Fabiana, uma filha e tanto!

Entre 17 e 20 anos tive uma vida sexual muito ativa.
Namorei todas as garotas do bairro, todas as colegas
de escola: eu era um ?galinho?.


Nessa época comecei a namorar sério. Mas
nunca fui fiel o bastante para dizer ?não? a
uma mulher. Não tinha preferência por um
tipo especial. Japonesa, mulata, loira, morena, casada,
separada... Sem contar as primas e uma cunhada, todas
eu traçava com o mesmo pique. Aos 39 anos, solteiro,
descobri que era pai de uma mulher de 19.
Fabiana, uma morena-jambo lindíssima, surgiu
na minha vida de repente. Apareceu no meu local de trabalho,
um comércio, e me encarou, rindo. Fiquei tarado.
Uma gatinha dando bandeira como ela deu é de
deixar qualquer um louco. Fui logo fantasiando uma foda
espetacular. Perguntei se estava interessada em alguma
coisa, ela me enrolou: ?Estou só olhando?.
Dias depois retornou. Fui simpático e gentil
como sou com todos os clientes. Conversamos e fiquei
sabendo seu nome. Sentia que ia conquistar a garota,
e me ofereci para pagar uma cerveja. ?Vamos deixar para
outro dia?.
A surpresa veio quando me apareceu uma mulata forte
e sorridente: ?Você me conhece??.


Puxei pela memória e arrisquei um nome:
?Você é a Neide?.
Ela riu:
?Claro que sou eu. Há quanto tempo, não?
Pois tenho uma coisa a lhe dizer: Fabiana é sua
filha. Ela me disse que esteve aqui falando com você.
Não sei se essa amizade vai fazer bem a ela.?

Mais ou menos como tomar um murro no estômago,
dado pelo Maguila em plena forma.


Neide falava sem parar:
?Não quero incomodar, pois vivo com um homem
decente. Para a Fabiana é melhor que um pai?.

Aquilo não me atingia, pois estava sabendo da
paternidade somente naquele momento. Ela preferia que
eu não me envolvesse com Fabiana:
?Fico achando até que ela vai querer exame de
DNA.?
Fabiana sumiu.
Em um domingo ensolarado o telefone tocou. Era ela.
Pegou o número na lista. ?Podemos conversar?
Que tal irmos ao Ibirapuera??
Aceitei a sugestão. Estava nervoso. Poderia me
fazer mil cobranças e acusações
sem sentido.
?Só quero ser sua amiga...?
Caminhamos, tomamos sorvete e paramos para descansar
na grama. Fabiana tirou a roupa e ficou só de
short. Que mulherão!


Puxou para dentro das nádegas uma tanguinha que
deixava o vão da boceta marcado.
Os peitinhos ameaçavam pular, e me enchi de orgulho.
Repeti mil vezes que era muito bonita. Ela estava lendo
um livro chamado ?Poesia Erótica?, da Companhia
das Letras. Leu alguns poemas. Mas as adivinhações
me deixaram intrigado:
?Qual a diferença entre um porco e um pau??
?Não sei?.
Estava encabulado... Ela ria...
?Quando se esfrega e se coça um porco, ele se
deita; o pau se levanta?.
Outra:
?O que há no mundo mais difícil de descascar?...?

?O pau, porque desde o começo do mundo a mulher
só conseguiu lhe descascar a cabeça.?
Arranquei dela uma deliciosa gargalhada, quando me perguntou:
?É curto, grosso e redondo. Num buraco meu o
escondo. Quando o suco dele esguicha dentro de mim,
ai, que delícia! O que é??
?Um pau,? respondi, cheio de certeza.


Fabiana, rindo sem parar, dizia que havia falado ?quando
o suco esguicha? e não ?quando a porra esguicha...?.
E disse que a resposta era a cereja. Conferi no livro
para ver se ela não estava me enganando.
Foi um dia superagradável.
Passamos a sair com freqüência. Ela rompeu
com o namorado que ficou enciumado. Íamos ao
cinema, ao shopping, saíamos à noite,
nada que lembrasse pai e filha.
Às vezes andávamos abraçados ou
dançávamos coladinhos.
Certa vez fiquei de pau duro. E ela colocou a mão
e perguntou: ?O que é isso?!?.
?Essas coisas são involuntárias...?. Estava
coberto de vergonha, e afastei sua mão.
Ela esfregou o corpo em mim e perguntou se eu sentia
tesão por ela. Neguei. Mas o pau ficou daquele
jeitão por um bom tempo. ?Você não
quer ir ao banheiro se aliviar??


Naquele dia falamos de sexo. Contei como tive muitas
mulheres quando tinha a idade dela.
?Ah, então é hereditário?! Agora
sei porque corro tanto atrás dos homens?.
No primeiro feriado que surgiu ela ligou mas eu ia à
praia. Quis ir comigo e curtir o paizão.
Como divido a casa em Peruíbe com a minha irmã,
achei uma ótima oportunidade para apresentá-la
à família. Mas ela foi contra. Não
queria que ninguém soubesse que era minha filha.
Pediu que fosse apresentada como namorada. Pegamos a
estrada bem cedo para evitar o trânsito.


