Ménage em família

Depois de participar de vários ménages
com meu filho mais novo e minha nora, resolvi fazer
a cabeça do meu filho mais velho e minha outra
nora. Após um longo papo com Saulo, ele disse
que ainda não tinha cabeça para enfrentar
uma situação desse tipo, embora Cristina
se mostrasse mais aberta a uma experiência dessas.
Entendi e aceitei suas colocações, pois
acredito que nesse tipo de relacionamento os princípios
e limites de cada um devem ser respeitados em primeiro
lugar.
Passados alguns dias dessa conversa, recebi um telefonema
de Cristina pedindo para ir até sua casa, pois
ela estaria de folga. Saulo, como é caminhoneiro,
estaria viajando, portanto seria a oportunidade de voltarmos
àquele assunto.
Chegando lá meus netos fizeram a maior festa
e fui com minha nora levá-los ao colégio.
Na volta perguntei a ela aonde queria ir, e com muita
sinceridade disse que gostaria de ir a um motel. Ela
sempre quis ter uma experiência fora do casamento,
mas ainda não havia tido a oportunidade.


Entramos no motel e notando sua dúvida de ir
em frente, a beijei, diminuindo a sua resistência.
Convidei-a para o banho. Cristina é uma mulher
de 30 anos, 1,55m, branca, dona de um par de seios bem
grandes, firmes como melões maduros, sem barriga,
uma boceta bastante carnuda totalmente depilada, coxas
e pernas espetaculares. No banho ensaboava as suas costas,
seu enorme bundão e os seios com bicos eriçados,
mostrando o quanto estava seu tesão.
Ela, com meu cacete entre as mãos, lhe dava uma
massagem. Ajoelhou-se e o colocou na boca. Ora a glande,
ora os ovos. Saímos do chuveiro e ainda molhados
nos deitamos e ficamos nos amassos. Chupava os seios
e alisava todo o seu corpo. Ia descendo a língua
em direção à sua boceta, que é
algo indescritível.


Quando passei a língua em seu clitóris
foi como se recebesse uma descarga elétrica.
Todo o seu corpo balançou. Continuei o doce castigo
em seu grelo, rígido. Com um dedo massageava
o seu Ponto G, lhe provocando novas descargas...
Cristina tinha orgasmos múltiplos, que terminaram
com ela cruzando as coxas sobre a minha cabeça,
dando um urro que quase estourou meus tímpanos.
Ficou com a respiração ofegante, tornando
seus peitões ainda mais lindos.


Após descansarmos, começou acariciando
meu cacete, em repouso. A baixinha colocou tudo na boca,
enquanto massageava as bolas. A ereção
obrigou-a a ficar só com metade nos lábios
carnudos. Era gordinha e tinha uma agilidade incrível.
Como num passe de mágica, estava com o bocetão
ao alcance da minha língua, enquanto me punhetava
com a boca.
Quando estava para gozar tirei-a de cima, deitei-a e
subi no seu corpo para fazer uma espanhola nos peitões.

Gozei como um animal, enquanto ela fazia de tudo para
mamar todo o meu leite. Fomos para o chuveiro, e após
um relaxante banho recomeçamos. Consegui foder
o bocetão superapertado, desses que parecem que
mastigam o cacete.

Chegamos a um gozo sincronizado com
a baixinha gemendo e sussurrando:
- Me fode, sogro, essa rola é boa demais, vai,
me fode!
Ainda tentei comer a sua bunda, mas ela recusou, pois
ali era só para o meu filho. Porém, o
que uma boceta maravilhosa e carnuda e uma bundona arrebitada
não fazem!? Cristina conseguiu fazer a cabeça
de Saulo, e hoje já fizemos três ménages,
o que está sendo muito bom. Quando ele viaja
eu tomo conta pessoalmente da mulher dele...


Continuo aguardando contato com pessoas decididas, casais
ou mulheres simples como eu. Sou apenas um coroa querendo
viver a vida e realizando fantasias. Escrevam de todo
o Brasil, principalmente de Pernambuco e do agreste.

Coroa da Serra
PE33890
Caixa Postal 18400
São Paulo – SP
04626-970

 

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