Fim de semana com a namorada e a mana

" Minha namorada tem 28 anos, é
bonita, possui um lindo corpo de 1,65 m de altura, peitos
durinhos, bunda redondinha, coxas e pernas simplesmente
maravilhosas. Além disto, é separada de
um cara que não soube cuidar dela durante 1 ano
de casamento. Ela se chama Dani, possui curso superior
e super-alto-astral e tem uma cabeça bastante
aberta. Tudo que propus a ela até hoje, ela topou
fazer. Uma dessas coisas é o que vou contar neste
relato. Certa noite, depois de transarmos, fui conversando
com Dani a respeito de sexo a três. Confessei-lhe
que minha fantasia era transar com ela e com mais uma
outra mulher.

Dani achou a idéia muito legal
e disse-me que, além de possuir também
a fantasia de transa a 3, gostaria muito de ter uma
experiência sexual com outra mulher. Eu já
havia percebido esse interesse da Dani em omossexualismo
feminino pelas fitas eróticas que gosta de assistir.
Bom, apesar dessa nossa grande tara, tínhamos
eceio sobre quem seria nossa parceira. Não queríamos
nenhuma garota de programa e tampouco alguém
que não conhecêssemos. Dani me surpreendeu
ao sugerir o nome da minha irmã, Kely, com argumentação
sustentada em três pontos: primeiro, é
que, em se tratando de minha irmã, eu ficaria
de fora, só vendo; segundo, que dificilmente
eu me apaixonaria pela minha irmã; e, terceiro,
por ela ser uma mulher bonita e gostosa, requisitos
que minha namorada não dispensaria para uma transa.

Depois de ser convencido por Dani, começamos
a bolar um plano para colocar a fantasia de minha namorada
em prática, pois a minha só ficaria no
plano do voyuer, que, de qualquer forma, me agradava
também. Convidamos minha irmã para passarmos
um fim-de-semana prolongado numa cidadezinha do Sul
de Minas, onde havia um hotel de chalés. Diga-se,
a propósito, que minha irmã, de 21 anos,
acabara de terminar um namoro de 2 anos e se encontrava
sozinha. Ela topou o passeio, arrumamos as coisas e
partimos. Eu já havia combinado com Dani algumas
coisas para efetivar nosso plano. Quando chegamos ao
nosso chalé, por volta de 11 da noite, abri uma
lata de cerveja para cada um de nós e começamos
a conversar abobrinhas. Percebi que chegava a hora de
introduzir minha irmã no esquema que eu e minha
namorada tínhamos bolado. Fui para o banheiro
tomar banho e por lá fiquei aproximadamente meia
hora.

Neste ínterim, Dani conversava com Kely
procurando abordar assuntos relacionados a sexo. Depois
de muito blá blá blá, Dani disse
à Kely que tínhamos um monte de cenas
de sexo gravadas em fita de vídeo, porém
as cenas não tinham angulação nem
efeito zoom porque a filmadora necessitava ficar estática
e confessou sua vontade de ter cenas gravadas em diversos
ângulos e, principalmente, filmagens bem próximas
dos atos sexuais, tipo filme pornô. Minha irmã
sacou a indireta e se ofereceu para fazer as filmagens.
Minha namorada achou ótimo e disse-lhe que ia
me consultar se eu concordaria em ter uma voyuer nas
nossas transas, adiantando-lhe que, como se tratava
dela - minha irmã - eu provavelmente toparia.
Lógico que concordei quando Dani me falou sobre
o assunto assim que saí do banho. Nesse momento,
minha irmã pegou a toalha e entrou para o banheiro.
Fiquei com minha namorada acertando os detalhes dos
momentos seguintes. Minha irmã saiu do banho
vestindo uma camisola rosa, transparente, onde podia
visualizar todo o contorno de seu maravilhoso corpo,
em especial os seus peitinhos durinhos, cujos mamilos
quase furavam a camisola. Enquanto minha namorada foi
tomar banho, fui explicar pra minha irmã como
operar a filmadora e alguns detalhes das cenas que gostaria
que ela filmasse. Como o papo era sexo, não contive
a ereção contínua de meu pau debaixo
do short do pijama de malha fina, chamando a atenção
de Kely. Pasmem! Ela segurou-o e disse-me: "Tá
em ponto de bala, heim". Num segundo, passou pela
minha cabeça um monte de fantasias. Pus a mão
na coxa dela e sinalizei: "Ele está para
o que der e vier.

