Peru de Natal

Era lindo vê-lo se exercitar. Do alto de seus quase 1,90 m, era
possível ver o suor delineando cada curva do seu bem-trabalhado tórax.
Trajando apenas calção negro, exalava toda a sua virilidade ao fazer de
seus 95 quilos, de pura massa muscular, o instrumento perfeito para
manter seus bíceps e tríceps. Ele não sabia que eu, seu padrasto, o
observava, vendo o que os seus vinte e poucos anos era capaz de fazer
com um senhor de meia-idade como eu.

Jamais algum homem chamou a
minha atenção. Sempre fui um hétero convicto, um macho sedento e sempre
rodeado de belas e insaciáveis mulheres, agora me pego a observar
aquele homem com volúpia e esbórnia. Sempre depois de sua malhação
diária, em seu quarto, ele tomava sua ducha e passava pela casa apenas
de cueca boxer branca, deixando seu corpo forte e sarado ainda mais à
mostra, sem falar de seu membro, flácido e bem delineado.
Principalmente quando se jogava em sua cama, com suas pernas musculosas
bem abertas, deixando suas bolas bem-acomodadas no tecido macio daquele
minúsculo traje, mostrando todo o potencial que aquele saco deveria ter.

A
inocência com que fazia isto, por estar acostumado desde criança, me
excitava ainda mais. Acabava por me recriminar por estar desejando
outro macho, ainda mais meu enteado querido, mas era muito mais forte
do que eu. Comecei a ter inúmeros sonhos eróticos, molhados, com ele.
Mal conseguia olhar para a cara de minha esposa e para a cara dele, nas
manhãs que se seguiam a eles. Era tanto tesão que às vezes me sufocava.
Numa tarde de sábado depois de seu ritual, que para mim mais se parecia
a uma sessão de tortura, ele adormeceu em seu quarto assistindo a
televisão. Aproveitei que minha mulher havia nos deixado para
participar de um chá de uma colega do seu escritório, e fui admirar de
perto meu enteado. Acariciei seus cabelos, macios, e toquei em seu
rosto.

Senti, primeiro de leve e depois com muita vontade, a
força que seus músculos transmitiam através de sua rigidez. Que tórax
másculo e gostoso, eu pensava, ao tocar seus mamilos e seu tanque,
provido de uma leve penugem, tão bem talhado. Queria descer a minha mão
e estacioná-la sobre seu membro, mas era muito arriscado. Voltei a mim,
adentrando ao banheiro e socando uma muito forte e me imaginando a
degustar toda aquela delícia. Não obstante, no auge do meu insano
desejo, enlouqueci a tal ponto de decidir seqüestrar meu próprio
enteado para submetê-lo aos meus desejos.

Com a desculpa de ter
que fazer algumas reformas em nossa chácara, o arrastei até lá e com um
bom sonífero o despi e o atei à minha cama. Ao acordar, gritando por
mim, se viu apenas de boxer e amarrado pelas mãos e pés. Entrei no
quarto e fiquei só o admirando naquela posição, um grande "x" lindo,
gostoso e musculoso pronto para ser devorado. Calei suas súplicas com
uma mordaça pedindo para que me perdoasse por aquilo, mas eu não sabia
mais o que fazer para matar meus desejos. Com seu arregalado olhar, num
misto de medo e de desespero, toquei seu tórax, braços e abdômen,
partindo direto para sua cueca. Peguei com força no membro flácido,
fazendo-o saltar na cama de dor.

Apertei mais, ordenando para
que o deixasse duro para que eu o servisse. Ele negava inutilmente meus
pedidos com a cabeça, enquanto minhas mãos grandes e ágeis arrancavam
aquela boxer branca deixando à mostra todo o dote que seu finado pai
criou para mim. Não pude conter meu espanto e admiração por aquele
ferro, que mesmo meia-bomba já apresentava quase 19 cm x 8 cm,
recoberto de veias tal qual seus imensos braços, com uma bela, grande e
reluzente chapeleta. Seu saco era lindo demais, tal qual seu dono, com
uma pele macia implorando para ser tocada e dois grandes e generosos
bagos gritando para serem chupados.

Punhetei gostoso aquele
ferro. Engoli até à metade aquela jeba. Mesmo nunca tendo feito aquilo,
fazia como em meus sonhos, apertando com força aqueles bagos e sentindo
toda a maciez daquele saco desprovido de pentelhos. Era lindo vê-lo se
contorcer de dor nos bagos, mas eu precisava fazer aquilo! Passei a
chupar as bolas, uma de cada vez, depois as duas ao mesmo tempo até me
apoderar totalmente de seu saco com minha boca e dentes.

