nesse momento,
ouvi ruídos vindos do escritório e fiquei prestando atenção. Eram
gemidos. Acho que havia alguém trepando lá.


Na hora fiquei com o pau
em ponto de bala. Fui na ponta dos pés para ver o que acontecia. Sabia
que não era certo, mas o tesão tomou conta. Quando olho pela porta,
tomei um baita susto com a cena que me deparei. O Zeca, um amigo meu
que mora na casa em frente estava nada menos deitado de costas na
escrivaninha
de meu pai, com as pernas para cima, apoiadas nos
ombros de papai, todo arreganhado, com meu pai metendo na sua bunda.
Ele gemia gostoso e falava de um
jeito que parecia que tinham uma
certa intimidade: “Vai, seu Daniel, mete mais, vai, isso, seu Daniel,
me fode gostoso, isso, vai, arregaça esse meu cuzão, vai, isso seu
Daniel, puta que pariu, que pauzão gostoso, que delícia dar o cu pra
ti, isso, me fode todo, me arromba, vai...” Eu fiquei pasmo.

Primeiro
porque
não imaginava que meu pai curtisse comer homens. Segundo porque não
sabia que o Zeca era viado. Eu saía sempre com ele para as baladas e o
cara pegava todas, era o maior garanhão da história. Ele já havia
arranjado muita mulher para mim, era ótimo sair com ele, pois nunca
ficávamos na mão, pois
as gatinhas se amarravam no seu jeito meio
surfista, pele bronzeada, andava sempre com uma roupa despojada, e se
destacava pelos seus olhos azuis e cabelos bem lourinhos. Eu sabia
até que o Zeca tinha um pauzão de fazer inveja, pois sempre estávamos
juntos, e na academia eu sempre o via nu. E nem precisava,
pois pelo
sua sunga de praia já dá pra ver que o cara era responsa. No entanto,
olha ele ali, sendo enrabado pelo meu pai. E logo papai, que tinha se
separado de mamãe por causa das várias mulheres que ele andava
pegando... Pois é, mas os dois estavam na maior putaria, meu pai dizia
para ele, já completamente
envolvido pelo tesão: “Então, viadinho,
você não gosta de vara? Então toma, seu arrombadinho, você não queria
dar esse cuzão pro meu filho, então toma uma vara de um macho de
verdade, toma, quer mais rola?” e ele respondia com a voz bem máscula
de sempre: “Isso seu Daniel, me arregaça todinho, vai, isso,
me
fode, vai, ui, mete tudo, até o talo, come esse meu cuzão, porra!!!
Mete esse pauzão todo” E segurava meu pai pela bunda, como se quisesse
mais pica dentro do rabo.

Eu fiquei ali paralizado, com o pau em
ponto de bala, e eles logo gozaram loucamente, juntinhos, então percebi
que papai pagava uma punheta
para ele. Logo depois da loucura que
foi aquele gozo, ficou um silêncio imenso, os dois ficaram se olhando e
rindo um para o outro, pareciam dois adolescentes que fizeram alguma
aventura juntos e se olhavam com cumplicidade. Resolvi sair dali e fui
para a sala em silêncio e não conseguia pensar no que fazer diante
da
situação. Fiquei ali por mais uns 15 minutos e eles nada. Daqui a pouco
comecei a ouvir barulho no banheiro do escritório, estavam tomando
banho. Eu fiquei morrendo de curiosidade para saber o que rolava.

Mas depois de uns 10 minutos eles saíram do banheiro e foram para o
quarto de papai. Como eu não
me agüentava mais de tesão, fui atrás
para ver o que estava rolando. Ainda bem que a porta estava aberta e eu
fiquei de um jeito que eles não podiam me ver. Papai e Zeca estavam
no maior 69. Ficaram assim por um tempão, e vi que Zeca enviava o dedo
no cu do meu pai, enquanto ele rebolava suavemente demonstrando
que
estava gostando. Aquilo tudo estava me dando um sentimento de raiva,
misturado com ciúme, uma espécie de decepção, surpresa, tesão, tudo
misturado.