O que acontecer dentro destas quatro
paredes ficará só entre nós"
. Com isto, lancei a senha para qualquer tipo de situação
que pudesse vir a acontecer. Mas Kely deu uma freada
naquele papo, comentando: "Opa, espera aí,
não é bem isto, não". Analisei
comigo: falou uma coisa e está querendo exatamente
o oposto. Finalmente minha namorada saiu do banho vestindo
apenas um robe de seda com o cinto amarrado na cintura.
Minha namorada e eu deitamos na cama enquanto minha
irmã iniciou a filmagem. As cenas de sexo por
si só já provocariam um tesão legal
em minha irmã; mas combinei com a Dani que enfatizaríamos
nossa libido pra bichinha ficar doidona. Comecei chupando
os peitinhos de Dani, descendo com minha língua
pelo seu corpo até alcançar sua bocetinha.
As chupadas na grutinha de Dani arrancavam-lhe gemidos
de intenso tesão. Quando ela levantou suas pernas
e jogau-as para trás, o caminho do cuzinho estava
aberto e iniciei uma gostosa chupada, ficando assim
por alguns instantes. Dani continuava deitada de costas
e direcionei meu mastro para a sua boca. Ela iniciou
uma deliciosa chupada deixando o caralho entrar e sair
pela sua boca. De vez em quando chupava meu saco e voltava
para a glande. Tratamos de fazer um 69. Depois Dani
sentou-se no meu pau, mas de costas para mim, e cavalgou
nele rebolando sua bundinha bem de frente ao meu rosto.
Aproveitei e acariciei seu cuzinho com meu polegar direito.
Em seguida, Dani se virou e sentou-se novamente no meu
mastro, agora beijando-me freneticamente e, em poucos
instante, gozou alucinadamente, dando gritos de prazer
intenso. Não demorou muito e chegou a minha vez
de ejacular um litro de esperma que estava segurando
até aquele instante.

Dani saiu do meu pau e loucamente
começou a chupá-lo, engolindo todo o líquido
que ainda saía por ele. Tudo isto estava sendo
registrado por uma filmadora operada por minha irmã.
Dei um suspiro de satisfação enquanto
via Kely desligar a filmadora. Dani tratou de buscar
uma cerveja para nós e começamos a conversar.
Tive a idéia de conectar a filmadora na televisão
e vivenciar todos aqueles momentos na telinha, como
também para certificar de que minha irmã
tinha cumprido fielmente nossas orientações
nas tomadas das cenas. Vibramos ao ver aquele filme,
que acabou nos excitando novamente. Meu pau já
estava pronto para outra. Dani comecou a chupá-lo
enquanto eu observava minha irmã se dirigir ao
banheiro. Perguntei-lhe o que ia fazer e ela me disse:
"Vou cuidar de mim, pois não agüento
mais de tanto tesão". Chamei-a de volta
para a cama procurando desinibi-la a praticar sua masturbação
ali mesmo, junto da gente. E ela topou na hora. Kely
foi para o outro lado da cama, deitou-se, e, devagarinho,
levantou a camisola até a cintura, tirou a calcinha
e começou a se masturbar. Depois daquela do "tá
no ponto de bala, heim", senti-me no direito de
descer a alça de sua camisola e comecei a acariciar
o peitinho de minha querida irmãzinha. Ela não
se incomodou com isso.

Cheguei ao ouvido dela e perguntei-lhe
se queria fazer o mesmo que minha namorada estava fazendo.
Ela fez sinal afirmativo com a cabeça. Delicadamente
afastei Dani, dando-lhe sinal que começava a
rolar nosso combinado. Deitei em posição
inversa à da minha irmã, colocando meu
pau de frente à sua boca. Ela virou-se de lado,
pegou-o pela base e começou a chupá-lo.
Fui às nuvens. Acredito que para a maioria das
pessoas isso pode ser o cúmulo do absurdo, mas
para mim foi o cúmulo do prazer. Como retribuição,
abri as pernas de Kely e iniciei uma deliciosa chupada
em sua bocetinha, que estava completamente molhada.
Que prazer maravilhoso. Nesta altura, achei que minha
namorada ia cair de cima envolvendo-se num menage a
trois, mas não o fez. Ela confessou-me mais tarde
que estava receiosa por uma rejeição de
Kely. Preferiu, naquele momento, alisar minha bunda,
e beijar-me na região da virilha, pois, assim,
demonstraria à minha irmã sua concordância
em tudo aquilo que estava acontecendo. Eu e Kely continuávamos
chupando um ao outro. Sentia sua boca quente no meu
caralho e ansiava por gozar nela. Não deu outra.
Comecei a ejacular e senti que ela também estava
gozando. Ai, como gozava gostoso na minha boca; ela
apertava minha cabeça com suas deliciosas coxas.