Fabiana tirou a roupa na sala, bem na minha frente.
Evitei encará-la. Sacana, chamou a minha atenção
para um sinal no seio esquerdo.
Queria saber se eu tinha também. Não lembrava
e tirei a camisa para conferir. Ela passou a mão
sobre o meu peito. Pegou a minha mão e a colocou
sobre o sinal. Meu pau ficou duro. Fabiana, só
de calcinha, se esfregou no meu corpo. Ela gemia: ?É
gostoso estarmos assim, só nós dois?.

Não consegui me segurar mais. Passei as mãos
nos seios da minha filha e ela me puxou para o sofá.
Tirou a calcinha delicadamente. Nuazinha abriu as pernas,
mostrando uma boceta cabeluda e cheirosa: ?O que você
acha??
Deitou-se de olhos fechados. Ajoelhei-me perto do seu
corpo e segurei sua mão.


?Sua mãe vai nos matar...?
Passando a língua sobre os lábios ela
pediu, docemente:
?Chupa a minha boceta. Chupa, papai!?
Chupei seu corpo inteirinho. Beijei a sua boca e voltei
a chupá-la. Meu pau estourava dentro da calça
e ela sacanamente o alisava, tocava-o por cima do tecido:
?Quero seu pau dentro de mim?.
Enfiei a língua profundamente e ela gemeu gostoso.
Depois encontrei seu grelinho e o lambi até Fabiana
se desmanchar em gozo.
?Mete, papai, mete!?
Tirei a calça com a ajuda dela. Fabiana beijou
meu cacete e chupou meu pau fortemente.


?Eu quero que você me coma... Agora!?
Tive que ser forte para me negar a fazer aquilo. Deitei-me
sobre seu corpo, beijei sua boca, esfreguei o pau em
sua bocetinha. ?Mas não vou meter, não
vou fazer isso com a minha própria filha?.
Éramos um homem e uma mulher. Eu não havia
trocado sua fralda e nem acompanhado seu crescimento.
Podia meter sem nenhum problema.
Mas o tabu do incesto me fez vacilar.
Ela pegou meu pau e começou a chupá-lo
loucamente.
Lambia e sugava as minhas bolas e engolia o meu cacete,
me masturbando. Pedi para chupá-la também
e fizemos um gostoso 69. Gozamos praticamente juntos.
Enchi sua boquinha e ela molhou o sofá com um
líquido cheiroso e esbranquiçado.
Arrumamos as coisas no quarto e estávamos prontos
para sair quando o telefone tocou. Era o meu cunhado.
A estrada estava cheia e ele tinha resolvido vir no
dia seguinte. Fabiana ficou feliz com a notícia.
Quando voltamos da praia ela entrou comigo no banheiro
para tirar o sal. Ficamos peladinhos. Ela se esfregava
e brincava com meu pau. E me perguntou:
?Tem problema meter atrás??
?Você é muito safadinha...?


Fabiana riu. Ficou de costas e esfregou o traseiro contra
o meu cacete. Dei um trato em sua bundinha. Beijei,
lambi e chupei seu cu. Enchi de sabonete e enfiei o
dedo.
?Ai, papai, ai, papai, está ardendo!?
Tirei o dedo e ela se colocou de quatro no chão
pedindo para meter o pau.


Olhar minha filha naquela posição só
me dava tesão. Lambi novamente seu cuzinho e
enterrei o dedo com a ajuda do sabonete.
Ela gemia gostoso e pedia para enfiar a rola. Segurei
meu pau diante do seu cu e fui empurrando devagarinho.
Ela chorava de dor e prazer: ?Enterra tudo, porra, enterra
tudo, caralho?.
Meti até o talo e bombei até gozar dentro
do seu rabo. Com meu cacete enterrado no cu ela pedia
para bater em seu traseiro, e a chamasse de vagabunda:
?Bate nessa bundinha, bate... E me chama de puta, de
vagabunda, de qualquer coisa, mas bate na minha bundinha,
porra, que delícia...!?
E bati... E bati!


Deixei suas nádegas vermelhas de tanto bater.
Fabiana gozava e gritava:
?Me arromba, papai! Me lasca!?
Depois, saímos para jantar e nos comportamos
como amantes. Entre beijos e abraços mantivemos
o clima em alta. Quando retornamos achei que não
devíamos dormir na mesma cama. Mas Fabiana não
aceitou. Quando entramos no quarto ela ficou nuazinha
e se enfiou embaixo do lençol.