Eu estava tão louco de tesão que comecei uma punheta ali
olhando eles escondido. Então ouvi papai dizer pro Zeca: “Vamos lá,
garoto, quero sentir essa piroca todinha no meu cu, vamos, deixa eu
sentar nela, que cavalgar essa tua vara.” Eu fiquei mais louco ainda,
então olhei e vi Zeca deitado e papai ajeitando
a seu pauzão na
entrada de sua bunda. Papai estava de cócoras e ajeitava sua bunda,
mexendo de leve. O pau do Zeca duro é uma coisa de louco, parece um jumento,
pensei que papai não ia agüentar, mas que nada, logo a coisa entrou e
foi devagar, mas firme arrombando o cuzão do meu pai. Era esquisito,
papai
tem uma bunda de homem bem feita, toda musculosa, formando um
conjunto legal com suas pernas, e no entanto, estava ele ali, tomando
no cu, e parecia que estava adorando, pois gemia enquanto cavalgava
o Zeca, sem demonstrar qualquer tipo de incômodo. “Ô pauzão delicioso,
Zeca! Que vara gostosa, garoto! Adoro
sentir você todinho dentro de
mim... Ai, que delícia, garoto, que pau maravilhoso...” Enquanto papai
ficava ali rebolando em cima daquela vara, fazendo ela entrar e sair
até quase escapulir de seu cu, Zeca falava um monte de putaria pra ele:
“Isso, seu Daniel, senta nessa vara, isso, engole ela todinha,
vai,
que cuzinho macio, isso, rebola nela, vai, rebola gostoso, ai, que
delícia...” Assim os dois trepavam adoidado ali e eu observava tudinho
escondido.


Minha vontade era entrar ali e pedir papai para eu
participar também, queria fuder com aqueles dois machos, senti uma
vontade imensa de sentir um pau, pegar numa vara, chupar, lamber,
ser rasgado por um cacetão bem grande como Zeca fazia com papai, e como
papai agora pouco havia feito com ele, devia ser
muito bom. Se papai
fazia, porque eu não podia fazer? Enquanto eu meu deixava levar por
esses pensamentos, papai, avisou a Zeca: “Aí, vou gozar nesse cacetão,
ai,
tô gozando, ai, caralho, que pau, ui, que pauzão, ai, ainda to gozando,
porra!” Nisso papai dava pulos em cima do Zeca, rebolava como nunca
imaginei que fosse capaz de fazer, pulava de um jeito que parecia um
peão em cima do cavalo bravo e seu leite espichava na barriga, peito e
até no rosto de Zeca.
Assim que acabou de gozar, Zeca pediu para ele
sair e foi logo mandando papai chupar sua vara, no que foi prontamente
atendido. Zeca ali deitado na cama e papai de quatro pagando um
boquete para ele de um jeito que seu cuzão ficou todo empinado para
cima e eu pude ver o estrago que Zeca tinha feito no papai,
pois seu
cu estava até meio aberto.

Também o pau do Zeca é um exagero, bem maior
que o de papai... Logo Zeca avisou que ia gozar e papai acelerou a
chupada, até que ele gozou, soltando urros, gemidos, e papai não
tirava seu pau da boca. Quando terminou de gozar, papai ainda ficou o
com o pau dele na boca, parece
que tinha engolido toda a porra do
Zeca. Nesse momento, fiquei sem saber o que fazer e fui para meu
quarto, sem fazer barulho e lá permaneci pensando no
que fazer depois disso tudo. Eu não acreditava no que havia presenciado, parecia um sonho. Mas um sonho bom, concluí.

_andrevilar@uol.com.br

 

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Irado!!

Cara! Se esse conto for verdade mesmo, quero saber se comeu teu amigo e o que fizeseste com teu pai?

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