Eu gemia de prazer ao sentir que ela não rejeitava
nenhuma gota de minha porra quente em sua boca. Ficamos
naquela mesma posição por algum tempo
quando ouvi gemidos de minha namorada. Fui conferir
o que estava imaginando: masturba-se alucinadamente.
Então fiz questão de dar um help pra ela
dirigindo minha boca na direção de sua
bocetinha. Mas ela preferiu mesmo foi continuar seu
trabalho solitário. Saquei que, na verdade, sua
intenção era a de atrair minha irmã,
mas naquele momento não deu. Dani gozou e deu
um enorme suspiro de felicidade, tirando de nós
três tímidos risos iniciais, seguidos de
gargalhadas de prazer. Mas percebi que minha irmã
estava um pouco constrangida. Afinal não é
todo dia que se ouve um relato como este, e, tampouco,
experimenta-se situações como aquelas
que acabara de vivenciar. Procurei confortá-la
dizendo-lhe que já tinha lido relato semelhante
que não éramos os primeiros a fazer aquilo
e que não seríamos os últimos.
O importante, acrescentei, é o prazer que foi
proporcionado. "Foi bom, meu bem?". "Foi
ótimo", ela finalizou. Lembrei-me de que
havia comprado na estrada a revista Ele & Ela. Fui
buscá-la e propus a elas curtirmos os contos
eróticos de Fórum, combinado que os relatos
dos homens seriam lidos por mim e o das mulheres por
elas, alternadamente. Lemos todos eles, mas o que mais
se destacou para nós foi um relato de um cara
que vivenciou uma tremenda de uma transa com duas irmãs
gêmeas, que praticavam o lesbianismo.

Aquele conto
combinou com a nossa situação. Fiz questão
de lê-lo outra vez, enfatizando os momentos em
que as duas gatas transam. Depois de mais uma cerveja,
minha irmã se levantou dizendo que ia dormir.
Fiquei conversando com minha namorada por 40 minutos
mais ou menos. Apesar de Dani estar louca de desejo
em transar com minha irmã, não se sentia
segura de como aquilo poderia rolar. Disse-lhe, então,
que ia bater um papo com Kely e iria abordar o assunto.
Levantei-me, dizendo-lhe que, para todos os efeitos,
ela, Dani, já estaria dormindo. Subi para o quarto
de minha irmã. O quarto não possuía
porta, pois era uma espécie de mesanino sobre
a sala que tinha pé direito duplo. Apesar de
pouca claridade, percebi que minha irmã ainda
estava acordada. Sentei na beirada de sua cama e começamos
a conversar. Não me concentrava em nenhum assunto,
pois na minha cabeça - aliás, nas duas
- era fixo o desejo de transar com Kely. Depois de algum
tempo, resolvi manifestar minha tara. Ela disse-me que
não achava uma boa idéia, apesar de confessar-me
seu enorme desejo por mim. Arrisquei numa alternativa,
propondo-lhe sexo anal. Kely recusou a proposta justificando-se
nunca ter transado por trás. Como expert no assunto,
não tive a menor dificuldade para convencê-la
do prazer que sentiria. Aí ela topou. Pedi-lhe
que ficasse de bruços, acomodei todo o meu corpo
em cima do dela e fui relando meu pau no rego de sua
bundinha. Comecei a beijá-la nas costas, descendo
até seu reguinho, dando boas mordiscadas na bundinha
dela. Ajuntei suas pernas e comecei a lamber o dorso
de suas coxas começando na curva do joelho e
fui subindo em direção à bunda
dela.

