Meu irmão foi o primeiro

Tenho 20 anos, vou relatar o meu conto erótico. Meu irmão tem 22. O
pau era grosso e comprido. Parecia olhar diretamente nos meus olhos e
me chamar. Atraía como uma serpente e eu, parado na porta, sem saber
direito o que fazer. O chuveiro molhava e escorria os cabelos, os olhos
fechados e todo o corpo do meu irmão, enquanto sua mão massageava
lentamente o instrumento da minha agitação. Ele sabia que eu estava
ali, mas evitava me encarar, esperando que eu sozinho tomasse a
decisão. Ele sabia a confusão e a luta que aconteciam dentro de mim, na
minha cabeça. Vontade, tesão e medo que se misturavam, e ele também
sabia, sobretudo que eu capitularia.

- Entra logo.

Obedeci. Tranquei a porta atrás de mim. O sorriso de Ian se abriu e tive a impressão que seu cacete também sorria para mim.

- Vai tomar banho? Perguntou sem fazer menção de se afastar do jato de água. Aquilo era uma ordem e não uma pergunta.

Tirei
a camiseta suja do nosso jogo de bola e baixei o calção, ficando meio
encabulado quando meu irmão percebeu que o meu próprio pinto me traía,
saltando duro para fora, denunciando o meu tesão escondido. Aquilo era
uma confissão e não um acaso.

Ian ensaboou minhas costas com
extremo carinho, desde a minha nuca, descendo com a ponta do dedo pela
coluna e subindo pelos lados, em círculos que seduziam meus sentidos.
Eu me deixava ser manuseado, manejado, manipulado. Virou-me de frente.

-Pega.

Trouxe
minha mão sobre o seu cacete majestoso. Envolvi aquela barra de carne
dura e pulsante que aquecia gostosamente a palma da minha mão. Meus
movimentos foram instintivos. Uma punheta lenta, carinhosa e suave, que
pretendia, antes de tudo, simplesmente conhecer aquele meu novo
território. Pela primeira vez na vida segurava um caralho duro e estava
achando muito bom.

- Chupa. Outra sugestão tentadora. Que gosto
teria? Quis engolir o pau todo de uma só vez, numa gula me engasguei.
Lambi, então, como a um picolé quente e cabeçudo, me surpreendendo com
a textura da glande lisa, com o seu sabor, seu cheiro. A mão do meu
irmão se perdia entre minhas nádegas, enquanto eu o chupava deliciado.
Pensei na minha bundinha virgem e delicada e imaginei se a rola que
estava tão gostosa na minha boca, poderia ou não ser bem melhor dentro
do meu cuzinho. De quatro, senti primeiro a língua percorrendo e
arrepiando o meu reguinho, soltando fagulhas de desejo para o centro do
meu pequeno ânus, me estremecendo de tesão. Depois um dedo escorregadio
foi deslizando em volta do meu buraquinho, acariciando e conquistando
pouco a pouco a entrada co meu cuzinho virgem. Logo se alojava
deliciosamente no fundo do meu traseirinho ansioso, me mostrando as
primeiras delícias de ser penetrado. Meu pensamento gritava:

- Não tira! Faz mais! Tá gostoso!... Enfia mais fundo!...

Mas não traduzi em palavras e o dedo mágico se foi. Meu irmão
encostou-se em mim, aguçando minha expectativa. Senti a cabeça do seu
caralho deslizar pelo meu rego até estacionar na portinha do meu
cuzinho sedento.

- Abre bem a bunda. Com as duas mãos separei as
nádegas, me arreganhando todo para a sua pica, até sentir a pontinha se
encaixar perfeitamente. Era agora ou nunca!
A primeira estocada
trouxe dor e eu quase chorei. Gemi um "ai-ai-ai" dolorido e lacrimoso
que quase fez Ian desistir de me comer. A pica saiu de mim, mas eu
empurrei minha bunda nele, querendo ela de volta. Então ele foi firme,
segurando-me e entrando em meu cu com força, introduzindo lentamente,
centímetro por centímetro. Tirou devagarinho e foi aí que eu senti todo
o prazer do mundo concentrado no meu rabinho. Pedi para colocar de
novo. Era bom demais quando ele punha e tirava e eu queria tudo de
novo, e de novo, e de novo. Desta vez a pica entrou bem macia no meu
cuzinho dilatado e a sensação foi a mais maravilhosa. Quanto mais
entrava, mais eu empurrava a bunda para cima daquela rola deliciosa.
Queria mais! Ian começou a mexer o pau dentro de mim, me levando à
loucura. Não acreditava que seria tão gostoso assim dar a bunda.

Á
noite, no quarto, Ian me ensinou como chupar uma pica bem gostoso, mas
o melhor mesmo foi sentar em cima da rola até absorvê-la totalmente com
minha bunda. Minha primeira cavalgada desajeitada e deliciosa culminou
com uma esporrada fantástica dentro de mim! Deitei-me de bruços e,
quase adormecendo, senti o peso do meu irmão sobre as minhas costas e a
pica que reencontrava o caminho entre as minhas nádegas. Penetrava tão
fundo, me preenchendo tão plenamente, que eu só tinha forças para
apertar o cu em volta dela, e gemer baixinho, debaixo das estocadas
alucinadas pelo tesão de Ian. Nesse turbilhão de novas sensações, gozei
pela primeira vez com uma rola atolada no cu... Adormeci. 

 

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