Arrancou a minha roupa e não precisou fazer esforço
para me deixar de pau duro. Depois subiu no meu corpo.
Encostou a bocetinha na cabeça do meu pau e ficou
se esfregando.
Aos poucos seu sexo se encharcava... E meu pau deslizava
perigosamente diante de sua fenda. Ela resolveu sentar
e acabar com aquele tormento. Meu cacete entrou até
as bolas. Minha filha estava me comendo de verdade.
Subia e descia no meu pau gemendo, gritando, dando urros.
Senti que ia gozar e a empurrei: ela veio com sua boca
de veludo para engolir tudo.
Aquilo era o paraíso!


Fabiana ligava para a mãe todo dia, falando do
pai fabuloso que tinha. Estava feliz. Eu mais ainda.
Essa brincadeira com a minha filha seguiu até
ela encontrar o noivo atual. De vez em quando ela liga
e vem me visitar. Sempre rola sexo. Não sei quando
isso vai acabar.
Resolvi contar aqui neste espaço porque o fato
de ninguém saber está me sufocando. Se
alguém quiser trocar idéias comigo sobre
isso, me escreva, por favor:

R.S
Caixa Postal 3026
Diadema – SP
09970-990

 

Opções de exibição de comentários

Escolha seu modo de exibição preferido e clique em "Salvar configurações" para ativar.

resposta para anne

Anne talves seu pai não te comeu porque tinha medo de escanda-los, porque ele te chupava todinha então faltou pouco, não concordo com esses caras que entram aqui e ficam criticando se estão aqui é porque querem no minimo aprender a meter em suas filhas mais não tem coragem de assumir que são pedofilos e incestuosos, quanto a voce não se preocupe se seu pai não estourou seu cabacinho foi por medo mais agora só depende de voce em ser feliz dando para seu pai te garanto vai ser muito mais gostoso pois vc não ira se arrepender e nem culpa-lo, se ele te chupava e vc gostava agora é só da para ele voce vai ver que vale a pena ser amante de seu pai e poder sair com ele para todo lugar agarradinhos como pai e filha e ninguem desconfiar de nada

resposta para anne

Anne talves seu pai não te comeu porque tinha medo de escanda-los, porque ele te chupava todinha então faltou pouco, não concordo com esses caras que entram aqui e ficam criticando se estão aqui é porque querem no minimo aprender a meter em suas filhas mais não tem coragem de assumir que são pedofilos e incestuosos, quanto a voce não se preocupe se seu pai não estourou seu cabacinho foi por medo mais agora só depende de voce em ser feliz dando para seu pai te garanto vai ser muito mais gostoso pois vc não ira se arrepender e nem culpa-lo, se ele te chupava e vc gostava agora é só da para ele voce vai ver que vale a pena ser amante de seu pai e poder sair com ele para todo lugar agarradinhos como pai e filha e ninguem desconfiar de nada

q invejjaa

Caralhooo queriiia ter ummm paiii assimm

Eu queria que alguem me

Eu queria que alguem me ajudasse eu adoro esses lances de pai com filho ,porem não sou casado e não tenho filho , eu queria assistir algum pai comendo o filho, quero ver os dois se pegando deve ser uma loucura ainda mais quando o pai faz so a vez do ativo enrrabando seu filho , se alguem puder me ajudar entre em contato

Espero que vc consiga comer

Espero que vc consiga comer sua filhinha,tenho certeza que vcs vão adorar,adoro ler esses contos pq lembro de quando meu pai me chupava todinha,pena que ele não chegou a me comer eu teria adorado.

seus filhos da puta

seus filhos da puta incestuosos vcs não sabem o que vão fazer pra essas filhas vcs vão pagar no inferno!!!

seus filhos da puta

seus filhos da puta incestuosos vcs não sabem o que vão fazer pra essas filhas vcs vão pagar no inferno!!!

quero comer minha filha

ola tenho, 37 anos
morro de desejos por minha filha de 13 anos
ela pouco vem em casa

o que vc acha
sera que posso?

amei mais quero uma dica

eae amei este conto
comigo é meio diferente porque acontece com
minha irmã que conheci tem 1 mes....
nao sei se é certo mais amo tranzar com ela
e estou pensando em namorar e assumir para todos....
o que vcs axa ?????
abraço

gostei muito do seu conto.

gostei muito do seu conto. sou casado e também tenho uma filha linda, mas eu faço amor com ela desde que ela teve idade para isso. minha esposa sempre soube e ás vezes também participa de nossas "brincadeiras". NUNCA fiz nada que alguma das duas não quisesse. apesar do sexo, vejo e trato minha filha como uma FILHA, e não como uma amante. tudo entre nós sempre foi feito com muito carinho e sem baixarias ou palavrões. do mesmo modo, ela sempre me viu como pai e sempre respeitou minha autoridade. somos uma família muito unida e feliz. desejo a você e aos amigos que têm casos semelhantes, a mesma felicidade. abraços.

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Linhas e parágrafos quebram automaticamente.

Mais informações sobre opções de formatação

ANTISPAM
Usamos este sistema para evitar spam dentro do Casa da Maite.
11 + 5 =
Resolva a simples operação matemática de soma acima e coloque o resultado. Por exemplo 1+ 3, digite 4