Cada centímetro que subia, Kely ia abrindo
suas pernas de tal forma que quando cheguei em suas
nádegas a abertura já era total. Comecei
a chupar aquele delicioso cuzinho deixando minha irmã
completamente louca de desejo. Ali depositei uma quantidade
razoável de saliva para facilitar a penetração.
Pedi a ela para fazer o mesmo no meu pau. Ela deu uma
gostosa chupada nele e ficou de quatro. Orientei-a a
relaxar os músculos do ânus fazendo força
como se estivesse evacuando. Quando percebi as pregas
se estufando para fora, comecei a penetração,
bem devagarinho para não machucá-la. Quanto
mais meu pau entrava no cuzinho de Kely, mais ela gemia
e rebolava com muita intensidade. A loucura aumentou
quanto comecei a masturbá-la. Comia o cuzinho
de minha irmã alucinadamente, carregando um tesão
que só foi aliviado quando gozei intensamente.
Mantive ainda a masturbação nela até
que ela gozou freneticamente. Como estávamos
satisfeitíssimos com aquilo! Conversamos um pouquinho,
despedi-me dela e perguntei-lhe se tinha alguma objeção
em que eu comentasse aquela transa com minha namorada.
Ela me respondeu que não, pois naquela altura
do campeonato havíamos perdido todos os referenciais
sociais. Achei o momento crucial para transmitir-lhe
o desejo de minha namorada em transar com ela. Ela me
disse: "Agora só falta essa experiência
no meu currículo sexual. Vou pensar." Quando
cheguei no meu quarto, percebi que minha namorada ainda
estava acordada. Ansiosa por saber como tinha sido minha
conversa com Kely, comentei com ela apenas que achava
que ela toparia. "Cometi uma loucura", mudei
de assunto.

Dani quis saber o que acontecera e comecei
a relatar a mais incrível experiência que
tinha vivido até aquele momento. Contei-lhe tudo,
com todos os detalhes. Dani me disse que, logo que subi
para o quarto de minha irmã, ela foi para sala
e sentou-se no sofá. De lá ela ouvia os
gemidos de Kely e imaginou que estávamos transando.
Não contendo sua excitação, começou
a se masturbar fantasiando um delicioso e inesquecível
sexo grupal entre nós três. Amanheceu o
dia. Acordei e chamei Dani. Começamos a bolar
um plano para que ela conseguisse transar com Kely,
ou pelo menos que desse um início. Mal arquitetamos
o plano, ouvimos minha irmã descer as escadas.
Continuamos numa boa, conversando, quando Kely apareceu
na porta do quarto. Ela estava enrolada numa toalha
de banho. Chamei-a até a cama e pedi-lhe para
assentar-se e nos ajudar a programar os passeios do
dia, já que eu e minha namorada não tínhamos
chegado a nenhum acordo. Definido o programa - fiz questão
que as duas ganhassem - disse a elas que já que
eu tinha perdido, faria uma proposta a elas: "Estou
louco de vontade de ver vocês chuparem o meu mastro,
as duas juntas". Uma olhou para a outra e Dani
foi a primeira a manifestar-se: "Eu topo".
"Eu também", disse minha irmã.
Então levantei-me, fui ao banheiro mijar, dando
tempo à minha namorada de se preparar conforme
tínhamos combinado no nosso plano.

Quando voltei,
Dani se ajoelhou, pegou meu mastro e começou
um delicioso boquete. Minha irmã ajoelhou-se
de frente à minha namorada e ficou alisando minha
coxa enquanto aguardava sua vez. Dani passou meu pau
para Kely, que estava ávida para pôr a
boca no meu instrumento. As duas começaram a
alternar as chupadas e, logo depois da terceira, Dani
puxou a toalha que ainda cobria minha irmã e
começou a acariciar-lhe seu peitinho, enquanto
Kely se divertia com o meu caralho. Kely passou a vez
para Dani enquanto deslizava a mão na minha bunda,
fixando seu olhar na mão de Dani acariciando
seu peito. Vi minha namorada descer a mão pelo
corpo de minha irmã alcançando sua coxa
e iniciando uma suave carícia. Quando Dani largou
o meu pau, foi direto com a boca no peito de Kely dirigindo
sua mão para a boceta dela. Parecia que Kely
estava achando aquilo maravilhoso. Quando chegou a vez
de Dani chupar o meu pau, minha irmã iniciou
uma deliciosa chupada no peito de Dani lançando
sua mão na bocetinha dela retribuindo o maravilhoso
carinho que Dani fazia em Kely. Aquilo para mim foi
o máximo: ficar vendo minha irmã e minha
namorada se alternarem nos boquetes no meu caralho e
nas chupadas no peito da outra, ao tempo em que as duas
masturbavam-se mutuamente. Minha irmã foi a primeira
a gozar no momento em que chupava meu pau. Dani parou
de masturbar Kely ao passo que esta acelerava a masturbação
em Dani. Agora era a vez de minha namorada me chupar.
Kely voltou a chupar o peito de Dani mantendo a masturbação
nela até o momento crucial de um delicioso gozo.
Aí eu não agüentei e jorrei um espumante
leite quente na boca de minha namorada. Aquela porra
escorria pelo pescoço de Dani atraindo a boca
de minha irmã, que foi chupando todas as gotas
de esperma que havia em Dani.

