No colo do papai
Quando li a história de SGP na Brazil 57 escrevi logo para ela. Como
não obtive resposta, resolvi contar minha história nessa seção. Minha
intenção é SGP, atraída pelo filho, entender que seu relacionamento
pode ser curtido de um modo bonito e sem medo. Em nenhum momento SGP
pede que escrevam para ela, mas acredito que se abrisse um diálogo com
seus admiradores, só teria a ganhar.
Sou separado e moro com minhas filhas, Carla e Jaqueline, numa casa
confortável, com piscina. Quando me separei elas tinham 18 e 21anos. A
essa altura da vida eu não era o pai, mas o amigo. A mãe delas era
muito liberal e nunca trancamos a porta para transar. Tomar banho de
sol nus era a regra na família. Acompanhei o desenvolvimento das
meninas em seu dia-a-dia. Vi os peitinhos crescer, os pêlos pubianos
aparecer, o bumbum se formar.
Certa vez, diante da TV, Eva minha, minha ex-mulher, deitada com a
cabeça no meu colo, começou a brincar com meu pau sem ligar para a
presença de Jaqueline. Eu usava um pijama de calça curta, sem nada por
baixo. A ereção foi imediata. Eva colocou meu pau para fora e começou a
chupá-lo. Chupava bem gostoso e se exibia, dizendo para a filha: ?Isso
aqui é uma delícia?. Lambia o saco, engolia o cacete inteiro. Jaqueline
entrou na brincadeira, se masturbando enquanto assistia.
A cena nunca mais saiu da minha cabeça. Jaqueline molhava o dedo com
saliva e o enfiava na boceta, gemendo e gozando, enquanto eu enchia a
boca de Eva com esperma.
Poucos meses depois nos separamos. Um rapaz virou a cabeça de Eva. Foi
uma surpresa para mim e um alívio para ela as meninas terem ficado
comigo.
De repente, éramos um homem e duas mulheres dentro de casa. Tudo teve
que ser rediscutido sob esse ponto de vista. O uso das dependências e
até o fato de tomarmos banho sem roupa, por exemplo.
Em um sábado calorento, depois de ter passado a noite num motel com uma
mulher extraordinária, perdi a hora e resolvi ficar na cama até mais
tarde.
Carla, Jaqueline e uma amiga de faculdade, que de Sexta para sábado
sempre dormia em nossa casa, fizeram um churrasco na beira da piscina e
acordei com o barulho das três. Falavam alto sobre os casos mais
diversos, geralmente envolvendo rapazes. Eram tantas histórias! Fiquei
assustado e excitado. Ouvir Carla dizer que não gostava quando o homem
tinha o pau muito grande e grosso:
?Ah, não gosto, me machuca...?
Cláudia rebateu:
?Eu adoro. Atrás, no rabinho, tem que ser grande e grosso para ser gostoso, fico arrepiada...?
Colei o ouvido na janela e não acreditei! Jaqueline entrou na conversa:
?Eu gosto mesmo é do sabor da porra... Que delícia!?
A conversa seguia em um ritmo alucinante. Cláudia sempre opinava:
?Aí, de porra tenho nojo. Adoro um pauzão no meu rabo, mas não curto engolir a porra do macho?.
Elas não sabiam que eu estava em casa. Falavam pelos cotovelos. O mais incrível ainda estava por vir!
Minutos depois, Jaqueline começou uma das conversas mais excitantes que já tinha ouvido em minha vida:
?Sabe que uma vez vi minha mãe chupar meu pai, bem na minha frente?! De
verdade! Foi na sala. E vou ser sincera, Cláudia. Há muitos anos essa
cena não me sai da cabeça. Sabe que tenho a fantasia de chupar o pau
dele? E engolir a porra toda?!?
Fiquei doido, meu pau também.
Tive medo. Toquei uma punheta para me aliviar e deixei o quarto fazendo
muito barulho, a fim de mostrar que havia mais gente em casa.
Quando entrei na cozinha dei de cara com Jaqueline nuazinha...
Ela me olhou espantada e perguntou se eu não tinha ido trabalhar:
?Ontem cheguei tarde e hoje não consegui acordar?.
Fingi que sua nudez não me incomodava.
?Pai, por que você não vem mergulhar com a gente??
?Vou colocar um short...?
?Não precisa, estamos nuas!?
Saí para o quintal e vi sua irmã e a amiga também peladinhas. Cláudia
ficou um pouco sem graça na minha presença. Carla colocou a mão na
frente do sexo, corando um pouco. Fingi que era cego. Tirei o pijama e
mergulhei.
Jaqueline tratou de estabelecer a paz entre elas e logo voltavam ao tom natural, enquanto eu dava as minhas braçadas.
Deixei a água e sentei ao sol. Jaqueline se aproximou com um
refrigerante e uma bandeja com carnes. Quando se afastou observei seu
corpo magnífico! Uma bunda espetacular!
Daí a instantes ela voltou de mãos vazias. Olhou para meu sexo e perguntou, com um tom singelo:
?Posso sentar no colo do papai??
Abri os braços e ela sentou: ?Faz tempo que não sinto esse contato de pele com o homem da minha vida, papai, que coisa boa...?