Não
sabia como era prazeroso degustar o palato de um macho, deslizando seus
ovos em minha língua e arranhando-os com meus dentes. Fi-lo gozar em
minha boca, mamando com força e obediência, sorvendo todo aquele leite
- e quanto leite quente e saboroso ele tinha - sem desperdiçar uma gota
se quer. Deixei limpo o ferro do meu enteado querido e deitei em seu
tanque para vê-lo amolecer, lambendo e engolindo todo o resto de leite,
que eu mesmo ordenhei, que vazava... A partir deste dia, passei a fazer
todas as vontades do meu querido enteado. De carro zero à viagens
internacionais, tudo o que meu lindo desejava, eu, prontamente, atendia
em troca de servi-lo oralmente. Passei todo o ano ordenhando-o e
bebendo seu tenro e fértil leite, sempre muito submisso e obediente,
porque assim eu era feliz.

Até que neste último natal ele me
surpreendeu, levando-me novamente para a chácara - nunca mais havíamos
lá voltado depois da minha iniciação como mamador - e me dizendo que
tinha um presente para mim: que naquela noite, 22 de dezembro, eu iria
ganhar um "peru de natal" que jamais provara. Não entendi o que ele
queria me dizer com isto, mas logo passei a ter calafrios de medo ao me
dominar, arrancar a minha roupa - sempre o mamei completamente trajado
- me amarrando e me colocando na posição submissa de quatro. Bateu em
minha bunda com suas mãos grossa e pesada, ouvindo meus gemidos de dor.

Passou
a alisar meu rego e a forçar um dedo em meu anel de couro. Implorei
para que não fizesse isto, porque meu desejo era somente servi-lo
oralmente, mas ele fazia não ouvir, me obrigando a abrir a ele meu
cuzinho virgem. Com a ajuda de muito lubrificante, ele penetrou todo
aquele imenso dedo em mim e logo outro veio brincar. Ardia e doía a
cada estocada, enquanto ele me ordenava a mamá-lo e deixar bem-duro seu
"peru". Logo, eu já tomava três dedos no tobe enquanto sua outra mão
forçava minha cabeça contra sua virilha, atolando todo seu cacete em
minha garganta.

Já sufocado e sem forças, ele abriu bem minha
bunda e posicionou a chapeleta, toda lubrificada, na entrada do meu
cuzinho e passou a forçá-lo. Gritei alto e forte ao sentí-la passar
arrebentando as primeiras pregas da minha macheza. Ele me abraçou e se
deitou sobre as minhas costas, parando quando ela totalmente passou.
Logo, foi deslizando todos os seus 23 cm, duro como pedra, para dentro
de mim, tirando todo e qualquer obstáculo que impedia a sua invasão, ao
som dos meus gritos, gemidos e lágrimas de dor profunda. Jamais senti
tamanha dor em toda a minha vida, a ponto de contrair e trancar meu
ânus com força, quase decepando aquele enorme membro já totalmente
atolado em meu reto.

Ouvia seus gemidos intensos, falando como
era gostoso o cu, me fazendo sofrer pela dor de seu membro e pela
humilhação de suas palavras. Um homem, pai de família, no auge de seus
quase sessenta anos, sendo deflorado e servindo de puta vadia para os
desejos do próprio enteado. Logo, ele começou a bombar fortemente,
arrancando gritos de tortura de mim, até gozar fartamente em sua
camisinha. Tirou, virou-me com certa dificuldade e derramou todo aquele
leite dentro da minha boca. Mal esperou o ardor de meu ânus passar
começou a me comer de frango assado.

Só que, desta vez, além da
dor eu passei a sentir uma coisa nova, um certo prazer, que jamais
conhecera em minhas relações héteras. Meus gritos e gemidos já não eram
apenas de dor, mas carregados de um prazer intenso que me fez gozar
duas vezes sem ao menos tocar em meu pequeno membro. Lágrimas de
felicidade corriam pela minha fronte enquanto saciava o desejo de cu
daquele meu macho insaciável. Passei a ceia de natal completamente
arrombado, com o rabo esfolado e ardendo, porém não comi outro "peru de
natal" como aquele que, duas noites antes, a mim fora muito bem-servido.

 

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