Minha irmã ainda
deu uma última chupada no meu pau na esperança
de encontrar um restinho de leite, mas minha namorada
já havia bebido ele todo. Depois daquela deliciosa
transa entre minha namorada, eu e minha irmã,
fomos os três para o banho. Pelo fato de o box
ser grande, nos deliciamos lavando o corpo do outro.
Depois do banho fomos tomar o café da manhã.
O hotel estava bem vazio e tínhamos liberdade
para conversarmos à vontade sobre o que estava
acontecendo conosco, relembrando cada detalhe, com destaque
para aqueles mais picantes. Conversando com um dos empregados
do hotel, perguntei-lhe o que de bom poderia se fazer
naquela pequena cidade. O moço nos disse que
poderíamos conhecer a cascata da Água
Viva, distante do hotel uns 10 km, em cujo local havia
uma cachoeira dentro de uma fazenda, mas com acesso
irrestrito para as pessoas que iam lá. Saímos
do café, voltamos para o chalé, vestimos
nossas roupas de banho, pegamos o carro e partimos.
Chegando lá, ficamos deslumbrados com a beleza
da vegetação e com o conjunto arquitetônico
que a mãe natureza havia construído. Ninguém
à vista. Ficamos apenas com a roupa de banho,
estendemos toalhas nas planas pedras. Na hora de bronzear
o corpo, cada um o fez para o outro. Enquanto eu passava
no corpo da Dani, minha namorada, a Kely, minha irmã,
passava nas minhas costas.

Dani cuidou de Kely bronzeando
seu corpo quase que por inteiro. Aquilo me deixou louco
de tesão. Depois de algum tempo, não apareceu
ninguém no local, o que ensejou minha namorada
a tirar seu soutien, convidando minha irmã a
também fazer topless. Kely se prontificou na
hora. Eu fui mais audacioso tirando minha sunga, ficando
completamente pelado diante delas, o que as incentivou
a fazer o mesmo. Depois de alguns banhos, resolvi bronzear
minha irmã. Ela estava deitada de barriga para
baixo com aquele monumental bumbum às minhas
vistas. Comecei passando em suas costas, depois na bundinha
dela, nas coxas, pernas. Ao passar na parte interna
das pernas, meu pau começou a ficar duro manifestando
o tesão que estava sentindo. Dani me olhava cinicamente,
aprovando o que estava fazendo. Deixei o bronzeador
pra lá e comecei a relar meu pau entre as coxas
de Kely. Quanto mais eu ia subindo, mais ela ia abrindo
suas pernas. Encostei a cabeça do caralho na
porta da grutinha de minha irmã, sentindo que
sua bocetinha estava molhada. Fiquei massageando-a com
meu mastro. Minha irmã estava delirando com aquilo
não provocando motivos para eu para. Comecei
a penetrá-la, bem devagarinho. Meu pau entrava
naquela grutinha que eu desejava desde o dia anterior.
Tudo isso na frente da minha namorada, que se contorcia
de tanto tesão. Ela, Dani, se pôs a vigiar
a redondeza para não sermos flagrados. Eu estava
nas nuvens comendo minha maninha por trás e ela
soltava gemidos de prazer acolhendo meu pau com seu
delicioso rebolado. Me desliguei do mundo curtindo aquela
deliciosa bocetinha que jamais pensara em comê-la.