As metáforas sempre foram o seu forte. Meu pau latejou. Não seria capaz
de manter a calma. Pedi para ela buscar uma água com gás. Aproveitei
para dar outro mergulho. Quando saí da água as três estavam ao meu lado.
Carla e Jaqueline mergulharam em seguida e Cláudia ficou ali, olhando
pro meu corpo, perguntando a minha idade, essas coisas. Surpreendi-me
quando perguntou se também podia sentar-se no meu colo: ?Mas não do
jeito que a Jaqueline sentou...?
Meu pau foi subindo... A garota sentou-se e esfregou a bunda. Fiquei
arrepiado. Calafrios. Ela veio com a mão por baixo. Segurou meu cacete
e o colocou na entrada da bocetinha. Estava toda melada. Meu pau
mergulhou fácil e ela colocou o peito na minha boca: ?Chupa, seu putão,
chupa meu peitinho...?
Minhas filhas saíram da água e nos cercaram. Carla brincou com a amiga: ?Aí, hein, Cláudia, não resistiu, né?!?
Atrevida, Carla colocou a mão no meu saco, perguntando se estava
gostoso. Ficou massageando as minhas bolas enquanto a amiga começou a
se movimentar. Para minha surpresa, Carla enfiou a língua entre meu pau
e a boceta da amiga. Aquilo foi demais! Gozei abundantemente. Carla
ficou ali chupando a porra que escorria da boceta de Cláudia. Quando o
meu pau saiu, Jaqueline empurrou Carla para o lado: ?Quero lamber esse
cacete!?.
Afastei-as e mergulhei, saindo do outro lado. De lá vi Cláudia atracada
com Carla na maior chupação. Jaqueline se juntou às duas e beijou
Cláudia na boca, demoradamente. Era tanta paixão que fiquei em dúvida
sobre sua orientação sexual.
Ver aquelas mulheres transando me deixava tocado! Voltei nadando
depressa. Quando saí ao lado delas Jaqueline sugeriu: ?Vamos pra sala
continuar essa festa, estou tarada!?
E foram apanhar cervejas, refrigerantes e carne. Tempo suficiente para
meu pau se animar novamente. Principalmente porque Cláudia ficava
passando a mão, sussurrando: ?Quero esse pau no meu rabo, quero ver
esse putão comendo meu rabinho, se quero!?
Era uma mulher atrevida e gostosa. Fomos para a sala e as três ficaram
de quatro no tapete, com o rosto apoiado no sofá, oferecidas para o meu
pau. A brincadeira era ficar metendo nas três, alternadamente. Comecei
fodendo Jaqueline. Sua boceta era quente e apertada. Reclamou de dor no
começo: ?Está doendo, porra!? Logo depois se conteve.
Carla, por sua vez, gemia a cada estocada. Quando me posicionei atrás
de Cláudia ela segurou meu pau e o guiou para o cu. Ela mesma havia
passado saliva e não foi difícil. Ela berrou de dor mas depois ficou
jogando o traseiro para trás pedindo para eu arrombar seu cuzinho.
Jaqueline foi atrás de camisinha e quando tirei do cu de Cláudia ela
cobriu meu pau para sentir novamente minha pica na boceta. Dessa vez
ela ficou com as pernas nos meus ombros e pude dar estocadas profundas
olhando seu rosto. Ela morria de tesão mas não abria a boca. Via-se na
expressão carregada. Quando gozou, sua boceta pulsava parecendo
mastigar a minha vara.
Cláudia e Carla transavam com tanto tesão que me deixaram assustado.
Quando Cláudia disse para eu meter no cu de Carla, ela saiu correndo.
Cláudia me mandou deitar e sentou-se no meu pau. Seu cu parecia maior
que uma boceta. Entrou suavemente e ela ficou contraindo os
esfíncteres, apertando o cu contra meu cacete, e dizendo para a minha
filha que aquilo era divino: ?Não há nada melhor no mundo que um pau
grande no cu!?
Jaqueline se esfregava em meu corpo e pedia para eu gozar em sua boca.
Arranquei o pau e a camisinha ao mesmo tempo, a fim de lhe oferecer meu
esperma quente. Minha filha tomou o leitinho da vida e ficou viciada.
Como a mãe, Jaqueline adora sexo oral. Carla passou a gostar de sexo
anal depois de usarmos bastante gel. Às vezes dormimos os três na mesma
cama. Elas dividem meu pau com tanto prazer que nem penso mais em nosso
parentesco.
Cara SGP, leitora apaixonada pelo filho: seja mais mulher e menos mãe.
Provoque seu filho, sente-se no colo dele, brinque de verdade com seu
pau, use essa história de ?mesmo sangue? a seu favor, pois isso acaba
criando mais liberdade. Era isso que eu tinha para lhe dizer.
Escreva-me e poderemos falar muito mais. E quem quiser curtir um grande
prazer, casais, duplas femininas e travestis, de Minas, Rio e São
Paulo, basta escrever para o papai.
Papai
MG 37325
Caixa Postal 18400
São Paulo – SP
04626-970






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