Fique mais louco de tesão ao ver minha namorada
se masturbando. Não sei o que me dava mais prazer:
se era pelo fato de estar transando com minha irmã
ou se era por estar vendo Dani se masturbando e concordando
com seu namorado comendo outra mulher na sua frente.
Dani foi quem se preocupou em perguntar à Kely
se eu podia gozar dentro. Minha irmã disse-nos
que podia gozar à vontade. Neste momento, percebi
que ela levou sua mão para a xaninha e começou
a se masturbar também, aumentando ainda mais
seu prazer. Após alguns instantes, Kely se entregou
a um imenso gozo manifestado por gemidos de prazer.
Dani continuava se tocando. Que bela visão eu
tinha da minha gata. Daí a pouco entrei em êxtase,
chegando ao ponto máximo daquela inesquecível
primeira vez com a maninha, jorrando uma porrada de
líquido em sua xoxota. Eu não podia estar
mais feliz e satisfeito. Ainda com o pau na boceta de
Kely, estiquei o corpo para o lado de minha namorada
e comecei a chupar sua bocetinha. Misturavam-se língua,
boca e dedos naquela xaninha cheirosa. Dani, então,
me fez um pedido extraordinário. Pediu-me para
chupar meu caralho. Do jeito que ele se encontrava,
molhado pela porra e pelo caldinho da mana, coloquei-o
na boca dela e, daí a poucos instantes, vi sua
expressão de felicidade externar-se um delicioso
gozo. Que farra gostosa estava aquela. Passada meia
hora, eu e Dani fomos para a água.

Ali se encontrava
uma pedra mais ou menos plana na qual Dani sentou-se.
Comecei a fazer-lhe deliciosos carinhos que deixaram
meu pau duro novamente. Abri as pernas dela e comecei
a penetrá-la. Agora era a minha irmã quem
nos observara a uns 3 metros de distância. Ela
era também quem vigiava a chagada de alguém.
Estava metendo gostoso na minha gata quando ela me pediu
para penetrá-la em seu cuzinho. Levantei suas
pernas para posição de frango assado,
tirei meu mastro de sua boceta e, com ele bastante molhado,
introduzi em seu ânus, com força, arregaçando
aquele buraquinho apertado. Consegui enfiar ele tododinho.
Quando olho para a minha irmã, vejo aquela cena
de que tanto gosto: dedinho na xaninha, língua
para fora e uma mão acariciando os seios. Era
muito tesão que eu tinha para curtir. Aí
comecei a tocar uma punhetinha em minha namorada. De
vez em quando era ela quem tocava. Ficamos alternando
sua masturbação enquanto meu pau entrava
e saía naquele delicioso cuzinho. Quase que ao
mesmo tempo nós três gozamos. Para aproveitar
o sol, nós deitamos sobre a pedra, coberta por
toalhas do hotel e eu comecei a repassar aqueles magníficos
momentos que para mim significavam uma nova visão
sobre prazer sexual. E na minha imaginação
me restava um desejo que expressei-me a elas: queria
vê-las transando. Passados alguns minutos, Dani
levantou-se, pegou o bronzeador e começou a passá-lo
em Kely. Ela estava deitada de costas, de olhos fechados
e eu ali do lado, observando-as. Era perceptível
o desejo de minha namorada em devorar aquele mulherão
que se encontrava sob si. Minha irmã foi abrindo
suas pernas devagarinho quando Dani bronzeava a parte
interna de suas coxas. O tubo foi dexado de lado e,
num ato louco de prazer, Dani começou a chupar
a boceta de Kely, que não ofereceu nenhuma resistência.
Pelo contrário, deliciava-se com o ato tão
magistral de minha gatinha.

Eu fui às nuvens.
Meu pau subiu aos céus. Minha mão direita
sabia o que fazer: punhentinha para celebrar o tão
esperado momento daquela transa. Por um instante Dani
interrompeu seu banquete, se posicionou por cima de
Kely em sentido contrário e ofereceu sua xana
para a boca de minha irmã. Não podia ter
sido melhor. 69 com mulher era meu apetite visual preferido.
Era difícil perceber qual das duas era a mais
gulosa e quem sentia mais prazer. Dani foi a primeira
a gozar, continuando sua apetitosa paletada lingual
na boceta de Kely. Quando senti que eu ia gozar, corri
até o rosto de Dani e deixei aquela porra, ainda
que pouca, saltar em sua boca e na boceta da maninha.
A língua de Dani recolhia todo aquele líquido
deixando Kely com mais tesão ainda, até
que ela explodiu o desejado gozo provocado por sua parceira.
A partir daquele momento inauguramos um novo relacionamento
entre minha mana, minha gata e eu, que precedeu a numerosas
transa entre nós, em tripla ou dupla, originando,
inclusive, em outros relacionamentos inesquecíveis
e picantes.

 

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